Passageiro português tenta invadir cabine do piloto num voo entre Lyon e o Porto

Um passageiro de nacionalidade portuguesa tentou invadir a cabine dos pilotos de um voo da EasyJet entre Lyon e Porto na noite de sexta-feira, informaram hoje a polícia e a companhia aérea.

O passageiro, que se encontrava em estado de delírio, tentou entrar na cabine pouco depois da descolagem do aeroporto Lyon Saint-Exupéry, informou a EasyJet à AFP.

O sujeito foi imobilizado por outros passageiros e mantido algemado até o retorno ao aeroporto, onde foi colocado sob custódia policial, informou a polícia francesa.

Exames médicos confirmaram que o passageiro de 26 anos, de nacionalidade portuguesa, sofria de enjoos e delírios e foi hospitalizado.

O voo descolou novamente em direção ao Porto, onde aterrou no final da noite, informou a EasyJet.

A arte de aborígenes australianos e de marroquinos num encontro de culturas em Évora

Quem nos recebe à entrada do Palácio dos Duques de Cadaval é Alexandra de Cadaval, directora artística deste palácio fronteiro ao templo romano de Évora. A programação expositiva deste palácio do século XIV, cuja arquitectura cruza estilos mudéjar, gótico e manuelino, tem demonstrado abertura a expressões artísticas não exclusivamente ocidentais — e até mesmo que migram além do que se convencionou chamar o contemporâneo artístico, ou seja, a expressão artística onde a ideia prima sobre a sua realização, ou onde ela é, pelo menos, tão importante quanto a obra materializada.

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Jasper Philipsen ganha ao sprint primeira etapa da Vuelta

O ciclista belga Jasper Philipsen (Alpecin-Deceuninck) tornou-se o primeiro líder da 80.ª edição da Volta a Espanha, depois de vencer ao sprint a primeira etapa, que ligou Turim a Novara, em Itália.

No final dos 186,7 quilómetros do percurso da tirada inaugural, Philipsen triunfou em 4:09.12 horas, o mesmo tempo do britânico Ethan Vernon (Israel-Premier Tech) e do venezuelano Orluis Aular (Movistar), segundo e terceiro, respetivamente.

Na geral, graças às bonificações, Philipsen, que já tinha ganhado a primeira etapa da Volta a França, lidera com quatro segundos de avanço sobre Vernon e sobre o neerlandês Pepijn Reinderink (Soudal Quick-Step).

João Almeida, que assumiu a candidatura ao pódio, chegou integrado no pelotão.

No domingo, ainda em Itália, os ciclistas vão percorrer 159,5 quilómetros entre Alba e Limone Piemonte, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de segunda categoria.

Marcelo exige investimento “a sério” na prevenção de incêndios

Durante a cerimónia fúnebre em Contins, Mirandela, este sábado, onde foi prestada a última homenagem a um homem de 65 anos que morreu enquanto operava maquinaria no combate às chamas, o Presidente da República deixou um apelo claro: é preciso investir “a sério” na prevenção dos incêndios.

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Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu a revolta dos populares, face à repetição das tragédias e à falta de soluções.

O chefe de Estado sublinhou que o investimento em prevenção deve ser equivalente ao que é feito em infraestruturas urbanas.

“Sensibilizar todo o país que aceita facilmente que, para circular numa grande metrópole, 100, 200, 300, 400 milhões sejam investidos nessa circulação e que não acha ou não percebe que é tão urgente investir 100, 200, 300 milhões na prevenção dos fogos”, afirmou.

O Presidente deixou elogios aos bombeiros e a todos os que enfrentam o fogo no terreno, reafirmando a confiança nas medidas anunciadas pelo Governo para reforçar a resposta operacional.

Marcelo defendeu ainda a criação de um quadro legal permanente que permita aos executivos atuais e futuros atuarem com celeridade, sem necessidade de legislar caso a caso.

Lembrou, a este propósito, que em 2017 não havia nada na lei que permitisse indemnizar vítimas de calamidades públicas, situação entretanto corrigida.

Também este sábado, Marcelo Rebelo de Sousa endereçou condolências à família do operacional florestal que morreu esta madrugada, após vários dias internado nos cuidados intensivos do Hospital de São João, no Porto.

O homem, de 45 anos, sofreu ferimentos graves no incêndio do Sabugal.

Sihoo Doro C300 – Review: entre a ergonomia e a robustez certificada

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A cadeira Sihoo Doro C300 combina design ergonómico com apoio lombar ajustável e encosto respirável, oferecendo conforto, postura saudável e flexibilidade para longas horas de trabalho ou estudo.

Uma cadeira ergonómica faz toda a diferença no dia a dia. Mais do que conforto, ajuda a cuidar da nossa postura, apoiando as costas, o pescoço e os ombros de forma natural. Isso significa menos dores, mais energia e uma sensação de bem-estar mesmo depois de várias horas em posição sentada. Este tipo de cadeira ergonómica adapta-se ao corpo graças a ajustes personalizados, garantindo que o trabalho ou estudo flui de forma mais natural, sem que o cansaço prejudique assim a concentração. Aqui no Echo Boomer passamos muitas horas sentados, o que acaba por afetar gradualmente o nosso ritmo de trabalho e, claro, também a nossa produtividade.

Por isso, quando a Sihoo nos enviou a cadeira Sihoo Doro C300, ficámos entusiasmados para a testar e descobrir até que ponto uma cadeira que realmente se adapta a nós é, ou não, uma escolha acertada.

A encomenda da Sihoo Doro C300 chegou muito bem protegida, com todas as peças cuidadosamente embaladas. É notável o cuidado da Sihoo com o cliente: além das peças de montagem, do manual e dos parafusos, a caixa incluía um par de luvas – sim, leram bem! Estas não só garantem segurança durante a montagem, como proporcionam melhor aderência e evitam que os materiais escorreguem das mãos, prevenindo eventuais acidentes.

Para montar a cadeira, colocámos todas as suas peças no chão, retirando-as cuidadosamente do material protetor. Relativamente à montagem em si, foi rápida e simples, sem sentirmos qualquer tipo de dificuldade durante todo o processo. Em parte isso também foi possível graças ao facto de a caixa dos parafusos estar claramente identificada com o nome e tamanho de cada um, informação essa que também aparece detalhada no passo-a-passo do manual. Em apenas 15 minutos conseguimos montar a cadeira por completo, tornando todo o processo eficiente e acessível, mesmo para quem não tenha experiência prévia na montagem deste tipo de produtos.

A Sihoo Doro C300 pode ser escolhida em duas cores: preto ou branco, sendo que testámos a versão branca, que é a standard. Para quem procura ainda mais conforto, existe também a versão com apoio para os pés, chamada footrest.

A cadeira conta ainda com um material em malha respirável e apoios de braços em poliuretano macio e, graças ao uso de plásticos de elevada qualidade, pesa uns impressionantes 30 kg. Quanto às dimensões, são igualmente impressionantes: a base das rodas mede 70 cm de diâmetro e a altura do chão ao assento é de 56,7 cm. O assento tem 51,5 cm de largura, a distância entre os braços é de 48,9 cm, cada apoio mede 25,6 cm de comprimento e a profundidade do assento varia entre 42,7 e 45,1 cm. Todas estas características tornam a Sihoo Doro C300 uma cadeira muito versátil, adequada para utilizadores de diferentes estaturas e capaz de suportar até 136 kg. O seu maior trunfo está na facilidade de ajuste: encosto, encosto de cabeça e apoios de braço 4D podem ser regulados de forma rápida e intuitiva, permitindo que cada pessoa adapte a cadeira exatamente às suas necessidades. Esta flexibilidade garante não só conforto imediato, mas também ergonomia consistente ao longo de um dia de trabalho.

O encosto da Sihoo Doro C300 revelou-se uma agradável surpresa. A malha respirável proporciona frescura, mesmo em dias mais quentes, e adapta-se perfeitamente ao contorno das costas. Durante o uso, notámos que a curvatura ergonómica segue a forma natural da coluna, ajudando a manter uma postura correta sem se tornar rígida ou desconfortável. Um ponto adicional é a leve flexibilidade do encosto, que acompanha subtilmente os movimentos do corpo, tornando a experiência mais dinâmica e menos estática. Após várias horas sentados, sentimos que as costas permanecem bem apoiadas, com menor fadiga e mais conforto geral.

Já o encosto de cabeça da Sihoo Doro C300 surge como um complemento discreto e ajustável em altura, permitindo alinhar naturalmente cabeça e pescoço e prevenindo tensão nesta área durante longos períodos. O acolchoamento apresenta firmeza equilibrada, oferecendo suporte sem pressionar em excesso, enquanto a malha respirável ajuda a manter a frescura. Durante o uso, notámos que mantém a cabeça estável, mas, ao contrário do encosto das costas, não se revelou tão confortável. Apesar do mecanismo de auto-lock permitir ajustes mais precisos, sentimos que não é suficiente para garantir conforto total, especialmente após várias horas de utilização.

Relativamente ao assento, este garante uma distribuição de peso eficiente e alivia a pressão sobre coxas e ancas, seguindo uma curvatura suave que lembra o fluxo de uma cascata. Graças à sua suspensão, não sentimos qualquer desconforto. O manípulo, situado logo abaixo do assento, permite ajustar a altura de forma rápida e prática, adaptando-o perfeitamente às nossas necessidades e garantindo uma postura sempre estável.

Quanto aos apoios de braço 4D da Sihoo Doro C300, podem ser ajustados em quatro dimensões: altura, profundidade, largura e ângulo, permitindo que cada utilizador encontre a posição mais confortável e ergonómica para si. Durante o teste, notámos que esta versatilidade permite apoiar corretamente braços e ombros, diminuindo a tensão muscular acumulada ao longo do dia de trabalho. O acabamento em poliuretano macio oferece boa aderência à pele, aumentando ainda mais a sensação de conforto. Além disso, os apoios de braços acompanham o movimento do encosto ao reclinar, permitindo apoiar os braços de forma confortável em várias posições durante o trabalho. O único ponto negativo é que o mecanismo que fixa os braços após o ajuste não é muito intuitivo, exigindo um movimento mais específico para que fiquem na posição desejada e não regressarem à posição zero.

Ainda assim, outro pormenor que merece ser destacado é o apoio lombar dinâmico, situado precisamente na área da cadeira que acompanha a zona lombar do utilizador. Diferente de outras cadeiras onde o encosto é rígido e não acompanha os movimentos, aqui sentimos suporte contínuo, seja ao inclinar para a frente ou ao recostar para trás. Esta adaptação automática assegura que a lombar nunca fica sem apoio, promovendo postura correta sem esforço. Além disso, é possível regular a intensidade e a posição do apoio, ajudando assim a prevenir potenciais dores lombares.

Relativamente às rodas, estas deslizam facilmente tanto em chão de mosaico, onde realizámos o teste, como em superfícies de madeira. No entanto, como seria de esperar, em tapetes ou carpetes o movimento torna-se menos fluido, já que não desliza com a mesma facilidade.

No geral, a Sihoo Doro C300 revela-se uma cadeira sólida e bastante agradável de usar ao longo de um dia de trabalho. Ao levantarmo-nos, não sentimos aquele cansaço físico acumulado que é comum em cadeiras mais convencionais, graças ao suporte ergonómico e à distribuição de peso eficiente do assento, ainda que nem tudo seja perfeito devido aos senãos anteriormente mencionados. Com um preço de 279,99€, é uma opção a ter em conta para quem não tenha um orçamento muito folgado, embora existam melhores opções no mercado.

Partido abandona governo por falta de sanções contra Israel. Crise política adensa-se nos Países Baixos

Ministro dos Negócios Estrangeiros afastou-se do Executivo interino em protesto, por inação sobre a situação em Gaza. O resto do partido seguiu Caspar Veldkamp: “estamos fartos”, disse o vice-primeiro-ministro. O Ministro dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos, Caspar Veldkamp, apresentou a sua demissão na sexta-feira à noite, em plena crise política no país, insatisfeito com a resposta do governo perante a ofensiva israelita em Gaza que já matou mais de 60 mil palestinianos. Os colegas partidários de Veldkamp saíram do Governo consigo. O afastamento vem enfraquecer ainda mais a já frágil administração interina do país, depois de o governo ter

Casa Branca afasta responsável pelos serviços de informações do Pentágono

O Secretário de Defesa dos EUA despediu o responsável pelos serviços de informações do Pentágono, avançou a Reuters esta sexta-feira. Apesar de não terem sido apontados motivos oficiais, a imprensa norte-americana relaciona a decisão com os ataques americanos no Irão e com a purga de despedimentos da Casa Branca que já visou vários responsáveis militares.

Fontes ligadas aos serviços de informações dos EUA descreveram apenas “perda de confiança” de Trump em Jeffery Kruse, o militar agora demitido. Este tem sido o termo utilizado também por Pete Hegseth, secretário de Defesa, para descrever os restantes despedimentos de altos cargos militares.

Em junho, Donald Trump criticou a divulgação de um relatório confidencial que mostrava que os ataques dos EUA no Irão só tinham atrasado o programa nuclear por meses. A Casa Branca disse que essa avaliação, realizada pelos próprios serviços de informação, era “totalmente errada”.

O Presidente dos EUA, por sua vez, disse que os abrigos nucleares do Irão tinham sido “completamente destruídos” e acusou a comunicação social de “uma tentativa de humilhar um dos ataques militares mais bem-sucedidos da história”.

Hegseth também reagiu e disse que o relatório tinha sido feito com “pouca inteligência” e que o FBI ia investigar a fuga de informação. Também terá sido o secretário de Defesa, segundo a Reuters, a pedir a demissão do chefe da Reserva da Marinha e de um oficial da Marinha — purga de despedimentos também associados ao afastamento de Jeffery Kruse.

Os bairros mais pobres de Madrid exigem mais árvores para refrescar as ruas

Espanha viveu uma das ondas de calor mais longas de sempre e em Madrid, num dos bairros mais pobres da capital espanhola, Puente de Vallecas, a temperatura na rua marcava 41,4 graus Celsius, ao início da tarde, esta semana.

Algumas centenas de metros mais abaixo, a temperatura era de 38,6 graus.

A diferença? Uma secção da rua não tinha árvores, enquanto a outra era sombreada por uma fileira de amoreiras frondosas.

Vários estudos científicos têm demonstrado que as árvores podem desempenhar um papel fundamental na atenuação dos efeitos muitas vezes mortais das ondas de calor. À medida que as temperaturas em Espanha aumentam devido ao aquecimento global, e as ondas de calor se tornam mais frequentes e mais duradouras, podem desempenhar um papel crucial na regulação das temperaturas.

No entanto, grupos de activistas afirmam que Madrid tem vindo a perder cobertura arbórea, particularmente em alguns dos bairros mais pobres, e estão a pressionar o presidente da câmara municipal para plantar mais.

Impacto imediato na saúde

“A diferença entre ter ou não ter árvores na nossa rua tem um impacto imediato na nossa saúde“, disse Manuel Mercadal, membro do grupo Colectivo Vallekas Sostenible, que tem medido as diferenças de temperatura nas ruas de Vallecas para aumentar a sensibilização.

San Diego, uma parte de Puente de Vallecas, registou algumas das temperaturas mais elevadas da capital espanhola, de acordo com um estudo da Universidade Politécnica de Madrid, que identificou as chamadas “ilhas de calor urbanas“, onde as temperaturas chegam a ser oito graus mais elevadas do que noutras zonas da cidade, como os parques.

O calor é agravado pela falta de ar condicionado, porque muitas famílias não têm dinheiro para o comprar, disse Pablo Chivato, coordenador da associação de moradores de Puente de Vallecas.

As ondas de calor mais frequentes estão a afectar os idosos, especialmente os que têm problemas cardíacos subjacentes, disse Antonio Cabrera, médico de família num centro de cuidados primários em La Elipa, no sudeste de Madrid.

“Tradicionalmente, as taxas de mortalidade mais elevadas estavam associadas ao Inverno nos países europeus. Actualmente, para as pessoas com idades compreendidas entre os 80 e os 90 anos e com múltiplos problemas de saúde, esta é a altura do ano em que muitas morrem”, afirmou Cabrera.

Conflitos em torno das árvores

Com o aumento das temperaturas, as árvores tornaram-se uma questão política. O presidente da câmara de Madrid, José Luis Martinez-Almeida, entrou em confronto com activistas por causa das árvores desde que assumiu o poder em 2019, em particular por causa dos planos de abate de mais de 1000 árvores para a extensão de uma linha de metro.

Os dados oficiais mostram que, embora o número total de árvores tenha aumentado 2,4% durante o mandato de Almeida, esse aumento verificou-se sobretudo nos bairros de rendimento médio em expansão na zona Leste da cidade. Todos os bairros da zona Sul, com excepção de um, perderam árvores.

Puente de Vallecas perdeu 1314 árvores, ou 3% do seu coberto arbóreo total desde 2019.

Parte da perda foi causada por uma forte tempestade de neve em 2021, que matou 80.000 árvores. Mas muitas também são abatidas quando a cidade embarca em projectos de construção.

“Madrid é uma das cidades mais arborizadas do mundo. Este facto contribui de forma muito positiva para atenuar o efeito de ilha de calor”, declarou o departamento ambiental da Câmara Municipal, acrescentando que tinha aumentado em 40% o seu orçamento para a manutenção e melhoria dos espaços verdes.

O partido de esquerda Más Madrid comprometeu-se a plantar mais 75.000 árvores, de modo a que a cidade tenha uma árvore a cada sete metros.

A lei costumava estipular que as árvores abatidas deviam ser substituídas, mas uma reforma recente significa que as autarquias locais podem, em determinadas circunstâncias, criar um fundo para pagar o que teria custado a plantação de novas árvores, explicou Lola Mendez do grupo ambientalista Ecologistas em Acção.

Espaços vazios

O gabinete de Martinez-Almeida disse terem sido plantadas cerca de 40.000 árvores em espaços onde já tinham existido árvores, ao abrigo de um plano anunciado em 2022.

Em Julho de 2022, durante a segunda onda de calor do ano, o termómetro marcava 49 graus Celsius na Gran Via, em Madrid
REUTERS/Isabel Infantes

Os dados publicados pelo município em 2023 indicam que foram plantadas 1318 árvores em Puente de Vallecas, mas que 719 espaços vazios foram tapados. O município informou que não podia fornecer dados mais recentes.

Chivato disse que sua associação de moradores trabalhou com o município para plantar árvores em 75% dos espaços deixados vazios no bairro Puente de Vallecas, em San Diego. Mas muitos dos locais onde antes havia árvores continuam vazios.

Reuters

Incêndios em Pedrogão Grande. Cinco aldeias evacuadas, IC8 cortada

O IC8 encontra-se cortado em ambos os sentidos, devido a incêndios que deflagraram na tarde deste sábado em Pedrogão Grande, no distrito de Leiria. A interrupção da circulação ocorreu por volta das 14h50, entre Pedrógão Grande e Pedrógão Pequeno.

Entretanto, alastrou também ao concelho vizinho da Sertã, no distrito de Castelo Branco.

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São incêndios que apesar de estarem na fase inicial, estão a progredir muito rapidamente, contou à Renascença o comandante José Costa, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil.

Um primeiro incêndio, junto à vila de Pedrogão Grande, “teve início às 14h27. Tem 57 veículos, 12 meios aéreos e 246 operacionais”.

“Este incêndio já levou à intervenção no IC8 e está ainda a ser reforçado com mais meios”, afirma o responsável.

O segundo incêndio, no mesmo concelho de Pedrógão Grande, na freguesia da Graça, terá deflagrado pelas 15h21, adianta a página da ANEPC. “Este [está a ser combatido] com 29 veículos, um meio aéreo e 105 operacionais”.

Segundo avançou o comandante José Costa, “os incêndios estão muito próximos um do outro, a progredir com bastante intensidade”.

A população de Pedrógão Grande volta a ser surpreendida pelas chamas oito anos depois dos trágicos incêndios de 2017, que causaram a morte de 66 pessoas, feriram 253 (sete com gravidade), e destruíram cerca de 500 casas e 50 empresas.

Fogo obriga a evacuar cinco aldeias de Pedrógão Grande

Os incêndios em Pedrógão Grande levaram à evacuação de cinco aldeias, informou à Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana.

Segundo fonte do Comando Territorial da GNR de Leiria, estão a ser evacuadas as aldeias de Marroquil, Torneira, Romão, Agria e Sobreiro, na freguesia de Pedrógão Grande.

[Notícia atualizada às 19h15]

Dois incêndios em Pedrogão Grande progridem “com bastante intensidade”. IC8 cortada

O IC8 encontra-se cortado em ambos os sentidos, devido a incêndios que deflagraram na tarde deste sábado em Pedrogão Grande, no distrito de Leiria. A interrupção da circulação ocorreu por volta das 14h50, entre Pedrógão Grande e Pedrógão Pequeno.

Entretanto, alastrou também ao concelho vizinho da Sertã, no distrito de Castelo Branco.

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São incêndios que apesar de estarem na fase inicial, estão a progredir muito rapidamente, contou à Renascença o comandante José Costa, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil.

Um primeiro incêndio, junto à vila de Pedrogão Grande, “teve início às 14h27. Tem 57 veículos, 12 meios aéreos e 246 operacionais”.

“Este incêndio já levou à intervenção no IC8 e está ainda a ser reforçado com mais meios”, afirma o responsável.

O segundo incêndio, no mesmo concelho de Pedrógão Grande, na freguesia da Graça, terá deflagrado pelas 15h21, adianta a página da ANEPC. “Este [está a ser combatido] com 29 veículos, um meio aéreo e 105 operacionais”.

Segundo avançou o comandante José Costa, “os incêndios estão muito próximos um do outro, a progredir com bastante intensidade”.

A população de Pedrógão Grande volta a ser surpreendida pelas chamas oito anos depois dos trágicos incêndios de 2017, que causaram a morte de 66 pessoas, feriram 253 (sete com gravidade), e destruíram cerca de 500 casas e 50 empresas.

[Notícia atualizada às 16h56 com declarações do comandante José Costa, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil]

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