Jovem morre afogado na lagoa das Sete Cidades

Um jovem de 21 anos, residente na ilha de São Miguel, nos Açores, morreu esta terça-feira afogado na lagoa das Sete Cidades, revelou fonte dos bombeiros.

O jovem terá entrado na água à procura de uma bola, quando desapareceu, segundo o adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada, Fernando Infante.

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O alerta para as autoridades foi dado pelas 15h42 (mais uma hora em Lisboa), através do 112, com a indicação de que “duas pessoas estavam a pedir socorro na lagoa das Sete Cidades”, acrescentou o responsável em declarações à agência Lusa.

“À nossa chegada constatámos que, infelizmente, já havia uma pessoa desaparecida e a segunda já estava fora da lagoa”, disse Fernando Infante.

No local foram de imediato iniciadas operações para tentar localizar o desaparecido, que envolveram cerca de 20 elementos dos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada (sendo 12 mergulhadores) e a utilização de uma moto de água e de um drone.

Estiveram também no terreno elementos da PSP e da Autoridade Marítima.

Pelas 18h15, os mergulhadores acabaram por encontrar o corpo do jovem, posteriormente transportado para a morgue do hospital de Ponta Delgada, para ser autopsiado.

É o segundo caso de afogamento registado este mês na lagoa das Sete Cidades.

No dia 14 de agosto, um homem de 57 anos, residente na ilha de São Miguel, desapareceu no mesmo local, quando navegava numa embarcação vulgarmente designada por “gaivota” e decidiu mergulhar. O corpo foi encontrado dois dias depois.

Tendo em conta o registo de duas mortes num curto espaço de tempo, o adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada considera que a zona deveria ter vigilância “ou algo a informar as pessoas do perigo que ali está”, embora os habitantes da ilha de São Miguel sejam conhecedores das condicionantes existentes no local.

“São águas que parecem muito calmas, mas têm alguns perigos associados, particularmente de surpresa. [A lagoa] tem vários patamares, as pessoas têm pé e a partir de determinada altura deixam de ter, depois, provavelmente, devem assustar-se porque sentem algas, ou então têm pouca prática a nadar”, concluiu Fernando Infante.

Segundo o Plano de Ordenamento da Bacia Hidrográfica da Lagoa das Sete Cidades, “a área de recreio balnear – praia, devidamente delimitada e sinalizada, deve ser a única localização onde é permitida a prática de natação e banhos”.

Para onde vão as meias perdidas (e outros mistérios da lavandaria): está explicado

T-shirts com buracos, meias desaparecidas, roupa com mau cheiro. Porque é que estas coisas acontecem? Um grupo de especialistas explica o que se passa com os sete mistérios do mundo maravilhoso da lavandaria — e o que devemos fazer. Incluindo borrifar as peças com… vodka. Quando tratamos da roupa, esperamos que as peças saiam da máquina mais limpas e frescas, com bom aspeto e fofinhas. Mas isso nem sempre acontece, e o que acabamos por ter é uma carga de frustrações. Por vezes as peças de roupa aparecem com manchas ou cheiros misteriosos, ou uma textura estranha. Algumas (principalmente as

Venus brilhou no US Open, mas não chegou

O US Open celebra o 75.º aniversário da estreia no evento de Althea Gibson, a primeira tenista negra a competir no então designado Campeonato Nacional dos EUA. Venus Williams, que conquistou aqui dois dos seus sete títulos do Grand Slam, também fez questão de, pessoalmente, homenagear a pioneira e campeã de 1957 e 1958 e entrou no Arthur Ashe Stadium com um equipamento muito semelhante ao do que a pioneira afro-americana vestiu em 1950. E surpreendeu ainda mais com o nível exibido, aos 45 anos, que lhe permitiu ganhar um set… mas não mais do que isso.

Karolina Muchova, 13.ª no ranking mundial e semifinalista nas duas últimas edições do torneio, acabou por prevalecer, com os parciais de 6-3, 2-6, 6-1, e terminar a 25.ª participação no Open dos EUA (e 94.ª em majors) de Venus.

“Acho que jogarei sempre ténis. Está no meu ADN. Não importa se é agora ou daqui a 30 anos; se Deus quiser, cá estarei. O ténis será sempre uma das partes mais importantes da minha vida”, adiantou Venus Williams, que regressou à competição no mês passado, depois de uma intervenção cirúrgica no ano passado, para remoção de fibromas uterinos.

Logo de seguida, Carlos Alcaraz (2.º) também surpreendeu com o seu visual, apresentando-se com a cabeça rapada para o duelo com Reilly Opelka (67.º), que assinou 14 ases, mas não aproveitou nenhum dos três break-points de que dispôs e perdeu em duas horas: 6-4, 7-5 e 6-4.

Para a segunda ronda seguiu igualmente João Fonseca (45.º). O brasileiro de 19 anos fez o pleno este ano ao estrear-se e ganhar nos quadros principais dos quatro majors, depois de bater Miomir Kecmanovic (42.º), por 7-6 (7/3), 7-6 (7/5) e 6-3.

Já Jaime Faria (118.º do ranking) foi eliminado pelo espanhol Jaume Munar (46.º), em quatro sets: 6-0, 6-3, 5-7 e 6-2.

O número dois português recuperou de 1-3 para ganhar o terceiro set e voltou a recuperar de um break abaixo na quarta partida, mas cedeu os derradeiros quatro jogos do encontro, que concluiu com 44 winners (contra 19 de Munar), mas também 57 erros não forçados (contra 17 do espanhol).

Fernando Cunha Guedes eleito presidente interino da Fundação de Serralves

Fernando Cunha Guedes foi eleito esta terça-feira presidente interino da Fundação de Serralves, anunciou o conselho de administração, após a renúncia ao cargo por Isabel Pires de Lima, que alegou falta de “condições de confiança e solidariedade institucional”.

O conselho de administração da Fundação de Serralves realizou hoje uma reunião extraordinária, que contou com a presença de todos os membros em funções, onde deliberou a eleição, por unanimidade, de um dos seus vice-presidentes para o cargo de presidente interino, divulgou o organismo, em comunicado.

“Nos termos dos estatutos, este órgão reunirá oportunamente para a eleição de um novo elemento e de um novo presidente, por cooptação”, pode ler-se.

Na sequência da renúncia ao cargo da até agora presidente, o conselho de administração da Fundação de Serralves agradeceu ainda “todo o empenho e dedicação demonstrados pela (…) Isabel Pires de Lima a Serralves, ao longo dos últimos anos”.

Isabel Pires de Lima anunciou hoje ter renunciado ao cargo por falta de “condições de confiança e solidariedade institucional” para o exercer.

Num comunicado divulgado e assinado pela própria, Isabel Pires de Lima, nomeada para a presidência da fundação sediada no Porto no final do ano passado em substituição de Ana Pinho (que assumiu a presidência do Conselho de Fundadores), escreveu: “Decorrido mais de meio ano de atividade, e após profunda reflexão, tomo esta decisão por entender que não estão reunidas, ao nível do presente Conselho de Administração, condições de confiança e solidariedade institucional que me permitam exercer o cargo em plenitude”.

“A minha renúncia ao cargo tem efeitos imediatos, evitando prolongar uma situação desconfortável para todos, mas, sobretudo, prejudicial ao saudável funcionamento da Fundação”, acrescentou a antiga ministra da Cultura.

O Ministério da Cultura, Juventude e Desporto (MCJD) disse hoje manter “plena confiança” na Fundação de Serralves, depois de ter sido conhecida a renúncia à presidência por Isabel Pires de Lima.

O ministério lembra que a “Fundação de Serralves é uma instituição de direito privado e de utilidade pública, com estatutos próprios e órgãos de governação autónomos”, cabendo a eleição do próximo presidente ao próprio conselho de administração, na qual têm assento dois representantes do Estado (que atualmente são Paula Paz Ferreira e Luís Menezes).

De acordo com os estatutos da fundação, o Estado tem assento no Conselho de Fundadores e pode requerer em tribunal a destituição do conselho de administração, em casos de “desrespeito manifesto e reiterado dos fins estatutários da Fundação”, “atos dolosos ou culposos que acarretem grave dano para o património da Fundação”, “suspensão não justificada das atividades da Fundação por prazo superior a seis meses”, “não preenchimento, durante um ano, das vagas que se verificarem no conselho de administração”, “cessação, por parte do conselho de administração, do exercício das suas competências, expressa, designadamente, na não realização, durante um ano, de reuniões ordinárias, num mínimo de três consecutivas ou cinco intercaladas”, e na “não apresentação das contas anuais da Fundação até 31 de dezembro do ano seguinte”.

O atual conselho de administração da Fundação de Serralves tem como vice-presidentes Fernando Cunha Guedes, agora eleito presidente interino, Luís Silva Santos e Paula Paz Ferreira, para além dos vogais Manuel Sobrinho Simões, Tomás Jervell, Armando Cabral, Maria do Carmo Oliveira e Luís Menezes.

Kairat, Pafos e Bodo Glimdt vão estrear-se na Liga dos Campeões

O Kairat Almaty, do Cazaquistão, eliminou o Celtic e está pela primeira vez na segunda fase da Liga dos Campeões.

A decisão só surgiu nas grandes penalidades do segundo jogo depois de dois empates.

O guarda-redes Anarbekov foi o herói ao defender três penáltis: Idah, McCowan e Maeda.

Os portugueses Luís Mata e Jorginho foram titulares na equipa do Kairat.

Já o Bodo/Glimt também confirmou esta terça-feira o apuramento para a fase de liga da Champions pela primeira vez na sua história.

Depois de ter goleado, na Noruega, o Sturm Graz, por 5-0, perdeu na Áustria pela margem mínima (1-2).

A terceira estreia da noite é a do Pafos, de Chipre, que eliminou o histórico Estrela Vermelha depois de um 1-1 na segunda mão, após o 2-1 do primeiro jogo.

[atualizado às 22h27]

Caos em Lisboa Alexandra Leitão recusa bloqueio e acusa Moedas de propaganda

A candidata socialista à Câmara de Lisboa Alexandra Leitão recusou esta terça-feira que o PS tenha bloqueado a atividade do executivo liderado por Carlos Moedas e acusou o autarca social-democrata de usar publicidade camarária “para fazer propaganda”.

“O Partido Socialista na oposição viabilizou quatro orçamentos camarários, viabilizou todos os planos de atividades” e também “o empréstimo que foi pedido”, disse à Lusa a candidata da coligação Viver Lisboa (PS/Livre/BE/PAN), considerando, aliás, que era importante saber “mais sobre o estado das finanças da câmara, porque foram pedidos empréstimos”.

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A jurista recusou comentar os “ataques pessoais” de Carlos Moedas na abertura da Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, de que o PS se radicalizou e escolhe “o caos” na capital, acrescentando que o bloqueio de uma residência universitária também “é falso”.

Segundo explicou Alexandra Leitão, “essa residência privada tinha 50% de camas para alunos mais carenciados, com preços controlados, e outros 50% com” valores elevadíssimos que ninguém podia pagar” e o PS sugeriu que “fossem 70% de camas e de quartos” com “valores controlados”.

O executivo camarário “absteve-se no seu próprio projeto, inviabilizando” a proposta, ou seja, “o PS fez sugestões de alterações e depois viabilizou” e, a seguir, é o “executivo que não viabiliza o seu projeto”, portanto, “quanto a bloqueio não é verdade”, assegurou.

“Não, Carlos Moedas teve estabilidade, teve meios, teve todas as condições. Se hoje, sim, Lisboa é um caos, é por exclusiva responsabilidade sua. Lixo, falta de iluminação, parques públicos degradados, trânsito caótico” e “transportes públicos atrasados e não fiáveis, tudo isso é que é imputável a este mandato”, frisou.

Moedas acusa PS de cinismo político e de criar o "caos em Lisboa"

Em relação à acusação do autarca do PSD de “cinismo político” do PS por instalar cartazes políticos na cidade de Lisboa, a antiga ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública contrapôs que “Carlos Moedas não precisa de pôr cartazes porque utiliza a publicidade institucional da câmara para fazer propaganda”.

“Assim, de facto não é preciso pôr outra propaganda, já está abusivamente a usar a publicidade institucional. Aliás, hoje mesmo fizemos queixa à Comissão Nacional de Eleições [CNE] e já estão lá outras queixas, e há um ano Carlos Moedas foi condenado pela CNE a tirar vários “mupi” desses, como, aliás, também é verificável”, apontou.

Em vez de enveredar “pelo ataque pessoal”, Alexandra Leitão advogou que se discuta “a cidade”, propondo “transportes gratuitos”, “20% de habitação pública” e “bolsas para estudantes universitários”, pois este ano registou-se “uma descida no número de alunos que entraram no ensino superior e, em grande parte, também por questões de carência”.

A também professora de Direito explicou que, em janeiro, na manifestação de protesto contra a ação policial na Rua do Benformoso – “Não nos encostem à parede”, teve oportunidade de “elogiar a polícia” e dizer que estava ali “a favor de uma ideia de pluralidade e contra fragmentações artificiais” e “a instrumentalização política da polícia”.

“Não foi nunca uma manifestação contra a polícia” e “o que motivou a lá ir e a muitas outras pessoas bem moderadas que lá estavam, foi o facto” de que, como disse a Provedoria de Justiça, “nessa operação policial houve algumas coisas que não correram bem”, vincou.

A candidata notou que, “coisa diferente é a questão da Polícia Municipal” e “de uma ordem ilegal que Carlos Moedas deu”, embora não querendo “entrar na discussão sobre se a Polícia Municipal devia fazer mais ou não”.

“Carlos Moedas diz muitas vezes que a Polícia Municipal vê alguém a cometer um crime e não pode apanhar. É falso, porque em flagrante delito a Polícia Municipal pode deter” e “tudo o resto, a lei e a Constituição não permitem”, argumentou, questionando se “é defender os polícias, dar-lhes uma ordem para cometer atos supostamente ilegais?”.

Concorrem à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas de 12 de outubro Carlos Moedas (PSD/CDS-PP/IL), Alexandra Leitão (PS/Livre/BE/PAN), João Ferreira (CDU), Ossanda Líber (Nova Direita), Bruno Mascarenhas (Chega), José Almeida (Volt), Adelaide Ferreira (ADN) e Tomaz Ponce Dentinho (PPM/PTP).

​Politécnicos querem novas regras de acesso ao superior. “Menos exames e com menos peso”

A presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Maria José Fernandes, exige um novo modelo de acesso ao ensino superior.

“Provou-se que, à partida, ele não funciona. Seria necessário repensar este modelo… Diminuir o peso dos exames, diminuir o número de exames, julgo que uma reflexão alargada deve ser feita nesse sentido”, diz em entrevista à Renascença.

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Num ano em que há uma redução acentuada do número de estudantes colocados, especialmente nos politécnicos, a presidente do CCISP mostra-se preocupada.

Apesar do cenário, Maria José Fernandes garantiu que nenhuma instituição politécnica está em risco imediato: “Elas são muito necessárias nas regiões onde estão inseridas e são motores de desenvolvimento.”


Este ano verifica-se uma queda abrupta das candidaturas e colocações no Ensino Superior, mas, se retirarmos os anos em que as regras de acesso foram adaptadas por causa da pandemia, esta queda deixa de ser significativa. As regras de acesso justificam esta quebra?

Eu julgo que, em parte, podemos justificar por aí. Nós tínhamos estado, há vários anos, a subir o número de estudantes no ensino superior, que tanta falta fazem ao país, e vemos decair agora de uma forma abrupta que nos parece muito significativa e que vai um bocadinho contra aquilo que era a expectativa e aquilo que devia ser a evolução normal.

Olhando para trás, estamos ainda abaixo do modelo anterior. Nós tivemos um período antes da pandemia, um período durante a pandemia e temos agora um novo período, e este novo período é mais exigente ainda do que era o anterior, antes da pandemia. O CCISP foi naturalmente contra este modelo já em 2023.

Portanto, na perspetiva dos politécnicos, será então a questão das regras de acesso aquilo que pesa, mais do que questões demográficas, económicas ou de alojamento?

Sim. Nós percebemos que a demografia é, de facto, um problema, mas os números, pelo que nós apurámos, ainda não demonstram a relação direta e abrupta que houve entre o número de estudantes, os candidatos e a demografia.

Por outro lado, a questão do alojamento é naturalmente muito importante e preocupante para os estudantes e suas famílias, que suportam as despesas do estudante deslocado, mas é um problema que já existe há vários anos e que se tem vindo a agudizar nos últimos três ou quatro anos. É uma questão que já existia no ano passado e, mesmo assim, não houve uma quebra de alunos como a que se verificou este ano.

Portanto, entendemos que a justificação é, naturalmente, as novas regras de acesso, que se vieram a mostrar penalizadoras para os estudantes e para as instituições.

Olhando para os números, percebemos que esta quebra de colocações é transversal, relativamente às universidades e aos politécnicos, mas o quadro é mais severo para os politécnicos. Está preocupada com o seu setor?

É uma preocupação que já tínhamos. Há uma quebra generalizada em todas as instituições do país, mas mais acentuada nos territórios de baixa densidade, onde estão localizados grande parte dos politécnicos. Já em anos anteriores sabíamos que, nestas regiões, é mais difícil captar estudantes. É preciso políticas públicas para a captação de pessoas e a melhor solução é reforçar as instituições de ensino superior com estudantes.

Pablo Rosário a caminho do Dragão

O médio Pablo Rosario vai ser jogador do FC Porto. A informação foi avançada por Fabrizio Romano e confirmada por outros meios portugueses.

O negócio deve fazer-se por uma verba a rondar os quatro milhões de euros.

Pablo Rosario foi jogador de Francesco Farioli no Nice e vai agora assinar contrato por quatro anos.

A confirmar-se a contratação, Rosário vai concorrer com Alan Varela para a posição de médio defensivo.

De recordar que o jogador já foi adversário do Benfica esta época. Na segunda mão da pré-eliminatória da Champions não jogou por, alegadamente, querer deixar o clube francês.

Kairat vai estrear-se na Liga dos Campeões

O Kairat Almaty, do Cazaquistão, eliminou o Celtic e está pela primeira vez na segunda fase da Liga dos Campeões.

A decisão só surgiu nas grandes penalidades do segundo jogo depois de dois empates.

O guarda-redes Anarbekov foi o herói ao defender três penáltis: Idah, McCowan e Maeda.

Os portugueses Luís Mata e Jorginho foram titulares na equipa do Kairat.

“Se alguém mata na capital, pena de morte.” Trump quer regresso da pena da morte a Washington D.C

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, defendeu, esta terça-feira, o regresso da pena de morte à capital norte-americana, Washington DC “Alguém mata alguém na capital… Pena de morte. Se alguém mata alguém na capital, Washington DC, vamos optar pela pena de morte.”

Num encontro com os membros da sua administração, o chefe de Estado norte-americano admitiu tratar-se de uma medida “preventiva muito forte”. “Não sei se estamos prontos neste país, mas não temos outra escolha”, continuou Donald Trump.

O Presidente norte-americano não especificou como seria aplicada à medida em Washington D.C., cidade que atualmente é controlada pelo Partido Democrata. A capital dos Estados Unidos aboliu a pena de morte nos anos 80.

Nos Estados Unidos, cabe aos diferentes estados decidir se aplicam ou não a pena de morte. Há uns que aboliram a pena mais gravosa, ao passo que outros continuam a aplicá-la.

[Meses depois de confessar o crime, o assassino de Sartawi é finalmente julgado. Mas, numa reviravolta, o terrorista do quarto 507 garante que é inocente. Como vai tudo acabar? “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Ouça no site do Observador o sexto e último episódio deste Podcast Plus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui e o quinto episódio aqui]

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