• Presidenciais e legislativas na Namíbia

    27 Novembro 2019 >Cerca de 1,5 milhões de eleitores foram hoje chamados às urnas para escolher um novo presidente entre 11 candidatos e também designar os seus representantes parlamentares entre 15 partidos concorrentes. >Cerca de 1,5 milhões de eleitores foram hoje chamados às urnas para escolher um novo presidente entre 11 candidatos e também designar os seus representantes parlamentares entre 15 partidos concorrentes.>A SWAPO, Organização do Povo do Sudoeste Africano, partido no poder desde a independência do país em 1990, continua a ter possibilidades de se manter na dianteira, apesar de um crescente descontentamento popular.>Há poucos dias, praticamente em vésperas do escrutínio, a WikiLeaks divulgou milhares de documentos dando conta do pagamento por uma empresa pesqueira islandesa de subornos no valor de 10 milhões de Dólares a membros do governo. Dois ministros foram obrigados a demitir-se, sendo que um deles até chegou a ser detido.>"Praticamos a tolerância zero em matéria de corrupção", declarou o presidente Hage Geingob, 78 anos, candidato da SWAPO a um novo mandato de 5 anos, que tem desmentido qualquer envolvimento neste escândalo.>Diante dele encontram-se outros 10 candidatos. No seio da oposição, sobressai McHenry Venaani, 42 anos, com a cores do PDM, Movimento Democrático Popular, um partido cuja proximidade passada com a África do Sul do Apartheid ainda está presente na memória colectiva. Já o candidato independente Panduleni Itula, 62 anos, membro dissidente da SWAPO, é encarado como um rival mais perigoso para o poder instalado.>Nestas últimas semanas, Itula tem acusado o Presidente Geingob de "ter oferecido de mão beijada" as riquezas do país aos investidores estrangeiros.>Embora a Namíbia seja um país rico em recursos naturais, urânio, diamantes e pescado, sem contar com o crescente poder de atracção que exerce no sector do turismo, o país devastado por uma seca recorrente, está há vários anos em recessão, com um PIB em recuo há dois anos e uma taxa de desemprego rondando os 34%.>Mais pormenores aqui. RFI »

  • Guiné-Bissau. Economista diz que candidatos devem empenhar-se num apelo nacional

    27 Novembro 2019 /> O economista guineense Carlos Lopes disse hoje que os dois candidatos que vão disputar a segunda volta das Presidenciais na Guiné-Bissau devem fazer um esforço para ter um apelo nacional e não um apelo étnico, religioso e regional. RTP »

  • Presidenciais. Presidente da CNE apela ao voto dos guineenses na segunda volta

    27 Novembro 2019 /> O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau, José Pedro Sambú, apelou hoje aos guineenses para participarem na segunda volta das presidenciais, marcada para 29 de dezembro. RTP »

  • Guiné-Bissau vai ter uma segunda volta das presidenciais

    27 Novembro 2019 i Online »

  • Guiné-Bissau: segunda volta vai opor DSP a Sissoco Embaló

    27 Novembro 2019 >A segunda volta das eleições presidenciais na Guiné-Bissau vai opor a 29 de Dezembro o candidato do PAIGC, Domingos Simões Pereira, a um outro primeiro-ministo, Umaro Sissoco Embaló. 40, 13% e 27,65% dos votos, respectivamente, foram as percentagens obtidas pelos dois mais votados na primeira volta de domingo passado. >Ficaram para trás dois dos doze protagonistas deste escrutínio, incluindo o presidente cessante José Mário Vaz.>Este foi o quarto mais votado obtendo 12,41% dos votos atrás de Nuno Nabian, com 13,16%.>E isto segundo dados preliminares divulgados esta manhã pela CNE, Comissão nacional de eleições num escrutínio em que a abstenção se cifrou em 25,63%, uma das mais altas desde 2005.>Em actualização RFI »

  • Domingos Simões e Umaro Sissoco na segunda volta das presidenciais na Guiné-Bissau

    27 Novembro 2019 Dois antigos primeiros-ministros vão defrontar-se na segunda volta das eleições. Outro antigo chefe de Governo, Carlos Gomes Júnior, foi afastado, assim como o actual Presidente, José Mário Vaz./> Público »

  • CNE anuncia hoje resultados das presidenciais na Guiné-Bissau

    27 Novembro 2019 /> A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau anuncia hoje de manhã os resultados das presidenciais de domingo passado, em que foram chamados a votar mais de 760 mil guineenses. RTP »

  • As Forças de Segurança que queremos

    26 Novembro 2019 i Online »

  • Obras na Segunda Circular arrancam no próximo ano

    26 Novembro 2019 i Online »

  • Guiné-Bissau. Eleitores votaram com civismo para estabilizar o país

    25 Novembro 2019 Ato eleitoral decorreu de forma pacífica e foi elogiado pelos observadores internacionais./> Diário de Notícias »

  • Urnas encerradas na Guiné-Bissau

    24 Novembro 2019 Guineenses foram este domingo chamados às urnas para eleger o novo Presidente. Correio da Manhã »

  • Guiné-Bissau. Primeiros dados das eleições conhecidos na terça

    24 Novembro 2019 /> De acordo com a Comissão Nacional de eleições, registou-se uma forte participação nas eleições da Guiné-Bissau. Ao todo foram 12 os candidatos que se apresentaram a estas eleições, com o atual chefe de Estado, José Mário Vaz, a concorrer como independente. RTP »

  • Guiné-Bissau conta votos

    24 Novembro 2019 >A Guiné-Bissau está a contar os votos das eleições presidenciais. Mais de 760 mil eleitores eram chamados às urnas, este domingo, para escolher o próximo chefe de Estado. Na corrida, estão 12 candidatos à sucessão de José Mário Vaz, o qual se recandidata ao cargo. >Os guineenses afluíram este domingo às urnas de forma massiva com muitos eleitores a começar a votar logo de manhã. Ao início da tarde grande parte dos guineenses já tinha exercido o direito cívico.>Ao microfone da RFI, os guineenses demonstraram um desejo de mudança e pediram que o próximo chefe de Estado seja capaz de proporcionar uma estabilidade governativa.>A população diz-se cansada dos períodos de instabilidade, situação que as eleições legislativas do passado mês de Março não conseguiram resolver.>Está tarde alguns candidatos denunciaram irregularidades no processo eleitoral. Ao microfone da RFI, a Porta voz da Comissão Nacional de Eleição (CNE) Felisberta Vaz, desmentiu estas acusações.>Uma fonte junto da missão de observação da francofonia, que visitou várias assembleias de voto durante o dia de hoje, confirmou que a votação decorreu num ambiente de tranquilidade.>Na Guiné-Bissau a noite vai ser longa, com a contagem de votos. Um processo que vai culminar com o nome do próximo chefe de Estado.>A CNE garantiu que os resultados poderão ser conhecidos até ao final da semanal. A segunda volta das presidenciais está marcada para dia 29 de dezembro, caso nenhum dos doze candidatos obtenha maioria absoluta.>No país estão presentes 23 observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), 54 da União Africana, 60 da CEDEAO e 47 dos Estados Unidos da América e várias organizações da sociedade civil guineense lançaram também uma plataforma para monitorizar o escrutínio. RFI »

  • Encerramento de urnas na Guiné-Bissau

    24 Novembro 2019 >As urnas encerraram às 17 horas locais na maior parte das mesas de voto na Guiné-Bissau, mas algumas ficaram abertas mais meia hora devido a um problema, esta manhã, que atrasou o arranque do voto. Mais de 760 mil eleitores votam, este domingo, nas eleições presidenciais na Guiné-Bissau. Na corrida, estão 12 candidatos à sucessão de José Mário Vaz, o qual se recandidata ao cargo. >As urnas encerraram às 17horas locais na maior parte das mesas de voto na Guiné-Bissau, mas algumas ficaram abertas até às 17h30 devido a um problema com tinta indelével que, esta manhã, atrasou o arranque do voto.>Oiça aqui a reportagem da nossa enviada especial a Bissau, Neidy Ribeiro.>A meio da tarde, Neidy Ribeiro constatou que alguns candidatos começaram a denunciar casos de enchimento de urnas.>Porém, esta manhã, em declarações à imprensa, Miguel de Barros, responsável pela Célula de Monitorização Eleitoral, da sociedade civil, disse que não houve nenhum incidente grave que pusesse em causa o funcionamento das mesas de voto.>“Um desenrolar globalmente bom da votação. Daquilo que nós constatámos, não há nenhuma pessoa que tenha sido impedida de votar, não houve nenhum incidente grave que ponha em causa o funcionamento das assembleias de voto e, ao mesmo tempo, não há nenhuma acção que, de uma forma ou outra, condicione o desenrolar do processo. Temos verificado um processo globalmente pacífico, com alto nível de civismo das pessoas e com alto nível de informação”, afirmou Miguel de Barros.>Também esta manhã, um problema com a tinta indelével atrasou o arranque da votação em algumas mesas de voto em Bissau. A situação foi rapidamente resolvida, explicou Augusto Mário da Silva, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.>“Não é que tenha havido falta de tinta indelével. A tinta que a assembleia de voto dispõe demora algum tempo a escurecer-se. Isso gerou algum mal-estar entre os eleitores, mas que rapidamente foi ultrapassado porque houve uma comunicação da própria CNE a explicar que é uma situação transitória: a tinta leva algum tempo mas acaba por se escurecer. Agora, não é a única forma de controlar se a pessoa votou ou não. Há outros mecanismos, outros métodos de controlo das pessoas que exerceram o seu direito de voto: o corte de cartão e o descarregamento nos cadernos eleitorais. Se um não funcionar, os outros estão em condições de funcionar perfeitamente e não comprometem o processo”, explicou Augusto Mário da Silva.> >Segundo a CNE, estão inscritos para votar 761.676 eleitores. As urnas abriram às 7h e encerram às 17h (hora local).>Durante o dia, estão mobilizados 6.500 elementos das forças de segurança e defesa.>No país estão presentes 23 observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), 54 da União Africana, 60 da CEDEAO e 47 dos Estados Unidos da América e várias organizações da sociedade civil guineense lançaram também uma plataforma para monitorizar o escrutínio.> >Lista de candidatos>-José Mario Vaz, o primeiro chefe de Estado a concluir um mandato de cinco anos, concorre como independente e tenta o segundo mandato;>-Domingos Simões Pereira concorre nestas presidências com o apoio do PAIGC;>-Umaro Sissoko Embalo que ocupou o cargo de primeiro-ministro entre Dezembro de 2016 e Janeiro de 2018, conta com o apoio do MADEM G-15;>-Carlos Gomes Junior, antigo primeiro-ministro, apresenta-se como candidato independente;>-Nuno Gomes Nabiam, actual vice-presidente da Assembleia Popular e o segundo candidato mais votado em 2014, conta nestas eleições com o apoio do APU-PDGB e PRS;>-Baciro Djá, ex-chefe do executivo, é líder e candidato da Frente Patriótica para a Salvação Nacional;>-Iaia Djalo, líder do Partido da Nova Democracia concorre pela quinta vez ao cargo de chefe de Estado;>-Afonso Té, presidente do Partido Republicano da Independência para o Desenvolvimento apresenta-se pela terceira vez às presidenciais;>-Vicente Fernandes, líder do Partido para a Convergência Democrática, faz a sua segunda tentativa de chegar ao mais alto cargo do país;>-Gabriel Fernando Indi conta com o apoio do Partido Unido Social Democrata;>-Mutaro Intai Djabi concorre como independente ao cargo de chefe de Estado;>-Idrissa Djalo apresenta-se nesta eleição com o apoio do Partido da Unidade Nacional; RFI » Correio da Manhã »

  • Guineenses votam num “navio no meio do mar”

    24 Novembro 2019 >Mais de 760 mil eleitores votam, este domingo, nas eleições presidenciais na Guiné-Bissau. Na corrida, estão 12 candidatos à sucessão de José Mário Vaz, o qual se recandidata ao cargo. Muitos madrugaram para ir às urnas, como a eleitora que vê a Guiné “como um navio no meio do mar”. >A enviada especial da RFI a Bissau, Neidy Ribeiro, acompanhou a abertura das mesas de voto no circulo eleitoral n°24 em Odiba, junto à Praça do Império, em Bissau. O cineasta Flora Gomes foi o primeiro a votar.>“Eu cheguei aqui às 4h30. Queria ser o primeiro a votar porque é uma eleição decisiva para a Guiné-Bissau”, afirmou, sublinhando que “é desta vez que a Guiné-Bissau vai conseguir encontrar um rumo”.>De baton vermelho e cabelo arranjado, Lurdes saiu de casa cedo para votar porque a Guiné-Bissau está “como um navio no meio do mar”: “Nós estamos ansiosas pelo resultado, é bom que se venha cedo e que se cumpra o dever.”>Pedro também acordou cedo porque “estas eleições são a última oportunidade para o país se erguer”.>O arranque da votação foi mais demorado para os eleitores do bairro de Luanda devido a um problema com a tinta indelével, justificou à RFI o presidente da mesa n° 2 no distrito 54.>O atraso não pareceu estragar o ambiente, como comprovou Víctor que apontou: “Todo o mundo está contente apesar do atraso de uma hora, uma hora e meia.”>Carla relembrou que “a situação do país está muito difícil”.>Segundo a CNE, estão inscritos para votar 761.676 eleitores. As urnas abriram às 7h e encerram às 17h (hora local).>Durante o dia, estão mobilizados 6.500 elementos das forças de segurança e defesa.>No país estão presentes 23 observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), 54 da União Africana, 60 da CEDEAO e 47 dos Estados Unidos da América e várias organizações da sociedade civil guineense lançaram também uma plataforma para monitorizar o escrutínio.>Oiça aqui a reportagem de Neidy Ribeiro.> >Lista de candidatos:>-José Mario Vaz, o primeiro chefe de Estado a concluir um mandato de cinco anos, concorre como independente e tenta o segundo mandato;>-Domingos Simões Pereira concorre nestas presidências com o apoio do PAIGC;>-Umaro Sissoko Embalo que ocupou o cargo de primeiro-ministro entre Dezembro de 2016 e Janeiro de 2018, conta com o apoio do MADEM G-15;>-Carlos Gomes Junior, antigo primeiro-ministro, apresenta-se como candidato independente;>-Nuno Gomes Nabiam, actual vice-presidente da Assembleia Popular e o segundo candidato mais votado em 2014, conta nestas eleições com o apoio do APU-PDGB e PRS;>-Baciro Djá, ex-chefe do executivo, é líder e candidato da Frente Patriótica para a Salvação Nacional;>-Iaia Djalo, líder do Partido da Nova Democracia concorre pela quinta vez ao cargo de chefe de Estado;>-Afonso Té, presidente do Partido Republicano da Independência para o Desenvolvimento apresenta-se pela terceira vez às presidenciais;>-Vicente Fernandes, líder do Partido para a Convergência Democrática, faz a sua segunda tentativa de chegar ao mais alto cargo do país;>-Gabriel Fernando Indi conta com o apoio do Partido Unido Social Democrata;>-Mutaro Intai Djabi concorre como independente ao cargo de chefe de Estado;>-Idrissa Djalo apresenta-se nesta eleição com o apoio do Partido da Unidade Nacional; RFI »

  • Sissoco Embaló apela a guineenses para irem votar e para deixarem "boatos"

    24 Novembro 2019 /> O candidato às presidenciais do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15) Umaro Sissoco Embaló pediu hoje aos guineenses para irem votar e "deixarem os boatos", sublinhando que espera que tudo continue a correr bem. RTP »

  • Guiné-Bissau. RTP acompanhou eleições guineenses em Lisboa

    24 Novembro 2019 /> Em Portugal, o ato eleitoral está a decorrer com normalidade, mas a afluência dos eleitores guineenses está a ser menor do que nas eleições legislativas, em Março. A RTP esteve esta manhã numa mesa de voto em Sacavém. RTP »

  • Guiné-Bissau. Eleitores chamados às urnas

    24 Novembro 2019 /> Mais de 760 mil eleitores são chamados este domingo às urnas na Guiné Bissau para escolher o novo presidente. Há 12 candidatos, entre os quais o atual chefe de Estado, José Mário Vaz. A campanha foi marcada pela decisão do presidente de nomear um novo Governo, que foi recusada pela comunidade internacional e que exigiu a uma gestão mais limitada sob a ameaça de imposição de sanções. RTP »

  • Vários candidatos já votaram na Guiné-Bissau

    24 Novembro 2019 >Mais de 760 mil eleitores são chamados a votar, este domingo, nas eleições presidenciais na Guiné-Bissau. Há 12 candidatos à sucessão de José Mário Vaz, o qual se recandidata ao cargo. Vários já foram votar. >O Presidente cessante da Guiné-Bissau e recandidato ao cargo, José Mário Vaz, votou numa mesa instalada junto à União Desportiva Internacional da Guiné-Bissau, na Avenida Amílcar Cabral, em Bissau. José Mário Vaz comprometeu-se a aceitar os resultados das eleições presidenciais e disse que “o poder não é de José Mário Vaz, é do povo e o povo é soberano, é quem decide sobre o seu próprio destino”.>Domingos Simões Pereira, o candidato do PAIGC, votou perto da sua residência em Bissau, no bairro de Luanda. "É do nosso país e da nossa vida que se trata nós não podemos delegar o nosso país e o nosso futuro e a nossa vida a outrem. Temos de vir votar e decidir a nossa vida", afirmou.>O candidato independente e antigo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior votou no centro de Bissau e disser estar “confiante na vitória”.>Umaro Sissoco Embaló, candidato às presidenciais do Madem-G15, votou em Gabu, no nordeste do país, a cerca de 200 quilómetros de Bissau, mas regressou à capital guineense onde fez declarações aos jornalistas. O candidato pediu aos guineenses para “participarem em massa e para deixarem os boatos”.>Nuno Gomes Nabiam, actual vice-presidente da Assembleia Popular e o segundo candidato mais votado em 2014, que conta nestas eleições com o apoio do APU-PDGB e PRS, votou em Bissorã, a cerca de 74 quilómetros a norte de Bissau. Nuno Nabiam apelou aos guineenses para votarem “porque só com o veredicto das urnas podemos eleger o Presidente".>Idrissa Djalo, que se apresenta nesta eleição com o apoio do Partido da Unidade Nacional, disse, depois de votar, que espera uma "viragem de página" na Guiné-Bissau.>Gabriel Fernando Indi, que conta com o apoio do Partido Unido Social Democrata, votou junto à sede do FC União Desportiva Internacional de Bissau, em Bissau.> >Os outros candidatos às presidenciais:>Baciro Djá, ex-chefe do executivo, é líder e candidato da Frente Patriótica para a Salvação Nacional;>Iaia Djalo, líder do Partido da Nova Democracia concorre pela quinta vez ao cargo de chefe de Estado;>Afonso Té, presidente do Partido Republicano da Independência para o Desenvolvimento apresenta-se pela terceira vez às presidenciais;>Vicente Fernandes, líder do Partido para a Convergência Democrática, faz a sua segunda tentativa de chegar ao mais alto cargo do país;>Mutaro Intai Djabi concorre como independente ao cargo de chefe de Estado; RFI »

  • Mais de 760 mil eleitores chamados às urnas na Guiné Bissau

    24 Novembro 2019 /> Mais de 760 mil eleitores são chamados às urnas este domingo na Guiné Bissau, para eleger um novo Presidente. RTP »

  • Mais de 760 mil eleitores escolhem este domingo o Presidente na Guiné-Bissau

    24 Novembro 2019 Mais de 760 mil eleitores são chamados a votar nas eleições presidenciais na Guiné-Bissau, escolhendo entre 12 candidatos quem irá suceder a José Mário Vaz, que se recandidata ao cargo. Observador »

  • Guineenses escolhem Presidente

    24 Novembro 2019 >Mais de 760 mil guineenses são chamados às urnas neste domingo para escolher o próximo chefe de Estado do país, na corrida eleitoral estão doze candidatos. A estabilidade governativa será um dos desafios do próximo Presidente da Guiné-Bissau. As mesas de voto estarão abertas entre as 7 e às 17 horas locais. >A reportagem da RFI deslocou-se esta manhã ao circulo eleitoral n°24 em Odiba, junto à praça do Império, para acompanhar a abertura das mesas de voto. Meia hora antes, os responsáveis da Comissão Nacional de Eleições garantiam que as condições estavam reunidas para o "bom desenrolar do processo".>O responsavel da CNE explicou que cada eleitor recebe um boletim de voto com os dozes candidatos e deverá depois colocar um cruz no nome do candidato de eleição.>O escrutínio deste domingo está a ser acompanhado por cerca de 200 observadores eleitorais, CPLP, CEDEAO, União Africana, Organização da Francofonia e 422 monitores da sociedade civil.>O chefe da missão de observação eleitoral, o antigo primeiro-ministro do Mali, Souleymou Boubeye Maïga, passou para verificar se listas dos eleitores estavam correctamente afixada e garantiu à RFI que o processo arrancou num ambiente.>“Os nossos observadores no terreno dizem que o processo arrancou com toda a normalidade, como tinha sido anunciado pela Comissão Nacional de Eleições”, referiu.>Lista de candidatosJosé Mario Vaz, o primeiro chefe de Estado a concluir um mandato de cinco anos, concorre como independente e tenta o segundo mandato;Domingos Simões Pereira concorre nestas presidências com o apoio do PAIGC;Umaro Sissoko Embalo que ocupou o cargo de primeiro-ministro entre Dezembro de 2016 e Janeiro de 2018, conta com o apoio do MADEM G-15;Carlos Gomes Junior, antigo primeiro-ministro, apresenta-se como candidato independente;Nuno Gomes Na biam, actual vice-presidente da Asssembleia Popular e o segundo candidato mais votado em 2014, conta nestas eleições com o apoio do APU-PDGB e PRS;Baciro Djá, ex-chefe do executivo, é líder e candidato da Frente Patriótica para a Salvação Nacional;Iaia Djalo líder do Partido da Nova Democracia concorre pela quinta vez ao cargo de chefe de Esta;Afonso Té presidente do Partido Republicano da Independência para o Desenvolvimento apresenta-se pela terceira vez às presidenciais;Vicente Fernandes líder do Partido para a Convergência Democrática faz a sua segunda tentativa de chegar ao mais alto cargo do país Gabriel Fernando Indi conta com o apoio do Partido Unido Social Democrata;Mutaro Intai Djabi concorre como independente ao cargo de chefe de Estado;Idrissa Djalo apresenta-se nesta eleição com o apoio do Partido da Unidade Nacional>Desafios desta eleição >A estabilidade governativa será um dos desafios do próximo Presidente da Guiné-Bissau. Os guineenses esperam que esta eleições "abram uma nova página na história do país”. As mesas de voto encerram às 17 horas locais. RFI »

  • Guiné-Bissau. Comissão eleitoral garante estar tudo pronto para eleições no domingo

    23 Novembro 2019 /> Na Guiné-Bissau é dia de reflexão. Este domingo, os guineenses são chamados às urnas para escolher o próximo presidente do País. A campanha eleitoral terminou na sexta-feira, sem registo de incidentes. RTP »

  • Reunidas condições para escrutínio decorrer com tranquilidade (CNE)

    22 Novembro 2019 /> O presidente da Comissão Nacional de Eleições da Guiné-Bissau, José Pedro Sambú, disse hoje que estão reunidas as condições para que a votação para as presidenciais, este domingo, decorra com "tranquilidade" e sem "sobressaltos". RTP »

  • "Tudo a postos para as eleições"

    20 Novembro 2019 >O chefe da Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reuniu-se, esta tarde em Bissau, com os responsáveis da Comissão Nacional de Eleições. No final do encontro, Oldemiro Baloi afirmou que estão reunidas as condições para que o processo eleitoral decorra com normalidade. >Em declarações à imprensa, Oldemiro Baloi afirmou que a CPLP, com missão de observadores que tem no terreno, quer passar a mensagem de que o futuro da Guiné-Bissau continua nas mãos guineenses.>“Dizer aos guineenses que continuamos a acreditar que eles, e só eles, podem e devem mudar o percurso da história da Guiné-Bissau”, disse. >O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Moçambique adiantou que depois do encontro que manteve com os responsáveis da Comissão Nacional de Eleições “tudo leva a crer que as condições estão criadas” para que o processo eleitoral decorra com normalidade. >O chefe da Missão de Observação Eleitoral da CPLP convidou ainda os guineenses a exercer o seu direito. “Vamos ver qual será o nível de participação da população, gostaríamos que não houvesse abstenção. E bom que nunca se desista”, referiu.>A Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa conta com 23 observadores e vai estar no terreno entre 17 a 26 de Novembro. >“Nós somos 23 e apenas não conseguiremos ir ao arquipélago dos Bijagós”, concluiu”.>Lille terá mesa de voto>A secretária executiva adjunta e porta-voz da CNE confirmou, igualmente, à RFI que está tudo a postos para a votação de domingo.>“Os preparativos estão no bom caminho, a logística está garantida. Está tudo a postos para a votação do dia 24 de Novembro”, garantiu.>Felisberta Moura Vaz garantiu que os eleitores guineenses da cidade de Lille terão mesa para votar no próximo domingo. “A mini-estrutura que a CNE cria para os trabalhos junto das embaixadas ou consulados já resolveu esse problema”,>761 mil eleitores, a nível nacional e da diáspora, escolhem no domingo o próximo Presidente da Guiné-Bissau, na corrida estão doze candidatos.>  RFI »

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