Musk tentou alistar Zuckerberg para comprar OpenAI

A OpenAI revelou em tribunal que Elon Musk contactou Mark Zuckerberg no início do ano com vista a discutir um possível investimento ou financiamento no âmbito de uma oferta de aquisição da empresa.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

De acordo com a OpenAI, Musk terá revelado comunicações com Zuckerberg durante interrogatórios sob juramento. O empresário lidera atualmente a xAI, uma start-up que concorre diretamente com a OpenAI no sector da inteligência artificial.

“As comunicações da Meta com outros proponentes, ou comunicações internas, incluindo as que refletem discussões com Musk ou outros interessados, também esclareceriam as motivações da proposta,” indicou a OpenAI no processo, sublinhando que tanto Musk como a Meta são dois dos seus maiores concorrentes.

A OpenAI solicitou ainda que um juiz federal obrigue a Meta a entregar documentos e mensagens relacionadas com qualquer proposta de aquisição da empresa, bem como comunicações sobre possíveis reestruturações ou recapitalizações da OpenAI.

Em resposta, a Meta argumentou no mesmo processo que qualquer informação relevante deve ser obtida diretamente junto de Musk e da xAI, e pediu ao tribunal que rejeitasse o pedido da OpenAI.

“As próprias comunicações da Meta sobre a reestruturação ou recapitalização da OpenAI (mesmo após terem sido restringidas) não são relevantes para esta ação,” fez saber a tecnológica.

Incêndios: Marcelo promulga diploma do Governo com medidas de apoio às populações

O Presidente da República promulgou neste sábado o diploma do Governo que estabelece um conjunto de medidas de apoio e mitigação do impacto dos incêndios rurais.

O Governo aprovou na quinta-feira, numa reunião extraordinária do Conselho de Ministros, em Viseu, um quadro com 45 medidas “a adoptar em situação de incêndios de grandes dimensões, com consequências sobre o património e a economia de famílias e empresas”. Pretende permitir, “de forma rápida e ágil, colocar no terreno medidas de apoio às regiões e pessoas afectadas”.

Para além de apelar a um pacto para a valorização da floresta a 25 anos, as medidas apresentadas incluem um apoio financeiro para a “rentabilização do potencial produtivo agrícola e um apoio excepcional aos agricultores para a compensação dos prejuízos, mesmo através de despesas não documentadas”, até ao máximo de 10.000 euros. Há também apoios à tesouraria das empresas afectadas directamente pelos fogos e a isenção de contribuições para a Segurança Social, bem como o apoio às que mantiverem os postos de trabalho.

Foi ainda aprovado um apoio para a reconstrução de habitações de residência própria em situações como os incêndios rurais das últimas semanas, prevendo uma comparticipação “a 100% até ao montante de 250 mil euros”.

O Governo anunciou também um novo “instrumento legislativo” para “funcionar como lei-quadro” em situações como os grandes incêndios rurais, permitindo abrir um concurso para apoiar as autarquias na rápida reparação de infra-estruturas.

À margem do funeral de uma das vítimas dos incêndios, neste sábado, em Mirandela, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que, com as medidas aprovadas pelo Conselho de Ministros, a resposta às famílias “pode ser aumentada e reforçada” face aos incêndios de 2017. Ainda assim, salientou que o apoio “pode ser melhorado” e que “há um leque de medidas que se vai aprendendo de fogo para fogo, que é preciso reforçar”.

Portugal continental tem sido afectado por múltiplos incêndios florestais de grande dimensão desde Julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro. Os fogos já provocaram quatro mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de Agosto arderam cerca de 248 mil hectares em Portugal, o país da União Europeia com maior percentagem de área ardida, na média dos últimos 18 anos: segundo o Sistema Europeu de Informação de Fogos Florestais (conhecido pela sigla inglesa EFFIS), ardeu 1,05% do território português, o que é quase três vezes mais do que a da Grécia, que ocupa o segundo lugar.

Incêndios. Reacendimento de fogo no Piodão obriga a corte da A23 e N18

O incêndio no concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco, que ficou sem frentes ativas na sexta-feira, reacendeu e obrigou ao corte da autoestrada 23 (A23), indicou a Câmara Municipal pelas 21:00 na rede social facebook.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

“Devido a um reacendimento no fogo que afeta o concelho do Fundão, informa-se que o fogo se encontra ativo na zona de Alpedrinha e Castelo Novo, pelo que se apela a todas as pessoas destes locais que se mantenham em zonas seguras, adotem comportamentos de autoproteção e que sigam as indicações das autoridades no terreno”, lê-se na mensagem.

Contactada pela Lusa, fonte do comando distrital de Castelo Branco da GNR confirmou que o reacendimento do incêndio obrigou ao corte da A23, entre os nós do Fundão Sul e Castelo Novo, e indicou que também foi cortada ao trânsito a Estrada Nacional 18 (EN18).

O incêndio que atingiu o concelho do Fundão começou no dia 13 no Piódão, em Arganil, distrito de Coimbra.

Ao longo de mais de uma semana, este incêndio de grandes dimensões afetou outros concelhos do distrito de Coimbra, assim como municípios do distrito da Guarda e outros de Castelo Branco.

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos já provocaram quatro mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual dispõe de dois aviões Fire Boss, um helicóptero Super Puma e dois aviões Canadair.

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 248 mil hectares no país, mais de 57 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

Llívia é de Espanha, fica em França e fala catalão

No século XVII um pedaço de terra espanhol ficou sozinho em França. O Tratado dos Pirenéus estipulou a cedência de diversas aldeias do norte da Catalunha à França… mas Llívia era “mais que às outras”. Llívia é uma cidade espanhola que pertence à comarca da Baixa Cerdanha, na Catalunha. No entanto, não fica na Catalunha. Nem sequer em Espanha. Fica em França. Llívia é um enclave rodeado por território francês, na zona dos Pirenéus Orientais. Em 1659, à margem do Tratado dos Pirenéus, Espanha cedeu 33 aldeias daquela região ao seu país vizinho. No entanto, Llívia foi excluída porque era

Marcelo promulga diploma do governo com medidas de apoio às populações afetadas pelos incêndios

O Presidente da República promulgou este sábado o diploma do Governo que estabelece um conjunto de medidas de apoio e mitigação do impacto dos incêndios rurais.

Numa publicação na página na Internet da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa indica que “promulgou o diploma do Governo que estabelece medidas de apoio e mitigação do impacto de incêndios rurais”.

O Governo aprovou na quinta-feira, numa reunião extraordinária do Conselho de Ministros, em Viseu, um quadro com 45 medidas “a adotar em situação de incêndios de grandes dimensões, com consequências no património e na economia de famílias e empresas”, e que pretende permitir, “de forma rápida e ágil, colocar no terreno medidas de apoio às regiões e pessoas afetadas”.

Entre as medidas está um apoio financeiro para a “rentabilização do potencial produtivo agrícola e um apoio excecional aos agricultores para a compensação dos prejuízos, mesmo através de despesas não documentadas”, até ao máximo de 10.000 euros e apoios à tesouraria das empresas afetadas diretamente pelos fogos e a isenção de contribuições para a Segurança Social, bem como o apoio às que mantiverem os postos de trabalho.

Foi ainda aprovado um apoio para a reconstrução de habitações de residência própria em situações como os incêndios rurais das últimas semanas, prevendo uma comparticipação “a 100% até ao montante de 250 mil euros”.

O governo anunciou também um novo “instrumento legislativo” para “funcionar como lei-quadro” em situações como os grandes incêndios rurais, permitindo abrir um concurso para apoiar as autarquias na rápida reparação de infraestruturas.

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos já provocaram quatro mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 248 mil hectares no país.

Se tiver uma história que queira partilhar sobre irregularidades na sua autarquia, preencha este formulário anónimo.

Carro que salvou a Autoeuropa é apresentado a 9 de Setembro

O novo T-Roc, que começará a ser entregue a clientes no final de 2025 ou, o mais tardar, no início de 2026, é um modelo substancialmente diferente da primeira geração, passando a incluir mecânicas híbridas, uma vez que se tornava cada vez mais difícil ao primeiro T-Roc bater-se com os melhores concorrentes disponibilizando somente motores a combustão, sem qualquer electrificação. Recorde-se que um motor full hybrid consegue oferecer mais 30% a 40% de potência e menos 20% a 30% de consumo, argumentos relevantes, tanto mais que não obrigam a grandes alterações no preço final.

Sob a camuflagem está o novo VW T-Roc que sairá da Autoeuropa. Mas, ao contrário do que acontecia na 1.ª geração, já com acesso a motores mais económicos por serem electrificados

A VW revelou uma imagem do novo T-Roc, ainda que camuflado, e se ainda não foi anunciada a gama total das motorizações, sabe-se que a principal novidade é a inclusão de um motor full hybrid, em substituição dos mild hybrid que a marca alemã propõe de momento, com poucas vantagens face a motores sem electrificação. Além de introduzir uma tecnologia que até aqui tinha evitado, ao contrário do que aconteceu com a Toyota e a Renault, por exemplo, a VW passa a apostar numa solução que permite ganhos mais evidentes em consumos e custos de utilização, sem obrigar a investimentos mais palpáveis. Isto vai permitir ao T-Roc, que já foi o modelo mais vendido da VW, recuperar a competitividade perdida.

Além do motor full hybrid do novo T-Roc, este SUV a fabricar pela Autoeuropa recorre a uma nova plataforma, a MQB Evo, mais recente e sofisticada do que a anterior (MQB A1), com ambas as soluções a serem partilhadas com os novos Golf e Tiguan. Isto porque a VW acredita que, no imediato, há um grande interesse neste tipo de mecânica na Europa, mas também na América do Sul e, curiosamente, até nos EUA, devido ao sucesso dos Toyota e Lexus.

Juntamente com o novo T-Roc, a VW vai apresentar no salão automóvel alemão o ID.2X, um SUV eléctrico concebido sobre a base do utilitário ID.2

Além do novo T-Roc, o IAA vai igualmente servir de palco para a estreia do VW ID.2X, um pequeno SUV eléctrico concebido sobre a base do ID.2, que se assume como um Polo eléctrico e cujo protótipo que lhe serve de base já foi apresentado com a denominação ID.2all. O interessante é que estes ID.2 e ID.2X recorrem à mesma plataforma do ID.1 (antecipado pelo protótipo ID.Every1), que também será fabricado pela Autoeuropa a partir de meados de 2027, o que teoricamente permite que a fábrica portuguesa possa concorrer à produção destes dois modelos da VW.

Nota 4 para Bruno Costa. “Bem expulso”

O videoárbitro Bola Branca, José Leirós, dá nota 4 a Bruno Costa, árbitro do Nacional – Sporting, partida da 3.ª jornada da I Liga.

O especialista da Renascença em arbitragem considera que esta foi uma “arbitragem positiva”.

Pablo Ruan, do Nacional, foi expulso ainda na primeira parte. Os dois amarelos são bem mostrados.

O árbitro não esteve a marcar faltinhas, diz José Leirós.

Bruno Costa esteve “bem fisicamente e bem disciplinarmente, com critério uniforme”.

Por isso, nota 4 para o árbitro.

Dentro das quatro linhas, o Sporting venceu o Nacional por 4-1.

Rui Borges. “Com naturalidade e qualidade, a equipa ganhou confiança”

O treinador do Sporting, Rui Borges, elogiou Pedro Gonçalves, falou sobre lesão de Morita, do momento de Harder e da próxima partida dos leões.

Resposta à bicampeão?

“É um jogo com uma história simples. Quisemos pegar no jogo desde início. O Nacional tem 3 lances de perigo. O golo, uma bola parada e outra bola parada. Ao intervalo até podiam estar a ganhar 2-0. Na primeira parte alguns jogadores sentiram o que é jogar aqui. Quando tinham uma ação ou duas… depois levavam tempo a recuperar. Faltou-nos proatividade, apesar de termos bola e criarmos situações de golo. Ao intervalo pedi mais acerto e rigor nas bolas paradas. Tínhamos que ter calma. Na primeira parte estávamos a pausar muito a bola. Devíamos ter picado mais a profundidade, porque o Nacional estava alto e curto. Na segunda parte melhorámos e fizemos a bola rolar, com mais dinâmica. Com naturalidade e qualidade, a equipa ganhou confiança.”

Ter um Pote na equipa ajuda

“Não é só o Pote, é o Trincão, é o espírito da equipa. A malta que entrou, entrou muito bem. O Vagiannidis deu muita dinâmica. O Quenda para a esquerda. O Harder também entrou muito bem, fez golo. Feliz com toda equipa, tambem pelo Pote, pelo momento pessoal que está a viver por causa da filhotas”

Lesão do Morita

“Sentiu desconforto. Vamos analisar e ver o que pode acontecer”

Harder

“Deu resposta e está ligado ao Sporting. É jogador do Sporting. Entrou muito bem. Feliz por ter conseguido fazer mais um golo. A energia dele é sempre muito positiva”

Jogo com o FC Porto

“Queremos ganhar sempre. É esse o objetivo. Jogamos em casa. Quero também agradecer aos nossos adeptos, que mesmo na ilha apareceram. Foram muito importantes nas conquistas da época passada e vão ser também nesta época”

Centenas protestam no Reino Unido contra alojamento de migrantes em hotéis. Foram convocadas contramanifestações

Várias cidades britânicas foram este sábado palco de protestos contra o alojamento de requerentes de asilo em hotéis, tendo sido ativado um forte dispositivo policial devido à presença de manifestantes contrários aos migrantes e de grupos antirracistas.

Sob o lema “Abolir o sistema de asilo”, várias centenas de pessoas reuniram-se em cidades inglesas como Bristol, Exeter, Tamworth, Cannock, Nuneaton, Liverpool, Wakefield, Newcastle e Horley, bem como nas cidades escocesas de Aberdeen e Perth e na cidade galesa de Mold para expressar a sua oposição aos hotéis com migrantes.

Nestes locais também se reuniram grupos que repudiam os protestos, sob o lema “Enfrentar o racismo”.

Embora tenham havido alguns confrontos não ocorreram incidentes violentos.

As forças de segurança mobilizaram um grande número de agentes, uma vez que estes protestos estão a aumentar no país e são esperados mais no domingo.

Em Bristol (oeste de Inglaterra), a polícia separou grupos rivais na área de Castle Park e uma mulher de 37 anos foi presa por agressão.

O inspetor-chefe da Polícia de Avon e Somerset (oeste da Inglaterra), Keith Smith, disse à imprensa que a prioridade das forças de segurança “foi facilitar o protesto pacífico e legal de ambos os grupos”.

“Os nossos agentes lidaram admiravelmente com uma situação realmente difícil e gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer o seu profissionalismo, embora tenha havido momentos de distúrbios, temos o prazer de informar que os dois protestos decorreram sem incidentes significativos”, acrescentou.

Nestes protestos, os manifestantes anti-imigração cantaram envoltos em bandeiras da Inglaterra e carregaram cartazes contra os hotéis com migrantes, enquanto se ouviam gritos de “isto não é racismo”.

Os outros grupos entoavam “diga alto, diga claro, aqui os refugiados são bem-vindos” e carregavam cartazes pedindo solidariedade e o fim das deportações.

Os acontecimentos deste sábado ocorreram na sequência da tensão que surgiu com o uso de hotéis para alojar migrantes, medida que o governo trabalhista de Keir Starmer prometeu eliminar até o final da atual legislatura – 2029 -, mas avisou que acontecerá de forma gradual e ordenada.

Na base das manifestações está também a ordem judicial temporária que o Tribunal Superior de Londres concedeu na terça-feira à Câmara Municipal de Epping, nos arredores da capital britânica, para expulsar os migrantes do Hotel Bell, nessa localidade, a 12 de setembro.

O hotel foi palco de protestos após o migrante de origem etíope Hadush Gerberslasie Kebatuhursday ter sido acusado de agressão sexual por alegadamente ter tentado beijar uma menina de 14 anos.

Este sábado, o líder do partido populista de direita Reform UK, Nigel Farage, que está em primeiro lugar nas sondagens de intenção de voto, afirmou numa entrevista que planeia fazer deportações em massa de imigrantes se o seu partido chegar ao poder.

“Temos uma crise massiva no Reino Unido. Não só representa uma ameaça à segurança nacional, como está a provocar uma indignação pública que, francamente, não está muito longe da desordem, só há uma maneira de deter as pessoas que entram no Reino Unido: detê-las e deportá-las”, acrescentou.

ChatGPT para todos? OpenAI quis pôr IA premium no bolso dos britânicos

O presidente executivo da OpenAI, Sam Altman, e o secretário de Estado britânico da Ciência, Inovação e Tecnologia, Peter Kyle, discutiram a possibilidade de um acordo para disponibilizar a versão paga do ChatGPT a todos os residentes do Reino Unido.

Segundo o “The Guardian”, a ideia foi abordada durante reuniões em São Francisco.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

Fontes próximas das negociações indicaram que Peter Kyle nunca terá considerado seriamente a proposta, principalmente devido ao custo elevado, estimado em cerca de 2 mil milhões de libras (aproximadamente 2,35 mil milhões de euros).

Ainda assim, as conversações revelam o interesse do ministro em reforçar a aposta britânica na inteligência artificial.

A OpenAI disponibiliza uma versão gratuita do ChatGPT e uma versão paga, o ChatGPT Plus, por 20 dólares mensais (cerca de 18,80 euros), com acesso prioritário a novas funcionalidades e respostas mais rápidas.

“Milhões de britânicos já utilizam o ChatGPT gratuitamente todos os dias”, afirmou um porta-voz da OpenAI, acrescentando que o objetivo comum com o governo britânico é “democratizar o acesso à inteligência artificial”.

Peter Kyle encontrou-se com Sam Altman em jantares em março e abril. Em julho, assinou um memorando de entendimento com a OpenAI para explorar a aplicação da tecnologia em serviços públicos britânicos, incluindo educação, justiça, defesa e segurança.

A empresa norte-americana tem mantido conversações com vários governos. Um acordo semelhante foi já firmado com os Emirados Árabes Unidos, visando a integração do ChatGPT em sectores como a saúde, transportes e educação.

1 103 104 105 106 107 613