Contradições exploradas por Portugal “levaram à morte de Amílcar Cabral”

Contradições exploradas por Portugal “levaram à morte de Amílcar Cabral”

O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros e investigador guineense João José “Huco” Monteiro considera que as contradições entre os guineenses exploradas pelos colonialistas portugueses resultaram no homicídio de Amílcar Cabral em 20 de janeiro de 1973. Numa retrospetiva daquilo que foi o processo histórico da Guiné-Bissau, para assinalar o 50.º aniversário do assassinato de Amílcar Cabral, na Guiné-Conacri, “Huco” Monteiro explicou que enquanto Cabral defendia uma rotura total com o colonialismo, alguns nacionalistas advogavam por mais acesso dos nativos à sociedade colonial. Cabral queria a independência da Guiné e Cabo Verde, na base de unidade entre dois territórios sob a direção