Fernando Pimenta fecha K1 5000 no sexto lugar

O canoísta Fernando Pimenta terminou a final do K1 5000m no sexto lugar do Mundial de Canoagem, que decorreu em Milão.

O atleta português tinha sido segundo nesta distância no Mundial anterior.

Pimenta esteve na luta pelo pódio até à última volta.

A vitória voltou a sorrir ao dinamarquês Mads Brandt Pedersen (em 20.53 minutos), que revalidou o título.

Portugal fecha o Mundial com três medalhas.

Israel ataca a capital do Iémen, em resposta aos houthis

Israel atacou, este domingo, a capital do Iémen, Sanaa, controlada pelos houthis, avança o canal de televisão associado aos rebeldes, Al Masirah.

O ataque terá tido como alvo a estação de serviço de uma empresa petrolífera e a central eléctrica de Hezyaz, no sul da capital iemenita, avança o mesmo canal de televisão. A Reuters cita relatos de alguns residentes que ouviram uma explosão perto da área onde se situa o complexo presidencial e várias bases com mísseis.

Os meios de comunicação israelitas escrevem que se trata de retaliação contra o ataque de sexta-feira perpetrado pelos houthis, apoiados pelo Irão, com um drone e um míssil balístico equipado com uma bomba de fragmentação – a primeira vez que o grupo terá usado este tipo de dispositivos, concluiu uma investigação do Exército israelita. As defesas israelitas não foram capazes de a interceptar por completo, ainda que, em teoria, tivessem capacidades para isso, indica uma investigação do Times of Israel, e causou danos ligeiros no pátio de uma casa em Ginaton.

Há pelo menos 22 meses que os rebeldes levam a cabo ataques contra Israel, usando mísseis e drones e atingindo navios no Mar Vermelho. Dizem que se trata de uma forma de solidariedade com os palestinianos de Gaza.

No domingo passado, as forças armadas israelitas levaram a cabo outro ataque, que atingiu a infra-estrutura energética no sul da capital iemenita – de acordo com os israelitas, foi atingida a central eléctrica de Hezyaz. Mais uma vez, tratou-se de retaliação pelos ataques perpetrados pelos houthis contra Israel, justificaram em comunicado.

Enfarte levou o ator Luís Lucas, fundador d’A Comuna e voz de “Conta-me Como Foi”

Figura do teatro e do audiovisual, “um dos maiores intérpretes da nossa cena artística” tinha 73 anos. Tinha uma carreira com mais de meio século. O ator Luís Lucas, uma das vozes e presenças mais reconhecíveis portuguesas, morreu este domingo, aos 73 anos, vítima de um enfarte, segundo o Público. Nascido em Lisboa a 16 de junho de 1952, construiu ao longo de mais de quatro décadas uma carreira sólida e versátil, distinguindo-se tanto no teatro como no cinema e na televisão. Foi um dos fundadores do grupo teatral A Comuna, criado ainda antes do 25 de Abril, e passou

Chegou a cheirar a pódio, mas os últimos metros estragaram tudo: Fernando Pimenta em 6.º no K1 5.000 metros

Depois do bronze em K1 1.000 metros e do quarto lugar em K1 500 metros, Fernando Pimenta apostou tudo no K1 5.000 metros, mas não conseguiu retirar consequências: o canoísta português não foi além do sexto lugar na final da distância este domingo, nos Mundiais que estão a decorrer em Milão, e não acrescentou mais um pódio à prestação portuguesa na competição.

Numa prova onde até começou bem, mas perdeu terreno ainda na primeira volta, Fernando Pimenta demorou a impor o próprio ritmo e teve sempre dificuldades visíveis, permitindo uma desvantagem para o grupo da frente que não foi fácil de recuperar. O canoísta português soube aproximar-se novamente já na ponta final, chegando a remar durante muito tempo no terceiro lugar, mas desapareceu das imagens televisivas na última volta e não foi além do sexto lugar depois de praticamente abdicar do derradeiro sprint. O dinamarquês Mads Pedersen venceu, o sul-africano Hamish Lovemore ficou na segunda posição e o húngaro Ádám Varga encerrou o pódio.

A segunda final não trouxe medalha: Fernando Pimenta termina K1 500 dos Mundiais no quarto lugar

Também este domingo e depois do quarto lugar nos 500 metros, onde há dois anos tinha sido medalha de bronze nos Mundiais, Fernando Pimenta mostrou-se algo frustrado com o facto de ter ficado fora do pódio. “Dei tudo o que tinha e mais alguma coisa. Ficou mais do que 100% dentro de água. Infelizmente, esses 100% hoje não foram o suficiente para conseguir bater os meus três adversários que ficaram à minha frente. É um quarto lugar, aquele que ninguém quer, ficar à porta das medalhas…”, começou por dizer.

“Mas é assim, é o desporto. Estou de consciência tranquila, porque dei o meu melhor numa distância que não é a minha especialidade. Não consegui ser mais rápido do que os três adversários que foram à minha frente”, acrescentou, antecipando desde logo a final de K1 5.000 que decorreu horas depois. “É uma prova que tem de ser muito bem gerida, há especialistas que vieram única e simplesmente para fazer esta regata. A parte mais complicada para mim é gerir as portagens, que me tiram da zona de conforto, mas vou tentar dar o meu melhor por um bom resultado”, terminou o português, que em 2023 tinha sido medalha de prata nesta distância.

Para além da medalha de bronze de Fernando Pimenta, Portugal já leva outros dois pódios nos Mundiais de canoagem de Milão: João Ribeiro, Messias Baptista, Gustavo Gonçalves e Pedro Casinha ficaram com o ouro em K4 500 metros, enquanto que os mesmos João Ribeiro e Messias Baptista foram de prata em K2 500 metros.

EUA impediram Ucrânia de alvejar Rússia com mísseis de longo alcance

O Pentágono impediu secretamente a Ucrânia de utilizar sistemas de mísseis tácticos ATACMS do Exército dos EUA para atingir alvos dentro da Rússia, limitando a capacidade de Kiev de empregar estas armas na sua defesa contra a invasão de Moscovo, informou o jornal norte-americano Wall Street Journal (WSJ) neste sábado, citando responsáveis norte-americanos.

A decisão abrangeu também os mísseis britânicos Storm Shadow, cujo uso depende de informação prestada pelos americanos.

A autorização tinha sido dada previamente por Biden, a menos de dois meses da tomada de posse de Donald Trump, em janeiro.

Resultados diplomáticos aquém do esperado

A notícia surge numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, se mostra cada vez mais frustrado publicamente com a guerra de três anos e com a sua incapacidade de assegurar um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia.

Ucrânia: Estados Unidos confiam em negociações com Rússia para paz duradoura

Depois da cimeira com o Presidente russo, Vladimir Putin, e de um encontro subsequente com os líderes europeus e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, não terem produzido progressos notáveis, Trump afirmou na sexta-feira que estava novamente a considerar impor sanções económicas à Rússia ou, em alternativa, abandonar o processo de paz.

“Vou tomar uma decisão sobre o que faremos, e será uma decisão muito importante, que pode incluir sanções maciças ou tarifas maciças, ou ambas, ou não faremos nada e diremos que a luta é vossa”, disse Trump.

Trump esperava organizar um encontro bilateral entre Putin e Zelenskiy, mas isso também se revelou difícil. O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, disse à NBC na sexta-feira que não estava preparada uma agenda prévia que tornasse possível uma reunião com Zelenskiy.

Rússia acusa países ocidentais de tentarem impedir negociações de paz com Ucrânia

“Putin está pronto para se reunir com Zelenskiy quando a agenda estiver pronta. E essa agenda não está pronta”, disse Lavrov à NBC, confirmando que não estava prevista nenhuma reunião para já.

Palavra final de Hegseth

Ao mesmo tempo que a Casa Branca tentava persuadir Putin a participar nas conversações de paz, um processo de aprovação implementado no Pentágono impediu a Ucrânia de lançar ataques em território russo, garante o Wall Street Journal.

O secretário da Defesa, Pete Hegseth, tem a palavra final sobre o uso de armas de longo alcance, afirma ainda o WSJ.

Nem o gabinete presidencial da Ucrânia nem o Ministério da Defesa responderam imediatamente ao pedido de comentário da Reuters sobre o assunto. A Casa Branca e o Pentágono também não responderam imediatamente aos pedidos de esclarecimento.

Cinco mortos em despiste no Algarve

Um veículo despistou-se na EN 266, entre Portimão e Monchique, no distrito de Faro, provocando a morte aos cinco ocupantes. A notícia foi avançada pela SIC e já confirmada pela Renascença.

O veículo terá capotado, deflagrando em chamas, e as vítimas foram encontradas carbonizadas no interior da viatura.

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O fogo terá alastrado a zona de mato contígua, mas já foi controlado.

O trânsito encontra-se interrompido nos dois sentidos.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o alerta foi dado às 12h46. Para o local foram mobilizados 23 operacionais e 12 viaturas para responder ao acidente, bem como 38 operacionais e 10 viaturas para combater o incêndio.

Papa pede paz em Cabo Delgado e escreve a Zelensky. Veja o vídeo

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Médico estaria doente: foi despedido, destruiu a casa – mas o diagnóstico estava errado

“Os meus médicos diagnosticaram-me mal, e isso custou-me tudo. Levei anos a recuperar a minha vida”. O relato de Scott – que é médico. “Fui despedido do meu emprego por causa do meu comportamento errático, destruí a minha casa e comecei a dormir na minha carrinha de caixa aberta, convencido de que todos à minha volta eram espiões”. Scott Standage é médico. Ao longo dos anos, foi-se sentindo cada vez mais sonolento e com a cabeça confusa durante o dia; fadiga profunda e constante, nem o café aliviava. À hora do almoço, não comia – dormia. Adormecia (ou quase) até

Rui Reininho: “Tenho ternura pelos nepaleses que vivem em Portugal porque vi muita pobreza no Nepal. Mulheres a reconstruir o país com sacos de pedras”

Blitz Posto Emissor

Podcast

Na pausa de agosto do Posto Emissor, recordamos algumas das edições mais ouvidas do podcast da BLITZ ao longo do ano. Convidado em fevereiro, quando completou 70 anos de vida, Rui Reininho recordou aventuras musicais nos GNR, mas também percorreu memórias que começaram na infância no Porto. Vale a pena ouvir

A 28 de fevereiro último, dia em que completou 70 anos, Rui Reininho foi o convidado de luxo do Posto Emissor, uma edição que agora recordamos no momento de pausa estival do podcast da BLITZ. O artista lembrou a infância no Porto, nomeadamente a relação que mantinha com a família mais próxima e a reação dos pais às suas maiores extravagâncias, nomeadamente no momento de afirmar uma identidade visual (ouça no reprodutor acima, a partir dos 25 minutos e 19 segundos).

Esta foi uma das edições do Posto Emissor mais ouvidas de 2025: recordamo-la agora que chegamos à pausa de agosto do podcast da BLITZ.

Trump queria um acordo de paz rápido para a Ucrânia, agora está frustrado

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu a entender que, por agora, irá afastar-se dos esforços para alcançar um acordo de paz na Ucrânia, expressando frustração com o aumento das baixas e com o fracasso das duas partes em se aproximarem de um entendimento.

“Não estou satisfeito com nada em relação a essa guerra. Nada. Nada satisfeito”, disse Trump a jornalistas na Sala Oval, na sexta-feira.

Acrescentou que tomaria uma decisão importante sobre o futuro do conflito “daqui a duas semanas” — uma expressão que usa frequentemente não para indicar um prazo preciso, mas para sinalizar que pretende adiar uma decisão. Após esse período, afirmou: “Saberemos para que lado vou, porque vou seguir um caminho ou outro.”

As declarações representaram uma mudança significativa num Presidente que, nas últimas semanas, tinha demonstrado grande confiança na sua capacidade de obter garantias de segurança para a Ucrânia e de promover rapidamente um encontro entre os líderes em guerra, o Presidente russo, Vladimir Putin, e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Ao longo desta semana, Trump passou de vangloriar-se de que conseguiria pôr fim rapidamente à guerra para manifestar cepticismo quanto à possibilidade de sequer reunir os líderes para uma conversa presencial.

Trump investiu tempo e energia significativos nos esforços para pôr fim ao conflito, incluindo uma cimeira no Alasca com Putin há pouco mais de uma semana, seguida de encontros com Zelensky e líderes europeus na Casa Branca, na segunda-feira.

Apesar de todo o cerimonial diplomático, pouco progresso foi registado: Moscovo resiste a qualquer proposta de cessar os ataques à Ucrânia ou de aceitar algo aquém dos seus objectivos máximos para a guerra. Analistas externos sugerem que a Casa Branca interpretou mal as intenções de Putin e poderá ter sido influenciada por ilusões.

Por agora, Trump disse que dará tempo a Putin para decidir se aceita reunir-se com Zelensky, tal como o Presidente ucraniano pediu.

A Casa Branca afirmou esta semana que Trump tinha assegurado o compromisso de Putin em participar nesse encontro. Contudo, responsáveis do Kremlin minimizaram repetidamente a probabilidade de o Presidente russo aceitar, já que reunir-se directamente com Zelensky implicaria reconhecer-lhe a legitimidade como líder de uma nação independente — algo que o Kremlin recusa.

Se não houver reunião, “vou ver de quem é a culpa”, declarou Trump que à referência aos constantes ataques russos contra a Ucrânia esta semana, insistiu que há “dois actores envolvidos”.

O Presidente dos EUA voltou a deixar em aberto a possibilidade de aplicar sanções económicas contra a Rússia ou de deixar a Ucrânia enfrentar sozinha o conflito.

“Vai ser uma decisão muito importante”, disse. “E essa é se avançamos com sanções massivas ou taxas aduaneiras massivas, ou ambas, ou se não fazemos nada e dizemos: ‘É a vossa luta’.”

Trump tinha ameaçado impor fortes sanções secundárias a países que compram petróleo russo, bem como novas sanções contra Moscovo, caso Putin não aceitasse um cessar-fogo na Ucrânia. Mas acabou por abandonar tanto o prazo como a exigência de cessar-fogo antes da cimeira do Alasca. Impôs, no entanto, tarifas à Índia devido às suas compras de petróleo russo.

Garantias de segurança

A frustração de Trump com a ausência de progresso rápido surge no momento em que comandantes militares e diplomatas de países europeus se dedicam ao trabalho minucioso de transformar em compromissos concretos de soldados e equipamento as garantias de segurança prometidas à Ucrânia.

As autoridades russas rejeitaram a hipótese de presença de tropas da NATO no terreno na Ucrânia — uma garantia que Trump propôs após a sua reunião de segunda-feira com líderes europeus. Contudo, responsáveis europeus continuam a reunir-se entre si e com homólogos ucranianos para definir em que poderiam consistir essas garantias.

Como parte desse esforço, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, encontrou-se na sexta-feira em Kiev com Zelensky e outros dirigentes ucranianos.

Trump mostrou sentimentos contraditórios em relação a Putin, a quem há muito tenta cultivar como aliado. Exibiu uma fotografia sua ao lado do Presidente russo em Anchorage, que disse ter-lhe sido enviada por Putin. Sugeriu até que era possível o líder russo — acusado de crimes de guerra pelo Tribunal Penal Internacional, cuja jurisdição os EUA não reconhecem — assistir ao Mundial de Futebol de 2026, que será organizado pelos Estados Unidos, Canadá e México.

“Pensei que era uma boa foto dele e razoável de mim”, comentou Trump, pegando na fotografia em cima da Resolute Desk. “Foi simpático da parte dele enviá-la.”

Porém, também afirmou ter dito a Putin que “não estava satisfeito” com um ataque russo na Ucrânia que atingiu uma fábrica americana. O ataque envolveu quase 600 drones e 40 mísseis; Zelensky disse que foi a prova de que a Rússia não tem interesse na paz.

“Vamos ver o que acontece. Digo que, nas próximas duas semanas, vamos descobrir em que direcção isto vai. E eu devo estar muito satisfeito”, acrescentou Trump, que se absteve de demonstrar apoio a Zelensky, afirmando que “são precisos dois para dançar o tango”.

Trump admitiu frustração por a guerra na Ucrânia se revelar mais difícil de resolver do que outros conflitos. Esta semana começou a gabar-se de ter resolvido sete conflitos mundiais, mais um do que afirmara na semana passada. Na sexta-feira, elevou o número para dez — incluindo três “pré-guerras” não identificadas.

“Pensei que este estaria a meio da tabela em termos de dificuldade”, lamentou.

Exclusivo PÚBLICO/The Washington Post

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