Vingegaard ganha e é o novo líder da Vuelta

O dinamarquês Jonas Vingegaard ganhou a segunda etapa da Volta a Espanha em Bicicleta, a primeira a terminar com uma subida.

O chefe de fila da Visma-Lease a Bike ganhou num pequeno grupo a Giulio Ciccone.

Já o português João Almeida, da UAE Emirates, foi quinto classificado, tendo chegado a dois segundos da frente.

Com esta vitória, Vingegaard assume a liderança da prova.

A etapa ficou marcada por chuva nos quilómetros finais e uma queda de vários ciclistas, incluindo quase toda a equipa da Visma.

[em atualização]

Uma demonstração de força no sprint para ficar com a vermelha: Jonas Vingegaard vence segunda etapa da Vuelta

Depois da queda e consequente abandono no Tour, João Almeida começou a Vuelta onde surge como um dos favoritos com um tranquilo 71.º lugar, sendo que Jasper Philipsen venceu a etapa inaugural ao sprint e tornou-se o primeiro a vestir a tão pretendida camisola vermelha.

“É um momento especial, porque traz a camisola vermelha. Os companheiros colocaram-me perfeitamente, ganhei vantagem e consegui ganhar. Já estreei a camisola amarela no Tour, vou recordar sempre esta vitória”, explicou o belga da Alpecin-Deceuninck depois de subir ao pódio em Novara, ainda em Itália, recordando que chegou a liderar a classificação geral da prova francesa antes de desistir devido a uma queda.

Hugo foi um herói até Philipsen encontrar a sua Calle: sprinter vence primeira etapa da Vuelta, João Almeida chega no pelotão

Este domingo e ainda em território italiano, a segunda etapa ligava Alba e Limone Piemonte ao longo de 159,6 quilómetros com 1.884 metros de ascensão total. Apesar de maioritariamente plano, o percurso contava com subidas na ponta final, com quilómetros com inclinação de 5% em direção à estação de esqui de Limone e a meta no fim de uma contagem de montanha de segunda categoria. Ou seja, muito resumidamente, era quase certo que Jasper Philipsen iria perder a camisola vermelha ainda este fim de semana.

“Não podemos esquecer-nos do João Almeida. Ele tem-se preparado especificamente para isto também. É uma subida perfeita para ele desde que caiu no Tour. Estava numa forma incrível. Quando acontece um problema que não é muito grave estando em ótima forma, normalmente voltas extremamente bem. Recupera-se mais rápido porque já se está em boas condições. Sim, o Almeida também é candidato. Alguém me enviou no Instagram uma citação de que não gostei, de que ele ficou dez dias sem correr depois da queda no Tour. Parece mau, acho eu, mas se considerarmos que ele estava em excelente forma antes… Talvez uma pausa de uma semana e meia em julho antes de aumentar o ritmo para a Vuelta não seja a pior coisa. Mas vamos ver”, disse Johan Bruyneel, antigo ciclista belga, no podcast The Move.

Já o próprio ciclista português, antes da etapa desde domingo, reconhecia que era “diferente” abordar a Vuelta depois da queda no Tour. “Claro que recuperar de um problema nunca é fácil, mesmo se a preparação não seja nada de especial. Pelo menos no ano passado não tive estes obstáculos. Mas acho que é ok, acho que vai correr tudo bem. Vamos dia a dia e ver como corre. Ficar com a camisola vermelha hoje? Quem sabe? Acho que não, mas nunca se sabe! Claro que vou dar o meu melhor e tentar pelo menos não perder tempo para os outros candidatos. Vamos ver como corre”, atirou o atleta natural de A-dos-Francos.

Assim, este domingo e numa etapa com média de velocidade de cerca de 42 km/h, Jonas Vingegaard deixou uma clara demonstração de força no sprint final e não deu grande hipótese nos últimos 200 metros, acelerando para vencer em Limone Piemonte e ficar com a camisola vermelha. Giulio Ciccone e David Gaudu completaram o pódio, com o italiano da Lidl-Trek a ser o único que ainda tentou perseguir Vingegaard, e João Almeida acabou por ficar no quinto lugar e ainda atrás de Egan Bernal depois de se ter inserido no grupo que chegou primeiro à meta — estando agora no 12.º lugar da classificação geral, a 12 segundos do líder.

Morreu o maestro José Luís Borges Coelho

O maestro José Luís Borges Coelho, que se destacou não só no mundo da música, mas também na vida académica e na partidária, morreu este domingo aos 85 anos, informou o PCP, partido de que era militante.

Em comunicado, o PCP manifesta “profundo pesar pelo falecimento de José Luís Borges Coelho, figura incontornável na cultura da região e do país” e “um exemplo de humanismo, empenho cívico e generosidade”.

“Na vida partidária, académica ou cívica, José Luís Borges Coelho destacou-se sempre pela sua dimensão humana, pelo empenho cívico, pela militância partidária e uma imensa generosidade que contagiava todos os que com ele conviviam. Com um profundo sentido de justiça social, é um obreiro de Abril, valores pelos quais foi um lutador incansável até ao fim da sua vida”, destaca o PCP.

Nascido em Murça em 1940, licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e fez o Curso Superior de Canto do Conservatório de Música do Porto.

Desenvolveu um longo percurso como professor em diversas instituições, tendo sido presidente do Conselho Directivo do Liceu Alexandre Herculano (Porto) e do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, assim como director pedagógico da Academia de Música de Viana do Castelo e da Cooperativa de Ensino Superior Artístico Árvore (Porto).

Presidiu também ao Conselho Científico da ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto.

Foi fundador (1966), director artístico e maestro do Coral de Letras da Universidade do Porto (até 2023) e dirigiu também, entre outros, o Coro Misto Sacro de S. Tarcísio, o Orfeão do Porto, o Coro do Círculo Portuense de Ópera e o Ensemble Clepsidra.

Foi criador de músicas originais para teatro (Teatro Experimental do Porto e da Seiva Trupe) e para cinema (em diversos filmes de Manoel de Oliveira).

Foi membro dos Conselhos Gerais da CulturPorto, da Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto, do Instituto Politécnico do Porto, do Conservatório de Música do Porto e da Cooperativa Árvore, integrou o Conselho de Administração da Sociedade Porto 2001 e da Fundação Casa da Música e foi sócio fundador do Sindicato dos Professores do Norte.

Foi distinguido com o Galardão de Mérito Associativo, pela Associação das Colectividades do Concelho do Porto, com a Medalha de Honra da Cidade do Porto e, em 2017, com o título Doutor Honoris Causa, pela Universidade do Porto.

Resistente antifascista e militante comunista, integrou a Direcção da Organização Regional do Porto (DROP) e a Direcção do Sector Intelectual do Porto do PCP.

Fez parte de várias listas da APU e da CDU para a Assembleia da República e para as Autarquias Locais, tendo sido eleito na Assembleia Municipal de Murça (década de 80) e na Assembleia Municipal do Porto.

As cerimónias fúnebres realizam-se no Tanatório de Matosinhos, a partir das 16h desta segunda-feira.

Após anos de controvérsia, a Rua dos Mouros em Berlim mudou finalmente de nome

Uma rua de Berlim foi oficialmente rebatizada este sábado, em homenagem a um filósofo africano do século XVIII, após anos de controvérsia sobre o seu anterior nome, considerado por muitos ultrapassado e ofensivo. O conselho local do bairro de Mitte, no centro de Berlim, anunciou em 2020 a intenção de mudar o nome da Mohrenstrasse (Rua dos Mouros) para Rua Anton Wilhelm Amo, em honra do primeiro filósofo negro de que há registo a ensinar numa universidade alemã. A estação de metro Mohrenstrasse passou também este sábado, data escolhida para coincidir com o Dia Internacional da Memória do Tráfico de

Lavrov. Garantir a segurança da Ucrânia passa pelo estatuto de neutralidade

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros defende que as garantias de segurança da Ucrânia devem ser dadas um grupo de países, como a Alemanha e a Turquia e incluir membros do Conselho de Segurança da ONU.

No entanto, no entender do responsável russo, a manutenção da segurança do país vizinho passa pela estatuto de neutralidade e pela garantia de que o país não está alinhado com nenhum bloco militar e não tem aspirações nucleares.

Lavrov reafirmou também que a adesão da Ucrânia à NATO é inaceitável e que a Rússia exige um regime de proteção para os russos que vivem na Ucrânia.

O chefe da diplomacia de Moscovo lembrou ainda que está em curso uma discussão territorial com a Ucrânia.

Várias entrevistas nos últimos dias

Lavrov tem-se desdobrado em entrevistas. Na sexta-feira, afirmou, ao canal norte-americano NBC que “Putin está pronto para se encontrar com Zelensky quando a agenda para uma cimeira estiver preparada, e essa agenda não está, de todo, pronta”.

Já este domingo, à agência de notícias France-Presse (AFP), acusou os países ocidentais de estarem “apenas à procura de um pretexto para impedir as negociações” entre Moscovo e Kiev.

Exército israelita ajusta contas arrancando oliveiras palestinianas na Cisjordânia

Autoridades locais palestinianas denunciaram este domingo que colonos israelitas, com a cumplicidade do Exército de Israel, devastaram desde quinta-feira pelo menos 30 hectares de oliveiras na localidade de Al-Mughayir, a norte de Ramallah, na Cisjordânia, cenário de uma operação de cerco e repressão enquanto escavadoras israelitas pavimentam uma estrada entre colonatos.

Responsáveis locais explicaram à agência oficial de notícias palestiniana WAFA que a estrada, que atravessa Rafid até Qalasoun, provocou a destruição de milhares de oliveiras e devastou “a planície oriental” da localidade. Denunciam ainda que o Exército israelita manteve a população cercada até à madrugada de hoje, numa operação que resultou na detenção de numerosos palestinianos.

No passado dia 21 de Agosto, um colono israelita denunciou ter sido agredido por palestinianos precisamente na planície oriental da localidade, o que levou o Exército a lançar uma operação na zona. O chefe do conselho local, Amin Abu Aliya, já então denunciava a destruição de oliveiras com recurso a escavadoras, invasões de casas, roubo de dinheiro e jóias e danos em viaturas.

Residentes de colonatos locais detiveram um palestiniano suspeito de abrir fogo contra um grupo de civis israelitas perto do colonato de Adei Ad. O palestiniano, de 30 anos, residente em Al-Mughayir, teria disparado contra os israelitas — sem atingir ninguém — antes de iniciar um confronto físico durante o qual um homem israelita ficou ligeiramente ferido.

Na noite de quinta-feira, o chefe do Comando Central do Exército israelita, general Avi Bluth, declarou que a localidade iria pagar “um preço elevado” pelos incidentes violentos. “Cada população e cada inimigo devem saber que, se atacarem os residentes, pagarão um preço elevado; ser-lhes-á imposto um recolher obrigatório, a zona será encerrada e serão sujeitados a ‘operações de ajuste de contas’”, afirmou, aparentemente em referência ao arrancar das árvores, segundo o Times of Israel.

Desde a madrugada de sexta-feira, segundo o responsável local, os militares detiveram pelo menos sete jovens, incluindo irmãos de Hamdan Abu Aliya, de 18 anos, que morreu a 16 de Agosto, atingido por disparos do Exército israelita. Os militares alegaram ter actuado em legítima defesa depois de jovens da zona terem atacado as suas forças com cocktails Molotov.

Huawei anuncia evento “Ride The Wind” para lançamento de novos equipamentos

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A Huawei vai apresentar a nova série Watch GT 6 no evento Ride The Wind, que será realizado a 19 de setembro em Paris.

A Huawei marcou no calendário o dia 19 de setembro para a apresentação global de novos produtos, num evento que irá realizar-se em Paris, França. No evento, com o nome Ride The Wind, a tecnológica chinesa promete apresentar a nova geração de wearables, a série Huawei Watch GT 6, bem como novos smartphones e tablets, numa tentativa clara de reforçar a sua presença no mercado europeu de dispositivos inteligentes.

O setor dos wearables tem sido uma aposta estratégica da marca: desde 2015, a empresa já vendeu mais de 200 milhões de unidades. Números que confirmam a relevância deste segmento para a Huawei e que explicam o protagonismo reservado ao novo relógio inteligente em Paris.

A série Watch GT ganhou notoriedade pela autonomia de duas semanas e pelas funcionalidades desportivas robustas. Agora, a nova geração promete ainda melhor resistência e funcionalidades profissionais pensadajs para atividades ao ar livre. Entre as novidades, a empresa destacou o sistema de posicionamento Sunflower, capaz de oferecer uma precisão GPS acima da média, essencial para registar com rigor a distância e ritmo em treinos de corrida ou ciclismo. Já a tecnologia TruSense é outro pilar central, garantindo uma monitorização mais rápida, precisa e abrangente dos parâmetros de saúde.

Se os relógios dão o passo maior no campo da saúde e do desporto, os tablets da marca continuam a explorar a produtividade e a criatividade digital. A tecnologia PaperMatte Display promete uma experiência de leitura e escrita semelhante ao papel, reduzindo o cansaço visual, enquanto ferramentas como o M-Pencil, o GoPaint 2 e a aplicação Huawei Notes procuram aproximar os dispositivos da prática artística e criativa.

O evento em Paris trará ainda melhorias ao ecrã PaperMatte e à caneta stylus, assim como a apresentação da iniciativa global Huawei GoPaint Worldwide Creating Activity, destinada a inspirar uma nova geração de criadores.

Os novos produtos deverão chegar em breve ao mercado europeu, com datas de disponibilidade a serem confirmadas no lançamento de setembro. Entretanto, os consumidores já se podem inscrever aqui para garantir um cupão de 50€ aplicável à nova série Watch GT 6.

Damaiense já tem treinador, falta saber onde vai jogar

O Damaiense oficializou a contratação de Kristján Gudmundsson para a sua equipa feminina.

O técnico islandês, de 60 anos, assinou por duas épocas.

No entanto, ainda não é certo onde o clube vai jogar. A FPF ainda não confirmou a presença na primeira divisão do futebol feminino.

De recordar que o clube mudou a sua sede para o Algarve.

Universidades esperam aumento de candidatos na 2.ª fase

O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas admitiu este domingo que o número de candidatos na 2.ª fase do ensino superior poderá ser mais elevado do que em anos anteriores.

Em declarações à Lusa, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, Paulo Jorge Ferreira, explicou que “os calendários de exames do 12.º ano e de inscrição no Concurso Nacional de Acesso podem ter dado azo a que haja agora numa segunda fase um peso bastante maior do que aquilo que havia nos anos anteriores”.

De acordo com os dados conhecidos este domingo, ficaram colocados 43.899 estudantes na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, o que corresponde a uma diminuição de 12,1% em relação ao ano passado.

Para o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ainda é cedo para avaliar o impacto desta diminuição, uma vez que ainda vão decorrer mais duas fases de acesso que poderão ter mais candidatos. Ainda assim, Paulo Jorge Ferreira indicou que é preciso olhar para o novo modelo que coloca mais peso nos exames nacionais e para “a situação no secundário este ano e o que ela tem de diferente face a anos anteriores”.

Veja se entrou: 90% dos estudantes colocados na 1.ª fase do ensino superior

Uma das dificuldades que tem sido apontada está relacionada com a habitação, com os preços a aumentar ao longo dos últimos anos, mas o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas considerou que é necessário esperar pelas fases seguintes e pelas matrículas.

“Se eu for colocado numa instituição, mas devido aos problemas de alojamento, por não conseguir encontrar quarto, o que faço é não me matricular, ou não me matricular logo“, explicou Paulo Jorge Ferreira. “Esperaria agora para ver quantos destes colocados concretizam as matrículas”, acrescentou.

Entre as matrículas, as próximas fases do concurso e as questões relacionadas com a habitação, Pedro Jorge Ferreira sublinhou que “tudo isto terá de ser estudado para encontrar uma explicação”.

Este ano houve menos nove mil candidatos ao ensino superior, não chegando aos 50 mil, e as previsões de haver menos alunos a entrar no ensino superior confirmaram-se: Na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior ficaram colocados 43.899 estudantes, o que corresponde a uma diminuição de 12,1% em relação ao ano passado.

Por outro lado, aumentou a percentagem de candidatos que conseguiu uma vaga, atingindo-se o valor mais alto de sempre de 90,1% de colocados, mais quatro pontos percentuais do que em 2024.

Morreu o maestro José Luís Borges Coelho aos 85 anos

O maestro José Luís Borges Coelho, que se destacou não só no mundo da música, mas também na vida académica e na partidária, morreu este domingo aos 85 anos, informou o PCP, partido de que era militante.

Em comunicado, o Partido Comunista manifesta “profundo pesar pelo falecimento de José Luís Borges Coelho, figura incontornável na cultura da região e do país” e “um exemplo de humanismo, empenho cívico e generosidade”.

“Na vida partidária, académica ou cívica, José Luís Borges Coelho destacou-se sempre pela sua dimensão humana, pelo empenho cívico, pela militância partidária e uma imensa generosidade que contagiava todos os que com ele conviviam. Com um profundo sentido de justiça social, é um obreiro de Abril, valores pelos quais foi um lutador incansável até ao fim da sua vida”, destaca o partido.

“Homem de verticalidade ímpar, pautou a sua vida pela dignificação da comunidade, sobretudo através das suas actividades académica, artística e política”, escreveu o músico Pedro Abrunhosa, numa nota de pesar no Facebook.

Nascido em Murça em 1940, licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e fez o Curso Superior de Canto do Conservatório de Música do Porto.

Desenvolveu um longo percurso como professor em diversas instituições, tendo sido presidente do Conselho Diretivo do Liceu Alexandre Herculano (Porto) e do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, assim como diretor pedagógico da Academia de Música de Viana do Castelo e da Cooperativa de Ensino Superior Artístico Árvore (Porto). Presidiu também ao Conselho Científico da ESMAE — Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto.

Foi fundador (1966), diretor artístico e maestro do Coral de Letras da Universidade do Porto (até 2023) e dirigiu também, entre outros, o Coro Misto Sacro de S. Tarcísio, o Orfeão do Porto, o Coro do Círculo Portuense de Ópera e o Ensemble Clepsidra.

Foi criador de músicas originais para teatro, para companhias como o Teatro Experimental do Porto e e Seiva Trupe, e para cinema, em diversos filmes de Manoel de Oliveira.

Foi membro dos Conselhos Gerais da Culturporto, da Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto, do Instituto Politécnico do Porto, do Conservatório de Música do Porto e da Cooperativa Árvore, integrou o Conselho de Administração da Sociedade Porto 2001 e da Fundação Casa da Música e foi sócio fundador do Sindicato dos Professores do Norte. Em 2020, renunciou à administração da Casa da Música, no Porto, quando era um dos representantes do Estado na instituição. Saiu em “desacordo solitário com o modo como tem vindo a ser conduzido o processo dos chamados ‘precários’”.

Foi distinguido com o Galardão de Mérito Associativo, pela Associação das Coletividades do Concelho do Porto, com a Medalha de Honra da Cidade do Porto e, em 2017, com o título Doutor Honoris Causa, pela Universidade do Porto.

Resistente antifascista e militante comunista, integrou a Direção da Organização Regional do Porto (DROP) e a Direção do Setor Intelectual do Porto do PCP. Fez parte de várias listas da APU e da CDU para a Assembleia da República e para as Autarquias Locais, tendo sido eleito na Assembleia Municipal de Murça (década de 80) e na Assembleia Municipal do Porto.

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