Tomar banho de água quente dá mesmo cabo da nossa pele?

Tomas banho de água quente tem vantagens e desvantagem. O importante é saber ler o nosso corpo. A pele é o seu maior órgão e tem duas partes distintas: a epiderme, no exterior, e a derme, no interior. A epiderme é composta por milhares de milhões de células que se encontram em quatro camadas na pele fina (como nas pálpebras) e em cinco camadas na pele espessa (como na planta do pé). As células (queratinócitos) nas camadas mais profundas são mantidas juntas por junções apertadas. Estas pontes celulares estabelecem ligações impermeáveis entre as células vizinhas. As células do exterior da

Israel pronta para apoiar Líbano no desarmamento do Hezbollah

Israel está pronto para apoiar o Líbano no desarmamento do Hezbollah, afirmou o gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em comunicado esta segunda-feira.

No início deste mês, o gabinete libanês aprovou os objetivos de um plano norte-americano para desarmar o grupo Hezbollah, alinhado com o Irão.

Numa nota do gabinete do primeiro-ministro israelita, divulgada há momentos pela agência Reuters, Israel assegura que, se o exército libanês tomar medidas para desarmar o Hezbollah, o Estado judaico tomará “medidas recíprocas”, que podem incluir uma redução da presença militar no Líbano.

É a resposta de Benjamin Netanyahu à decisão libanesa de tentar desarmar o grupo extremista até ao final de 2025.

OPPO Reno14 FS 5G – Review: Uma ligeira evolução

– Publicidade –

O Reno14 FS 5G não é muito diferente do seu antecessor, mas ainda se mantém como um equipamento equilibrado e muito bem construido pela OPPO.

Recentemente o OPPO Reno13 FS 5G, um novo smartphone de gama média, passou-me pelas mãos e apesar de não impressionar, revelou-se competente para aquilo que oferecia. Agora, apenas alguns meses depois a Oppo já me trouxe o seu sucessor o OPPO Reno14 FS 5G, que chega ao mercado por 499,99€, partilhando praticamente o mesmo visual e especificações técnicas, com apenas algumas pequenas diferenças.

O OPPO Reno14 FS 5G é lançado com a promessa de ser um daqueles smartphones que não passam despercebidos, e pelo menos no que toca ao visual, cumpre à risca. A marca chama à sua estética de Urban Vanguardist e, na cor Luminous Green (versão testada), não é difícil perceber porquê. Já nas mãos, é fino, fácil de segurar com uma mão e sem provocar fadiga mesmo depois de longos períodos de utilização. Conta também com a certificação IP69, o que significa que é resistente a poeira e a água sob pressão, assim como a temperaturas consideradas elevadas.

Ao longo do uso do OPPO Reno14 FS 5G apanhei até um susto, onde o dispositivo mergulhou acidentalmente numa piscina. E para minha satisfação sobreviveu sem qualquer drama. A OPPO garante que o dispositivo aguenta mergulhos de até 2 metros durante meia hora, revelando-se perfeito para fotos e vídeos em ambientes subaquáticos e controlados de forma, obviamente, ocasional e nunca para mergulho profissional. E um pormenor curioso é que à semelhança do que encontramos, por exemplo, em smartwatches, como o Apple Watch, este dispositivo tem uma função que emite um som potente para expulsar a água que possa ter entrado em alguns dos seus canais, como por exemplo nos altifalantes.

Apesar de não ter testado, o telefone também não se assusta com quedas repentinas, uma vez que conta com um sistema de amortecimento biónico construido com camadas de vidro e metal que prometem absorção de choque, algo que pode ser um grande aliado para evitar o pesadelo de ecrãs rachados e componentes danificados.

A nível de áudio, a sua experiência sonora é boa, com dois altifalantes estéreo, um em cima e outro em baixo, e vem equipado com dois microfones para garantir clareza nas chamadas e nas gravações. Mas é no ecrã que o OPPO Reno14 FS 5G se destaca, com o seu painel OLED de 6,57 polegadas e com taxa de atualização de 120Hz, oferece fluidez impressionante e mantém a responsividade mesmo com os dedos molhados, graças ao Splash Touch. A resolução FullHD+, com 2400×1080 pixeis, apresenta 16,7 milhões de cores e um brilho máximo de 2100 nits que permitem a visualização de conteúdo em qualquer ambiente, mesmo sob luz solar direta, ou mesmo debaixo de água. A proteção fica a cargo do vidro Asahi Glass AGC DT-Star2, resistente e com uma boa sensação ao toque. A parte frontal do OPPO Reno14 FS 5G também se destaca pela sua moldura mínima de apenas 1,74mm, que lhe oferece um visual muito interessante, algo que é maioritariamente comum em smartphones de gamas mais altas.

Esta combinação de característica, acaba por oferecer ao utilizador alguma confiança na sua utilização e até vontade de o usar sem capa, dado as capacidades resistentes e o seu design apelativo. No entanto peca pela traseira que se revelou um verdadeiro imane de impressões digitais, o que me levou a considerar uma capa, nem que fosse transparente.

No que toca ao desempenho o Reno14 FS 5G é rápido, consistente e adaptável para quem procura um dispositivo fluido para a sua atividade diária e até mesmo para quem exige um pouco mais, sem investimentos mais elevados. Este equipamento mostrou-se satisfatoriamente capaz em atividades multitarefas pesadas e em jogos durante grande sessões. No seu interior encontra-se o Qualcomm Snapdragon 6 Gen 1, acompanhado por 12GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. Características mais do que suficientes para a maioria dos utilizadores, que podem ser otimizadas com a expansão de RAM virtual até 12GB adicionais e suporte para um cartão microSD. Na prática, e atualmente, é difícil imaginar um cenário em que este telemóvel se sinta limitado por falta de memória ou capacidade.

O Reno14 FS 5G vem com Android 15 pré-instalado, com a interface ColorOS 15 da marca, o que significa que está pronto para tirar proveito das mais recentes funcionalidades da Google, incluindo a integração com o Gemini, juntamente com a coleção de ferramentas inteligentes da OPPO. Entre elas, destacam-se funções fotográficas como o AI LivePhoto e AI Editor, que incluem uma série de opções para melhorar e editar as fotografias, para quem não ficar satisfeito com o resultado puro do equipamento.

Voltando à utilização lúdica, no que diz respeito a jogos, o Reno14 FS 5G conta com o AI HyperBoost, uma função que mantém o desempenho estável e sem quebras, trabalhando em conjunto com o sistema AI Multi-Cooling. Esta tecnologia combina algoritmos inteligentes com as capacidades da câmara de vapor para dissipar o calor de forma eficiente, permitindo sessões de jogo longas sem o desconforto de um telefone que aquece em demasia nas mãos.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

O ColorOS 15 também conta com algumas novidades, como novos ícones, efeitos de sombra e animações mais rápidas graças ao Luminous Rendering Engine, e um Trinity Engine que gere de forma inteligente recursos para manter a fluidez mesmo com várias aplicações abertas em simultâneo. Mas nem tudo são boas noticias, a interface da OPPO chega recheada de bloatware, ou seja, aplicações de terceiros que são instaladas de fábrica. Ao todo, são quase duas dezenas de jogos e de aplicações que inundam o equipamento, como o TikTok, o Block Blast!, Booking, LinkdIn e muitas outras. Algumas até podem ser relevantes para certos utilizadores e na verdade que todas elas podem ser facilmente desinstaladas, mas a sua inclusão é completamente desnecessária. Neste caso, não contabilizei as aplicações da Google, já que essas considero essenciais.

No geral, o OPPO Reno14 FS 5G não tenta acompanhar a concorrência dentro do seu segmento, aproveitando um certo equilíbrio entre hardware e software para oferecer uma experiência que se mantém rápida e estável em qualquer cenário, para uma utilização contemporânea, respondendo às necessidades mais casuais dos utilizadores de forma satisfatória. É um daqueles equipamentos que dão confiança para arriscar, sem receio de entraves no software ou quedas de desempenho, desde que recorra a aplicações relativamente exigentes como jogos em definições máximas.

O conjunto fotográfico de sensores do OPPO Reno14 FS 5G também se mostra competente para uma utilização rotineira, oferecendo soluções para quase qualquer cenário. A câmara principal, com 50MP e estabilização ótica de imagem, é o destaque deste conjunto, garantindo fotografias nítidas e com boa definição mesmo em situações mais desafiantes. A acompanhar, temos um sensor uma ultra grande angular com 8MP, apenas útil para capturar paisagens amplas ou fotos em grupo, e um sensor macro de 2MP, pensada para aproximar o olhar de pequenos detalhes. À frente, a câmara de 32MP captura fotografias com boa nitidez e tons equilibrados, embora na gravação de vídeo esteja limitada a 1080p, ao contrário da traseira que alcança os 4K a 30FPS.

A aplicação de câmara que vem no ColorOS oferece uma lista generosa de modos, entre eles o Pro, Foto, Vídeo, Retrato, Panorâmico, TimeLapse, Alta Resolução, Câmara Lenta, Noturno, Macro, Vídeo Duplo e até um modo Subaquático. Este último é particularmente interessante, pois tira partido da sua certificação IP69 e adapta a interface para utilização debaixo de água, desativando o touch do ecrã e transferindo os controlos para os seus botões físicos, uma solução simples e prática que evita frustrações durante a captação. Apesar de funcionar como é especificado, a qualidade das imagens nem sempre é das melhores. E mesmo sendo uma mais valia ter um equipamento certificado para tirar fotografias dentro de água, convém frisar que esta funcionalidade não deverá ser utilizada em todo o tipo de água, nomeadamente em água salgada do mar, uma vez que o sal é altamente corrosivo e pode afetar rapidamente as partes metálicas do equipamento, principalmente na porta USB-C.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

Os resultados fotográficos no geral são consistentes. As imagens apresentam boa nitidez, cores vivas e equilibradas e uma faixa dinâmica capaz de lidar com contrastes acentuados. Mesmo com iluminação reduzida, o modo Noturno ajuda a recuperar alguma clareza que é perdida, mantendo as cores relativamente naturais. O OPPO Reno14 FS 5G não é um “monstro fotográfico” mas revela-se como um smartphone pronto para captar bons momentos em praticamente qualquer circunstância.

A autonomia do OPPO Reno14 FS 5G é um dos seus maiores trunfos, em parte graças à sua bateria de 6000mAh. Consegui utiliza-lo praticamente durante dois dias completos num ritmo moderado, com apenas uma carga, algo que, atualmente, considerando outros equipamentos, podemos considerar quase um luxo. Mesmo quando a utilização é mais intensa, a sensação é de que a carga desce devagar, sem provocar aquela ansiedade de ver a percentagem desaparecer ao longo do dia. O carregamento também não deixa a desejar, com suporte para o carregamento rápido de 45W, bastam cerca de 30 minutos para repor mais de metade da bateria (cerca de 51%) e, numa hora, atinge aproximadamente 82%. Resultados que tornam a espera curta e prática. Infelizmente, o carregador não vem incluído, pelo que se recomenda alguma atenção para a aquisição de uma solução capaz de atingir os 45W para atingir estes resultados.

Para além disso, o Reno14 FS 5G conta com suporte para o carregamento reverso com fio, transformando-o numa espécie de powerbank improvisado, para carregar uns auriculares sem fio ou salvar o telemóvel de um amigo em apuros, é um extra que pode fazer a diferença nos momentos certos, e uma funcionalidade que não é frequentemente vista em smartphones desta faixa de preço.

OPPO Reno14 FS 5G
OPPO Reno14 FS 5G

Pode-se afirmar que o OPPO Reno14 FS 5G é um equipamento confiante que a marca soube exatamente onde o posicionar dentro de um segmento intermédio. Combina um design apelativo com um conjunto sólido de características, potência suficiente para a maioria das tarefas, autonomia e resistência que inspira confiança, e um sistema de câmaras que considero versátil. E os recursos de inteligentes, tanto da OPPO como da Google, são apenas extras que acrescenta valor à experiência e mantém o utilizador atualizado no que toca à atual oferta no mercado. No entanto, o OPPO Reno14 FS 5G também se sente como uma ligeira evolução do Reno13 FS 5G, que continua a ser um bom equipamento e, talvez, uma opção a considerar dependendo do seu valor, agora mais barato que o novo modelo.

Recomendado - Echo Boomer

Este dispositivo foi cedido para análise pela OPPO.

Prevenir exposição a vídeos maliciosos criados por IA é dificil, diz CIS

O Centro Internet Segura (CIS) reporta ser muito difícil prevenir a exposição a vídeos maliciosos criados por Inteligência Artificial (IA) porque existem várias pessoas a recolher e a publicar imagens.

À agência Lusa, o CIS alerta para a partilha de vídeos maliciosos gerados com IA, sublinhado que “a responsabilidade recai, sempre, sobre quem produz e distribui este tipo de conteúdo”.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

No entanto, o centro salienta que existem estratégias que podem ser aplicadas por todas as pessoas, de forma a reduzir riscos e mitigar o impacto deste tipo de violência.

“O acompanhamento das crianças no mundo digital é fundamental. Deve haver atenção às imagens que são captadas e partilhadas nas diferentes plataformas, bem como cuidado com os equipamentos a que se dá acesso a crianças, considerando a sua idade e literacia digital”, explica o CIS.

Além disso, o acesso a dispositivos por parte de crianças deve ser acompanhado e monitorizado, com o CIS a alertar que a maioria das redes sociais só permite a sua utilização a partir dos 13 anos, contando com a aplicação de mecanismos de segurança previstos para os utilizadores menores.

Neste sentido, é fulcral “incentivar os jovens a manterem perfis privados e controlar quem pode ver o que publicam, rever regularmente as definições de privacidade nas plataformas utilizadas e orientar sobre a importância de limitar a visibilidade de fotos ou informações pessoais”.

“A monitorização de “links”, anexos e “downloads” de origem desconhecida, alertar sobre pedidos estranhos, como o envio de fotos íntimas, pedidos de dinheiro ou informações pessoais, ou tentativas de migração para outras plataformas”, são também aspetos aos quais se deve estar atento, refere.

Acrescenta que, de forma a promover um comportamento consciente “online” é necessário refletir antes de publicar qualquer tipo de conteúdo, incentivar pausas e um equilíbrio saudável entre o tempo “online” e “offline”, avaliar sempre o objetivo de uma publicação ou comentário, bem como evitar grupos com conteúdos estranhos, agressivos ou que promovam ódio.

“Estas medidas não eliminam totalmente o risco, mas ajudam a reduzir a exposição e fortalecem a proteção de crianças e jovens no ambiente digital”, salienta o CIS.

O centro alerta ainda que muitos jovens entram em contacto, involuntariamente, com conteúdo sexual envolvendo menores, real ou gerado artificialmente, pelo que esta exposição constitui também uma forma de violência que deve ser tratada com seriedade.

“É essencial garantir apoio às vítimas e educar sobre a forma de reagir quando se deparam com estes conteúdos”, reforçou o CIS.

O CIS é coordenado pelo Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e resulta de um Consórcio que envolve a DGE – Direção-Geral da Educação, o IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e a Microsoft Portugal.

Incêndios. Castro Almeida garante respostas aos pedidos de apoios em 10 dias

O ministro da Economia e Coesão Territorial garantiu esta segunda-feira que as respostas aos pedidos de apoio formulados pelos agricultores afetados pelos incêndios vão ser dadas em 10 dias. Em entrevista ao programa Explicador, da Rádio Observador, Manuel Castro Almeida destacou a articulação com as câmaras municipais e as CCDR [Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional] no apoio burocrático e assegurou também que o anunciado plano a 25 anos para as florestas não foi feito apenas em plena crise da gestão do combate aos incêndios no país.

“A partir desta semana, as pessoas lesadas podem fazer os respetivos pedidos e as primeiras respostas aparecerão em menos de 10 dias. Estamos a pensar sobretudo nos apoios mais expeditos para os agricultores com prejuízos até 10 mil euros, que não terão de fazer prova”, disse o governante, sublinhando que as autarquias “são o primeiro contacto” para a resolução do problema: “É lá que as pessoas se deverão dirigir, apoiam os lesados na formulação dos pedidos”.

Diploma com apoios às populações e empresas afetadas pelos incêndios entra esta segunda-feira em vigor

Num dia em que entra em vigor o diploma aprovado pelo Governo e promulgado pelo Presidente da República sobre o apoio às populações atingidas pelos incêndios de 2025, o ministro prosseguiu: “O apoio vai ser muito expedito até 10 mil euros para agricultores. Há uma vistoria técnica da câmara e da CCDR e desde que esse valor seja até 10 mil euros é pago até 10 dias. Se for mais de 10 mil euros, é mais complicado, porque entram regras comunitárias mais exigentes”.

Com os incêndios a entrarem agora numa fase mais calma, Manuel Castro Almeida vincou ser ainda “impossível ter um valor minimamente rigoroso” sobre os prejuízos, embora tenha estimado que serão “sensivelmente maiores” do que aqueles que se registaram em 2024. No entanto, expressou a ideia de que o “número de casas que ardeu é inferior ao número do ano passado”.

Sobre as especificidades dos apoios, o ministro assegurou que quem perdeu a primeira habitação tem de fazer o pedido de indemnização. Então, os técnicos da respetiva câmara municipal e da CCDR deslocam-se ao local para avaliar o prejuízo. “Pagamos 100% até 250 mil euros e a partir de 250 mil euros pagamos 85%”, ressalvou. Manuel Castro Almeida notou igualmente que os apoios se estendem também a quem não tem seguro: “Tratando-se de casa da primeira habitação, não valorizamos ter seguro ou não ter. Se tiver seguro, pagamos a diferença. O objetivo não é compensar perdas de património, é dar condições de vida dignas”.

Na eventualidade de a habitação destruída pelos incêndios não estar anteriormente legalizada, o governante vincou que o apoio não visará a recuperação da casa afetada, mas sim a atribuição de um valor equivalente para uma residência noutra zona legalizada.

Confrontado com a apresentação do plano do Governo para as florestas para 25 anos, Manuel Castro Almeida rejeitou que tivesse sido elaborado por força dos grandes incêndios deste verão e salientou que o trabalho já tem meses de preparação. “O Governo deve ser avaliado pelo que faz em cada ano, mas deve ter-se a consciência de que este é um trabalho para 20 anos. É preciso começar já. Este plano não foi preparado agora nos últimos dias. Foi preparado desde o final do verão passado”, declarou.

André Ventura vai pedir comissão parlamentar de inquérito aos fogos e quer equiparar incendiários a terroristas “até ao Natal”

A nível político, lembrou que o Governo tem a “obrigação” de acolher as melhores propostas da oposição. Contudo, sobre a ideia de uma comissão de inquérito aos incêndios, conforme foi defendido pelo Chega, Manuel Castro Almeida já deixou implícitas algumas dúvidas se essa será a melhor solução para a investigação dos incêndios deste ano.

“Acho muito bem que isso seja investigado. A questão que se coloca é quem é competente: é o parlamento ou a Polícia Judiciária e o Ministério Público? Isso é uma decisão que o Parlamento deve tomar”, concluiu.

Se tiver uma história que queira partilhar sobre irregularidades na sua autarquia, preencha este formulário anónimo.

Cinco semanas depois, não há nenhum incêndio ativo em Portugal — mas o perigo mantém-se

Os dois grandes fogos estão controlados, mas a classificação de um incêndio como “em resolução” não significa que o risco esteja eliminado. Mais de 40 concelhos estão ainda em perigo máximo de incêndio. Na manhã desta segunda-feira não se registava nenhum fogo em curso em Portugal, mas o perigo continua elevado em várias regiões. De acordo com dados da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 10 horas da manhã estavam contabilizadas 30 ocorrências, todas em fase de resolução ou conclusão, com 1806 operacionais e 570 veículos e cinco meios aéreos ao serviço. O local mais preocupante continua

Fogo em Arganil com a maior área ardida desde que há registos

O incêndio que deflagrou em Arganil no dia 13 apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal, com 64 mil hectares consumidos, segundo o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

O incêndio que começou no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), e que entrou em resolução no domingo, ao fim de 11 dias, apresenta uma área ardida de 64.451 hectares, de acordo com o relatório nacional provisório do Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SGIF) do ICNF, a que a agência Lusa teve acesso.

O relatório, com a última atualização de área ardida feita no domingo, confirma que este incêndio apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal desde que há registos, ultrapassando a anterior marca do fogo que começou em Vilarinho, no concelho da Lousã, em outubro de 2017, que tinha atingido 53 mil hectares.

O incêndio que começou em Arganil afetou também os concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), Seia (Guarda) e Castelo Branco, Fundão e Covilhã (Castelo Branco).

Fogo que começou em Arganil apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal

Acompanhe o nosso liveblog sobre a situação dos incêndios.

O incêndio que deflagrou em Arganil no dia 13 apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal, com 64 mil hectares consumidos, segundo o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

O incêndio que começou no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), e que entrou em resolução no domingo, ao fim de 11 dias, apresenta uma área ardida de 64.451 hectares, de acordo com o relatório nacional provisório do Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SGIF) do ICNF, a que a agência Lusa teve acesso.

O relatório, com a última atualização de área ardida feita no domingo, confirma que este incêndio apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal desde que há registos, ultrapassando a anterior marca do fogo que começou em Vilarinho, no concelho da Lousã, em outubro de 2017, que tinha atingido 53 mil hectares.

O incêndio que começou em Arganil afetou também os concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), Seia (Guarda) e Castelo Branco, Fundão e Covilhã (Castelo Branco).

Neste ano, de acordo com o relatório do SGIF, já arderam cerca de 250 mil hectares.

O incêndio que começou em Freches, Trancoso, no dia 09, terá consumido 49.324 hectares e é o segundo maior deste ano e o terceiro maior incêndio de sempre em Portugal.

Já o incêndio com a terceira maior área ardida deste ano, segundo o relatório do SGIF consultado pela Lusa, era o de Sátão, com 13.769 hectares, que se juntou ao de Trancoso, formando um complexo que afetou 11 municípios dos distritos de Viseu e da Guarda.

Freixo de Espada à Cinta (11.697 hectares), os dois incêndios do Sabugal (10.539 e 10.403), um outro incêndio em Trancoso que começou no dia 14 (8.673), Guarda (7.151) e Vila Real (6.007) estão também na lista dos 10 maiores incêndios deste ano, todos estes ocorridos em agosto.

Na lista dos 10 maiores fogos, regista-se apenas um incêndio em julho, em Ponte da Barca (7.164), pode ler-se no relatório consultado pela Lusa.

Até domingo, registaram-se 80 grandes incêndios (com área superior a 100 hectares) em Portugal este ano, responsáveis por 97% do total da área ardida no país, concluiu o SGIF.

De acordo com o relatório provisório do SGIF, Guarda, Viseu e Castelo Branco são os distritos com mais área ardida.

Covilhã (20.257), Sabugal (18.726) e Trancoso (17.239 hectares) são os concelhos mais afetados pelos incêndios em relação à área ardida, seguindo-se Sernancelhe, Mêda, Arganil e Penedono, todos municípios com mais de 10.000 hectares ardidos.

Na quarta-feira, o investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) Paulo Fernandes já antevia que o incêndio de Arganil poderia ser o maior incêndio de sempre em Portugal, considerando que aquele fogo tinha as condições para se tornar grande.

O incêndio começou de madrugada, a partir de dois raios, numa cumeada de difícil acesso, propagando-se muito rapidamente nas primeiras horas, afirmou à agência Lusa o especialista em incêndios e membro das comissões técnicas de análise aos grandes incêndios de 2017.

O incêndio progrediu num território de difícil acesso e numa região que arde sucessivamente, havendo “um contínuo de vegetação cada vez mais homogéneo” que contribui para a progressão do fogo, explicou.

Máscaras de cereja e pistáchio da Novex chegam para revitalizar cabelos na reta final do verão

– Publicidade –

Novex lança máscaras capilares de cereja e pistáchio, inspiradas em gelados italianos, para recuperar cabelos na reta final do verão.

O verão, apesar de trazer dias longos e luminosos, deixa sinais evidentes nos cabelos. A exposição intensa ao sol, o contacto frequente com a água do mar e das piscinas, bem como as lavagens sucessivas, acabam por fragilizar a fibra capilar, provocando ressecamento, perda de brilho e falta de vitalidade. A reta final da estação é, por isso, o momento oportuno para investir em cuidados reparadores que devolvam força e luminosidade aos fios.

Neste contexto, a Novex lançou duas máscaras que se distinguem tanto pela inovação das fórmulas como pela experiência sensorial que oferecem: cereja e pistáchio. Inspiradas nas texturas cremosas dos gelados italianos e com um efeito refrescante imediato, estas propostas conjugam tratamento intensivo com uma dimensão estética e olfativa alinhada com as tendências atuais de beleza.

A versão de cereja, reconhecida pelas propriedades antioxidantes, foi pensada para revitalizar cabelos pintados ou sujeitos a processos químicos, ajudando a preservar a cor e a devolver luminosidade. Já a de pistáchio, ingrediente que tem vindo a ganhar protagonismo também na cosmética, foca-se na hidratação profunda, proporcionando suavidade e brilho desde a primeira utilização.

Ambas as máscaras integram-se facilmente em rotinas de cronograma capilar e foram desenvolvidas com fórmulas de origem vegetal, sem recurso a testes em animais.

Com aplicação prática e efeito visível desde o primeiro uso, as máscaras de cereja e pistáchio da Novex representam uma aposta que conjuga nutrição, brilho e experiência sensorial, respondendo às necessidades de quem procura tratar os cabelos sem abrir mão de frescura e suavidade, mesmo nos dias finais do verão.

Quanto a preços, ambas as embalagens de 1Kg estão disponíveis por 13,99€ cada no site oficial.

64 mil hectares: incêndio de Arganil foi o maior de sempre em Portugal

Incêndio em Coimbra, que se alastrou para a Guarda e Castelo Branco, destruíu mais área do que o que deflagrou em Vilarinho, na Lousã, em outubro de 2017. O de Freches, Trancoso, entrou no pódio. O incêndio que deflagrou em Arganil no dia 13 apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal, com 64 mil hectares consumidos, segundo o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). O incêndio que começou no Piódão, no concelho de Arganil, no distrito de Coimbra, e que entrou em resolução no domingo, ao fim de 11 dias, apresenta uma área

1 90 91 92 93 94 612