Antigo crocodilo hipercarnívoro comia “dinossaurinhos” ao pequeno-almoço

Um fóssil descoberto na Patagónia revelou um réptil do final do Cretáceo, antigo parente dos crocodilos, com 3,5 metros de comprimento. Tinha os dentes grandes e serrilhados, cuja sua vida era destroçar dinossauros. O Kostensuchus atrox viveu há cerca de 70 milhões de anos; e era provavelmente um predador tão formidável que os arqueólogos afirma que comia dinossauros ao pequeno-almoço. “Os seus grandes dentes tinham bordos serrilhados como facas de carne, o que é um forte sinal de que este animal podia rasgar músculos e ossos, provavelmente caçando dinossauros de tamanho pequeno a médio ou outras presas grandes”, disse, à

Ataque da Rússia em Zaporizhzhia mata pelo menos uma pessoa

A Rússia lançou este sábado um ataque abrangente à Ucrânia que matou uma pessoa, feriu pelo menos outras 24 e danificou infraestruturas e prédios residenciais. 25 mil pessoas ficaram sem energia.

Três crianças estão entre os 24 feridos na cidade de Zaporizhzhia, no sudeste do país, disse o governador regional Ivan Fedorov.

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O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy relatou impactos em 14 regiões pelo ataque, que utilizou mais de 500 drones e 45 mísseis.

Os esforços diplomáticos para pôr fim à invasão em larga escala da Rússia até agora deram pouco resultado, mesmo depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, se encontrar separadamente com os líderes russo e ucraniano no início deste mês.

Na sexta-feira, Zelensky mencionou o prazo autoimposto por Trump para decidir sobre novas medidas contra a Rússia caso o presidente Vladimir Putin não se comprometa a ter uma reunião individual com o líder ucraniano. “Será na segunda-feira que faz duas semanas. E vamos lembrar todos”.

A Rússia disse que não há agenda para uma possível cimeira entre Putin e Zelensky.

“Está absolutamente claro que Moscovo usou o tempo destinado à preparação de uma reunião de líderes para organizar novos ataques massivos”, disse Zelensky este sábado, pedindo sanções aos setores bancário e energético russos.

A Força Aérea registou cinco ataques de mísseis e 24 drones em 7 locais, e queda de destroços em 21 locais, de acordo com o comunicado no Telegram.

O ataque a Zaporizhzhia cortou o fornecimento de energia a 25.000 moradores, disse Fedorov. A central de energia local informou que o ataque danificou os equipamentos, e que as reparações estavam em andamento.

No início do sábado, a gestora estatal da rede ferroviária ucraniana, a Ukrzaliznytsia, informou ter reparado os danos à ferrovia na região de Kiev.

PS votará contra OE caso sejam incluídas alterações no Trabalho, Saúde e Segurança Social

José Luís Carneiro advertiu o Governo que o PS se irá opor a opções que sejam inscritas no próximo Orçamento que traduzam as alterações à legislação laboral, à Lei de Base da Saúde e que alterem a natureza da Segurança Social. “Estamos totalmente contra opções orçamentais que deem respaldo à legislação laboral que o Governo quer aprovar”, disse, esta sexta-feira, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro. O anteprojeto de reforma da legislação laboral, aprovado pelo Governo e apresentado a 24 de julho sob a designação “Trabalho XXI”, prevê a revisão de mais de 100 de artigos do Código de

CNE dá a Moedas 24 horas para tirar cartazes proibidos antes das eleições

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) notificou na sexta-feira Carlos Moedas para remover, em 24 horas, cartazes de publicidade institucional da Câmara Municipal de Lisboa. Este tipo de cartazes é proibido por lei a partir da marcação de eleições — as autárquicas de 2025 foram marcadas a 14 de julho.

Segundo o Diário de Notícias e o Observador, a CNE, ao analisar a queixa do PCP sobre os cartazes da autarquia, considerou que a Câmara de Lisboa violou a lei por levar a cabo “uma ação concertada de divulgação e promoção da atividade desenvolvida pela autarquia contendo elementos característicos de uma verdadeira campanha publicitária“.

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A notificação para a remoção dos cartazes acontece “sob pena de incorrer na prática do crime de desobediência”. O processo foi ainda remetido pela CNE para o Ministério Público, por ser uma “infração contraordenacional cometida por eleito local em exercício de funções”. A aplicação da coima fica à consideração do juiz da comarca.

Na queixa apresentada pelo PCP, o vereador João Ferreira acusou Moedas de saber que “está a violar” a lei, e afirmou que “a cidade está enxameada de propaganda institucional da Câmara Municipal de Lisboa”.

Em 2024, antes das eleições legislativas, a CNE decidiu de forma idêntica sobre cartazes da Câmara Municipal de Lisboa que destacavam a ação da autarquia, principalmente com medidas para a habitação. Moedas recorreu para o Tribunal Constitucional, que deu razão à CNE.

Ao Observador, a autarquia disse que já tinha pedido para retirar os cartazes “bem antes de qualquer deliberação da CNE”, sem especificar quando ou porquê.

De boas intenções está o inferno das insónias cheio: cinco mitos populares que só o pioram

Dormir bem melhora a saúde cardiovascular, a função imunitária, a saúde cerebral e o bem-estar emocional. Mas nem todos conseguem ter uma boa noite de sono, e a culpa é por vezes de algumas ideias comuns que estão erradas, não ajudam a afastar a insónia — e por vezes até prejudicam. Todos sabemos quanto nos sentimos melhor depois de uma boa noite de sono, e não é surpreendente que muitas pessoas queiram melhorar o seu sono. A chamada “higiene do sono” tornou-se uma estratégia popular. O termo refere-se aos hábitos e fatores ambientais que promovem um bom sono, como manter

WhatsApp recebe função que ajuda a reescrever mensagens

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A função “Writing Help” adicionada ao WhatsApp recorre ao Meta AI, para propor opções de resposta e conversa.

O WhatsApp começou a lançar uma nova funcionalidade para a sua aplicação chamada “Writing Help“, que como o nome sugere servirá de moleta na escrita de mensagens e conversas, através da reformulação, correção e ajuste das mensagens.

Este sistema que recorre à plataforma Meta AI, baseia-se em tecnologias de processamento privado da empresa, o que significa que nem o WhatsApp nem a própria Meta terão acesso ao conteúdo original das mensagens ou às sugestões geradas pela ferramenta. A empresa garante assim privacidade total, mesmo quando se recorre à assistência inteligente.Os utilizadores poderão optar por diferentes estilos de reformulação, de um tom profissional ao humorístico, passando por sugestões mais encorajadoras ou por simples paráfrases. A ideia passa por tornar as conversas mais dinâmicas e adaptáveis ao contexto e não apenas escrever mensagens de forma autónoma.

O WhatsApp procura assim reforçar a utilização da sua plataforma em detrimento de soluções externas, como o ChatGPT ou o Gemini, integrando diretamente ferramentas inteligentes na sua aplicação. No entanto, a adesão poderá variar, se em contextos profissionais ou informais a ajuda automática se revelar prática, em mensagens pessoais dirigidas a familiares ou amigos a funcionalidade pode soar artificial e perder naturalidade.

O acesso à função é feito através de um novo ícone em forma de lápis, visível durante a redação de mensagens. O seu lançamento já teve inicio para mensagens em inglês, limitado a alguns países, entre os quais os Estados Unidos. A expansão para outros idiomas, incluindo o português, está prevista apenas para o final de 2025.

IRS: o Governo está a “brincar com a estabilidade dos portugueses”

O PS acusa o Governo de fazer uma “manipulação grosseira” das tabelas de retenção do IRS e “brincar com a estabilidade dos portugueses”, colocando-lhes dinheiro no bolso antes das autárquicas, mas tirando-o depois. À semelhança do que aconteceu em 2024, em que o IRS também baixou a meio do ano, o Governo voltou, este ano, a ajustar as tabelas de retenção na fonte em agosto e setembro para compensar o imposto pago a mais nos primeiros meses do ano. No entanto, segundo especialistas, as novas tabelas de retenção do imposto vão, em regra, reduzir os reembolsos ou aumentar o valor

Sara Moreira pendurou as sapatilhas e trocou as pistas pela política

À primeira vista, a noite de 26 de Setembro de 2021 parecia um domingo como tantos outros. Sara Moreira estava em casa. O filho, então único, frequentava a escola primária, o que significava que no dia seguinte havia aulas. Cumpria-se a rotina normal. Precisava de se deitar cedo e descansar. Mas, para a atleta medalhada em grandes campeonatos internacionais, seria o início de uma viragem na sua vida.

A aparente normalidade chocava com a realidade que a envolvia. Meses antes, a dias de partir para Tóquio, onde iria competir nos quartos Jogos Olímpicos da carreira, o telefone tocou: do outro lado surgiu um convite inesperado. Alberto Costa, actual presidente da Câmara de Santo Tirso, preparava as listas do PS para as autárquicas e queria incluí-la como número sete entre nove elementos.

Concentrada na preparação olímpica, Sara Moreira respondeu afirmativamente sem pensar muito, com o compromisso de conversarem melhor depois dos Jogos, desconsiderando a possibilidade de aquele ser um lugar elegível. E, de facto, o cenário eleitoral habitual não lhe apontava grandes hipóteses. Nunca um partido tinha alcançado tal resultado em Santo Tirso.

Ora, na noite de 26 de Setembro, enquanto na sede de campanha se preparava a festa de uma vitória pela maior margem da história eleitoral do concelho, em sua casa reinava ainda a serenidade, apenas quebrada por um telefonema do pai, o seu grande confidente.

“Perguntou-me o que estava a fazer em casa”, recorda Sara Moreira em conversa com o PÚBLICO. “Expliquei-lhe que estava com o miúdo porque no dia seguinte tinha escola. Ele só disse: ‘Pega no rapaz e vai para a sede’.” Quando lá chegou, foi imediatamente abordada. “Há uma grande possibilidade de entrares”, informou-a um dos futuros colegas de vereação. E naquele instante, lembra, caiu-lhe tudo em cima. “Percebi logo que aquele momento iria mudar a minha vida por completo.”

A atleta que crescera a correr nas sinuosas estradas da freguesia de Roriz, concelho de Santo Tirso, sagrou-se campeã europeia dos 3000 metros em pista coberta (Gotemburgo, 2013) e da meia-maratona (Amesterdão, 2016). Mas aquela noite marcaria o início de um final de carreira inesperado.

Sara Moreira no campeonato europeu de atletismo em 2013
PAWEL KOPCZYNSKI

Apesar de o principal parque urbano do concelho ter o seu nome, Sara Moreira, de 39 anos, recebe o PÚBLICO no seu gabinete do pavilhão municipal, localizado no coração da cidade. O espaço, que divide com um dos técnicos da Divisão de Desporto da autarquia, está decorado com fotografias de algumas das principais competições realizadas ao longo dos anos e, ao fundo, um enorme quadro branco exibe a calendarização das iniciativas desportivas do município programadas para os meses seguintes.

A noção de tempo diluiu-se num carrossel de coincidências que se foram sucedendo e mudando o rumo que a atleta planeava meticulosamente para o final da carreira desportiva. Até porque, em 2021, quando foi eleita vereadora, não estava preparada para pendurar as sapatilhas. Tinha pensado numa despedida internacional nos Jogos de Paris, em 2024, o que a obrigava a uma preparação cuidada num ciclo olímpico encurtado pela pandemia, reduzido a apenas três anos.

Em entendimento com o presidente da câmara, assumiu o cargo na vereação a meio-tempo. Treinava de manhã ou ao fim da tarde e cumpria as tarefas no gabinete intercaladamente. Contudo, as lesões, os treinos condicionados e o menor tempo dedicado à prática desportiva (até ao repouso) foram deixando marcas no corpo de uma atleta com muitos quilómetros acumulados.

“Tive de fazer um trabalho mental para perceber que havia uma razão para que o meu corpo começasse a não ter o mesmo rendimento. Sabia que, na maior parte dos dias, não ia conseguir treinar como era habitual, que ia sair do gabinete cansada e não teria a mesma capacidade mental para treinar”, explicou. “Não sou uma máquina.”

Enquanto atleta no meio-fundo, a transição para a maratona tinha sido um passo natural. A estreia, com um terceiro lugar em Nova Iorque (2014), a mais mediática maratona do mundo, confirmada pelo quarto posto no ano seguinte, catapultou-a para um grupo restrito do atletismo nacional, figurando entre nomes como Rosa Mota.

A maratona, contudo, tem tanto de utópico como de cruel. Às desistências nos Jogos do Rio e de Tóquio juntou-se outra nos Europeus de Munique, em 2022, onde defendia o título conquistado em Amesterdão. No ano seguinte, quando ainda mantinha uma réstia de esperança de voltar ao grupo de elite, foi-lhe diagnosticada uma mononucleose infecciosa que a deixou parada durante seis meses. Ainda quis participar nos campeonatos nacionais de Braga, mas voltou a lesionar-se.

“Ao fim de uma semana sem calçar as sapatilhas, telefonei ao meu treinador e disse-lhe que estava na hora de terminar a carreira”, relembra. Com Paris já fora de alcance, desejava apenas encontrar forma atlética para se despedir em pista, nos seus termos. Nunca o chegou a fazer. Dois meses depois de regressar aos treinos, descobriu que estava grávida pela segunda vez.

“A minha carreira acabou assim, de uma forma bonita, mas sem aquela última prova”, confessa com emoção.

Trocar as pistas pelo gabinete

Hoje, com uma agenda preenchida também pelas tarefas da recém-maternidade, assume a tempo inteiro os pelouros do Desporto, Juventude e Voluntariado. Para quem caiu quase de pára-quedas num cargo de decisão política, o fundamental passou por “perceber como a máquina funciona”.

Conhecer os serviços, as divisões, as pessoas e cada uma das suas funções, tomar conhecimento dos processos em curso, decidir o que apoiar e o que não apoiar. Questionava-se: “E agora, o que faço?”, “O que é isto que estou a assinar?”, “Quais são os procedimentos?”. Tudo fazia parte de um processo que lhe trazia novidades todos os dias.

Quase parou de correr durante os primeiros meses no cargo. Ia buscar o filho à escola, trazia-o para o gabinete onde ficavam até tarde. “Achei que, se as pessoas me elegeram, era porque esperavam alguma coisa de mim. Não ficaria bem comigo mesma se não agarrasse esta oportunidade.”

Quem não estranhou a aventura pela política foram as colegas com quem partilhou as pistas durante duas décadas. Surpresa quanto ao momento, talvez, mas não pelo caminho escolhido. Sara Moreira já era reivindicativa enquanto atleta e questionava repetidamente certas decisões da federação.

De tal modo que não se ficou pela política autárquica. No final do ano passado, aceitou o convite de Domingos Castro para integrar a lista candidata às eleições da Federação Portuguesa de Atletismo, que acabou por vencer, assumindo o cargo de vice-presidente.

Defende que as políticas de apoio ao desporto em Portugal têm incentivos invertidos: espera-se primeiro que um atleta atinja determinado nível para então receber apoio, quando a forma mais correcta seria apostar cedo, com apoios a médio e longo prazo, como investimento de futuro e não apenas como carimbo do presente.

Não tem receio de usar o próprio percurso como exemplo. “Tive a felicidade de, ao entrar na faculdade, ter ficado com tempo para treinar, conseguir os mínimos para os Jogos de Pequim e integrar o programa olímpico que me permitiu ser profissional. Se isso não tivesse acontecido, perder-se-ia uma atleta que tinha talento comprovado. Acredito que há muitos miúdos com talento que se perdem pelo caminho, explica.

Agora, praticamente um ano depois de se ter despedido definitivamente da modalidade que moldou a sua vida desde os 9 anos, Sara Moreira olha para trás e reconhece claramente as coincidências que a conduziram aos actuais cargos que ocupa. Para um atleta de alta competição, perceber o momento certo de pendurar as sapatilhas é algo quase místico. Para Sara Moreira, por mais planos que tivesse, o destino tinha outras ideias.

IL realiza “rentrée” em Albufeira com Governo no foco das críticas

A Iniciativa Liberal realiza este sábado, em Albufeira, a “rentrée” política do partido, que contará com um discurso da líder, Mariana Leitão, centrado em críticas ao Governo sobre reformismo e liberdade de expressão.

A “rentrée” da IL, designada “A”gosto da Liberdade”, vai começar às 19h30 e contará com música ao vivo, jantar ao ar livre e, no final, um discurso da líder do partido, Mariana Leitão.

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Cada inscrição terá um custo de 25 euros e o valor total angariado pelo partido será, de acordo com a IL, revertido para as vítimas do incêndio de Arganil, que provocou a maior área ardida de sempre em Portugal.

De acordo com o partido, Mariana Leitão, eleita em julho, anunciará na “rentrée” as “prioridades do partido para o novo ano político” e procurará mostrar aos portugueses que “é possível um país diferente, com governação assente nos princípios liberais e no máximo respeito pela liberdade individual”.

À Lusa, o vice-presidente da IL Ricardo Pais Oliveira salientou que o discurso de Mariana Leitão vai centrar-se sobretudo em quatro temas: habitação, liberdade de expressão, incêndios e a “incapacidade reformista” do Governo em questões como a redução do número de funcionários públicos.

Segundo indicou Ricardo Pais Oliveira, a intervenção de Mariana Leitão será de “crítica ao Governo, contrapondo as propostas e as ideias da IL, que têm sido apresentadas e chumbadas” pelo PSD/CDS.

Este vai ser o quinto ano seguido em que a IL vai fazer no Algarve a sua “rentrée” política, tipo de iniciativa partidária que assinala o recomeço dos trabalhos parlamentares após as férias de verão.

No ano passado, quando Rui Rocha ainda era líder do partido, o evento realizou-se em Quarteira, depois de já ter passado por Armação de Pêra, Albufeira e Portimão.

O boom da energia solar no Paquistão tornou a energia mais cara (para os pobres)

A revolução da energia solar no Paquistão transformou o panorama energético da nação, mas também criou uma divisão marcante entre os mais ricos, que puderam aceder à energia solar, e os consumidores mais pobres, dependentes da rede tradicional — que pagam contas de eletricidade cada vez mais altas. Em apenas dois anos, a energia solar passou de quinta maior fonte de energia do Paquistão para a primeira posição, representando agora cerca de 25% do fornecimento nacional de eletricidade. A transformação é particularmente visível no coração agrícola da província do Punjab, onde mesquitas, fábricas e quintas abraçaram a tecnologia solar com

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