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Associação Ao Norte lamenta escassa oferta de cinema no distrito de Viana do Castelo

O programador Carlos Eduardo Viana, da associação cultural Ao Norte, lamentou esta segunda-feira que Viana do Castelo não tenha uma oferta de cinema “que se adeque a uma capital de distrito” e pediu a intervenção do poder autárquico.

“Uma capital de distrito sem oferta de cinema é terrível, do ponto de vista cultural”, disse Carlos Eduardo Viana à agência Lusa, sobre a possibilidade de encerramento das quatro salas de cinema do Estação Viana Shopping, naquela cidade, uma vez que foi autorizada a desafetação pedida pelos proprietários do centro comercial.

Se o encerramento for por diante, a cidade de Viana do Castelo só terá exibição regular de cinema no Cinema Verde Viana, onde a associação Ao Norte só consegue programar uma vez por semana.

“Temos sessões de cinema de autor todas as segundas-feiras e para além disso não conseguimos programar, porque partilhamos esse espaço, que alugamos, com uma igreja evangélica. Portanto, Viana do Castelo, se perdesse aquelas salas, ficaria confinada a uma programação uma vez por semana, o que, calcula, é muito pouco”, sublinhou Carlos Eduardo Viana.

A administração do Estação Viana Shopping pediu, em maio, a desafetação das quatro salas de cinema do centro comercial, mas, “de momento”, o complexo, que é explorado pela exibidora Cineplace, continuará a funcionar.

Questionada pela Lusa, a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) explicou que o pedido de desafetação foi justificado pelo facto de “as salas de exibição cinematográfica não terem, atualmente, espectadores em número suficiente que justifiquem o seu funcionamento”.

O operador dos cinemas, a empresa Cineplace, questionada pela Lusa na sequência da informação da IGAC, disse que o encerramento dos cinemas “não tem qualquer fundamento”, estando até a “desenvolver planos para investir na modernização do cinema de Viana do Castelo”.

Já fonte oficial da Sonae Sierra, que gere o centro comercial que pediu a desafetação das salas, referiu que “de momento, no que respeita aos cinemas estes mantêm a sua operação habitual, sem qualquer alteração”, mas admitiu que “está em constante análise de diferentes oportunidades dentro da gestão do seu ativo”.

Perante a possibilidade de fecho daquelas salas, o presidente da Câmara de Viana do Castelo, o socialista Luís Nobre, já pediu mais esclarecimentos à administração da Sonae Sierra.

“O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo considera que esta é uma atividade cultural de importante interesse e relevo para o concelho e para a região e, a verificar-se esta desafetação, é fundamental assegurar que esta não assuma, naquele local, outros fins que não os de cinema“, refere uma nota enviada às redações.

Carlos Eduardo Viana, da direção da associação Ao Norte, que trabalha desde 1994 na divulgação de cinema e formação de públicos, considera que “a própria autarquia deve intervir e tentar remediar esta situação o mais rapidamente possível”.

“A falta de espaços é uma situação que nós acompanhamos há anos e estamos permanentemente a chamar a atenção para este facto, mas como tem existido essa oferta no shopping, as coisas têm-se passado. […] Os poucos auditórios que existem são vocacionados para assembleias, conferências, mas não para a exibição de cinema”.

No entanto, Carlos Eduardo Viana mencionou um projeto de recuperação de um auditório no centro de congressos de Viana do Castelo, pertencente à autarquia, no qual gostaria que existisse programação do cineclube.

“Temos acompanhado os trabalhos dos arquitetos que estão a fazer o levantamento dos espaços, de recuperação do edifício e a nossa expectativa é que, não sei daqui a quanto tempo, possa culminar com as projeções de cinema naquele auditório”, disse.

A associação Ao Norte organiza anualmente os Encontros de Cinema de Viana, o Festival Internacional de Documentário de Melgaço e o Montaria — Documentário e Património, realiza oficinas de fotografia, ações de formação, entre outras atividades e, por isso, acredita que há público para as salas de cinema no concelho e no distrito.

“Temos uma média de 60 espectadores por semana, para Viana do Castelo acho que é um ótimo número”, disse Carlos Eduardo Viana, sublinhando ainda o trabalho de formação de públicos, nomeadamente junto dos estudantes, do primeiro ciclo ao ensino superior, e que “está a dar os seus frutos”.

Além do Estação Viana Shopping e do Cinema Verde Viana, em todo o distrito de Viana do Castelo há outras três estruturas com dados de bilheteira transmitidos ao Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA): o Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, o Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, em Caminha, e o Cineteatro João Verde, em Monção.

Segundo o ICA, o conjunto destas salas de cinema no distrito de Viana do Castelo contabilizaram 89.006 espectadores em 2024.

Veja a chave desta segunda-feira do EuroDreams

A chave do sorteio do EuroDreams desta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, é composta pelos números 5 – 6 – 19 – 32 – 35 – 37 e pelo Número de Sonho 1.

Em jogo no primeiro prémio do EuroDreams estão 20 mil euros por mês, durante 30 anos. O segundo prémio vale dois mil euros, durante cinco anos.

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Os sorteios realizam-se duas vezes por semana, à segunda-feira e à quinta-feira.

Os prémios atribuídos de valor superior a cinco mil euros estão sujeitos a imposto do selo, à taxa legal de 20%, nos termos da legislação em vigor.

A chave do EuroDreams constante neste artigo não dispensa a consulta do site do Departamento de Jogos da Santa Casa.

Como mudar um pneu sem correr riscos

O pneu sobressalente foi durante muito tempo um requisito para qualquer automóvel. O controlo do peso do conjunto para reduzir consumos e emissões, porém, fez com que a roda extra fosse substituída por kits de reparação de pneus, o que, em teoria, pode parecer uma boa ideia. Mas só se o furo for pequenino. Rasgões maiores não resolverá e, no fim, acaba-se sempre com um pneu no contentor do lixo, que, se não fosse a utilização do kit, teria reparação — e, na maioria dos casos, muito barata.

Por essas razões, o pneu sobressalente, que surge muitas vezes entre a lista dos opcionais pagos à parte, é um extra a ter em conta. Mas, claro, não é por o pneu lá estar que se tem a situação resolvida. E, em determinadas situações, como no caso de o furo acontecer numa auto-estrada, o melhor é mesmo accionar a assistência em viagem e não correr riscos.

Mas, se houver condições de segurança, é fácil substituir um pneu furado, mesmo que as porcas pareçam impossíveis de retirar ou o macaco inspire pouca confiança. Acredite: ele é adequado a cada automóvel e não há motivos para receios.

Ainda assim, por vezes, é possível prevenir: antes de seguir viagem, confirme a pressão dos quatro pneus, certificando-se de que é a adequada ao peso que transporta. Nota importante: prefira fazer esta verificação com o carro frio; se não houver alternativa, e tiver de fazê-lo depois de os pneus terem rolado bastante e aquecido, a pressão deverá incluir mais 0,3 bar (4,35 PSI). Nesta altura, verifique também a pressão do pneu sobressalente.

Confirme ainda que tipo de ferramentas tem. Muitos automóveis trazem apenas um macaco e uma chave universal, o que se pode revelar insuficiente. É de ponderar adquirir e ter sempre à mão uma lanterna, um martelo de borracha para libertar porcas apertadas e/ou uma chave de cruzeta. Para maior conforto, é de equacionar ter umas luvas e um tapete onde se possa ajoelhar.

O pneu furou. E agora?

Mesmo com todos os cuidados, um furo pode estar sempre ao virar de uma curva. Um indicador é sentir a direcção a fugir. Se se der o caso, tente parar o mais depressa possível, de forma a não danificar a jante, mas em local com boa visibilidade: evite fazê-lo numa curva e tente afastar o automóvel o mais possível do asfalto para não ser colhido por outra viatura. Prefira um piso plano.

Se encontrou o local ideal, trave o carro e desligue-o, sem se esquecer de vestir o colete reflector antes de abandonar a viatura. Accione os quatro piscas e não se esqueça de posicionar o triângulo em sítio bem visível.

Retire o pneu sobressalente e coloque-o deitado, sob o carro, perto do ponto por onde irá levantá-lo — dessa forma, se houve algum problema com o macaco, o pneu ajudará a manter a operação segura.

Muitas viaturas têm um encaixe para colocação correcta do macaco. Use esse ponto para posicionar o macaco, mas não levante ainda o carro. Primeiro, solte as porcas, que, por vezes, estão demasiado apertadas: usar o pé para dar o primeiro jeito, recorrendo ao peso do corpo, pode ser uma boa ajuda.

Depois das porcas desapertadas, levante o carro até a roda estar totalmente no ar. Retire as porcas e a roda, colocando o pneu sobressalente no mesmo local. Comece a apertar as porcas manualmente num padrão em cruz. Baixe o carro até as rodas tocarem no chão e só então use a chave para dar o apertão final.

Tenha em atenção que o pneu sobressalente pode não ser exactamente igual aos restantes. Se se tratar do chamado pneu de emergência, apenas poderá circular a uma velocidade máxima de 80 km/h.

​Neonazi muda de género para cumprir pena em prisão feminina

Sven Liebich agora é Marla-Svenja Liebich. Um conhecido líder neonazi alemão assumiu-se como mulher para cumprir pena de prisão numa ala feminina.

Em julho de 2023, quando ainda se identificava como homem, Liebich foi condenado a ano e meio de prisão efetiva por crimes de extremismo, como incitamento ao ódio étnico, difamação e injúria.

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Liebich, que fazia parte do grupo neonazi Sangue e Honra, deverá começar a cumprir pena nos próximos dias no estabelecimento prisional de Chemnitz, no estado da Saxónia.

Após ser condenado, o militante neonazi mudou de género e de nome, para Marla-Svenja Liebich, ao assinar uma simples declaração ao abrigo da Lei de Autodeterminação.

A legislação entrou em vigor em novembro de 2024. Ao abrigo do acordo para o novo governo, deverá ser revista até 31 de julho do próximo ano.

Até lá, a neonazi Marla-Svenja Liebich, de 53 anos, deverá começar a cumprir a pena na ala feminina.

No entanto, uma fonte do Ministério Público da Saxónia disse a um jornal que poderão ser requeridos relatórios psicológicos e médicos adicionais, em casos onde haja suspeita de aproveitamento abusivo da declaração de autodeterminação de género para influenciar as condições prisionais.

Antes de se identificar como mulher, Marla-Svenja Liebich criticava a “ideologia de género” e chamava “parasitas” aos participantes em desfiles LGBTQI+.

Portugal entra a golear no Europeu Sub19

A seleção portuguesa iniciou com uma goleada (11-0 no jogo com a França), a sua participação no Campeonato da Europa sub-19 de hóquei em patins.

O jogo contou para o Grupo A da competição, que reúne as quatro seleções mais fortes, e que tem agendada para ainda o Itália-Espanha.

Para o Grupo B, só com três seleções, a Suíça ganhou à Inglaterra por 6-3, folgando a Alemanha.

Quem vencer o Grupo A segue diretamente para as meias-finais, e fica com um dia de repouso no torneio, enquanto as restantes se vão cruzar, nos quartos de final, com as seleções do Grupo B.

No PalaBarsacchi de Viareggio os lusos, que procuram o terceiro título consecutivo, foram amplamente superiores e a história do jogo resume-se ao acumular dos golos, com 4-0 ao intervalo.

Rodrigo Preciso, com quatro golos e três assistências, foi o destaque individual da seleção portuguesa, enquanto o capitão Tomás Santos contribuiu com três golos.

Marcaram ainda por Portugal Afonso Ribeiro, com dois golos, e Guilherme Caetano e Santiago Honório, com um golo cada.

Portugal volta a jogar na terça-feira, pelas 17h45, defrontando a Espanha.

PSD viabiliza comissão técnica sobre incêndios mas não de inquérito

Com os incêndios ainda em curso no país, o PSD já respondeu às iniciativas da oposição: viabiliza uma comissão técnica independente (CTI), como é vontade do PS, mas não acompanha uma comissão parlamentar de inquérito (CPI), sobretudo nos moldes propostos pelo Chega. Foi o secretário-geral e líder parlamentar, Hugo Soares, quem o afirmou na abertura da Universidade de Verão dos sociais-democratas, em Castelo de Vide.

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Hugo Soares rejeita CPI “despropositada” e pede aos alunos da UV que não sejam como Ventura

A resposta é: não. Hugo Soares considera “despropositada” a criação de uma comissão parlamentar de inquérito aos “Negócios dos Incêndios Rurais” proposta pelo Chega, acusando André Ventura de se querer substituir as entidades judiciais. Na abertura da Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, o secretário-geral do PSD considera positiva, no entanto, a proposta do PS de criar uma comissão técnica independente para avaliar as falhas. No fim da intervenção, além de acusar o líder do Chega de se aproveitar do sofrimento das vítimas dos incêndios, Hugo Soares fez um pedido aos jovens alunos: “Não sejam políticos como este”.

O secretário-geral do PSD deixa duas questões a André Ventura no ataque à CPI proposta pelo Chega: “Quem é que deve investigar a origem criminosa dos fogos? É a PJ? É MP? Ou os deputados da AR?. Outra pergunta: o debate sobre os incêndios deve ser um debate técnico, especializado, independente ou partidário onde os partidos que o defendem o Governo vão defender o Governo e a oposição ataca o Governo?”

Hugo Soares faz as perguntas e responde de seguida para dizer que “a quem compete e bem fazer o trabalho de investigação e detenção é às forças de segurança, não é aos deputados no Parlamento. E quem tem de analisar as falhas técnicas, são os técnicos”. Depois disso, naturalmente, conclui “é despropositada a Comissão de Inquérito como propõe o partido Chega.” E acrescenta: “Com um assunto que é sério, deve-se evitar fazer política partidária”. O Chega pode, no entanto, avançar potestativamente com a CPI se assim o entender.

Ao mesmo tempo, Hugo Soares diz ser um “bom caminho” a proposta do PS de criar uma Comissão Técnica Independente longe dos olhares mediáticos que possa aferir, por exemplo “sa estratégia de combate foi correta” ou “porque houve incêndios tão prolongados”. Não deixa, porém, de enviar farpas aos socialistas: “Somos dos que aceitamos e acatamos. Se desta vez a comissão técnica disser, como em 2017, que um político não deve ir a correr a um teatro de operações, é bom que o PS reconheça que foi ligeiro nas críticas que fez sobre a aparente ausência do primeiro-ministro nos incêndios.”

Elogiou ainda Luís Montenegro por não contribuir para o “show off” dos incêndios e acusou André Ventura de ter simulado que estava a apagar um fogo já extinto. Deixou, a esse propósito um conselho aos alunos: “Não sejam políticos desses, que fingem apagar fogos.”

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Cidade romana desapareceu há 2000 anos, mas ainda pode ser visitada no fundo do mar

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Aenaria: a fascinante história da cidade que desapareceu após uma erupção vulcânica. Submersa há quase 2000 anos, Aenaria esconde-se hoje em dia em pleno coração do Mediterrâneo, junto à ilha italiana de Ischia. A antiga cidade romana, que fica na baía de Cartaromana, entre o Castelo Aragonês e os rochedos de Sant’Anna, manteve-se preservada sob a areia e as pradarias de Posidonia oceanica, até ser redescoberta e integrada num projeto de arqueologia subaquática, em 2011. Fundada no século IV a.C., Aenaria foi uma próspera povoação romana que se destacou pelo seu porto, estaleiros e fundições, mas também por luxuosas villas

Repúblicas alertam para risco de despejo pela Universidade de Coimbra

As repúblicas Baco e Marias do Loureiro, casas de estudantes, alertaram esta segunda-feira para a possibilidade de despejo pela Universidade de Coimbra (UC) do edifício onde estão, sem garantia de alternativa.

Representantes das duas repúblicas estiveram esta segunda presentes na reunião da Câmara de Coimbra para alertar para a possibilidade de fim destas duas casas de estudantes, instaladas no mesmo edifício comprado pela Universidade de Coimbra nos anos 1990 na Alta da cidade, no largo São Salvador.

Intervindo na reunião do executivo, Violeta Campos, da República Baco, afirmou que há uma “situação de possível despejo”, depois de terem sido notificados pela UC da necessidade de saída face a problemas estruturais do edifício.

Segundo Violeta Campos, a UC terá dado um prazo “muito curto” para a desocupação do edifício, tendo sido feitas algumas reuniões, nas quais foram pedidos esclarecimentos, alternativa de alojamento e o plano de obras para o espaço.

“Até ao momento persistem incertezas e não nos foi apresentada nenhuma solução concreta que permita garantir a continuidade destas casas, seja no mesmo edifício ou noutro”, notou a residente da República Baco, que tem mais de 90 anos de existência e considerada a segunda mais antiga de Coimbra.

Violeta Campos defendeu ser assegurada uma alternativa de alojamento e participação no projeto de requalificação, apelando ao município para ter um papel na garantia de alojamento temporária ou apoio na compra de outro espaço.

“Um apelo à Câmara de Coimbra que defendam estas casas, que se una a esta luta para garantir que a sua continuidade é assegurada”, reforçou Iuri Lopes, da República Marias do Loureiro.

O presidente da Câmara de Coimbra, José Manuel Silva, salientou que o município tem tido um “inequívoco posicionamento em favor das repúblicas”.

Neste caso, sendo um edifício da UC, o autarca salientou que não tem “nenhuma dúvida” de que a Universidade “estará interessada em resolver esta questão em diálogo”.

“Acredito que as coisas se possam desenvolver em sentido positivo”, disse, salientando que nesta mesma reunião do executivo foi discutido o apoio a uma república estudantil para compra do seu imóvel.

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