• Moçambique. Júri dos Estados Unidos adia veredito para dezembro

    22 Novembro 2019 /> O júri do julgamento de Jean Boustani, alegadamente envolvido em negócios que provocaram as dívidas ocultas de Moçambique, que decorre num tribunal de Nova Iorque, adiou as deliberações para 02 de dezembro. RTP »

  • Moçambique. Escândalo financeiro envolve nome do presidente Nyusi

    22 Novembro 2019 /> O nome do Presidente de Moçambique foi pela primeira vez falado durante o julgamento do caso das dívidas ocultas. O julgamento decorre nos EUA e o principal suspeito afirmou que Filipe Nyusi recebeu quase um milhão de euros para pagar a sua campanha eleitoral de 2014. RTP »

  • Guiné-Bissau na expectativa e Moçambique abalada por novas revelações

    22 Novembro 2019 >Esta semana ficou marcada pelos últimos preparativos antes das presidenciais deste Domingo na Guiné-Bissau, mas também pelas revelações da fase final do julgamento nos Estados Unidos do empresário franco-libanês Jean Boustani, suspeito de envolvimento no escândalo da dívida oculta de Moçambique. O executivo da empresa Privinvest, afirmou aos juízes ter pago milhões de Dólares em 2014 a dirigentes de Moçambique, nomeadamente ao actual Presidente, Filipe Nyusi. Também em destaque esta semana, esteve a divulgação dos respectivos projectos de Orçamento Geral de Estado de 2020 de Angola e São Tomé e Príncipe e, noutra tonalidade, um novo mortífero ataque no norte do Mali. RFI »

  • Moçambique: Jean Boustani acusa Filipe Nyusi de sabotagem à Privinvest

    22 Novembro 2019 > >Termina esta sexta-feira (22/11) no tribunal de Nova Iorque o julgamento de Jean Boustani, negociador da Privinvest e principal arquitecto da dívida oculta de Moçambique de 2.2 mil milhões de dólares, contraída à revelia do parlamento durante o mandato do Presidente Armando Guebuza >Jean Boustani, cidadão franco-libanês que está em prisão preventiva desde 2 de Janeiro, começou a ser julgado no tribunal federal de Nova Iorque a 15 de Outubro, como principal arguido num processo com 8 réus e a sua sentença poderá ser conhecida esta sexta-feira (22/11) ou dia 2 de Dezembro.>Ele é acusado de fraude económica, pagamento de subornos e branqueamento de capitais, mas a sua defesa nega tudo em bloco afirmando que tal era "parte do projecto para sabotar a Privinvest", enquanto para a "acusação a Privinvest não tinha nenhum projecto viável em Moçambique, tudo era um esquema para obter dinheiro".>Como refere Borges Nhamire, investigador do Centro de Integridade Pública - CIP - que está a seguir este julgamento e esta quinta-feira (21/11) ouviu também as alegações finais, com a defesa a insistir em que Boustani não é culpado.>Durante o interrogatório da defesa, Jean Boustani revelou, entre outros, que o ex Presidente Armando Guebuza pediu à Privinvest apoio financeiro para a protecção da faixa costeira de Moçambique e para financiar a campanha eleitoral da Frelimo, com vista às eleições gerais de 2014, nas quais foi eleito Presidente Filipe Nyusi, até então seu ministro da defesa.>A Privinvest pagou 10 milhões de dólares à Frelimo e pelo menos 1 milhão ao Presidente Filipe Nyusi, segundo pôde apurar o FBI>Jean Boustani acusou o actual governo moçambicano lierado por Filipe Nyusi de ter "sabotado os projectos das três empresas na origem do endividamento EMATUM, ProÍndicos e MAM - Mozambique Assetement Management e assim sabotar os projectos da Privinvest em Moçambique".>  RFI »

  • Partido no poder diz que Filipe Nyusi "não recebeu nenhum suborno"

    22 Novembro 2019 /> O porta-voz da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, referiu hoje que o seu líder e Presidente da República, Filipe Nyusi, "não recebeu nenhum suborno" do dinheiro das dívidas ocultas e "está isento de culpa". RTP »

  • MOÇAMBIQUE CORRUPÇÃO - Oposição moçambicana pede demissão do presidente Filipe Nyusi por suposta corrupção

    22 Novembro 2019 EFE »

  • Moçambique: Filipe Nyusi "apontado para receber 2 milhões de dólares da Prinvinvest"

    21 Novembro 2019 >Jean Boustani, negociador da Privinvest é tido como o arquitecto das dívidas ocultas de Moçambique, está a ser julgado em Nova Iorque e depois de ter denunciado que Armando Guebuza e a Frelimo receberam milhões de dólares da Privinvest, afirmou ontem que o Presidente Filipe Nyusi foi apontado para receber 2 milhões de dólares. >O caso designado "dívida oculta" no valor de 2.2 mil milhões de dólares, contraída à revelia do parlamento entre 2013 e 2014, durante o mandato do Presidente Armando Guebuza, está a ser julgado em Nova Iorque.>As sucursais britânicas dos bancos Crédit Suisse e VTB russo, estão na origem destes empréstimos - dos quais centenas de milhões foram desviados em subornos - contraídos alegadamente para projectos de protecção costeira e pesca de atum, com a Privinvest como principal parceira de Moçambique.>O réu, o cidadão franco-libanês Jean Boustani, negociador da Privinvest está a ser julgado nos Estados Unidos, que o acusam de ter defraudado companhias norte-americanas, que investiram nas empresa Ematum e ProÍndicos, duas das três empresas que com a MAM Assetement, estão na origem desta dívida, que levou Moçambique ao "default" e ao corte das doações internacionais para o Orçamento Geral do Estado a partir de 2016, quando o escândalo foi revelado.>Borges Nhamire, investigador no Centro de Integridade Pública - CIP - segue em Nova Iorque o julgamento de Jean Boustani, que termina esta sexta-feira (22/11), confirma que ontem, quarta-feira (21/11) "o réu afirmou que Filipe Nyusi é o "new, man ou new guy" e recebeu em 2014 dois milhões de dólares da Prinvinvest, para financiar a sua campanha eleitoral, dos quais o FBI conseguiu traçar um milhão, pago através de uma factura para a empresa Sunflower, com sede em Abu Dabi".>De recordar que Filipe Nyusi venceu as eleições presidenciais de 2014 e substituiu Armando Guebuza, Presidente de Moça.>Jean Boustani revelou ainda que entre outros nomes já designados, Jean Boustani citou ainda o ex ministro da indústria e comércio Armando Inroga, bem como Isaltina Lucas, que na época da contracção das dívidas era directora nacional do Tesouro, parte da soma foi paga à empresa gerida pelo seu irmão gestor da Maputo Development Company.>De recordar que o Presidente Filipe Nyusi era ministro da defesa de Armando Guebuza, que tinha como ministro das finanças Manuel Chang, detido na África do Sul desde 29 de Dezembro de 2018, devido a um mandado de captura emitido pelos Estados Unidos.>Já em Moçambique decorre um processo paralelo, ligado também às dívidas ocultas, com cerca de 20 pessoas em prisão provisória entre as quais o filho do ex-Presidente Armando Ndambi Guebuza e ex altos dirigentes dos serviços secretos moçambicanos - SISE.>Face às declarações de Jean boustani, o MDM, segunda força política da oposição em Moçambique, exige que nas próximas 72 horas o Presidente Filipe Nyusi se demita e que o Conselho Constitucional declare nulas as eleições gerais de 15 de Outubro. RFI »

  • Moçambique: Nome do Presidente Nyusi surge no caso das dívidas ocultas

    21 Novembro 2019 Jean Boustani afirmou em tribunal que o Presidente de Moçambique e um antigo ministro das Finanças do país receberam milhões de dólares para campanhas eleitorais Visão »

  • Dívidas ocultas de Moçambique. Presidente e ex-ministro moçambicanos receberam dinheiro para campanhas

    21 Novembro 2019 Segundo um arguido no caso das dívidas ocultas de Moçambique, a Frelimo terá recebido quatro milhões de dólares para apoiar a candidatura de Filipe Nyusi em 2014. Observador »

  • Moçambique: Armando Guebuza citado no julgamento sobre dívida oculta nos EUA

    20 Novembro 2019 >Decorre até sexta-feira (22/11) no Tribunal de Nova Iorque o julgamento de Jean Boustani, cidadão franco-libanês, negociador da empresa de construção naval Privinvest, considerado o arquitecto das dívidas ocultas de Moçambique de 2.2 mil milhões de dólares, contraídas à revelia do parlamento entre 2013 e 2014, durante o mandato de Armando Guebuza, citado esta terça-feira (10/11) em tribunal por Jean Boustani, que revelou como conheceu o então Presidente, que lhe pediu o apoio da Privinvest para a protecção da faixa costeira e apoios à Frelimo, que teria recebido de uma subsidiária da Privinvest 10 milhões de dólares em 2014, ano de eleições gerais nas quais Filipe Nyusi foi eleito para suceder a Armando Guebuza. RFI »

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