O Mundo a Seus Pés

Podcast da secção de internacional do Expresso assinado por Ana França, Hélder Gomes, Catarina Maldonado Vasconcelos, Pedro Cordeiro e Mara Tribuna. Episódios semanais sobre assuntos que dominam a atualidade mundial, com jornalistas, correspondentes e outros convidados

“Os jovens ainda vão para a escola na sua noite biológica, os horários são muito matutinos. Era como acordar um adulto às quatro da manhã”

Matilde Fieschi

Será que se dormir poucas horas durante a semana, pode compensar durante o fim de semana? Quantas horas é mesmo necessário dormir? O álcool pode ajudar a adormecer? E o café faz assim tão mal antes de dormir?

Matilde Fieschi

Para responder às perguntas mais frequentes sobre sono, Margarida Graça Santos volta a receber Bruna Reis. A co-autora do podcast ‘O teu mal é sono’ é mestre em medicina do sono pela Universidade Europeia de Madrid.

Qual é afinal o lugar mais seguro num carro? Depende…

Segundo os peritos em segurança rodoviária, há um lugar que é claramente mais seguro do que os restantes, e um mais perigoso. Mas há muitos fatores a ter em conta — principalmente, o tipo de veículo em causa. E nunca é demais lembrar: use sempre cinto de segurança, independentemente do lugar. Há a ideia generalizada de que estar ao lado do condutor pode trazer maiores riscos numa situação de emergência, o que levanta a questão: qual é o lugar mais seguro quando viajamos de carro? “O lugar mais seguro de um carro depende muito do tipo de veículo em que

Contas Poupança

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Podcast de Pedro Andersson, jornalista especializado em Finanças Pessoais, que aproveita as suas viagens de carro para falar sobre dinheiro. Todas as segundas-feiras às 7h, uma nova boleia para começar bem a sua semana financeira. Disponível em todas as aplicações de podcast e nos sites da SIC Notícias e Expresso.

Pacto para a floresta só será útil após avaliação ao que correu mal, diz Marques Mendes

O candidato presidencial Marques Mendes defendeu este domingo que um pacto para a floresta só será útil se for feita uma avaliação ao que correu mal este verão e às medidas tomadas após os trágicos incêndios de 2017.

Em declarações aos jornalistas durante uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu, Luís Marques Mendes considerou que as medidas anunciadas na quinta-feira após a reunião extraordinária do Conselho de Ministros “são todas positivas e vão todas na direção certa“.

Uma das medidas é um plano de intervenção para as florestas de 2025 a 2050, que, segundo o primeiro-ministro, Luís Montenegro, será alvo de um debate para “consensualizar um verdadeiro pacto para a gestão florestal e a proteção” do território nacional.

Primeiro é preciso avaliar o que é que correu mal nesta época de fogos. Sem isto, o pacto fica coxo“, avisou Marques Mendes.

Segundo o candidato a Presidente da República, é também necessário fazer outra avaliação, “de que pouco se tem falado, das medidas que foram tomadas depois dos incêndios de 2017”.

“Foram cumpridas ou não foram cumpridas, foram na direção certa ou na direção errada? Estas duas avaliações são indispensáveis para que um pacto para a floresta não seja apenas retórica e tenha conteúdo útil”, sublinhou.

Marques Mendes considerou que, “em matéria dos fogos em Portugal, parece que São Pedro manda mais do que as reformas da floresta“, porque “se o tempo está razoável não há fogos, se o tempo está quente há fogos”.

“Isto significa que não se tem investido a sério, como deve ser, na prevenção. E também significa que as medidas adotadas em 2017 parece que não surtiram efeito. Às tantas está praticamente tudo na mesma na floresta”, afirmou.

O candidato presidencial reiterou que este momento ainda não é de avaliações, mas de apoiar os bombeiros, as populações e os autarcas.

“Mas vai haver um tempo para avaliar”, acrescentou, lembrando que “toda a gente prometeu que ia ser diferente de 2017”, mas, “até hoje, a sensação que existe é de que está tudo na mesma”.

No que respeita à globalidade das medidas anunciadas, disse apenas ter receio da burocracia.

“Espero que o Governo seja muito atento para que a burocracia não emperre estas medidas, para que os apoios às pessoas cheguem rapidamente”, acrescentou.

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O CEO é o limite

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O CEO é o limite

O podcast de liderança e carreira do Expresso. Todas as semanas a jornalista Cátia Mateus mostra-lhe quem são, como começaram e o que fizeram para chegar ao topo os gestores portugueses que marcaram o passado, os que dirigem a atualidade e os que prometem moldar o futuro. Histórias inspiradoras, contadas na primeira pessoa, por quem ousa fazer acontecer.

Quer substituir gratuitamente equipamentos antigos por outros mais eficientes? Pedro Andersson explica como funciona o programa E-Lar

Neste episódio do podcast Contas-poupança explico de forma simples e prática quem pode candidatar-se, quais os eletrodomésticos abrangidos, os valores do apoio, os prazos e documentos necessários. Mostro também quais são os erros mais comuns que podem levar à exclusão da candidatura e partilho algumas dicas úteis para aumentar as hipóteses de conseguir o apoio antes que o orçamento se esgote.

Se está a pensar trocar de eletrodomésticos ou investir em eficiência energética em casa, não perca este episódio.

Este episódio contou com sonoplastia de Filipe Cruz. Envie a sua pergunta em áudio por whatsapp 927753737.

E-Lar subsidia troca de equipamentos a gás por aparelhos elétricos

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Como poupar nas férias- Dicas práticas

Contas-poupança é um podcast de Pedro Andersson, jornalista especializado em Finanças Pessoais, que aproveita as suas viagens de carro para falar sobre dinheiro. Todas as segundas-feiras e quartas-feiras às 7h, uma nova boleia para começar bem a sua semana financeira. Disponível em todas as aplicações de podcast e nos sites da SIC Notícias e Expresso.

Ensino superior. Marques Mendes quer estudo para saber porque há menos alunos

O candidato presidencial Luís Marques Mendes aconselhou este domingo o Governo a fazer um estudo para perceber, “com rigor”, os motivos para o decréscimo nas colocações do ensino superior.

“É preciso fazer um estudo para saber exatamente, de uma forma rigorosa, porque é que houve esta diminuição de ingressos no ensino superior para poder, a seguir, eventualmente corrigi-la”, disse o social-democrata aos jornalistas em Viseu, durante uma visita à Feira de São Mateus.

Luís Marques Mendes referiu que são apontadas “razões demográficas, razões que têm a ver com as novas regras de acesso ao ensino superior, que são mais exigentes que as anteriores”, e também que “a falta de alojamento estudantil possa afastar alguns jovens do ensino superior”.

Na sua opinião, sejam elas quais forem, as razões têm de ser esclarecidas, porque “menos jovens no ensino superior é uma má notícia”.

“Quem tem uma licenciatura por uma universidade ou por um politécnico, à partida, está mais habilitado para uma sociedade e uma economia competitivas”, frisou.

Os institutos politécnicos alertaram este domingo para o decréscimo nas colocações do ensino superior, dizendo que a situação é mais grave no interior do país, e pedem que se alterem as regras de acesso.

Em comunicado, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos adiantou que os cerca de 14 mil alunos colocados no subsistema politécnico representam “uma redução significativa face ao ano transato”.

A taxa de colocação nos institutos politécnicos ficou pelos 63% e a situação é mais grave nas instituições do interior do país, “onde a queda do número de alunos coloca em causa a sustentabilidade de algumas áreas de formação”, referiu.

Na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior ficaram colocados 43.899 estudantes, o que corresponde a uma diminuição de 12,1% em relação ao ano passado.

Este ano houve menos nove mil candidatos ao ensino superior, não chegando aos 50 mil.

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Mais de 40 concelhos em perigo máximo de incêndio

Mais de 40 concelhos dos distritos da Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Santarém estão esta segunda-feira em perigo máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Apesar deste risco e em locais onde se registaram grandes incêndios nos últimos dias, esta segunda-feira, pelas 07h00, não havia qualquer fogo significativo ativo no país, de acordo com a Autoridade Nacional e Emergência e proteção Civil.

Vários concelhos do interior norte e centro e Algarve estão também em perigo muito elevado de incêndio rural, de acordo com o IPMA.

Este perigo tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos do instituto são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para esta segunda-feira no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de muita nebulosidade no litoral norte e centro, em especial até meio da manhã, e possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal no litoral norte e centro.

Está também previsto vento em geral fraco, tornando-se fraco a moderado do quadrante oeste a partir do fim da manhã, soprando por vezes forte na faixa costeira ocidental a sul do Cabo da Roca e nas serras do litoral centro e sul a partir da tarde.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15 graus Celsius (em Viana do Castelo, Braga e Évora) e os 18 (em Aveiro, Portalegre, Lisboa e Faro) e as máximas entre os 24 (em Aveiro) e os 35 (em Évora e Bragança).

Dez distritos do continente sob aviso amarelo devido à agitação marítima

Dez distritos de Portugal continental vão estar terça e quarta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos do Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo entre as 06h00 de terça-feira e as 00h00 de quarta-feira devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste até 4 metros.

O aviso amarelo, o menos grave, é emitido quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Em comunicado, o IPMA explicou que estão previstas ondas com altura significativa até quatro metros na costa ocidental na terça-feira, e que poderão atingir altura máxima até sete metros.

“Salienta-se os valores muito elevados do período de pico, esperados, entre 15 a 20 segundos, o que se traduzirá em ondas muito energéticas e com volume de água elevado, aumentando significativamente o risco de fortes correntes de retorno junto à costa“, indica o IPMA.

Segundo o Instituto, no período de maré cheia durante a tarde, conjugado com uma amplitude de maré previsivelmente elevada, várias praias poderão ficar sem areal disponível.

“Derivado à ondulação ter uma direção de noroeste, a costa sul do Algarve não ficará tão exposta a esta situação, prevendo-se ondas de sudoeste até um metro”, segundo o IPMA.

A ondulação manter-se-á forte na costa ocidental ao longo da semana, com alturas significativas entre dois a três metros.

“Esta situação, não sendo inédita, é pouco frequente nos meses de julho e agosto, pelo que se recomenda o acompanhamento dos avisos e o cumprimento das recomendações sugeridas pelas autoridades competentes”, refere ainda o Instituto, salientando que a situação resulta do posicionamento do ciclone pós-tropical ERIN.

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