Francisco Cabral torna-se o português mais bem classificado num ranking ATP

Francisco Cabral tornou-se esta segunda-feira o tenista português mais bem colocado da história num ranking ATP, depois de subir ao 26.º lugar da hierarquia de pares, superando o 28.º posto alcançado por João Sousa em singulares.

Em 16 de maio de 2016, João Sousa atingiu o 28.º lugar do ranking de singulares, naquela que era até hoje a melhor posição de sempre de um português, superada esta segunda-feira por Francisco Cabral, que subiu três postos, depois de ter chegado à final de Winston-Salem.

Ao lado do austríaco Lucas Miedler, que manteve o 28.º posto, o portuense perdeu no sábado a final do torneio norte-americano, frente aos brasileiros Marcelo Melo e Rafael Matos, ex-parceiro de Cabral.

Esta foi a segunda final da dupla luso-austríaca esta temporada, após ter vencido em Gstaad, na Suécia, e aconteceu antes do arranque do Open dos Estados Unidos, quarto e último torneio do Grand Slam da temporada.

Em singulares, Nuno Borges subiu uma posição e é agora o 41.º do mundo, a mesma ascensão de Jaime Faria (117.º) e Henrique Rocha (167.º), num ranking que continua a ser liderado pelo italiano Jannik Sinner, seguido do espanhol Carlos Alcaraz e do alemão Alexander Zverev.

No ranking feminino também não houve alterações no topo da tabela, com a bielorrussa Aryna Sabalenka a liderar, à frente da polaca Iga Swiatek e da norte-americana Coco Gauff.

Matilde Jorge voltou a ser a melhor portuguesa, ao subir à 213.ª posição, depois de ultrapassar a irmã Francisca Jorge, que ascendeu ao 219.º lugar.

Quatro jornalistas foram mortos em ataque a hospital de Nasser. Porque os repórteres em Gaza trabalham em unidades de Saúde?

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Pelo menos quatro jornalistas foram esta segunda-feira mortos num ataque israelita contra um hospital no sul da Faixa de Gaza, que fez um total de 19 mortos e deixou dezenas de pessoas feridas. Num território praticamente destruído, os jornalistas dependem dos hospitais para obterem eletricidade, internet e informação.

De acordo com relatos no local citados pela Al Jazeera, o ataque foi feito com recurso a um drone suicida que atingiu uma zona do telhado de um dos edifícios no complexo do hospital de Nasser, em Khan Younis, no sul do enclave palestiniano.

Um primeiro ataque matou pelo menos um jornalista. Momentos depois, quando vários profissionais de saúde subiram ao telhado para tentar prestar auxílio aos feridos, registou-se um segundo ataque, que provocou mais feridos e elevou o total de mortes para 19, incluindo quatro jornalistas.

Ataque israelita contra hospital em Gaza faz 14 mortos, incluindo três jornalistas

Foi, entretanto, conhecida a identidade dos repórteres mortos: Hossam al-Masri, um fotojornalista da Agência Reuters; Mohammed Salama, fotojornalista da Al Jazeera; Mariam Abu Daqa, jornalista freelancer; e ainda Moaz Abu Taha, jornalista ao serviço da NBC.

A Agência Reuters confirmou a morte de al-Masri e anunciou ainda que o fotojornalista Hatem Khaled ficou ferido no ataque. A Associated Press, por seu turno, confirmou a morte de um jornalista freelancer que colaborava com a agência. A Al Jazeera confirmou publicamente a morte de Salama.

Segundo aquela estação televisiva, o ataque desta segunda-feira ao hospital de Nasser fez subir para pelo menos 244 o número de jornalistas mortos na Faixa de Gaza em ataques israelitas desde o início do conflito, em outubro de 2023. Com os jornalistas internacionais impedidos de entrar em Gaza por Israel, o mundo tem sabido do que se passa no interior do enclave apenas pelos olhos dos jornalistas palestinianos.

Com a destruição generalizada do território da Faixa de Gaza, os jornalistas têm dependido quase exclusivamente dos hospitais para conseguirem trabalhar, escreve a repórter Hind Khoudary, da Al Jazeera.

Os hospitais são dos poucos lugares da Faixa de Gaza onde ainda é possível obter eletricidade e internet. Além disso, os hospitais são também o lugar primordial para os jornalistas obterem informações sobre o número de mortos e feridos nos ataques israelitas — o que explica a presença de um grande número de repórteres naquelas instalações.

Patti Smith celebra o 50º aniversário do álbum “Horses” com uma canção inédita: ouça aqui ‘Snowball’

Patti Smith anunciou o lançamento de uma nova reedição de “Horses”, o seu álbum de estreia, por ocasião do 50º aniversário deste.

O disco, um dos mais aclamados da história da música gravada, foi remasterizado e será reeditado em formato vinil e CD pela Legacy Recordings, a 10 de outubro. Para além de conter versões alternativas das canções presentes no álbum original, esta reedição incluirá ainda quatro inéditos, entre eles ‘Snowball’, já disponível para escuta.

A “poetisa do punk” irá ainda dar alguns concertos na Europa, de celebração de “Horses”, com o primeiro a ter lugar em Dublin, na 3Arena, a 6 de outubro. Portugal ficou de fora do roteiro.

Ouça aqui ‘Snowball’ e confira o alinhamento da reedição de “Horses”:

1 ‘Gloria: In Excelsis Deo’
2 ‘Redondo Beach’
3 ‘Birdland’
4 ‘Free Money’
5 ‘Kimberly’
6 ‘Break It Up’
7 ‘Land: Horses / Land of a Thousand Dances / La Mer (de)’
8 ‘Elegie’
9 ‘Gloria: In Excelsis Deo’ (RCA Demo)
10 ‘Redondo Beach’ (RCA Demo)
11 ‘Birdland’ (Alternate Take)
12 ‘Snowball’
13 ‘Kimberly’ (Alternate Take)
14 ‘Break It Up’ (Alternate Take)
15 ‘Distant Fingers’
16 ‘The Hunter Gets Captured by the Game’
17 ‘We Three’

Imagens sexuais de menores criadas com IA preocupam autoridades portuguesas

CIS diz que produção ilegal de conteúdo sexual de menores com IA provém de “pares ou colegas de escola, e são partilhadas através de grupos de WhatsApp e por vezes publicadas em ‘stories’ do Instagram”. O Centro Internet Segura (CIS) admite a chegada de pedidos de ajuda relacionados com imagens sexuais de menores geradas com Inteligência Artificial (IA), numa altura em que é mais fácil aliciar menores para obter conteúdo sexual ilegal. À agência Lusa, o CIS salienta que a produção ilegal de conteúdo sexual de menores com IA provém de “pares ou colegas de escola, e são partilhadas através

Francisco Cabral torna-se português mais bem classificado num ranking ATP

Em 16 de maio de 2016, João Sousa atingiu o 28.º lugar do ranking de singulares, naquela que era até agora a melhor posição de sempre de um português, superada esta segunda-feira por Francisco Cabral, que subiu três postos, depois de ter chegado à final de Winston-Salem.

Ao lado do austríaco Lucas Miedler, que manteve o 28.º posto, o portuense perdeu no sábado a final do torneio norte-americano, frente aos brasileiros Marcelo Melo e Rafael Matos, ex-parceiro de Cabral.

Esta foi a segunda final da dupla luso-austríaca esta temporada, após ter vencido em Gstaad, na Suécia, e aconteceu antes do arranque do Open dos Estados Unidos, quarto e último torneio do Grand Slam da temporada.

Em singulares, Nuno Borges subiu uma posição e é agora o 41.º do mundo, a mesma ascensão de Jaime Faria (117.º) e Henrique Rocha (167.º), num ranking que continua a ser liderado pelo italiano Jannik Sinner, seguido do espanhol Carlos Alcaraz e do alemão Alexander Zverev.

No ranking feminino também não houve alterações no topo da tabela, com a bielorrussa Aryna Sabalenka a liderar, à frente da polaca Iga Swiatek e da norte-americana Coco Gauff.

Matilde Jorge voltou a ser a melhor portuguesa, ao subir à 213.ª posição, depois de ultrapassar a irmã Francisca Jorge, que ascendeu ao 219.º lugar.

O momento que arruinou a carreira de Ashlee Simpson: “O bullying foi intenso”

Ashlee Simpson recordou o famoso incidente ocorrido em 2004 numa atuação no programa “Saturday Night Live”, em que um problema técnico pôs a nu o facto de estar a recorrer ao playback.

Em declarações ao podcast “Pod Meets World”, a cantora admitiu que não conseguiu lidar com as críticas após esse momento: “O bullying foi intenso”, lamentou. “Durante toda a minha vida tive que dizer às pessoas: ‘eu canto todas as noites’. E depois percebi que não valia a pena. Os meus fãs sabem-no, e eu tive que o entender”.

Segundo Ashlee, irmã da também cantora Jessica Simpson, a decisão de fazer playback deveu-se ao facto de a sua voz ter ficado afetada por refluxo gástrico, pouco antes de subir ao palco. A cantora esperava interpretar ‘Autobiography’, mas o instrumental pré-gravado que se escutou foi o de ‘Pieces of Me’ – levando à sua confusão e posterior abandono do programa, com a banda ainda a tocar.

“Hoje em dia as coisas são diferentes. Na altura havia as revistas, mas hoje as coisas são mais passageiras”, continuou. “Pensei que iria ter de viver com aquilo para sempre, mas hoje o mundo avança mais depressa”.

Recorde aqui o incidente:

Balmoral. Kate estreia cabelos loiros e André passa férias com a família (mas falha aparição pública na missa)

No passado domingo, 24 de agosto, a família real britânica foi vista a participar numa missa na pequena igreja de Crathie Kirk, próxima à propriedade da realeza em Balmoral, da Escócia. A caminho da cerimónia, foram fotografados os Reis Carlos e Camila, o príncipe Eduardo com a mulher Sophie e os dois filhos, a princesa Ana e o marido, o duque de Edimburgo, e os príncipes de Gales com os três filhos. E Kate decidiu estrear um novo visual, enquanto o príncipe André surge cada vez mais afastado dos olhos do público.

Bastante mais loira do que na última aparição pública, a mulher do príncipe William sorriu para os fotógrafos enquanto o marido conduzia para a igreja. No banco de trás estavam a princesa Charlotte e os príncipes Louis e George, que se sentou entre os dois irmãos mais novos.

O único ausente na missa de domingo foi o príncipe André. Na sequência do lançamento de uma biografia escrita pelo historiador Andrew Lownie que volta aos principais escândalos da vida dos duques de Iorque, o terceiro filho da rainha Isabel II tem preferido manter-se longe dos holofotes. Contudo, André mantém a tradição da família de passar o verão numa propriedade em Balmoral — que era a residência preferida da sua mãe.

Cerca de uma hora antes da missa que reuniu a família real, André foi fotografado a conduzir pelos arredores, de acordo com imagens publicadas pelo The Sun. O Duque de Iorque e a ex-mulher, Sarah Ferguson, estarão hospedados no Craigowan Lodge, a cerca de 40 quilómetros do Castelo de Balmoral.

Os verões na Escócia são, tradicionalmente, o único momento no ano em que a família real reúne-se em peso para além do Natal, quando todos os membros da realeza se encontram em Sandringham.

Receita das maiores “fintech” cresce 21% em 2024 para €199 mil milhões

A receita das maiores ‘fintech’ cresceu 21% em 2024 para 231 mil milhões de dólares (199 mil milhões de euros), uma subida de 8 pontos percentuais (p.p.) face a 2023, segundo um estudo da BCG.

De acordo com a Boston Consulting Group (BCG), a indústria ‘fintech’ cresceu cerca de três vezes mais que o setor financeiro tradicional no período analisado.

Com base no estudo “Global Fintech 2025: Fintech’s Next Chapter: Scaled Winners and Emerging Disruptors”, que analisou apenas empresas ‘fintech’ cuja receita é superior a 500 milhões de dólares (430 milhões de euros), a margem média do resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) das ‘fintechs cotadas’ aumentou 25% em 2024.

Para além disso, 69% destas empresas passaram a ser lucrativas, face às menos de 50% em 2023.

Apesar do crescimento acelerado, estas empresas continuam a representar apenas 3% das receitas globais do setor financeiro.

A nível regional, os Estados Unidos mantêm-se na liderança do setor, concentrando 52% das receitas globais, com cerca de 120 mil milhões de dólares, seguindo-se a China, com 16%.

O mesmo estudo defende ainda que o setor financeiro será impulsionado por quatro grandes tendências tecnológicas, sendo a principal a Inteligência Artificial (IA) agentiva, baseado em agentes de IA autónomos.

Neste contexto, e embora representem apenas 23% do mercado, as ‘fintechs’ alimentadas por IA captam 49% do financiamento total do setor, o que reflete a aposta dos investidores nesta nova geração tecnológica.

A consultora incluiu no documento algumas recomendações, entre elas sugestões aos reguladores.

“Os reguladores devem definir uma regulação clara, ágil e harmoniosa, sobretudo no que diz respeito à IA e aos ativos digitais, cuja regulamentação continua incerta e coloca entraves à inovação”, lê-se no documento.

A BGG fala também aos bancos afirmando que estes se devem juntar às ‘fintech’ de modo a manterem a competitividade.

“Os bancos, por sua vez, necessitam de estabelecer parcerias com fintechs em áreas estratégicas, como a infraestrutura financeira, de modo a manterem a competitividade e a estarem alinhados com as melhores práticas do setor”, consta no estudo.

O estudo foi baseado em entrevistas com 60 presidentes executivos e investidores de ‘fintechs’.

Portugal foi o terceiro maior produtor de tomate da UE em 2024

Portugal foi, no ano passado, o terceiro país com mais produção de tomate na União Europeia (UE), atrás de Itália e Espanha, divulgou esta segunda-feira o gabinete estatístico comunitário, o Eurostat.

Dados hoje publicados pelo Eurostat sobre as colheitas de 2024 revelam que Portugal foi o terceiro maior produtor de tomate (1,7 milhões de toneladas), atrás de Itália (seis milhões de toneladas) e Espanha (4,5 milhões de toneladas).

Ao todo, no ano passado, a UE colheu 62,2 milhões de toneladas de vegetais frescos (incluindo melões), o que representa um aumento de 6% em relação às 58,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

De acordo com o gabinete estatístico, Espanha (14,8 milhões de toneladas), Itália (13,9 milhões de toneladas) e França (5,8 milhões de toneladas) foram os principais produtores de vegetais frescos da UE, representando, em conjunto, 55% da colheita total.

Por tipos de vegetais, ainda no ano passado, a produção colhida da UE aumentou em comparação com 2023: a produção de tomate foi 5% superior com 16,8 milhões de toneladas, a produção de cenoura foi 6% superior com 4,7 milhões de toneladas e a produção de cebola foi 11% superior, com 7,0 milhões de toneladas.

Entre os países da UE, Itália foi o maior produtor de tomate em 2024, representando 36% da colheita total de tomate da UE, seguida por Espanha (27%) e Portugal (10%).

Por seu lado, a produção da UE de frutas, bagas e frutos secos (excluindo citrinos, uvas e morangos) foi de 24,3 milhões de toneladas em 2024.

Este valor foi 2% inferior à quantidade colhida em 2023.

Os principais países produtores de frutas, bagas e nozes da UE em 2024 foram Itália (5,4 milhões de toneladas), Espanha (4,3 milhões de toneladas) e Polónia (4,1 milhões de toneladas), que representaram, em conjunto, 57% da produção da UE.

Portugal foi o terceiro maior produtor de tomate da União Europeia em 2024

Portugal foi, no ano passado, o terceiro país com mais produção de tomate na União Europeia (UE), atrás de Itália e Espanha, divulgou esta segunda-feira o gabinete estatístico comunitário, o Eurostat.

Dados esta segunda-feira publicados pelo Eurostat sobre as colheitas de 2024 revelam que Portugal foi o terceiro maior produtor de tomate (1,7 milhões de toneladas), atrás de Itália (seis milhões de toneladas) e Espanha (4,5 milhões de toneladas).

Ao todo, no ano passado, a UE colheu 62,2 milhões de toneladas de vegetais frescos (incluindo melões), o que representa um aumento de 6% em relação às 58,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

De acordo com o gabinete estatístico, Espanha (14,8 milhões de toneladas), Itália (13,9 milhões de toneladas) e França (5,8 milhões de toneladas) foram os principais produtores de vegetais frescos da UE, representando, em conjunto, 55% da colheita total.

Por tipos de vegetais, ainda no ano passado, a produção colhida da UE aumentou em comparação com 2023: a produção de tomate foi 5% superior com 16,8 milhões de toneladas, a produção de cenoura foi 6% superior com 4,7 milhões de toneladas e a produção de cebola foi 11% superior, com 7,0 milhões de toneladas.

Entre os países da UE, Itália foi o maior produtor de tomate em 2024, representando 36% da colheita total de tomate da UE, seguida por Espanha (27%) e Portugal (10%).

Por seu lado, a produção da UE de frutas, bagas e frutos secos (excluindo citrinos, uvas e morangos) foi de 24,3 milhões de toneladas em 2024.

Este valor foi 2% inferior à quantidade colhida em 2023.

Os principais países produtores de frutas, bagas e nozes da UE em 2024 foram Itália (5,4 milhões de toneladas), Espanha (4,3 milhões de toneladas) e Polónia (4,1 milhões de toneladas), que representaram, em conjunto, 57% da produção da UE.

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