João Pereira e o FC Porto. “Nível subiu de forma drástica”

O treinador do Casa Pia, João Pereira, não tem dúvidas: o FC Porto está mais forte do que estava na época passada. Apesar disso, continua a acreditar nos seus jogadores.

FC Porto a mais para um Casa Pia a menos?

Houve treinador a menos, no sentido em que a responsabilidade é minha. Tínhamos várias formas de abordar o FC Porto, sabendo que os níveis dos grandes estão muito mais elevados em relação à época passada e acho que isso está claro para quem está atento. Agora o que eu tenho de fazer é pensar como é que eu posso competir com a minha equipa, contra um plantel com um investimento de 100 milhões de euros. E tenho de me transcender enquanto treinador, portanto a responsabilidade é única e exclusivamente minha, em relação à estratégia, a forma como abordámos. Mas isso o futebol é feito de decisões, a vida dos treinadores também e aqui o culpado sou eu.

Segunda parte

O que fizemos é usar um plano diferente, não estarei a dar trunfos ao adversário, porque esta equipa não é do nosso campeonato e se o fizer estarei a dar trunfos à equipa do nosso campeonato quando tiverem a competir. Todos fazem o trabalho de casa, mas o meu dever não é estar a falar aqui do plano de jogo. Fez-me essa pergunta e muito bem feita, porque claramente houve uma diferença. Não só como nos entregámos ao jogo, mas também nos encaixes, aquilo que o FC Porto quer claramente com bola a encontrar o homem livre. Mete muita largura no jogo com dois extremos, tem dois médios prontos para romper, laterais prontos para trabalhar por dentro, tem boas dinâmicas.

Na primeira parte não conseguimos encaixar tão bem, mas com uma postura mais de contenção. Era o que queríamos, tivemos os nossos momentos de transição que não conseguimos definir tão bem, não nos conseguimos aqui ou ali instalar como nós queríamos e depois na segunda parte conseguimos em algum momento atacar mais a profundidade para colocar a linha do FC Porto em sentido e também deixar a dúvida quando ter de matar entrelinhas.

Não falando de encaixe, mais concretamente de plano de jogo, mas foi uma abordagem diferente, de mentalidade. Os jogadores acabaram por se libertar, aquilo que lhes disse ao intervalo é que vamos encarar este jogo, está 0-0, e temos de entrar com uma postura e mentalidade diferente. Felizmente eles fizeram-no. Houve um percalço depois no quarto golo, errar erramos todos, eu sou o primeiro a errar. O que temos de fazer… se não ganhamos a estas equipas grandes, temos de aprender. Agora, o facto de nos colocarem responsabilidade em fazer algo mais tem muito a ver o que foi a nossa época na temporada passada. A verdade é que esta equipa cruza-se nos três jogos com dois grandes.

Comparação

Já fizemos melhor do que na época passada, temos três pontos. Na época passada tínhamos zero pontos à terceira jornada, com um grupo que está a crescer, a evoluir, apresentou mais coragem a jogar fora de portas do que em casa com o Sporting neste jogo com o FC Porto. Tentou, ali ou aqui conseguiu, mas depois faltou a definição, rematar mais à baliza. Orgulhoso do grupo que tenho, responsabilidade total da minha parte em relação a esta derrota.

Equipa focada?

Muito fácil, porque temos os pés bem assentes na terra. Temos de pensar mais positivo, na abordagem ao jogo tentámos ter mais coragem num estádio cheio, contra um adversário com qualidade, competência, organizado. Está num bom momento, nota-se que está motivado. O nível também subiu de forma drástica em relação à equipa passada em termos de plantel, mas volto a referir que os três grandes aumentaram o nível. Portanto, isso dá-nos a nós aquilo que é a representatividade da competitividade interna neste momento, temos de elevar o nível também e isso cabe-me a mim trabalhá-los melhor. A verdade é que temos três pontos, gostaríamos de ter mais. Temos de ter sempre confiança, esperança, que com o nosso plano vamos conseguir vencê-los. Conseguimos uma vez na época passada e acredito que ainda o vamos fazer esta época.

Renato Nhaga

Nós só temos de aprender e retirar coisas positivas, e o que vejo de positivo é que esta equipa fora de portas tentou jogar. 0-4 não interessa a ninguém, é museu, faz parte da história, mas o que podemos retirar? Uma equipa que tentou e tivemos uma abordagem mais confiante, a tentar fazer coisas diferentes, com um menino de 18 anos num meio-campo a dois. Também temos essa análise positiva, a forma como se entregou, muitas vezes rodeado de adversários, a ter essa coragem de querer fazer mais do que vinha a fazer e isso para nós são indicadores muito bons. O grupo está confiante, nós estamos confiantes no grupo e o Casa Pia continua confiante, e é essa a mensagem que quero deixar para terminar.

Líder da JSD de Lagoa é uma das vítimas de acidente em Monchique

Uma das vítimas mortais do acidente deste domingo em Monchique, no distrito de Faro, é Gonçalo Oliveira, presidente da JSD de Lagoa, no Algarve, disse à Lusa o deputado social-democrata Cristóvão Norte. O despiste de um ligeiro causou hoje a morte dos cinco ocupantes na Estrada Nacional 266, no concelho de Monchique, disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional do Algarve da Proteção Civil. De acordo com o deputado social-democrata Cristóvão Norte, uma das vítimas mortais é Gonçalo Oliveira, presidente da concelhia de Lagoa da JSD. O líder da organização juvenil era estudante de Direito e tinha feito no sábado

Mais de 10.000 pessoas em manifestação de apoio à Palestina em Copenhaga

Mais de 100 organizações, incluindo a Oxfam, a Greenpeace e a Amnistia Internacional, participaram na manifestação, bem como sindicatos, partidos políticos, coletivos de artistas e ativistas, entre as quais a sueca Greta Thunberg.

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Em frente ao parlamento dinamarquês, os manifestantes – muitos deles famílias com crianças pequenas – gritavam “Parem com a venda de armas”, “Palestina livre” e “A Dinamarca diz não ao genocídio”, relatou um jornalista da agência francesa France-Presse que acompanhou a manifestação, onde calcula que tenham participado pelo menos 10.000 pessoas.

A polícia não deu uma estimativa do número de participantes, mas os organizadores tinham anunciado antes da marcha que esperavam cerca de 20.000 pessoas.

Tradicionalmente apoiante de Israel, a Dinamarca disse que quer usar a sua presidência do Conselho da União Europeia (UE) no segundo semestre de 2025, para aumentar a pressão sobre o governo de Israel para pôr fim à guerra na faixa de Gaza.

Israel tem em curso uma ofensiva militar na Faixa de Gaza desde que sofreu um ataque do Hamas em 07 de outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortos e 250 reféns.

Segundo os dados divulgados hoje pelas autoridades do enclave palestiniano, a ofensiva lançada por Israel em Gaza já fez cerca de 62.700 mortos, com mais 64 vítimas nas últimas 24 horas.

A principal autoridade mundial em crises alimentares divulgou um relatório segundo o qual mais de meio milhão de pessoas em Gaza – cerca de um quarto da sua população – enfrentam níveis catastróficos de fome, com muitas em risco de morrer por causas relacionadas com a desnutrição.

Top 10 dos EUA começam bem o US Open

Há três anos, quando pertencia ao top 10 mundial no escalão júnior, Ignacio Buse era muito cobiçado pelas universidades dos EUA, que o queriam recrutar para as suas equipas. Uma que o tenista peruano visitou foi a da Florida, onde Ben Shelton era a principal figura da equipa dirigida pelo pai, Bryan. Buse acabaria por optar pela Universidade da Georgia, mas nunca viria a competir no circuito universitário devido a dificuldades em arranjar um visto. No entanto, os percursos de Buse e Shelton acabariam por cruzar-se na primeira jornada do US Open 2025, quando o sorteio os colocou frente a frente no Arthur Ashe Stadium.

Buse, de 21 anos e actual 135.º no ranking mundial, mudou-se para Barcelona — onde tem como mentor Albert Costa, campeão de Roland-Garros em 2002 (e do Estoril Open, em 1999) — e, na estreia em majors, depois de passar as três rondas do qualifying, cedeu diante de Shelton (6.º), por 6-3, 6-2 e 6-4.

Ao mesmo tempo, no Louis Armstrong Stadium, Taylor Fritz (4.º), outro dos 23 tenistas dos EUA presentes no quadro individual masculino — um máximo desde 1997 — também avançou para a segunda ronda, ao bater o compatriota Emilio Nava (101.º), por 7-5, 6-2 e 6-3.

O primeiro tenista português a entrar em acção é Jaime Faria (117.º) que vai nesta segunda-feira defrontar o espanhol Jaume Munar (44.º), no terceiro encontro do court 9, cuja jornada se inicia às 16 horas portuguesas. Será o segundo duelo entre ambos, depois de o número dois português ter derrotado Munar, em Fevereiro, na segunda ronda do ATP 500 do Rio de Janeiro, disputado em terra batida.

Nuno Borges (41.º) estreia-se na terça-feira diante do norte-americano Brandon Holt (110.º). Já Francisco Cabral e o parceiro austríaco Lucas Miedler entrarão em prova a partir de sexta-feira, depois de terem perdido a final do ATP 250 de Winston-Salem, para os brasileiros Rafael Matos/Marcelo Melo, pela margem mínima no match tie-break: 4-6, 6-4, 10/8. Contudo, Cabral garantiu a subida no ranking, para o 26.º lugar, igualando o melhor registo de um tenista português na variante de pares, registado por João Sousa, em 2019.

Fome, um crime de guerra pelo qual nunca ninguém foi julgado. Porquê?

Fome intencional tem sido cada vez mais usada como arma — e não, não é parte inevitável da guerra — mas nunca houve condenação em tribunais internacionais por este tipo de crime. Os apelos para julgar a fome como crime de guerra em vários dos atuais conflitos estão a tornar-se mais frequentes e a ganhar força. “A fome é uma arma que está a ser usada em todo o mundo neste momento. Mas isso tem de acabar, vai contra o direito internacional”, disse Shayna Lewis, conselheira sénior para o Sudão do grupo norte-americano Prevention and Elimination of Mass Atrocities (Paema).

iPhone tem truque escondido para acalmar bebés e quase ninguém conhece

iphone sons de fundo
Imagem: edição de Zhuravlev Andrey / Shutterstock.com

Confortar um bebé chorão nem sempre é fácil, sobretudo quando o sono dos pais já anda em falta. A boa notícia é que não precisas de gastar dinheiro numa máquina de ruído branco: o iPhone tem uma funcionalidade oculta chamada Sons de Fundo que pode transformar o telemóvel numa verdadeira ajuda para acalmar o bebé e até proporcionar alguns minutos de descanso.

Sons de Fundo no iPhone: como funcionam

Conforme apontou a página CNET, a Academia Americana de Pediatria destaca que sons como chuva ou oceano podem ajudar a reduzir o choro e trazer conforto.

Quando surgiu, com o iOS 15, a funcionalidade Sons de Fundo incluía seis sons disponíveis em loop: chuva, riacho e oceano, classificados como sons naturais; além de três variações de ruído branco: claro, equilibrado e escuro.

Com o lançamento do iOS 18, em 2024, a Apple adicionou duas novas opções: “noite” e “fogo”. Já as versões beta do iOS 26 prometem ainda mais variedade, como “chuva no telhado” e “balbucio”, que imita o som de um café cheio de movimento.

Estes sons podem ser reproduzidos isoladamente ou em conjunto com qualquer aplicação de música, podcast ou vídeo, tornando o iPhone numa ferramenta flexível para criar um ambiente relaxante.

Como ativar Sons de Fundo pelo Centro de Controlo

iphone sons de fundo como ativar
Imagem: captura de ecrã / CNET

Para não perder tempo nas Definições, podes colocar o atalho diretamente no Centro de Controlo do iPhone ou como atalho de acessibilidade.

Como adicionar o atalho ao Centro de Controlo:

  1. Abre o Centro de Controlo
  2. Toca no sinal de mais (+) no canto superior esquerdo
  3. Escolhe Adicionar um Controlo na parte inferior do ecrã
  4. Seleciona Controlo de audição (ícone de orelha)

A partir daí, basta tocar no ícone de audição e selecionar Sons de Fundo. Podes ainda escolher entre diferentes sons e ajustar o volume conforme necessário.

Como adicionar os Sons de Fundo como um atalho de acessibilidade:

  1. Vai a Definições
  2. Entra em Acessibilidade
  3. Seleciona Atalho de acessibilidade
  4. Escolhe Sons de Fundo

Assim, basta pressionar três vezes o botão lateral do iPhone para ligar ou desligar a funcionalidade.

Mais opções para personalizar os Sons de Fundo

Se quiseres explorar ainda mais, a funcionalidade tem um menu dedicado em Definições > Acessibilidade > Áudio e Visual > Sons de Fundo. Neste espaço, podes:

  • Ativar ou desativar a funcionalidade manualmente
  • Alterar o som em reprodução
  • Ajustar o volume
  • Permitir que os Sons de Fundo continuem mesmo enquanto ouves música ou vês vídeos
  • Configurar para que os sons parem automaticamente quando o iPhone estiver bloqueado

Este nível de personalização faz com que a funcionalidade seja útil não só para acalmar bebés, mas também para quem precisa de maior concentração ou relaxamento durante o dia.

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Farioli. “Ainda há muitas coisas que temos de melhorar”

O treinador do FC Porto, Francesco Farioli, ficou feliz com a exibição contra o Casa Pia, mas garante que ainda há muito para melhorar.

Boa partida

“Feliz. A abordagem foi fantástica, boa intensidade, com a paciência certa para criar oportunidades. Na segunda parte perdemos a estrutura, com a bola não criámos tanto como deveríamos. Foi um resultado importante”.

Saíram jogadores com amarelo

“Estava a pensar em terminar o jogo com 11 jogadores. Três jogadores importantes com amarelos quando estava 3-0. Tenho de agir para proteger os jogadores porque algumas faltas poderiam causar algo mais” .

Francisco Moura

“Jogou 45 minutos durante a semana, frente à equipa B, jogou bem, é um jogador importante que temos de recuperar. Temos de ter todos os jogadores recuperados”.

Pêpe

“Foi um infortúnio, levou com a bola no olho, tem de ser avaliado. A performance do William foi fantástica, a energia e a velocidade. Disponível para o jogo com o Sporting? Temos de ver, é uma lesão recente”.

Vitórias com facilidade

“Tenho uma visão diferente, os jogos não foram assim tão fáceis, fizemos com que parecessem fáceis, os jogadores abordaram os jogos com um mindset incrível. Temos de continuar o trabalho. Ainda há muitas coisas que temos de melhorar. Temos 6 dias para preparar o jogo”.

FC Porto atropela Casa Pia

O FC Porto goleou o Casa Pia, por 4-0, e continua invicto no campeonato.

Os dragões dominaram completamente a partida e o triunfo até peca por escasso.

Pelos azuis e brancos marcaram Borja Sainz (2), William Gomes e Alberto Costa.

Com este triunfo, a equipa do Dragão mantém-se sem sofrer golos e tem um parcial de 9-0. A equipa de Farioli é um dos líderes do campeonato.

De recordar que, na próxima jornada, o FC Porto vai defrontar o Sporting em Alvalade.

“Temos de dar mérito ao treinador, surpreendeu-me muito pela positiva.” Diogo Costa chegou aos 200 jogos e rendeu-se a Farioli

E vão quatro anos. Pela quarta temporada consecutiva, o FC Porto venceu nas três primeiras jornadas do Campeonato, para além de que não sofreu qualquer golo nos três jogos, algo que também já tinha alcançado na época passada. Os dragões golearam o Casa Pia no Dragão na antecâmara do Clássico de Alvalade e juntaram-se a Sporting e Moreirense no pleno de triunfos, sendo que o Benfica tem menos um encontro disputado.

Borja, a verdadeira acendalha de uma equipa que não conhece lume brando (a crónica do FC Porto-Casa Pia)

Com os três jogos seguidos sem qualquer golo sofrido, o FC Porto estabeleceu um registo que ainda não tinha existido no ano civil de 2025 — com Martín Anselmi, por exemplo, só conseguiu estar dois encontros consecutivos sem conceder um golo. Na verdade, a última vez que os dragões tinham passado três jogos sem sofrer foi já em dezembro de 2024, na primeira volta da temporada anterior, com Vítor Bruno ao comando.

Já depois do apito final, na zona de entrevistas rápidas, Francisco Farioli mostrou-se naturalmente feliz com a exibição da equipa. “Estou feliz. A abordagem foi fantástica, com boa intensidade, com a paciência certa para criar oportunidades. Na segunda parte perdemos a estrutura, com bola não criámos tanto como deveríamos. Foi um resultado importante”, disse o treinador, explicando depois as substituições de Victor Froholdt, William Gomes e Bednarek.

“Estava a pensar em terminar o jogo com 11 jogadores. São três jogadores importantes com cartões amarelos quando estava 3-0. Temos de agir para proteger os jogadores porque algumas faltas poderiam causar algo mais”, acrescentou, abordando depois o Clássico da próxima semana contra o Sporting em Alvalade. “Tenho uma visão diferente, os jogos não foram assim tão fáceis, fizemos com que parecessem fáceis. Os jogadores abordaram os jogos com um ‘mindset’ incrível. Temos de continuar o trabalho. Ainda há muitas coisas que temos de melhorar, temos seis dias para preparar o jogo”, atirou.

Por fim, Francesco Farioli abordou ainda a lesão de Pepê, que sofreu um traumatismo ocular num treino e falhou o jogo. “Foi um infortúnio, levou com uma bola no olho e tem de ser avaliado. A performance do William foi fantástica, a energia e a velocidade. Disponível para o Sporting? Temos de ver, é uma lesão recente”, vincou.

Já Diogo Costa, que este domingo cumpriu o jogo 200 pelo FC Porto, estava orgulhoso da marca redonda. “Não é para qualquer um, nunca pensei fazer tantos jogos. Ninguém espera, quanto mais ser capitão tão cedo. Jogando em casa sabe sempre melhor. Sonhar alto é sempre bom, mas é preciso muito sacrifício e abdicar de muitas coisas, mas com humildade e muito trabalho, tudo é possível”, começou por dizer.

“Temos sempre de pensar no próximo jogo e não mais distante do que isso, temos de viver o dia a dia e ir em busca do melhor futuro possível. Temos de dar muito mérito ao treinador, surpreendeu-me muito pela positiva. Acredito muito em bons hábitos diários e foi o que ele trouxe, assim como exigência diária, trouxe uma nova energia. Tento treinar para ser o mais completo possível na baliza. Tudo o que está a acontecer devemos muito ao nosso treinador, treinamos no máximo, no limite e o sacrifício tem de estar sempre presente”, terminou o internacional português.

Incêndios. Proteção Civil registou 38 ocorrências e três mereciam maior preocupação

A Proteção Civil contabilizou este domingo 38 incêndios rurais, que mobilizaram 1.193 operacionais, com três fogos de maior preocupação para o dispositivo de combate em Vila Verde, Cabeceiras de Basto e Sabrosa.

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Segundo o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, entre as 00:00 e as 17:00, registaram-se em Portugal continental “38 incêndios, 10 dos quais durante o período noturno, que envolveram 1.193 operacionais, 290 veículos terrestres e realizado 102 missões com os meios aéreos”.

“Em todo o país, a esta hora, em ocorrências ativas, estão empenhados 425 operacionais, 110 veículos e 13 meios aéreos”, afirmou o responsável, pelas 19:00, no ponto da situação na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide (Oeiras).

As três situações que apresentavam a essa hora “maior preocupação” eram as ocorrências em Vila Verde, Cabeceiras de Basto, e Sabrosa, que empenhavam 353 operacionais, 93 veículos e 11 meios aéreos.

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