• A bem-sucedida história dos SEAT Cupra (Parte 3)

    12 Agosto 2018 >/>>Na Automonitor »

  • A bem-sucedida história dos SEAT Cupra (Parte 2)

    11 Agosto 2018 >/>Na primeira parte do especial dedicado à gama Cupra, explicámos o que esteve na génese dos modelos de produção mais desportivos da SEAT, representando esta sigla uma abordagem mais próxima ao universo da competição. A linhagem que se iniciou com o Ibiza prolonga-se até aos dias de hoje, com o segundo capítulo da história a passar-se no final do milénio passado. >/> Assim, tendo observado com agrado o sucesso do primeiro Ibiza Cupra, modelo que retirava muita da sua inspiração das pistas, a SEAT aplicou a receita algum tempo depois. Neste sentido, apostou no desenvolvimento de tecnologias mais avançadas para dinamizar as prestações dos seus automóveis, devendo-se tal em grande parte ao trabalho conjunto realizado entre as equipas da SEAT Sport e o Centro Técnico de Martorell. No ano 2000, a SEAT lançou no mercado a segunda geração do Ibiza Cupra, equipado com um motor 1.8 de 156 cv de potência, que surgia associada também a uma imagem mais agressiva do novo Ibiza. Além disso, integrava na época um sistema que hoje é comum a diversos modelos, mas que então era uma estreia em veículos da sua categoria, o Controlo Eletrónico de Estabilidade (ESP). >Cupra vezes três Mas, nesse mesmo ano, o Ibiza deixou de ser o único integrante da gama Cupra. Isto porque também o Leon se assomou munido da sigla distintiva Cupra, recorrendo a um motor bem mais extremo, um V6 de 2.8 litros que rompia já a fasquia dos 200 cv de potência, além de uma variante igualmente desportiva para o Córdoba, este assente no motor 1.8 de 156 cv, o mesmo do Ibiza. O objetivo da marca Espanhola era simples: replicar nas estradas públicas aquilo que o Córdoba WRC ia fazendo nos troços do Mundial de Ralis (WRC), categoria na qual competiu por três anos. /> Coube novamente ao Ibiza o papel de destaque no final do ano 2000 quando a SEAT estreou no Salão de Birmingham (Reino Unido) o Ibiza Cupra R com um motor 1.8 de 180 cv, um aumento significativo de potência face ao modelo de base. Foi também o primeiro modelo da SEAT a contar com a letra ‘R’ no seu apelido, tantas vezes garante de maiores prestações na indústria automóvel. Para a SEAT, representava a sua declaração de intenções de desportividade máxima, numa edição cuja produção se limitou a apenas 200 unidades. >/> Como não poderia deixar de ser, surgiu também um Leon Cupra R, que chegou ao mercado em 2002, tratando-se do primeiro Leon preparado pela SEAT Sport, com a divisão desportiva da marca Espanhola a apurar as credenciais do compacto familiar. O seu motor de 1.8 litros oferecia 210 cv de potência, mas no ano seguinte surgia outra evolução com mais potência, já nos 225 cv. Ibiza Cupra 1.8 156 cv (2000) Este modelo lançado em 2000 vinha equipado com um motor de 156 cv que acelerava dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 218 km/h. A grande inovação deste modelo prendia-se com o estilo mais agressivo e com a adição do Controlo de Estabilidade Eletrónico (ESP). Ibiza Cupra R 1.8 180 cv (2000) Este modelo surgiu nos concessionários no final de 2000, tendo sido o primeiro modelo totalmente desenvolvido pela SEAT Sport e com produção restrita a apenas 200 unidades. Com 180 cv, este Cupra conseguia acelerar dos 0 aos 100 km/h em 7,2 segundos e tinha como velocidade máxima os 225 km/h. >/> Automonitor »

  • SEAT cresce 20% nas vendas em Portugal

    10 Agosto 2018 >/>Depois de completar os melhores primeiros seis meses da sua história, a SEAT viu as vendas crescerem 35,7% face a igual período em 2017, para um total de 52.700 veículos vendidos (2017: 38.900). Com este resultado, a SEAT obteve o seu melhor mês de julho de sempre, superando o resultado alcançado em 2001 (46.200 unidades). >/> Entre janeiro e julho de 2018, a SEAT comercializou 342.700 veículos, o que representa um crescimento de 20,1% em relação ao período homólogo de 2017 (285.400), obtendo o maior volume de vendas da marca nos primeiros sete meses do ano. O recorde anterior remonta ao ano 2000 (324.400 unidades). O vice-presidente Comercial, Wayne Griffiths, adiantou que “o aumento de vendas desde janeiro faz de nós a marca generalista com o maior crescimento na Europa. A SEAT está com um volume de vendas recordista, graças à ofensiva de novos modelos como o Ateca e o Arona. Hoje, um em cada três dos automóveis que vendemos é um SUV, uma relação que crescerá nos próximos meses com a consolidação do Arona e o lançamento do Tarraco”. Os resultados alcançados até julho apoiam-se numa substancial melhoria dos mercados onde a SEAT opera, muitos deles com crescimentos acima dos 20%. Espanha é o maior mercado, com 72.900 veículos vendidos (+16,0%). Além disso, a SEAT é a marca líder no país e o Leon e o Ibiza são os modelos com maior número de matrículas. O segundo mercado da SEAT é a Alemanha, com um aumento de 26,4% e onde se venderam 71.400 automóveis. No Reino Unido, a SEAT avança contra a tendência do mercado e cresce 23,5% (total: 41.600 automóveis). França é o quarto país a absorver o maior volume de veículos SEAT (18.900 veículos), e é um dos mercados que mais cresce perante valores de subida de 23,2%, tal como acontece com Itália (14.200; +27,1%). Noutros países europeus, como a Áustria (13.700; +24,0%), Bélgica (6.900; +45,4%), Portugal (6.800; +22,2%) e os Países Baixos (5.700; +26,6%), as vendas também cresceram acima de 20%. O aumento é ainda mais significativo na Argélia, onde a SEAT já entregou 12.900 veículos no decorrer deste ano, mais 11.700 do que o registado até julho de 2017. Lucro operacional também cresce No primeiro semestre de 2018, a SEAT obteve o maior lucro operacional na história da empresa graças ao sucesso comercial obtido. Em concreto, o lucro operativo aumentou em 62,7% em relação à primeira metade de 2017 e obteve o valor recorde de 212 milhões de euros. A integração do Arona na gama SEAT é um dos principais fatores a explicar este resultado. Além disso, o volume de negócios também subiu a níveis recordistas depois de crescer 14,5% para 5.786 milhões de euros. Automonitor »