Fotossíntese sintética: cientistas criam molécula que produz energia como as plantas

Uma equipa de investigadores da Universidade de Basileia, na Suíça, criou uma molécula essencial para a fotossíntese artificial, o processo de conversão da luz solar em energia armazenada. A descoberta, apresentada num artigo publicado nesta segunda-feira na Nature Chemistry, resolve um problema importante da fotossíntese artificial: a necessidade de armazenar múltiplas cargas. A molécula recém criada pode simultaneamente manter duas cargas positivas e duas negativas, no que os investigadores consideram ser um passo significativo em direção às tecnologias de energia sustentável. A fotossíntese, a base da maioria da vida na Terra, permite às plantas transformar dióxido de carbono em hidratos

Trump arrisca-se a criar um desastre como o do furacão Katrina em Nova Orleães

Na altura em que se assinalam os 2o anos do destruidor furacão Katrina, que no final de Agosto de 2005 arrasou Nova Orleães, mais de 180 funcionários da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês) enviaram uma carta aos membros do Congresso dos Estados Unidos. Argumentam que os cortes feitos pela Administração Trump e direcção da agência e a inexperiência dos actuais dirigentes da FEMA prejudicam tanto a sua missão que podem resultar numa catástrofe ao nível da causada pelo furacão Katrina.

O Katrina foi um poderoso e devastador furacão, com ventos que atingiram 280 km/hora, que causou danos estimados em 201 mil milhões de dólares (corrigindo o valor original com os dados da inflação), sobretudo em Nova Orleães, onde 80% da área da cidade ficou inundada Morreram 18o3 pessoas, depois de o furacão ter entrado em terra, fazendo estragos entre 25 e 29 de Agosto de 2005.

Um milhão de pessoas foram retiradas de Nova Orleães, mas a má organização da evacuação de algumas zonas ocupadas pelos residentes na operação das autoridades da cidade e os erros na resposta pós-catástrofe prestada pela Administração do Presidente George W. Bush conjugaram-se para fazer desta catástrofe natural um desastre feito pelo homem, ou, pelo menos, muito agravado pela acção humana.

O Katrina foi a tempestade da bacia do oceano Atlântico mais prejuízos causou. O furacão paralisou muita da extracção de petróleo e gás natural nos Estados Unidos, pois uma parte importante da extracção de hidrocarbonetos acontece no Golfo do México.

A carta enviada esta segunda-feira, que três dezenas de funcionários assinaram com os seus nomes completos, afirma que, desde Janeiro, os funcionários da FEMA têm trabalhado sob a alçada de dirigentes que não têm as qualificações legais e a autoridade para gerir as operações desta agência.

Lei mudou após Katrina

Depois do Katrina, em que a resposta de emergência foi tão criticada e levou à demissão do então administrador da FEMA, Michael Brown, foi aprovada uma lei que exige que a cúpula dirigente desta agência federal deve demonstrar “capacidade e conhecimentos de gestão de emergências”, recorda o New York Times. Proíbe ainda o secretário da Segurança Interna de interferir na autoridade da FEMA, nas suas responsabilidades ou funções.

Mas a Administração de Donald Trump tem feito tábua rasa da lei, anunciando a intenção de acabar com a FEMA e passar as responsabilidades de resposta a emergências para os estados.

A secretária da Segurança Interna, Kristi Noem, e o actual administrador interino da FEMA, David Richardson, não possuem as qualificações legais e a autoridade para gerir as operações da agência salientam. Richardson surpreendeu os funcionários ao dizer que não sabia que os EUA tinham uma época de furacões – algo que deixou os trabalhadores incertos sobre se estava a brincar ou desconhecia mesmo algo fundamental da área que tutela, relatou a Reuters.

Esta falta de qualificação, defendem na carta, tem prejudicado a capacidade da agência para gerir eficazmente as emergências e outras operações, incluindo o trabalho de segurança nacional, lê-se na carta.

Por outro lado, as regras de controlo das despesas impostas por Kristi Noem, que passou a intervir directamente nas operações da FEMA, atrasaram centenas de contratos e travaram a resposta de emergência às vítimas das catastróficas cheias no Texas em Julho.

A Administração Trump está a enviar esta agência e todo o país de volta a uma era pré-Katrina, ao não ter um gestor de emergências qualificado e confirmado pelo Senado ao leme da FEMA; ao cortar programas de mitigação, recuperação de desastres, formação e comunidade; e ao frustrar a capacidade dos funcionários de tomar decisões devido a uma nova política restritiva de despesas, adverte a carta.

David Richardson, o director em exercício da FEMA, disse não saber que os EUA têm uma época de furacões no Atlântico. A dúvida é se estava a falar a sério…
Jonathan Ernst/REUTERS

Resistência dos funcionários

O documento exige ainda que os legisladores federais defendam a FEMA da interferência do Departamento de Segurança Interna, protejam os funcionários da agência de “despedimentos por motivos políticos”, efectuem uma maior supervisão e, em última análise, retirem a agência do Departamento de Segurança Interna, tornando-a uma entidade independente. A carta é apoiada por cientistas, incluindo vários galardoados com o Prémio Nobel

Embora a FEMA tenha perdido milhares de trabalhadores devido ao programa de demissões, despedimentos e reformas antecipadas​ da Administração Trump, o Washington Post noticiou que, a meio da época dos furacões, Noem enviou dezenas de funcionários da agência para ajudar o serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) a recrutar mais pessoal para capturar e deportar imigrantes. Qualquer funcionário que recusasse a transferência de tarefas poderia ser despedida.

Esta demonstração aberta de resistência dos funcionários da FEMA é o mais recente exemplo de trabalhadores federais que se manifestam contra as acções e políticas da Administração Trump, em muitos casos pondo em risco os seus empregos e a sua segurança.

O movimento Declaração de Bethesda, que faz homenagem à cidade de Maryland onde fica a sede dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), teve início em Junho. Os funcionários da Agência de Protecção do Ambiente (EPA, na sigla em inglês), cujas funções também estão a ser postas em causa, da agência espacial NASA e da Fundação Nacional da Ciência seguiram o exemplo. A resposta da Administração Trump foi pôr cerca de 140 funcionários da EPA em licença, após a sua carta de protesto no mês passado.

Pessoa desaparecida no mar da praia da Parede

Uma pessoa desapareceu esta terça-feira à tarde na praia da Parede, no concelho de Cascais.

O alerta foi dado pelas 16h42.

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As buscas foram suspensas devido ao estado do mar, disse à Renascença fonte da Proteção Civil.

No local estiveram os Bombeiros de Parede, elementos da Polícia Marítima e do Instituto de Socorros a Náufragos.

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) alertou para um “agravamento considerável” das condições meteorológicas e da agitação marítima em Portugal continental a partir desta terça-feira, com ondas de quatro metros que podem chegar aos sete metros de altura.

A AMN indicou que estas condições de agravamento devem ocorrer entre terça-feira e o meio-dia de quarta-feira.

A agitação marítima será caracterizada por uma ondulação proveniente do quadrante oeste-noroeste, “com uma altura significativa que poderá atingir os quatro metros e uma altura máxima de sete metros, com um período médio a variar entre os 15 e os 17 segundos”.

Tempestade de areia cobre céus do Arizona. Veja as imagens

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Rangel critica vídeos de Ventura: “Ultraje aos bombeiros”

Segundo dia de Universidade de Verão, segunda crítica ao líder do Chega por vídeos que colocou a correr nas redes sociais. Depois do líder parlamentar Hugo Soares, Paulo Rangel considerou nesta terça-feira, sem nomear, que os vídeos de André Ventura são “um ultraje aos bombeiros e às pessoas que sofreram os incêndios”.

Com mais de 2 milhões de visualizações na rede social X, um dos vídeos de André Ventura é para o ministro dos Negócios Estrangeiros uma “caricatura do que é estar ao lado dos bombeiros”.

“Se isto fosse feito por políticos do PS ou PSD seriam altamente criticados por todos os media”, sublinha Paulo Rangel, notando o facto de “pouca gente” criticar estas acções que, se fossem feitas por um político de um partido tradicional, estaria “absolutamente cilindrado”.

Produtores queixam-se da falta de ‘dev kits’ para a Nintendo Switch 2

Apesar do sucesso estrondoso da Nintendo Switch 2, uma reportagem da Digital Foundry revela que alguns estúdios estão a enfrentar dificuldades para desenvolver jogos para a nova consola e a culpa parece ser da própria Nintendo, que não tem fornecido kits de desenvolvimento suficientes.

Segundo a publicação, a Nintendo está a restringir o fornecimento de ‘kits’ de desenvolvimento da Switch 2 e, em alguns casos, a dizer aos estúdios para lançarem os seus jogos na Switch 1 e confiarem na retrocompatibilidade. A equipa do Digital Foundry marcou presença na Gamescom na semana passada e teve a oportunidade de falar com vários produtores, que partilharam as suas frustrações.

“Tem-se falado muito sobre isto ultimamente, que a Nintendo parece estar quase a desencorajar o desenvolvimento para a Switch 2 até certo ponto,” disse John Linneman, da Digital Foundry, no mais recente podcast da equipa. “Falei com muitos produtores a quem foi dito que deviam simplesmente lançar o seu jogo na Switch 1 e confiar na retrocompatibilidade.”

“Há muitos produtores que não conseguem obter ‘dev kits’ da Switch 2,” continuou Linneman. “Falámos com muitos ‘devs’ na Gamescom este ano, e muitos deles disseram as mesmas coisas. Eles querem lançar na Switch 2. Adorariam fazer versões para a Switch 2. Não conseguem o hardware. É muito difícil neste momento.”

A frustração é agravada pela aparente falta de transparência da Nintendo sobre quem recebe (e quem não recebe) os ‘dev kits’. A Digital Foundry menciona que pelo menos um “grande estúdio AAA” não consegue um ‘kit’, enquanto que alguns criadores ‘indie’ já os têm, incluindo a equipa por trás de um “simulador de fogueira” chamado Chillin’ by the Fire.

Embora este jogo em particular precise de um ‘kit’ da Switch 2 porque usa a nova câmara da consola, o que impossibilita uma versão para a Switch 1, é “compreensível que alguns estúdios AAA fiquem surpreendidos” com esta alocação de recursos.

O resultado desta aparente escassez de ‘dev kits’ é que, até agora, vimos “muito poucas edições próprias da Switch 2” de jogos ‘third-party’ desde o lançamento da consola em junho.

“Espero que seja uma coisa temporária,” concluiu Oliver Mackenzie, do Digital Foundry. “Espero que, daqui a um ou dois anos, estejamos a olhar para trás e a pensar: ‘foi uma decisão muito estranha, mas foi corrigida a tempo’.”

Em todo o caso, é possível que tenhamos mais novidades em relação ao futuro dos jogos da Nintendo Switch muito em breve, pois há cada vez mais indicações de um Direct já em setembro.


Pedro Pestana é viciado em gaming, café e voleibol, sensivelmente nesta ordem. Podem encontrar alguns dos seus devaneios no Threads ou Bluesky.

​Menos estudantes no superior. Reitor da Universidade do Porto defende exames calibrados para alunos da pandemia

O reitor da Universidade do Porto, António de Sousa Pereira, considera que a quebra registada este ano nas candidaturas e colocações no ensino superior resulta de “uma concorrência de várias causas”, destacando a reintrodução dos exames nacionais no cálculo da nota de acesso e os efeitos da pandemia na preparação dos alunos.

“Uma das causas certamente significativa é a introdução dos exames nacionais no cálculo da nota de acesso ao ensino superior, que foi algo que esteve suspenso durante os anos da pandemia e que agora foi reintroduzido”, afirmou, recordando que o exame nacional de português levou a cerca de 15 mil reprovações.

Em entrevista à Renascença, o reitor explica que a pandemia afetou de forma particular os estudantes que agora ingressam no ensino superior, pois “são os estudantes que tiveram o 8.º e o 9.º ano em plena pandemia e que não tiveram aulas presenciais nem exames”, situação que explica défices em competências básicas.

O responsável rejeita que os custos com alojamento tenham sido o fator determinante da quebra, salientando que “as maiores reduções ocorreram no interior, onde o alojamento é mais barato”, enquanto em Lisboa e no Porto “a diminuição foi menor”.

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Quanto à Universidade do Porto, a instituição registou uma descida pouco expressiva. “Tivemos uma diminuição de 0,9%, portanto penso que é das reduções menos significativas a nível nacional. Temos a nota média de acesso mais alta do país e o número de candidatos por vaga mais alto do país”, sublinhou.

Para o futuro, defende uma revisão urgente do sistema de bolsas. “Para poder ter uma bolsa de estudo máxima é preciso ter uma situação praticamente de insolvência pessoal. Nós na Universidade do Porto, com 55 mil estudantes, temos apenas um número que se conta pelos dedos das duas mãos a receber a bolsa máxima”, criticou.

O reitor defende ainda que Portugal precisa de combinar apoios sociais mais robustos com novos mecanismos de financiamento, de modo a garantir que nenhum aluno abandone o ensino superior por razões económicas.

Este ano verifica-se uma queda abrupta das candidaturas e colocações no Ensino Superior, mas, se retirarmos os anos em que as regras de acesso foram adaptadas por causa da pandemia, esta queda deixa de ser significativa. As regras de acesso justificam esta quebra?

Eu acho que provavelmente estaremos perante uma situação em que existe a concorrência de várias causas, sendo que uma das causas certamente significativa é a introdução dos exames nacionais no cálculo da nota de acesso ao ensino superior, que foi algo que esteve suspenso durante os anos da pandemia e que agora foi reintroduzido. Aquilo que aconteceu foi que tivemos realmente um resultado desastroso no exame de português e isso deve merecer alguma atenção.

Gostaria de colocar duas perspetivas. A primeira é em abstrato: sou um acérrimo defensor da existência de provas nacionais. Nós não podemos passar a vida a criticar o ensino secundário e dizer que é uma tragédia porque os professores não podem reprovar, porque os alunos passam automaticamente, mesmo sem saber, e depois vir defender um sistema em que queremos que eles entrem no ensino superior sem qualquer tipo de exame independente.

Por outro lado, a existência dos exames nacionais é um fator de moderação que permite equilibrar as diferenças nos critérios de avaliação que existem entre as várias escolas.


Aquilo que aconteceu foi que tivemos realmente um resultado desastroso no exame de português e isso deve merecer alguma atenção.


Eu diria que, numa situação de cruzeiro, se não houver exames nacionais, naturalmente que, nos cursos que exigem notas mais elevadas e mais concorrenciais, vão entrar os estudantes que vêm das escolas que conhecemos por inflacionar notas, sobretudo a estudantes que têm elevada capacidade económica para frequentar essas escolas.

Portanto, quando se diz que os exames nacionais impedem os estudantes mais desfavorecidos de entrar no ensino superior, eu diria que, pelo contrário, garantem que os estudantes de excelência, sem grande capacidade financeira e que não puderam frequentar escolas de elite, tenham aí uma oportunidade de mostrar o seu mérito e conseguir ombrear com aqueles que têm elevada capacidade económica, podendo aceder a cursos de elevada competitividade.

Dito isto, acho que este ano foi uma situação muito peculiar.

Porquê?

Porque os estudantes que este ano estão a entrar na universidade são os que tiveram o 8.º e o 9.º anos em plena pandemia, sem aulas presenciais nem exames. Provavelmente esta geração tem alguns défices de conhecimento – explicáveis pela pandemia, que afetou todos, mas que atingiu de forma particular esta geração em idade crítica. São esses estudantes que, agora no exame nacional, mostram que não conseguiram adquirir algumas competências básicas, nomeadamente de leitura e de língua portuguesa.

O exame de português, que teve cerca de 15 mil estudantes com classificação negativa, não era particularmente difícil. Mas estes alunos têm justificação: viveram uma fase crítica sem aulas presenciais e sem exames. Portanto, o que me parece é que haverá tendência para a normalização nos próximos anos, sendo que há outros fatores que também concorrem para este cenário.


Os estudantes que este ano estão a entrar na universidade são os que tiveram o 8.º e o 9.º anos em plena pandemia, sem aulas presenciais nem exames. Provavelmente esta geração tem alguns défices de conhecimento.


Tais como?

O primeiro fator é a demografia: o número de estudantes no ensino secundário vai inevitavelmente diminuir, não havendo já os mesmos contingentes de jovens de há uns anos.

O outro fator é que, muito estimulado pelo próprio PRR, foram criados cursos em várias áreas e instituições que agora não têm capacidade de atração. Provavelmente será preciso repensar a oferta formativa e questionar se faz sentido manter cursos sem qualquer procura.

Tivemos uma situação preocupante: 40 cursos sem nenhum candidato. Isto é estranhíssimo e significa que provavelmente não deveriam existir ou então têm de ser acompanhados por políticas a montante que motivem os estudantes a seguir essas vias de aprendizagem e formação.

Em suma, não há uma explicação única, há várias. A situação, no meu entender, tenderá para uma certa normalização à medida que os próximos dois ou três anos passem e que os efeitos da pandemia fiquem para trás. Mas será preciso pensar seriamente a rede e a oferta formativa existente, avaliar se faz sentido mantê-la nos locais onde está, porque, quando comparamos o número de vagas existentes hoje com as de 2019, ele é muito maior, sendo que o número de estudantes não aumentou tanto assim.


Tivemos uma situação preocupante: 40 cursos sem nenhum candidato. Isto é estranhíssimo e significa que provavelmente não deveriam existir.

A nova vida da Bica do Sapato

A nova Bica do Sapato ainda está em soft opening, mas esta foi uma das reaberturas mais esperadas em Lisboa. Quem lá entrar reconhece o espaço, mas há muitas novidades da decoração à oferta gastronómica. Há uma pista de dança junto ao bar, para a qual desemboca a porta de entrada e com uma área cénica para um DJ; a mítica garrafeira mudou de sítio; o mobiliário é todo novo e várias cortinas de múltiplas cores dividem os diferentes espaços. No mezanino, vai nascer uma taberna moderna e o bar de cocktails junto a mítica lareira terá a assinatura Red Frog, o rio parece agora estar mais presente mesmo dentro de portas e a esplanada mais acolhedora. No fundo do restaurante, uma espécie de cubo em tecido, com uma bola no meio, funciona como sala privada.

Os leitores são a força e a vida do jornal

O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para [email protected].

CTT suspendem envio de encomendas para os EUA

Os CTT vão suspender temporariamente o transporte de remessas postais de bens para os EUA a partir de terça-feira, anunciaram hoje os Correios, seguindo a mesma posição das principais empresas europeias do setor. São já 25 os países que tomaram esta decisão. A operadora postal nacional junta-se aos diversos operadores de correios europeus que decidiram nos últimos dias suspender o envio de encomendas para os EUA devido às tarifas impostas pela administração Trump. “Em virtude da descontinuação do regime de Minimis pelos EUA, os CTT irão suspender temporariamente o transporte de remessas postais contendo esses bens para os EUA em

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