• O poder da lingerie

    12 Fevereiro 2018 E é tão verdade! É certo que todas nós temos complexos com o nosso corpo, gostávamos de ter o corpo de uma modelo da Victoria's Secret por exemplo ou daquela musa inspiradora que todas nós temos. Na verdade nem sempre é possível e até mesmo essas mesmas inspirações e musas, têm os seus complexos. Nunca estamos contentes com o que temos e isso afecta a nossa confiança, mas na verdade há pequenas coisas que podemos fazer para aumentar a nossa auto-estima e reduzir esses mesmos complexos.    >/> >  "A woman's lingerie says a lot about her"   Tudo começa com a lingerie, até porque esta citação não foi escolhida ao acaso. Se andarmos sempre com lingerie básica e aborrecida, afecta na verdade aquilo que sentimos em relação ao nosso corpo. Podemos sempre optar por um soutien push up, ou soutien redutor no caso das mulheres com mais peito e no que toca a partes de baixo, optar por conjuntos sem costuras para não marcar algumas imperfeições. Hoje em dia são imensas as possibilidades e cada vez mais temos ao nosso dispor soluções para os nossos "problemas".    >Experimentem dar um up na vossa gaveta da roupa interior, certamente é algo que nem sempre sofre uma reviravolta e que merece, quase tanto quanto o closet. Invistam em peças mais sensuais, com rendas, em conjuntos de soutien e cuecas, em roupa de dormir. Experimentem vários cortes e vários formatos tanto de partes de baixo como de partes de cima e encontrem aquele que vos deixa mais confiantes. A partir daí já sabem que será essa a vossa "lingerie da auto-estima". Ah! E não deixem de usar no dia-a-dia, vão ver que faz toda a diferença e que se vão sentir mais confiantes.Aceitam o desafio?  Sketchbook Six »

  • Os hábitos das pessoas felizes

    11 Fevereiro 2018 É simples ser mais feliz: é fazer mais vezes o que nos deixa feliz. Correio da Manhã »

  • Parlamento Europeu quer acabar com mudança da hora no verão e inverno

    9 Fevereiro 2018 /> A mudança dos relógios no verão e inverno pode ter os dias contados. RTP »

  • NOVAS COLEÇÕES

    9 Fevereiro 2018 >/>>/>Num dias destes dias fui conhecer de perto as novidades da Timberland, Vans, Óculos Silhouette, ProDesign Denmark entre outras.Gosto muito das marcas Timberland, Vans e Guess, a Timberland na minha opinião tem tido uma grande evolução nas suas ultimas coleções saindo das linhas tradicionais e inovando nos seus modelos de calçado e apostando em linhas de roupa com peças mais trendy.?A Vans apresenta uma linha de ténis cheia de detalhes e inovações tecnológicas dedicadas aqueles gostam de andar de skate.Com o dia dos namorados a chegar ficam aqui excelentes opções de todas estas marcas para vocês presentearem a vossa cara metade!!>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>TIMBERLAND?>/>>/>GUESS? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Um Bom fim-de-semana para todos vocês!!! gravata sem regras »

  • Empresário português inaugura loja inovadora em Paris

    9 Fevereiro 2018 /> Portugal reforça a representação em Paris. É uma nova loja que mostra o que de melhor e mais moderno se produz por cá. O espaço físico não dispensa o desafio digital, sendo necessária uma aplicação para comprar os produtos. RTP »

  • 3 dicas para escolher a lingerie certa

    9 Fevereiro 2018 >Balconette, push-up, bralette, bustier... são uma infinidade de modelos e é muito fácil escolhermos um tamanho errado, um modelo que não nos favoreça ou uma copa que não é a mais adequada. Conseguimos facilmente cair na tentação e perder a cabeça numa loja de roupa interior, mas a verdade é que comprar lingerie é bem mais complexo do que se pensa e por isso, nada como seguir estas 3 regras.  >  >/> >  >  >Todas nós temos um "modelo" assinatura, no fundo aquele modelo que nos fica lindamente e que nos "assenta" que nem uma luva. Estão a 3 passos de o encontrar, só têm de decorar estas três palavras: pesquisar, medir, experimentar. >   >  > >/>pesquisar >Diferentes lojas, marcas, modelos, cores e formatos. Há muita coisa por aí e a verdade é que os modelos variam muito de marca para marca. O primeiro passo passa por saber qual o nosso tipo de corpo e pesquisarmos o que nos fica ou não fica tão bem, o que nos favorece e o que queremos salientar. O segundo passo passa por pesquisar qual a melhor loja/marca e quais os modelos que mais nos favorecem e para isso, nada como pedir ajuda a colaboradoras deste tipo de lojas e acreditem que faz toda a diferença! >  >medir >Apesar de acharmos que sabemos qual o nosso tamanho, nem sempre isso acontece. Os modelos variam tanto entre eles que por vezes temos de adaptar e por isso, temos de tirar as medidas certas. Nem sempre conseguimos tirar as medidas como deve ser, precisamente por medirmos zonas diferentes do que aquelas que são consideradas nos "size charts" de cada marca e por isso a dica que dou é, depois de escolhida a nossa loja/marca onde fazemos fit, pedir ajuda a colaboradoras para nos ajudarem a tirar as medidas e a encontrar o tamanho ideal para nós. Na >Intimissimi por exemplo, este serviço faz parte do atendimento e faz toda a diferença! >  >experimentar >Vários modelos, várias marcas diferentes, várias texturas, vários materiais! Só assim é que vamos conseguir chegar ao nosso modelo ideal! Está bem mais perto do que pensam, é só preciso alguma paciência e algum tempo dedicado a isso mesmo, depois disso, será sempre mais fácil! A dica? Porque não uma tarde de compras com a nossa melhor amiga?   >  >/> >  >que lojas escolher? >  >As que mais gosto são sem dúvida a Intimissimi, a Oysho e a Cantê. Há vários modelos para os vários tipos de corpo, vários preços diferentes e conseguimos encontrar desde as peças mais básicas e simples para o dia-a-dia como as peças de lingerie mais femininas e delicadas. >  >  Sketchbook Six » The Styland »

  • É preciso lutar contra a nova escravatura

    9 Fevereiro 2018 i Online »

  • O Museu da Lourinhã mudou e agora conta a história do Atlântico

    9 Fevereiro 2018 Tem novas peças para mostrar ao público desde o início de Fevereiro, todas contribuem para percebermos melhor como aconteceu a abertura do Atlântico./> Público »

  • Oferecer um peluchinho é tão anos 90. Agora queremos é cadernos, diários e canetas.

    8 Fevereiro 2018 >/>Eis o que mais gosto, além de escrever e criar histórias que coloquem as pessoas a pensar: influenciar à leitura e à escrita. Então vou divulgando livros, livros, livros e tantas coisas giras de papelaria. Poderia falar de mil e uma marcas mas, depois, isto tornar-se-ia um catálogo. É por isso que vou sempre seguindo um fio condutor, tentando criar uma narrativa consolidada ao longo do tempo.Uma das coisas que me passaram pela cabeça - enquanto tirava estas fotografias - era que isto ficava sempre igual. Ainda em Dezembro mostrei a coleção de material de escritório >Skandi e agora estou aqui a mostrar uma nova colecção exactamente no mesmo sítio. Mas dei por mim a pensar que se esta é a minha mesa de trabalho, que outro sítio poderia usar? Quem mostra maquilhagem não usa sempre a mesma cara? E quem mostra roupa, não usa sempre o mesmo corpo? Eu mostro livros e material de papelaria para vos incentivar a escrever e, pois bem, tenho de usar sempre a minha secretária. Porque o importante nem é tanto o material em si - porque vai haver cadernos e canetas bonitas em qualquer altura do ano - mas sim o gesto de alguém se inspirar e ter vontade em levar um caderno para casa para simplesmente se sentar a escrever. E eu sei que escrever um diário pode parecer absurdo na vida adulta mas, acreditem, vale a pena. As memórias voam-nos da cabeça de uma forma assustadora e sem sequer darmos por isso.>>/>Esta nova colecção de papelaria está muito romântica, exactamente por estarmos no mês do amor. Quando a vi disse a brincar: oferecer um peluchinho é tão anos 90, agora queremos é mesmo cadernos. E quase que senti o meu eu de 16 anos a puxar-me o cabelo lá do passado porque nessa altura tive um namorado que me deu um peluche enorme do Garfield e eu odiei, claro. Mas depois ofereceu-me um diário (era mais um caderno colorido e bonito como estes daqui) que eu escrevi todo e lhe ofereci no fim. Se ainda o tiver guardado, poderá agora enquanto adulto divertir-se a ler dois ou três meses da nossa inocente relação juvenil. A escrita tem o poder incrível de entrar pela nossa alma dentro e nos voltar a fazer sentir as emoções do momento. Ainda esta semana partilhei no Instagram alguns presentes meus que um outro namorado de adolescência encontrou na casa da mãe este fim-de-semana e me mandou fotografias para eu ver. E ele disse uma coisa bastante gira - que tinha estado a ler algumas das cartas (looooongas) que eu lhe escrevia e como isso o deixou bastante feliz. São pequenos momentos das nossas memórias guardadas naquelas folhas a que ele vai poder regressar sempre que lhe apetecer abrir essa gaveta da sua vida.Talvez seja eu que tenha desde miúda este hábito de escrever as emoções e os sentimentos (lembram-se do Artur do livro? Pois bem, também ele levava com as minhas cartas no cacifo eheh). Mas gosto mesmo de partilhar este gosto com as outras pessoas.>/>Se eu tivesse um escritório maior, mais coisas iria ter. Sem sombra de dúvida. Porque se há quem se perca a olhar para a montra de uma loja de sapatos, eu perco-me a olhar para as prateleiras de papelaria. Penso sempre que me dava jeito ter só mais um caderno, só mais uma caneta, só mais um bloco de notas, só mais uma caixa e só mais uma caixinha. Há sempre utilidade a dar.Quando trabalhava na redacção, tinha sempre uma caixa com mil e uma coisas úteis e claro que toda a gente sabia que, a ser preciso, eu desenrascava. Eu tinha um furador, um agrafador e mil agrafos, tesouras, clips, fita-cola e borrachas e lápis para dar e vender. Nada faltava na minha mesa. E em casa repito o ritual e gosto também de oferecer este tipo de coisas a quem trabalha à secretária.Toda esta coleção é também de fabrico próprio do Jumbo e entrou este fim-de-semana nas lojas. Aproveitem para oferecer às vossas filhas - para as incentivar a escrever e a largar um pouco este mundo digital - e até para comprar qualquer coisa para vocês. Uma secretária organizada, colorida e feliz torna o trabalho mais produtivo.>/>>/>>/>>/>>/>>>/>>>/> The Styland »

  • CP alarga descontos com pessoas com deficiência

    8 Fevereiro 2018 i Online »

  • Candidatura de nova fábrica da Cofaco pode ser aprovada no fim do mês

    7 Fevereiro 2018 O Governo dos Açores considerou hoje que, "se tudo correr bem", a candidatura da conserveira Cofaco para a construção de uma nova fábrica do Pico pode ser aprovada "no fim do mês". RTP » Correio da Manhã »

  • Acidentes com tratores provocaram cinco mortos por mês em 2017

    7 Fevereiro 2018 Os acidentes com tratores agrícolas provocaram, em média, cinco mortos por mês em 2017, anunciou hoje a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (Confagri). RTP »

  • Sporting quer saber se autor do tweet do PS foi despedido

    7 Fevereiro 2018 Publicação foi colocada na rede social do partido quando deveria ter sido apenas numa conta pessoal. Correio da Manhã »

  • Acidentes com tratores provocaram cinco mortos por mês em 2017

    7 Fevereiro 2018 No ano passado, morreram 61 pessoas ao volante destas viaturas. Correio da Manhã »

  • A primeira fábrica portuguesa de telemóveis

    6 Fevereiro 2018 /> A primeira fábrica de telemóveis portuguesa foi inaugurada esta manhã pelo ministro da Economia. A IKI Mobile fica em Coruche e tem como objetivo fabricar 100 mil telemóveis por ano. Criou 30 postos de trabalho e investiu 1,6 milhões de euros. A grande maioria dos componentes nos novos equipamentos são portugueses. E estes telemóveis portugueses têm uma particularidade. A parte de trás de alguns aparelhos é feita em cortiça. O ministro da Economia diz que o que está a acontecer em Coruche, está a acontecer em todo o país. A capacidade de investir. RTP »

  • C&A Spring/Summer 2018

    6 Fevereiro 2018 >/>Há algumas semanas atrás tive a oportunidade de ir conhecer a nova colecção Primavera/Verão da C&A a Madrid...>>/>A >C&A tem-se desenvolvido e apostado numa linha mais jovem e para todos os gostos, já não é aquela velha loja onde as nossas tias e avós fazem compras, nós (malta mais jovem, lol olhem para mim a falar já com quase 30 anos) também vamos encontrar imensas opções bem surpreendentes, pela positiva claro!>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>Linhas para todos os gostos, idades e tamanhos, é assim que a nova colecção foi apresentada! As próprias modelos que fizeram o desfile não tinham um "tamanho" standard, havia miúdas de todos os? tamanhos e feitios. Palmas para a C&A!!>/>>/>Uma novidade, a primeira colecção Sustentável C&A, com algodão biológico.>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>A Colecção >C&A chega oficialmente toda às lojas após os Saldos terminarem, entretanto já podem ir encontrando algumas peças mas só em Março estará toda disponível. Coquette à Portuguesa »

  • A nova moda das cuecas pela metade

    6 Fevereiro 2018 Roupa interior de 'cintura super baixa' ganha popularidade. Correio da Manhã »

  • Early Made: Nesta loja do Porto há marcas estrangeiras feitas em Portugal

    6 Fevereiro 2018 No Quarteirão das Artes, no Porto, há uma nova loja que quer mostrar que existe um cunho nacional na moda internacional. Produzidas em Portugal, estas peças querem resistir à passagem do tempo Visão »

  • O corte de 2018, arriscamos?

    6 Fevereiro 2018 >Com a chegada de 2018, chega também a hora de pensarmos nas nossas mudanças de visual. Aliás, cortes de cabelo para 2018, os melhores penteados e o que devemos usar este ano são aquele tipo de coisas que todas nós queremos saber e passamos a vida a pesquisar no Pinterest, certo?  >  >/> >  >Para este ano, porque não arriscar em algo diferente? Um novo corte de cabelo, fora do que estamos habituadas para que seja uma mudança de visual completa? Franja? Uma nova cor ou aquele que é o corte que continua a conquistar tudo e todos: o corte bob!  >  >  > >/> >/> >/> >/> >  >Há apenas um requisito: bem texturizado para que possamos usar e abusar do styling! É isto que faz com que estas imagens sejam das mais "vistas" e guardadas no Pinterest. Precisamente por terem muita textura, movimento e por serem cabelos bem tratados. E para que não haja dúvidas que este é O corte de cabelo de 2018, nada como espreitar os últimos pins no Pinterest, facilmente encontramos imagens como estas.  >  >Um corte clássico, irreverente, cool e que continua a fazer furor. Há quanto tempo não visitam o vosso cabelereiro? Vá está na hora, o bob está de volta e é um dos cortes de cabelo mais transversais de todos os tempos. Na verdade começo a ponderar voltar a este corte! Quem está comigo? >  >  >  Sketchbook Six »

  • 12 mil metros cúbicos

    6 Fevereiro 2018 Não se sabe se o ministro vai fazer destes casos o ponto de partida para uma mudança de registo do Ministério do Ambiente no combate à poluição nos rios. Politicamente não lhe restarão grandes alternativas./> Público »

  • Os leilões estranhos de 2017

    6 Fevereiro 2018 Dos mais caros aos mais invulgares, tudo se vendeu e comprou no ano passado. Correio da Manhã »

  • Porque continuamos a comprar marcas com trabalho explorador e que destroem o ambiente?

    6 Fevereiro 2018 >/>Grande parte da indústria da moda é muito pouco transparente, exploradora, prejudicial para o meio ambiente e precisa urgentemente que nós - os consumidores - gritemos por mudanças. Infelizmente, as redes sociais, as bloggers de moda e o hiper-consumismo desmedido que se gerou em torno da moda, tornou-a uma indústria cada vez mais acelerada e que precisa de uma revolução.Em Abril de 2013, o edifício Rana Plaza que alojava cinco fábricas de vestuário no Bangladesh caiu. Mais de mil pessoas morreram e mais de 2,500 ficaram feridas - a grande maioria eram jovens mulheres que faziam roupa para grandes marcas internacionais. Desde este dia, criou-se a Fashion Revolution que procura usar o poder da moda para mudar o mundo. Podem ler mais sobre isto no site da organização - >FashionRevolution.org. E a premissa é simples:>Alguma vez pararam para pensar quem é que faz a roupa que vocês compram? Quanto é que essas pessoas ganham por esse trabalho? E como são as suas vidas??É que estas são as verdades negras por detrás da indústria milionária da moda muito bem tapadas por anúncios bonitos e campanhas pseudo-solidárias que chegam tão longe quanto a criação de coleções "conscious" como a H&M. Mas apesar deste papel quase bonito à superfície, a verdade continua lá no fundo bem escondida: a moda é uma das indústrias mais nojentas do mundo. O desperdício, a publicidade sexual, as questões humanitárias, o trabalho explorador, a destruição do ambiente e a lista poderia continuar. A Zara e a H&M são das marcas mais responsáveis pela poluição devastadora de ar e água nas fábricas de viscose na Ásia que despejam água tóxica não tratada directamente nos rios. E claro que dizem que estão preocupados mas nada fazem porque essas fábricas são mais baratas.As nossas roupas passam por uma longa viagem até chegarem às prateleiras das lojas a que corremos de forma compulsiva para nos sentirmos bem. Passam pelas mãos de produtores de algodão, máquinas de fiar, tecelãs, tinturas, costureiras e outras paragens até chegar até nós. Cerca de 75 milhões de pessoas trabalham para fazer as roupas que compramos nas lojas de mass-market. No entanto, a maioria das pessoas que fazem roupas para o mercado global vive na pobreza, incapaz de pagar as necessidades básicas de vida e sujeitos a abusos físicos, exploração, trabalhando em condições inseguras, sem higiene e com salários muito, muito baixos. Literalmente, nunca conseguiriam comprar um par de calças que fazem para nós.O que é que podemos fazer? Já lá vamos.5 verdades que a indústria da moda não quer que vocês saibamO Huffingont Post abordou cinco pontos bastante interessantes que vou resumir aqui.Primeiro. A indústria da moda é a principal culpada do consumismo extremo que veio na onda das redes sociais. Algures no passado, havia duas temporadas de moda: a primavera/verão e o outono/inverno, lembram-se?. As lojas de fast-fashion que vocês tanto adoram (Zaras e companhias) produzem actualmente 52 micro-temporadas por ano, com novas coleções a sair a cada semana com o objectivo de levar os consumidores a comprar mais e mais e mais e mais. Isto criou a fast-fashion que (não se deixem enganar) opera num modelo simples: baixa qualidade e alto volume. Lojas como a H&M e a Forever21 (não necessariamente em Portugal) recebem envios diários de novos modelos nas lojas e a Topshop apresenta 400 novas roupas por semana no seu site. Não admira que nos sintamos fora de moda após a primeira utilização que demos a uma peça.Segundo. Os descontos não são bem descontos e somos muitas vezes enganados. A Lefites não é o outlet da Zara. É, na verdade, roupa produzida a um custo ainda menor em fábricas de baixa qualidade, com tecidos mais baratos e pessoas ainda mais exploradas.Terceiro. Há químicos tóxicos em todas as vossas roupas. Muitas marcas de fast-fashion assinaram um acordo em que concordavam limitar o uso de metais pesados nos seus produtos mas continuam a não o fazer. Isto significa que vocês têm malas, cintos e sapatos contaminados com chumbo acima do valor legal e isso traz uma série de danos para a saúde mas já nem vou chatear com isso. Fica um tema para outro dia.Quarto. Uma das coisas que vim a notar ao longo dos anos foi como a roupa da Zara se foi tornando mais e mais e mais - perdoem-me - merdosa. Tentei comprar um casaco de inverno este ano e tive de desistir da ideia. Todos os tecidos eram nojentos, agarravam tudo o que era pelos e muitos já tinham borbotos de andar aos trambolhões na loja. Os gigantes da "moda rápida" como a Zara e a H&M dependem do desejo do consumidor em ter roupas novas. E é óbvio que isto vai acontecer se a roupa for de má qualidade e se estragar em meia dúzia de utilizações. Uma loja como estas produz centenas de milhões de peças por ano. A qualidade não é o seu foco mas sim a rapidez com que nós queremos comprar outra peça. Isto leva a outra preocupação. O desperdício de roupa que se atira fora por ano - não aquelas que doamos ou vendemos mas sim aquelas que atiramos para o lixo porque já estão nojentas. E essas roupas são feitas com fibras sintéticas à base de petróleo e vão levar décadas para que se decomponham.Quinto. O bicho-papão destas gigantes da "moda-rápida" é o trabalho infantil apenas porque as roupas são feitas em fábricas que preferem mão-de-obra barata e infantil a comprar máquinas que são caras. Milhões de trabalhadores passam os seus dias escondidos em algumas das regiões mais pobres do mundo a costurar os conteúdos do guarda-roupa global. Muitas vezes, toda a família trabalha ali numa premissa de tirania: ganham uma miséria que ainda assim os obriga a lutar pelo mais rápido que conseguirem costurar, pelas mais peças, pelas mais horas até a luz do dia permitir para fazer mais roupas que caibam nos nossos roupeiros atafulhados de trapos.E agora, o que é que podemos fazer?Um boicote. É tão simples quanto isso. Ninguém vai morrer se não comprar vinte peças de roupa nova por mês para mostrar no Instagram. Temos de quebrar este vício por mais quantidade e mais rápido. Como sociedade, compramos mais 400% de roupas hoje do que há apenas 20 anos. E é preciso mudar esta mentalidade e pensar no verdadeiro custo das pechinchas baratas que compramos compulsivamente todos os meses nas lojas como Zara, H&M ou Primark. Mas a verdade é que até podem comprar - porque há muitas opções para onde se podem virar sem ser as marcas massivas de "moda rápida".E é sobre isto que quero falar. A minha vida mudou radicalmente no último ano. Eu também era uma consumidora compulsiva. Não quanto muita gente porque também não tinha dinheiro para isso, mas o suficiente para perceber que isso era um problema. Comprava roupa por impulso, por vontade em ter algo novo para estrear, para me sentir bem, mais bonita, para estar na moda e, todos os anos, doava ou deitava fora quilos e quilos de roupa que já não queria ou já se tinha estragado por ser de péssima qualidade.Desde Abril de 2017 que não compro roupa em lojas de "moda rápida". Não quero com isto dizer que me tornei fundamentalista porque já disse em vários contextos que nunca o sou. Não deixei de entrar na Zara numa atitude ultra-extremista. Apenas deixei de entrar com a necessidade de comprar qualquer coisa que nem sabia muito bem o que era. Passei nos saldos para ver se havia algo que precisava (como um casaco) mas não encontrei nada de jeito. Ainda assim, comprei umas calças de ganga. Mas apenas isto e procuro, ao longo do tempo, deixar de comprar de vez. Será o meu boicote pessoal. Sozinha não consigo mudar o mundo, é certo. Mas se todos fizermos o nosso boicote pessoal e deixarmos de comprar vinte peças por mês e passarmos a comprar só três, aí sim, já estaremos a mudar o mundo.Comprar roupas em segunda-mão e de marcas com uma posição mais feliz na indústria da modaNos últimos meses, comecei a procurar cada vez mais roupa em segunda-mão para evitar o desperdício e a apostar noutras marcas que sejam acessíveis ao valor que posso gastar em roupa mas, ainda assim, com uma responsabilidade social e ambiental.Toda a gente sabe que tenho uma relação com a Auchan mas isso não é só porque temos um contrato comercial e em troca tenho de dizer coisas bonitas. Provavelmente o que vocês não sabem é que a Auchan criou a fundação >Weave Our Future para desenvolver e melhorar as condições de vida dos trabalhadores nos países onde produzem a sua roupa e marca In Extenso. Todas as fábricas são auditadas do ponto de vista social e de qualidade e, neste momento, está a ser implementado o ponto de vista ambiental. E no futuro isto também se vai alargar aos fornecedores de tecidos, tinturarias e lavandarias. A Auchan é contra a subcontratação não declarada (como acontece, como já expliquei, nas fábricas da Zara e companhias em que uma família inteira trabalha escondida em caves) e exige saber de cada fornecedor onde é que os seus produtos estão a ser fabricados e fazem-se verificações (aleatoriamente) para averiguar estas situações. E isto é um nível de exigência e controlo que poucos? distribuidores de vestuário pedem. Podem ler mais sobre o compromisso sustentável da Auchan >aqui.Assim, quando me veem a ir ao Jumbo e a mostrar várias peças de roupa e calçado de lá não é só porque é mais barato. É porque é uma compra mais consciente e onde podem encontrar roupas de muito melhor qualidade que as lojas de "moda-rápida" e até muitas peças de algodão orgânico (como esta nova coleção de básicos que está lá neste momento, mostro as t-shirts às riscas na fotografia em baixo). Actualmente, a Auchan também tem, como já partilhei várias vezes, um foco de produção portuguesa que, por enquanto, é focado essencialmente em interiores e calçado. Mas a ambição é mesmo a de manter a compra local a fornecedores locais (nos vários países em que a Auchan está).Mas há muito mais marcas por onde podem explorar. Para quem gosta de compras online, compro muitas coisas na marca inglesa Nobody's Child (podem ler o seu compromisso sustentável >aqui) que usa as suas próprias fábricas e tem um papel activo no desperdício (e os preços são simpáticos e a qualidade dos tecidos muito boa). E podem também apostar em marcas de produção nacional como a >Mahrla. Deem-me também as vossas sugestões de marcas para abrirmos aqui o leque de opções.>/>Deixei de comprar malhas nas lojas de "moda-rápida" porque simplesmente não compensa. A qualidade é miserável. Tenho malhas do Jumbo desde o início da nossa relação (em 2015) que estão como novas e estão agora no seu terceiro inverno. Uma das coisas que faço, como gosto de camisolas de inverno compridas, é comprar os tamanhos grandes. Esta mala foi uma coleção cápsula fabricada em Portugal e inspirada nas malas vintage das nossas avós.?>/>O mesmo se aplica às camisas. Adoro usar camisas grandes na primavera ou atadas com um nó na cintura. O Jumbo tem sempre padrões frescos, modernos e com tecidos de boa qualidade que não ficam amarrotados ao fim de cinco minutos.>/>Coleção de básicos de algodão orgânico que podem encontrar neste momento nas lojas.>/>Algumas das coisas que comprei nos saldos da Nobody's Child: umas calças com folho e um macacão que ainda não abri porque é de verão e não o vou usar tão cedo. Aproveito sempre os momentos de descontos para comprar qualquer coisa que precise. Os tecidos são de óptima qualidade também.>/>>/>A camisa da colecção de primavera, botas fabricadas em Portugal e o top era um pijama de verão do ano passado em seda que gosto de usar com calças subidas por ser elegante com uma pequena renda no decote. Tudo Jumbo Moda (e a camisola de malha da fotografia de cima).>/>Casaco de malha onde também trouxe o tamanho grande porque gosto deles compridos e largos. Ténis da nova coleção de primavera, t-shirt básica com pormenor no ombro e cinto de imitação de pele com um bordado de flores. Tudo Jumbo Moda.>/>Em baixo, vestido e kimono da Mahrla. Tudo fabricado em Portugal.>/>>/>Em conclusão: o que vos pergunto é muito simples. Porque continuamos a comprar roupa que faz tão mal ao mundo quando temos outras opções?Compramos Zara porque precisamos? Ou porque somos impelidos a querer mais e mais e mais?Porque nos contentamos com roupa de má qualidade só por ter o carimbo de uma marca conhecida?Porque aceitamos usar roupas com químicos tóxicos que nos fazem mal a nós e que contaminam de uma forma brutal o ambiente e o planeta?A Fashion Revolution é um movimento global que exige uma indústria da moda mais justa, segura, limpa e transparente. E todos nós temos que ter um papel activo. O meu já começou e agora passo-o a vocês :) The Styland »