• Mais de treze milhões de moçambicanos chamados às urnas

    15 Outubro 2019 Pela primeira vez, ato envolve eleição dos governadores das 10 províncias do País. Correio da Manhã »

  • Moçambique. 13 milhões de eleitores chamados às urnas

    15 Outubro 2019 /> Em Moçambique já decorre o processo de votação para as sextas eleições gerais. Mais de 13 milhões de eleitores são chamados a escolher o Presidente da República, 250 deputados do parlamento e, pela primeira vez, dez governadores provinciais e respetivas assembleias. O primeiro cidadão a votar foi o Presidente da República, Filipe Nyusi, que deixou um apelo à serenidade e tranquilidade ao longo do dia. RTP » Renascença »

  • Moçambique. 13,1 milhões de moçambicanos chamados às urnas

    15 Outubro 2019 Esta terça-feira é dia de eleições gerais em Moçambique com 13.1 milhões de eleitores a acorrer às urnas para eleger pela primeira vez 10 governadores, um presidente, e 250 deputados. Observador » Correio da Manhã »

  • 13,1 milhões de moçambicanos chamados hoje às urnas

    15 Outubro 2019 Um total de 13,1 milhões de eleitores moçambicanos são hoje chamados a escolher o Presidente da República, 250 deputados do parlamento e, pela primeira vez, dez governadores provinciais e respetivas assembleias. RTP »

  • Eleições Moçambique. Filipe Nyusi apela ao voto e à calma

    15 Outubro 2019 /> Moçambique escolhe hoje o novo Presidente da República, o Parlamento e os Governadores das Províncias. Decorre desde as sete da manhã, o processo de votação para as sextas eleições gerais. O primeiro a votar foi o atual Presidente Filipe Nyusi que apelou à serenidade e tranquilidade ao longo do dia de hoje. RTP »

  • Moçambique/eleições: “Todo cidadão pode ser observador”

    14 Outubro 2019 >Amanhã 12,9 milhões de moçambicanos são chamados às urnas para escolherem o Presidente da República, dez assembleias provinciais e respectivos governadores, bem como 250 deputados da Assembleia da República.>A acompanhar o processo eleitoral está a Txela-Lá, uma plataforma virada para as redes sociais que defende que “Todo cidadão pode ser observador”, ao denunciar irregularidades eleitorais.>Uma das imagens de marca da Txeka- Lá são os vídeos que a miúde colocam na sua página de facebook, onde desconstroem “mitos” eleitores, explicam a legislação eleitoral em vigor e informam os eleitores dos seus direitos, como referiu Fernanda Lobato, directora-geral da Txeka-Lá. RFI »

  • Moçambique escolhe amanhã novo panorama político

    14 Outubro 2019 >Segundo e último dia de reflexão em Moçambique. Amanhã decorrem VI Eleições Gerais multipartidárias. 12.9 milhões de eleitores são chamados às urnas. >Esta terça-feira os moçambicanos vão definir a nova configuração política do país. Escolhem o novo Presidente da República, dez assembleias provinciais e respectivos governadores, bem como 250 deputados da Assembleia da República. São as primeiras eleições multipartidárias sem a presença de Afonso Dhlakama, antigo Presidente da Renamo, falecido a 03 de Maio de 2018.>Quatro candidatos disputam a cadeira da presidência, Filipe Nyusi, da Frelimo, candidata-se à sua sucessão, Ossufo Momade, presidente da Renamo, principal partido da oposição, Daviz Simango, presidente do MDM, terceiro partido de representação parlamentar e Mário Albino, candidato pela Acção de Movimento Unido para Salvação Integral.>Para Assembleia da República, concorrem em todo o país 25 partidos políticos e duas coligações.>A campanha eleitoral ficou marcada pela violência, 40 pessoas mortas, destas sete foram assassinadas, mais de 200 feridos e dezenas de casas incendiadas.>Em 2014, a taxa de participação foi de 50,62 por cento. RFI »

  • Moçambique: dois dias de reflexão

    13 Outubro 2019 >Em Moçambique hoje e amanhã são dias de reflexão. Na próxima terça-feira 12,9 milhões de moçambicanos são chamados às urnas para escolherem o Presidente da República, dez assembleias provinciais e respectivos governadores, bem como 250 deputados da Assembleia da República. >A campanha eleitoral terminou no sábado e ficou marcada pela violência: 40 pessoas mortas, destes sete foram assassinadas, mais de 200 feridos e dezenas de casas incendiadas.>As autoridades moçambicanas asseguram que as condições estão reunidas para a realização do sufrágio, mas os observadores internacionais temem que a elevada violência registada na campanha intimide os eleitores no dia de votação.>Em dia de reflexão a RFI foi ao centro da cidade da Beira verificar a motivação dos moçambicanos para votarem na próxima terça-feira. Confira aqui. RFI »

  • Mais 76 observadores reforçam missão da UE para acompanhar eleições em Moçambique

    12 Outubro 2019 Missão pretende "assegurar uma maior cobertura geográfica do dia da votação", marcada para terça-feira. Correio da Manhã »

  • Moçambique: Missão da CPLP verifica “passos organizativos” da CNE

    11 Outubro 2019 >Lopo do Nascimento foi apresentar a missão observação eleitoral da CPLP junto de Adbul Carimo e saber que “passos organizativos” foram dados tendo em vista o dia 15 de Outubro. >O chefe da Missão de Observação Eleitoral da CPLP às Eleições Gerais de Moçambique reuniu-se, esta quinta-feira, com Presidente da Comissão Nacional de Eleições. Lopo do Nascimento foi apresentar a sua missão junto de Adbul Carimo e saber que “passos organizativos” foram dados tendo em vista o dia 15 de Outubro.>Na próxima terça feira, 12,9 milhões de moçambicanos são chamados às urnas, nas eleições gerais de 15 de Outubro vão escolher o Presidente da República, dez assembleias provinciais e respectivos governadores, bem como 250 deputados da Assembleia da República.>Nas eleições gerais de 2019, pela primeira vez os governadores vão ser eleitos, em vez de nomeados pelo Presidente da República.>A campanha eleitoral termina amanhã e fica marcada por vários episódios de violências, mortes de militantes de partidos e ainda o assassínio de um observador eleitoral.>A Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa às Eleições Gerais em Moçambique, chegou a 9 e vai ficar até dia 18 de Outubro de 2019 e é chefiada por Lopo do Nascimento, antigo Primeiro-ministro de Angola. RFI »