• Navio reabastecedor parte para Golfo da Guiné com apoio logístico e 50 fuzileiros

    23 Março 2017 Correio da Manhã »

  • Renault já alugou mais de 100.000 baterias para automóveis elétricos

    22 Março 2017 A Renault celebrou o seu 100.000º contrato de aluguer de baterias para automóveis elétricos em parceria com o braço financeiro da marca o RCI Bank. Esta modalidade é uma oferta desde o lançamento do primeiro modelo elétrico da Renault e tem como vantagem para os clientes a garantia deste componente extremamente oneroso. Mais Tecnologia »

  • Android O será o melhor Android de sempre na gestão de bateria e recursos

    22 Março 2017 A Google tem dado maior importância à aparência em cada nova versão do Android que liberta. A nova variante Android O destacar-se-á das antecessoras por refletir um intenso trabalho de otimização de recursos visando maximizar a gestão da bateria face aos recursos exigidos pelas aplicações. Mais Tecnologia »

  • Android O já pode ser instalado nos smartphones

    21 Março 2017 Um ano depois a Google voltou a libertar uma nova versão do seu sistema operativo desenhado para equipamentos móveis, o Android. A chegada da versão O já aconteceu com as variantes iniciais a estarem já disponíveis para desenvolvimento. Com alguns truques é já possível instalar o Android O em smartphones. Mais Tecnologia »

  • Henrik Fisker prepara novo F1 Roadster para Salão de Xangai

    21 Março 2017 >/>>/> Depois de apresentado o Force 1 - baseado no Viper e apresentado no princípio do ano - Henrik Fisker prepara a revelação de um novo modelo para o Salão de Xangai: o novo F1 Roadster. Segundo o Business Insider, o mais recente automóvel da VLF Automotive será apelidado de F1 Roadster e contará com o mesmo motor V10 modificado do Viper de 8.4 litros, igualmente presente no Force 1 (imagens abaixo). O novo desportivo contará com uma carroçaria em fibra de carbono e deverá ser capaz de ir dos 0 aos 100 km/h em menos de 3 segundos. A velocidade máxima, essa, deverá chegar aos 337 km/h. De acordo com vários meios de comunicação, o novo modelo de Henrik Fisker poderá chegar à produção limitada no final deste ano, embora haja quem acredite que o destino será o mesmo que o Force 1: um protótipo sem continuação... [gallery type="slideshow" size="full" ids="69729,69730,69731,69732,69733,69734"] Automonitor »

  • Campanha de lançamento do novo VW Golf destaca tecnologia do futuro

    21 Março 2017 >/>A campanha internacional de lançamento do novo Golf arrancou no final de fevereiro, na Alemanha, com uma abordagem de 360 graus que integra o spot de televisão, anúncios na imprensa, cartazes de publicidade exterior e meios digitais. A criatividade foi desenvolvida pela agência DDB. />“Não estamos apenas a lançar uma campanha do novo Golf, mas também a iniciar um novo capítulo para a marca Volkswagen”, refere Jürgen Stackmann, administrador da marca Volkswagen com o pelouro das vendas, adiantando que essa nova etapa está bem vincada na promessa #We make the future real” (Tornamos o futuro real), que serve de nova assinatura da marca. “A Volkswagen está assim a sublinhar a sua promessa de tornar a mobilidade e os últimos desenvolvimentos tecnológicos acessíveis a toda a gente e o novo Golf é um exemplo petrfeito disso mesmo”, adianta. O spot de televisão destaca o inovador controlo por gestos do sistema multimédia de informação e entretenimento Discovery Pro, numa mensagem reforçada pelos anúncios de imprensa e outdoors. Estas anúncios mostram os vários modelos Golf, da berlina 5 portas à carrinha Variant, passando pelo crossover Alltrack ou pelos desportivos GTI e GTD, cada um com as suas especificidades próprias. /> Além da nova geração de sistemas de infotainment e do controlo por gestos, o novo Golf apresenta ainda um design mais estilizado, novos motores e sistemas de ajuda à condução. A Volkswagen criou o miocrosite >www.volkswagen.com/golf onde reuniu os vários elementos da campanha, incluindo os sete filmes para o canal digital, fotos e conteúdos em vídeos para as redes sociais Facebook, Twitter e Instagram. Em Portugal, o microsite do novo Golf é http://golf.volkswagen.com/pt/pt/index.html#/ ? ? Automonitor »

  • Tesla vai deixar de vender o modelo mais barato do Model S

    20 Março 2017 Apesar do grande investimento da Tesla, por vezes há pequenas reestruturações na empresa e esta é uma delas. A versão mais barata do Model S deixará de ser comercializadas. A versão que deixará de ser comercializada é a de 60kWh, o 60 e 60D, que em Portugal custam 76.344 e 90.799€. Mais Tecnologia »

  • Novo VW Golf semi autónomo e (quase) à prova de choque

    20 Março 2017 Se alguma vez houve um modelo sinónimo de democratização do progresso, esse modelo foi o Golf ao longo de sete gerações. Sistemas como o ABS, o ESC e, posteriormente, um amplo espectro de sistemas de assistência de condução a bordo do Golf passaram a ser comuns para milhões de pessoas em todo o mund... Automonitor »

  • Tesla acaba com versões mais baratas do Model S

    20 Março 2017 >/>>/> A partir de 16 de abril, a Tesla irá descontinuar a produção das versões 60 e 60D - com baterias de 60 kWh - do Model S. A razão prende-se com o diminuto volume de vendas das duas variantes. "Há um ano, introduzimos o Model S 60 kWh como uma opção mais acessível para acelerar a adoção de veículos elétricos. No entanto, a maioria dos clientes acabou por preferir o equivalente de 75 kWh. Para simplificar o processo de encomenda, iremos prescindir da opção de 60 kWh da nossa oferta", pode ler-se no curto comunicado emitido pela empresa norte-americana. Deste modo, o acesso à gama passará a ser feito através das variantes com baterias 75 kWh. Mas a empresa de Elon Musk não esqueceu os proprietários dos modelos 60 propondo-lhes uma opção de atualização via wireless para 75 kWh. Recorde-se que o Model S 60 - com 372 km de autonomia - e o 60D - autonomia de 381 km - tem um preço base de 76.344 euros e 82.244 euros respetivamente, e que o Model S 75 kWh, para Portugal, começa nos 92.500 euros. >/> Automonitor »

  • SAP prepara versão de cloud para o Vora

    20 Março 2017 A edição mais recente já inclui novos motores de processamento de dados concebidos para funcionar em nos Cloud Platform Big Data Services. Computerworld »

  • Novo VV Golf: elétrico, plug-in, gás natural, gasolina ou diesel?

    20 Março 2017 >/>O novo VW Golf é um dos poucos automóveis no mundo que pode ser adquirido com todos os tipos de motores mais comuns, desde os mais convencionais propulsores de combustão gasolina, diesel, ou de gás natural (GNC), a hibrído plug-in e elétricos. Na fase de lançamento no mercado, a Volkswagen apresenta os modelos Golf e Golf Variant 2017 com motores gasolina e diesel, incluindo o Golf R, o mais potente da gama, com os seus 310 cv. Em abril, chegarão as versões com o novo motor 1.5 TSI de 150 cv e as 100% elétrica e-Golf e híbrida Golf GTE, a que juntará o Golf GTI Performance de 245 cv (mais 15 cv que o modelo anterior). O ecológico Golf 1.5 TSI BlueMotion 130 cv ficará para um pouco mais tarde e substituirá na gama portuguesa o 1.5 TSI de 150 cv. Todos os modelos Golf gasolina apresentam motores turbo com injeção direta TSI, associados à caixa manual de 6 velocidades ou à transmissão automática DSG de 7 velocidades. Os motores TSI possuem potências de 110 cv para o Golf 1.0 TSI. A oferta de motores diesel TDI, todos turbo e de injeção direta,TDI vde 90 cv aos 184 cv. Os TDI que são propostos na fase de lançamento no mercado do novo Golf possuem potências de 90 Cv (Golf 1.6 TDI) e de 184 Cv (Golf GTD, Golf GTD Variant e Golf Alltrack). Excetuando a versão menos potente, todos os TDI são propostos com uma transmissão DSG 7 velocidades./> >Gasolina turbo 1.5 TSI Evo 150 cv É um novo motor turbo a gasolina de 4 cilindros com um sistema de gestão ativa dos cilindros (ACT), que desliga dois dos cilindros quando o Golf atinge uma velocidade de cruzeiro e deixa de ser necessário que o motor funcione a 100%. Com uma potência de 150 cv, desenvolve um binário máximo de 250 Nm. Com caixa manual o Golf 1.5 Evo 150 cv consome 5,0 l/100 km com emissões de CO2 de 114 g/km. Os valores de consumos e de emissões de CO2 com a transmissão DSG opcional de 7 velocidades são de 4,9 l/100 km e 112 g/km respetivamente. Os novos motores 1.5 TSI Evo são blocos de elevada tecnologia. Em comparação com os motores de 1.4 litros, de que derivam, foi reduzida a fricção interna através de uma bomba de óleo variável e um primeiro rolamento da cambota revestido de polímero. Além disso, a pressão de injeção aumentou de 200 para 350 bar. Outro dos detalhes destes motores é um intercooler indireto mais eficiente e com um melhor desempenho de refrigeração. Sensível à temperatura, componentes como a válvula de borboleta também estão a jusante do intercooler, otimizando a sua temperatura. Por último, mas não menos importante, os novos motores possuem um sistema de gestão térmico inovador com um novo mapa de refrigeração. Cilindros revestidos com APS (proteção térmica por plasma atmosférico) e um conceito de arrefecimento de fluxo cruzado na cabeça do cilindro são especificamente utilizados para o bloco TSI de 150 cv. >Gasolina turbo 1.5 TSI Evo Bluemotion 130 cv É uma versão BlueMotion do 1.5 TSI Evo, com uma potência de 130 cv, conumos médios de 4,6 l/100 km e emissões de CO2 de 104 g/km. Algumas das características particulares deste motor de elevada tecnologia são um novo processo de combustão (derivado do denominado Ciclo Miller), uma taxa de compressão mais elevada de 12:1 e um turbocompressor de geometria variável (VTG). Liberta um binário máximo de 200 Nm a partir de 1400 rpm. O 1.5 TSI Evo de 130 cv apresenta uma novidade mundial: uma nova função de roda livre ampliada (andamento por inércia) com o motor desligado, ou seja, o TSI é completamente desligado quando o condutor retira o pé do pedal do acelerador e não é necessário mantê-lo em funcionamento. A função de condução em roda livre reduz o consumo em condições reais até 0,4 l/100 km. Graças à condução em roda livre e a outras inovações técnicas, o bloco 1.5 TSI Evo oferecerá uma vantagem de consumo até 1,0 l/100 km, dependendo do estilo de condução do cliente. >Gasolina turbo 1.0 TSI 110 cv É um dos mais populares propulsores atuais da gama gasolina do Grupo Volkswagen e aquele em que o Golf mais aposta para vender a clientes particulares. Liberta a sua potência máxima de 110 cv entre as 5000 a 5500 rpm e o binário máximo de 200 Nm entre as 2000 e as 3500 rpm. Equipado com este motor, o Golf 5 de portas acelera dos 0 aos 100 km/h em 9,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 196 km/h. O consumo médio de combustível é de 4,8 l/100 km e as emissões de CO2 de 109 g/km. A carrinha Golf Variant aé um pouco mais lenta, acelerando de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e uma velocidade máxima de 197 km/h, com um consumo de 4,9 l/100 km e emissões de CO2 de 112 g/km. Além da caixa manual, o TSI de 110 cv pode ser associado também à transmissão DSG de 7 velocidades que reduz tanto o consumo como as emissões de CO2. >Gasolina turbo 2.0 TSi 230 cv Esta versão do bloco 4 cilindros 2.0 TSI equipa o Golf GTI atinge a potência máxima de 230 cv entre as 4700 e as 6200 rpm e o binário de 350 Nm das 1500 às 4600 rpm. Garante ao Golf GTI uma aceleraçºao dos 0 aos 100 km/h em 6,4 segundos e uma velocidade máxima de 248 Km/H, para um com sumo combinado de 6,4 l/100 Km e emissões de 148 g/Km, com a caixa manual de 6 velocidades. >Gasolina turbo 2.0 TSI 245 cv Versão puxada a 245 cv do motor TSI de 2.0 litros é um exclusivo do Golf GTI Performance, um dos mais desportivos membros da família Golf. Acelera de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos e atinge uma velocidade máxima de 250 km/h com a caixa manual, ou de 248 km/h com a DSG. O consumo médio com caixa manual é de 6,5 l/100 km para 148 g/km de emissões de CO2. Com a transmissão DSG de 7 velocidades opcional, o consumo do Golf GTI é reduzido para 6,3 l/100 km e as emissões para 144 g/km. >Gasolina turbo 2.0 TSI 310 cv Variante mais potente do 2.0 TSI, com os seus 310 cv (mais 10 cv que o anterior) é exclusivo do Golf R, o mais potente elemento da família que só está disponível com tração integral 4Motion. Pode estar associado a uma caixa manual ou à transmissão automática DSG. O binário máximo foi aumentado em 20 Nm para 400 Nm. Acelera dos 0-100 Km/h em 4,6 segundos./> >Turbodiesel 1.6 TDI 90 cv O motor de acesso ao mundo dos Golf diesel é uma versão de 1.6 litros de cilindrada, de 90 cv. Como todos os TDI, o motor desenvolve um elevado binário a um baixo regime de rotações, neste caso de 230 Nm entre as 1400 e as 2750 rpm. O rendimento máximo é alcançado entre as 2750 e as 4600 rpm. Em versão de 5 portas, o Golf 1.6 TDI acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 184 km/h. Os seus valores de consumo e de emissões de CO2 são de 4,1 l/100 km e de 106 g/km, respetivamente. A carrinha Golf Variant acelera de 0 a 100 km/h em 12,9 segundos, atinge uma velocidade máxima de 185 km/h e valores de consumo de 4,1 l/100 km, com emissões de CO2 de 106 g/km. >Turbodiesel 1.6 TDI de 115 cv O Golf 1.6 TDI de 115 cv oferece um binário máximo de 250 Nm entre as 3250 e as 4000 rpm. Equipado com este motor e uma caixa manual, o Golf de 5 portas acelera de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos e atinge uma velocidade máxima de 198 km/h. O consumo médio é notavelmente baixo: 4,1 l/100 km (CO2: 106 g/km). Este motor pode opcionalmente ser acoplado a uma transmissão DSG de 7 velocidades que reduz ainda mais o consumo. A Golf Variant 1acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos, atinge uma velocidade máxima de 200 km/h, consumos de 4,1 l/100 km e emissões de CO2 de 106 g/km. >Turbodiesel 2.0 TDI de 150 cv O TDI 4 cilindros de 2.0 litros e 150 CV equipa a berlina Golf e a carrinha Golf Variant a partir da versão Confortline e é também proposto para a variante crossover Golf Alltrack. Na berlina Golf tem consumos e emissões de CO2 de 4,2 l/100 km e de 109 g/km, respetivamente. Este TDI desenvolve a sua potência máxima entre as 3500 e as 4000 rpm e o binário máximo de 340 Nm surge a partir das 1750 rpm e vai até às 3000 rpm. O Golf 2.0 TDI Confortline acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e atinge uma velocidade máxima de 216 km/h. O Golf 2.0 TDI Variant consome 4,3 l/100 km. com emissões de CO2 de 111 g/km, acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e alcança velocidade máxima de 218 km/h. A Golf Alltrack de tração integral mantém a aceleração em 8,9 segundos, mas tem velocidade máxima reduzida a 207 km/h e os consumo e emissões aumentados para 5,1 l/100 km e 133 g/km, respetivamente. Todas as versões TDI de 150 cv podem ser combinadas opcionalmente com a transmissão DSG de 7 velocidades. >Turbodiesel 2.0 TDI 184 cv. Equipa de série os desportivos Golf GTD e Golf GTD Variant, o alter-ego diesel do GTI. Também pode equipar o Golf Alltrack. Debita uma potência de 184 cv entre as 3500 e as 4000 rpm e um binário máximo de 380 Nm logo a partir de uma baixa rotação de 1750 rpm, mantendo-se constante até às 3250 rpm. O potente Golf GTD acelera de O a 100 km/h em 7,5 segundos e atinge uma velocidade máxima de 231 km/h. O consumo medio do modelo é de 4,4 l/100 km (116 g/km de emissões CO2), A carrinha Golf GTD Variant acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, atinge uma velocidade máxima de 231 km/h e um consumo de 4,7 l/100 km, com emissões de 124 g/km. Os modelos Golf GTD podem ser equipados opcionalmente com uma transmissão DSG de 7 velocidades, que substitui a DSG de 6 velocidades dos modelos anteriores. O Golf Alltrack com esta potência é equipado de série com a transmissão de dupla embraiagem. O consumo médio é de 5,2 l/100 km e as emissões atingem 137 g/km. >Gás Natural Comprimido (GNC) 1.4 TGI 110 cv O 1.4 TGI do Golf pode funcionar a gás natural ou gasolina e é um motor especialmente ecológico que arranca automaticamente no modo de propulsão por gás (exceto a baixas temperaturas). Quando acaba a reserva de gás natural, o sistema de propulsão liga automaticamente a unidade a gasolina. A combinação de ambos os modos de propulsão origina uma autonomia de aproximadamente 1270 quilómetros. O motor turbo de injeção direta da berlina Golf 1.4 TGI acelera de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos e atinge uma velocidade máxima de 195 km/h. A potência de 110 cv está disponível entre as 4800 e as 6000 rpm. O motor de gás natural desenvolve o binário máximo de 200 Nm entre as 1500 e as 3500 rpm. O Golf 1.4 TGI tem um consumo de 3,6 kg de gás natural /100 km com emissões de 98 g/km e de 5,6 l/100 km com emissões de 127 g/km, em modo gasolina Os valores de consumo do Golf Variant 1.4 TGI são idênticos, embora as prestações sejam ligeiramente mais baixas, com a aceleração de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos e a velocidade máxima nos 196 km/h. Os dois modelos Golf TGI podem ser combinados também com a transmissão DSG de 7 velocidades./> >Plug-in 1.4 TSI GTE É um motor híbrido elétrico/gasolina plug-in, exclusivo do Golf GTE, com carregamento externo das baterias através de vulgares tomadas domésticas de eletricidade ou de postos de carregamento. O sistema combina o bloco 1.4 TSI de 150 cv, com um motor elétrico de 102 cv. A caixa é a automática de dupla embraiagem DSG6 de 6 velocidades, desenvolvida especialmente para este tipo de sistema de propulsão. A berlina Golf GTE tem uma autonomia anunciada de 50 quilómetros em modo elétricos, mas graças ao motor de combustão do sistema híbrido pode percorrer até 850 quilómetros. Tem um consumo médio combinado entre 1,6/100 Km e 1,8l/100 Km de gasolina, um consumo combinado entre 11,4 e 12 kWh/100 Km de energia elétrica, com emissões entre os 36 e os 40 g de CPO2/km. >100% elétrico e-Golf É a motor100% elétrico e com zero emissões do e-Golf. Tem uma autonomia aumentada em cerca de 50% face ao modelo anterior, podendo agora percorrer até 200 quilómetros com uma carga de nova bateria de iões de lítio com uma capacidade de 35,8 kWH, mais 11,6 kWh que o e-Golf da anterior geração. Pelas normas do New European Driving Cycle (NEDC) a autonomia anunciada ultrapassa os 300 quilómetros. A bateria pode ser carregada atá 80% da sua capacidade uma hora num posto de carregamento rápido. A carga a 100% numa wallbox doméstica é feita em menos de seis horas. O motor elétrico está 15 kW mais potente, atingindo os 100 kW e o binário aumentou de 270 Nm para 290 Nm. Pelas normas NEDC, o consumo anunciado do e-Golf em percursos mistos estrada/cidade é de 12,7 kWh/100 km/h, com zero emissões de CO2. Esta berlina de 5 portas 100% elétrica acelera dos 0 aos 100 km/h em 9.6 segundos e atinge uma velocidade máxima de 150 km/. >Nova transmissão DSG de 7 velocidades. A Volkswagen desenvolveu uma segunda transmissão de dupla embraiagem DSG de 7 velocidades para o Golf. A nova DSG, com a denominação interna DQ 381, foi concebida para motores potentes com binários a partir de 340 Nm. Deste modo, a partir de agora serão utilizadas as seguintes quatro variantes DSG para o Golf: DQ 200 de 7 velocidades para motores pequenos e com valores de binário até 250 Nm; DQ 250 de 6 velocidades para motores com binários até 350 Nm; DQ 400 E DSG de 6 velocidades para a propulsão híbrida do Golf GTE; Nova DQ 381 de 7 velocidades para motores potentes com binários a partir de 340 Nm. /> Automonitor »

  • Novo VW Golf com tecnologia de ficção científica

    20 Março 2017 Prosseguindo a tradição de democratizer o acesso a tecnologias de ponta, o novo Golf apresenta inúmeras inovações. Pela primeira vez no segmentos dos automóveis compactos existe a possibilidade de operar o  sistema de rádio e navegação através do controlo por gestos. O ecrã de 9,2 polegadas do Disco... Automonitor »

  • Autorizado aumento do capital social da Caixa Geral

    20 Março 2017 Estado formalizou autorização para aumento de 2,5 mil milhões de euros. Correio da Manhã »

  • Novo VW Golf chega hoje, a partir de 22.900 euros

    20 Março 2017 >/>Mais equipado que nunca, recheado de tecnologia de ponta e com novas propostas de motores e transmissões, o VW Golf 2017 chega hoja eo mercado nacional, com um design afinado e capacidades de condução semi-autónoma. />Nesta colheita 2017, a VW aposta numa forte relação preço/equipamento. No segmentos dos particulares, o coração da gama será a berlina Golf 5 portas com o motor gasolina 1.0 TSI 110 cv, com um preço-canhão abaixo de 22.900 euros em versão especial Trendline Pack, que acrescenta ao nível de euquipamento base Trendeline, o ar condicionado automático, os faróis de nevoeiro, o sistema de som compositiion Media com ecrã de 8 polegadas, 8 altifalantes, leitor de cartões SD, entradas AUX-IN e USB (compatível com Apple), bem como ligação mãos livres Bluetooth para telemóveis e App Connect para integração de smartphones IOS ou Andróid. Nos diesel, os preços arrancam nos 28 mil euros do 1.6 TDI 90 cv. >Mais equipados que nunca Face ao modelo anterior, todas as versões do Golf estão agora mais ricas em equipamento. O nível base Trendline, mantém de série o ar condicionado manual (automático no Trendline Pack), as jantes de liga leve de 16 polegadas, o volante multifunlões forrado a couro, cruise control, vidros elétricos nas quatro portas, travão elétrico com ajuda ao arranque em subida, indicador de pressão de pnues e detetor de fadiga do condutos, mas acrescenta-lhe um sistema multimedia Composition Colour com ecrã táctil de 6,5 polegadas (de 8 no Trendline Pack), bluetooth e entrada USB, farolins traseiros LED. No exterior regitem-se os do faróis duplos de halógeneo com luz de condução diurna em LED. Em contrapartida, e acompanhando a tendência do mercado, o rádio deixa de ter leitor de CDs. A carrinha Variant vê a sua garantia aumentada de 3 para 5 anos, um prazo alargado que, até agora, só contemplava as versões de 3 e 5 portas, O novo nível Confortline pode comparar-se com o antarior GPS Edition, mantendo o sistema da iluminação exterior Coming/Leaving Home, ar condicionado automático bizona com filtro antialérgico, limpa pára-brisas automático, faróis de nevoeiro com luzes de curva, bancos confort com apoio lombar, ajuda ao estacionamento Park Pilot e sistema de navegação, acrescentando o cruise control adaptativo com assistente de travagem de emergência em cidade City Emergency Braking e deteção de peões, o sistema multimedia com ecrã touch de 8 polegadas e integração de tablets e smartphones Volkswagen Media Control, passando a APP Connect a opcional. Os Golf Conforline passam também a estar equipados de série com jantes de 16 polegadas, em vez das de 17, que passam a ser um extra. No interior há decorações cromadas, também usadas na faixa do pára-choques dianteiro, Um degrau acima do Conforline, o novo nível R-Line acrescenta as jantes de 17 polegadas, pára-choques e grelha dianteira (sem faróis de nevoeiro) com desgin R-Line e spoiler dianteiro. />No nível de topo Highline, o Golf 2017 mantém de série os bancos desportivos, luzes ambiente interiores, suspensão desportiva, jantes de 17 polegadas e acrescenta a APP Connect para integração de smartphones e os retrovisores exteriores rebatíveis eletricamente. O sistema Park Assist, em contrapartida, passa a ser uma opção. Gama Em Portugal, a gama do novo VW Golf inclui dois motores gasolina e dois turbodiesel com dois níveis de potência cada, além das opções de gasolina/gás e elétrico plug-in. O bloco gasolina base é o 1.0 TSI 110 cv, disponível com carroçaria berlina de 5 portas e níveis de equipamento Trendline, Confortline e R-Line, associados à caixa manual de 6 velocidade ou, com exceção do nível base, à automática DSG de dupla embraiagem de 7 velocidades. Os preços vão dos 24.529,52 euros até aos 28.456,27 euros. Subir de nível pode custar de 1000 A 1800 euros e a caixa DSG implica mais 1880 euros. Nas vendas a clientes particulares, o Golf 1.0 TSI será uma das apostas fortes da SIVA, importadora da marca. O nível Confortline exige um extra de 400 euros, mas com oferta do sistema de informação e entretenimento Discovery Media, com GPS e ecrã de 8 polegadas, e para o topo de gama Highline são precisos mais 500 euros. Os preços são iguais para as versões de 3 e 5 portas. O Discovery Pro é opção por mais 700 euros. />A carrinha Variant custa mais 1050 euros e também conta com este motor, mas com a oferta reduzida aos níveis Trendline e Confortline e a caixa DSG disponível apenas neste último. O motor 2.0 TSI 310 cv está reservado para o Golf R e será o único gasolina com direito à carroçaria 3 portas. Pode dispor de caixa manual ou automática e os preços vão dos 54 mil a um pouco mais de 56 mil euros. Num segmento onde as vendas a frotas e empresas já tem um peso importante, a Volkswagen aposta sobretudo nas motorizações diesel. O coração da gama é o bloco 1.6 TDI, disponível na berlina 5 portas e na carrinha Variant e declinado em versões de 90 cv e 115 cv, a primeira das quais disponível apenas com caixa manual e nos níveis Trendline e Confortline. Preços entre os 28 e os 30 mil euros O 1.6 TDI 115 cv acrescenta o nível topo de equipamento Highline e admite a caixa DSG em qualquer das versões. A Variant Trendilne com caixa manual fica abaixo dos 30 mil euros a apontar ao canal de frotas, onde o desconto permitirá uma venda abaixo do primeiro patamar da tributação autónoma. A Highline DSG é a mais cara e passa os 36 mil euros. Também com as empresas na mira, a comercial de dois lugares Golf Van 1.6 TDI custa um pouco mais de 32 mil euros com caixa manual, e de 34 mil com a DSG. >Veja também  >O que já pode saber sobre o novo VW Golf 2017 O motor 2.0 TDI apresenta-se nas variantes normais de 150 cv, numa gama que se desdobra pelos níveis Confortline, R-Line e Highline, sempre com caixa manual, e na desportiva GTD de 184 cv, disponível em 3 ou 5 portas e carrinha Variant, com caixa manual ou DSG. Os preços arrancam nos 36 mil euros e sobem até aos 48,3 mil. Este mesmo motor 2.0 TDI 184 cv servirá também a variante crossover Variant Alltrack, que custará 45,7 mil euros com a caixa DSG. Os preços do Golf 1,4 TGI 110 cv, bifuel gasolina gás natural, vão dos 29,5 mil euros da Berlina 5 portas Trenline de caixa manual aos 33,8 mil da Variant Highline DSG. O Golf GTE elétrico plug-in existirá apenas como berlina 5 portas e custa 44,7 mil euros. ? >Clique para ver todos os preços do novo >Preços Golf berlina e do >Preços Golf Variant Automonitor »

  • Novo VW Golf chega 2ª feira. Veja todos os preços

    17 Março 2017 >/>O novo VW Golf chega na segunda-feira a Portugal, com preço especial de lançamento abaixo dos 23 mil euros para a berlina 5 portas com motor gasolina 1.0 TSI 110 cv caixa manual e nível de equipamento Trendline Pack. Nos diesel, os preços arrancam nos 28 mil euros do 1.6 TDI 90 cv. /> Como campanha de lançamento o novo Golf 1.0 TSI 110 cv com caixa manual de 5 velocidades, está disponível com nível de equipamento Trendline Pack por apenas mais 100 euros que o modelo atual, ou seja, a partir de 22.900 euros, com ofertas de ar condicionado automático, faróis de nevoeiro e app connect para integração de smartphones IOS e Andróid, Em Portugal, a gama do novo VW Golf inclui dois motores gasolina e dois turbodiesel com dois níveis de potência cada, além das opções de gasolina/gás e elétrico plug-in. O bloco gasolina base é o 1.0 TSI 110 cv, disponível com carroçaria berlina de 5 portas e níveis de equipamento Trendline, Confortline e R-Line, associados à caixa manual de 6 velocidade ou, com exceção do nível base, à automática DSG de dupla embraiagem de 7 velocidades. Os preços vão dos 24.529,52 euros até aos 28.456,27 euros. Subir de nível pode custar de 1000 A 1800 euros e a caixa DSG implica mais 1880 euros. Nas vendas a clientes particulares, o Golf 1.0 TSI será uma das apostas fortes da SIVA, importadora da marca. O nível Confortline exige um extra de 400 euros, mas com oferta do sistema de informação e entretenimento Discovery Media, com GPS e ecrã de 8 polegadas, e para o topo de gama Highline são precisos mais 500 euros. Os preços são iguais para as versões de 3 e 5 portas. O Discovery Pro é opção por mais 700 euros. A carrinha Variant custa mais 1050 euros e também conta com este motor, mas com a oferta reduzida aos níveis Trendline e Confortline e a caixa DSG disponível apenas neste último. O motor 2.0 TSI 310 cv está reservado para o Golf R e será o único gasolina com direito à carroçaria 3 portas. Pode dispor de caixa manual ou automática e os preços vão dos 54 mil a um pouco mais de 56 mil euros. Num segmento onde as vendas a frotas e empresas já tem um peso importante, a Volkswagen aposta sobretudo nas motorizações diesel. O coração da gama é o bloco 1.6 TDI, disponível na berlina 5 portas e na carrinha Variant e declinado em versões de 90 cv e 115 cv, a primeira das quais disponível apenas com caixa manual e nos níveis Trendline e Confortline. Preços entre os 28 e os 30 mil euros O 1.6 TDI 115 cv acrescenta o nível topo de equipamento Highline e admite a caixa DSG em qualquer das versões. A Variant Trendilne com caixa manual fica abaixo dos 30 mil euros a apontar ao canal de frotas, onde o desconto permitirá uma venda abaixo do primeiro patamar da tributação autónoma. A Highline DSG é a mais cara e passa os 36 mil euros. Também com as empresas na mira, a comercial de dois lugares Golf Van 1.6 TDI custa um pouco mais de 32 mil euros com caixa manual, e de 34 mil com a DSG. >Veja também  >O que já pode saber sobre o novo VW Golf 2017 O motor 2.0 TDI apresenta-se nas variantes normais de 150 cv, numa gama que se desdobra pelos níveis Confortline, R-Line e Highline, sempre com caixa manual, e na desportiva GTD de 184 cv, disponível em 3 ou 5 portas e carrinha Variant, com caixa manual ou DSG. Os preços arrancam nos 36 mil euros e sobem até aos 48,3 mil. Este mesmo motor 2.0 TDI 184 cv servirá também a variante crossover Variant Alltrack, que custará 45,7 mil euros com a caixa DSG. Os preços do Golf 1,4 TGI 110 cv, bifuel gasolina gás natural, vão dos 29,5 mil euros da Berlina 5 portas Trenline de caixa manual aos 33,8 mil da Variant Highline DSG. O Golf GTE elétrico plug-in existirá apenas como berlina 5 portas e custa 44,7 mil euros. Logo a partir do nível base Trenline, o novo Golf apresenta-se bastante bem equipado de série, com travão de mão elétrico com função Auto Hold de ajuda ao arranque em subidas, faróis de halogéneo e luzes diurnas LED, sistema de informação e entretenimento, ar condicionado, farolins traseiros Led, sistema Stop/Start com recuperação de energia nas travagens e sistemas de ajuda à condução. O nível Conforline acrescenta o sistema anticolisão frontal com detetor de peões e sistema de travagem de emergência, jantes de liga leve de 16 polegadas, apoio de braços entre os bancos dianteiros com caixa de arrumação, gavetas debaixo dos bancos dianteiro, volante em pele multifunções e com patilhas no volante, ajuda ao estacionamento Park Pilot. No nível topo Highline destacam-se a luz interior ambiente, o ar condicionado bi zona com filtro anti alergias, os faróis inteligentes em LED, jantes de 17 polegadas, sistema multimédia premium, bancos dianteiros desportivos e aquecidos. >Clique para ver todos os preços do novo >Preços Golf berlina e do >Preços Golf Variant ? Automonitor »

  • Evento: Conhecemos o primeiro “crossover” da Opel, o Crossland X

    15 Março 2017 Hoje de manhã, com uma excelente vista na Quinta da Marinha, em Cascais, tivemos a oportunidade de estar presentes no evento de apresentação do novo SUV da Opel, o Crossland X. O Crossover foi apresentado no Salão de Genebra, no início do mês, e duas semanas depois já tivemos a oportunidade de conhecer o carro, mas as primeiras unidades só chegarão em junho. Mais Tecnologia »

  • Sony lança atualização de segurança em alguns equipamentos Android

    15 Março 2017 >/> > A Sony lançou uma atualização de segurança para alguns dos seus equipamentos Android, nomeadamente os Sony Xperia X, X Performance, Xperia X Compact entre outros. Esta atualização que melhora a segurança do sistema operativo da Google já começou a ser disponibilizada desde o início do mês de Março. Se tem algum equipamento da Sony então verifique se esta atualização já chegou ao seu dispositivo Android. >A notícia >Sony lança atualização de segurança em alguns equipamentos Android apareceu primeiro na >Leak. Leak »

  • Opel Crossland X chega a Portugal em junho a partir de 17.900€

    15 Março 2017 >/>>O substituto do Meriva abandona o segmento dos MPV e abraça o desafio de acotovelar-se com os rivais no segmento B-SUV. Chega em junho com motores a gasolina e gasóleo, com preços a partir de 17.900 euros e 22.800 euros, respetivamente. >/>O Crossland X é um carro totalmente novo feito em parceria com o grupo PSA – é a mesma base do C3 Aircross – e que permite à Opel entrar na sala onde estão os muitos rivais do segmento dos SUV/CUV, dando uma ajudazinha ao Mokka X. Ao contrário deste, o Crossland X é Classe 1 nas autoestradas, mas não deixa de oferecer uma posição de condução elevada, um habitáculo com espaço razoável e a versatilidade que se espera de um SUV. >/>Para respeitar a tendência atual, o Crossland X exibe todos os códigos de um SUV do segmento B, tais como a pintura bicolor a elevada altura ao solo e os para choques com placas de proteção a imitar metal. Este é o segundo modelo da Série X da Opel que conta, já, com o o Mokka X e terá a companhia de um terceiro elemento, ainda este ano, o Grandland X, modelo do segmento C. O Crosland X marca, também, o início de um programa e lançamentos que verá a marca alemã revelar sete novos modelos. Pode-se perguntar porque razão estão o Mokka X e o Crossland X no mesmo segmento. A razão é muito simples. Por comparação com o Mokka X, que possui versões com tração integral, o novo modelo está mais vocacionado para uma utilização urbana . Por isso não tem nem terá tração integral. Com 4,21 metros de comprimento, o Crossland X é 16 centímetros mais curto que um Astra, mas 10 cm mais alto. Os ocupantes estão sentados numa posição mais alta, o que proporciona excelente visibilidade. A sensação de espaço pode ser ampliada com o tejadilho panorâmico em vidro, disponível como opcional. Como não podia deixar de ser, o Crossland X faz gala de oferecer tecnologia avançada para facilitar a vida ao utilizador. Destacamos os faróis adaptativos em LED, o ‘Head Up Display’, a câmara traseira panorâmica 180º, a par do sistema de estacionamento automático Advanced Park Assist, do alerta de colisão dianteira iminente com travagem automática de emergência e deteção de peões, do sistema de alerta em caso de cansaço do condutor, do assistente de manutenção de faixa, do reconhecimento de sinais de trânsito e do alerta de ângulo cego. A travagem de emergência funciona entre os 5 e os 85 km/h e no intervalo entre os 5 e 30 km/h, o padrão de desaceleraçãp para reduzir a velocidade é de 0,9 segundos. Já entre os 30 e os 85 km/h, a velocidade é reduzida para os 22 km/h. A partir daqui, será o condutor a encarregar-se de parar o carro. >/>Naturalmente que o Crossland X está equipado com o Opel OnStar, o sistema de info entretenimento oferece o Apple CarPlay e o Android Auto e o ecrã sensível ao toque com 8 polegadas, situado no topo da consola central, engloba muitas das funções do Crossland X. O sistema InteliLink permite esta conectividade e pode beneficiar de sistema de navegação. Há, também, carregamento por indução para os telemóveis que aceitem este tipo de carregamento. Os bancos da frente são homologados pela AGR, especialistas em ergonomia, a bagageira é líder do segmento, reclama a Opel, com 410 litros de capacidade e os passageiros do banco traseiro podem avançar ou recuar, através de calhas, o banco 150 mm. Assim, pode ser ganho espaço para as pernas ou para a bagageira, dependendo das necessidades. Se o espaço para a bagagem for primordial, com os bancos no seu lugar, a bagageira pode chegar aos 520 litros, com o máximo de 1255 litros com os bancos rebatidos. No que toca a dimensões, o Crossland X mede 4,212 metros de comprimento, 1,765 m de largura e 1,590 m de altura, ou seja, é um modelo verdadeiramente compacto. A Opel aproveitou para evoluir a sua nova linguagem de estilo. A grelha dianteira saliente, com o logótipo Opel em destaque, e as luzes diurnas com assinatura de ‘dupla asa’, são traços que se destacam. As linhas horizontais a par dos faróis delgados, pretendem dar uma perceção de maior largura. Na lateral, destacam-se linhas bem vincadas e o friso, para alguns polémico, que faz o tejadilho parecer flutuar. Esse friso desce ao aproximar-se da traseira, replicando o efeito que a Opel estreou no Adam. Já a secção traseira exibe um volumoso para choques e grupos óticos elevados. A gama de motores para o Crossland X compõe-se de cinco unidades de três e quatro cilindros, membros da mais recente família de motores da Opel, sendo feitos integralmente em alumínio. A gama inicia-se com o motor 1.2 a gasolina, com 81 CV de potência (consumos NEDC: urbano 6,4 l/100 km, extraurbano 4,4 l/100 km, misto 5,1 l/100 km; emissões 114 g/km CO2). Logo acima surge o 1.2 Turbo com injeção direta de gasolina, proposto em três configurações diferentes. A versão Ecotec debita 110 CV e tem acoplada uma caixa de cinco velocidades (consumos NEDC: urbano 5,6 l/100 km, extraurbano 4,2 l/100 km, misto 4,8 l/100 km; emissões 109 g/km CO2). Com igual potência, este mesmo motor de três cilindros está disponível com caixa automática de seis velocidades (consumos NEDC: urbano 6,3 l/100 km, extraurbano 4,8 l/100 km, misto 5,3 l/100 km; emissões 121 g/km CO2). O 1.2 Turbo debita o binário máximo de 205 Nm às 1500 rpm, com 95 por cento desse valor a estar sempre disponível na faixa mais utilizável de rotações, ou seja, até às 3500 rpm. No topo da gama a gasolina está o 1.2 Turbo de 130 CV, com binário máximo de 230 Nm às 1750 rpm e caixa manual de seis velocidades (consumos NEDC: urbano 5,7 l/100 km, extraurbano 4,6 l/100 km, misto 5,0 l/100 km; emissões 114 g/km CO2). Com este bloco, o Crossland X acelera de zero a 100 km/h em 9,1 segundos e consegue alcançar 206 km/h de velocidade máxima. No lado diesel da gama, há três motores à escolha. O 1.6 CDTi, debita 99 CV e um binário de 245 Nm às 1750 rpm (consumos NEDC: urbano 4,5 l/100 km, extraurbano 3,4 l/100 km, misto 3,8 l/100 km; emissões 99 g/km CO2). Há uma versão mais económica desde motor, denominada Ecotec, com sistema Start/Stop, que emite 93 g/km de Co2 no ciclo misto (consumos NEDC: urbano 4,1 l/100 km, extraurbano 3,3 l/100 km, misto 3,6 l/100 km). Por seu turno, o Diesel mais potente é o 1.6 de 120 CV (consumos NEDC: urbano 4,6 l/100 km, extraurbano 3,6 l/100 km, misto 4,0 l/100 km; emissões 103 g/km CO2), com binário máximo de 300 Nm. Com caixa manual de seis velocidades, esta opção Crossland X recupera de 80 a 120 km/h em 10,5 segundos e atinge a velocidade máxima de 186 km/h. O Opel Crossland X acaba de ser apresentado em Portugal, estará disponível para encomenda a partir de abril com as primeiras unidades a chegar a Portugal no mês de junho. Os preços ainda não estão todos definidos, mas a gama a gasolina começa em simpáticos 17.900 euros, o motor diesel começa nos 22.800 euros. [gallery type="slideshow" size="full" ids="69182,69193,69192,69189,69188,69190,69187,69186,69185,69184,69181,69180,69179,69177,69178"] Automonitor »

  • Eye adiciona um smartphone Android à traseira de um iPhone

    14 Março 2017 >/>Têm um iPhone mas já tiveram vontade de ter um smartphone Android para certas ocasiões? Precisam de andar com dois smartphones independentes mas gostariam que fosse apenas um? O Eye promete resolver isso tudo, com uma capa para iPhone que na verdade é um smartphone Android completo.>Já temos visto alguns projectos que adicionam um ecrã secundário numa capa para smartphones (e houve fabricantes que até fizeram disso sua imagem de marca), mas este >Eye no Kickstarter leva o conceito ainda mais longe, pois aplica um smartphone completo numa capa para iPhone.As características parecem interessantes, com um ecrã AMOLED Full HD de 5", dual SIM, bateria de 2800mAh (com carregamento wireless), Android 7.1, NFC, IR, e a promessa de algum tipo de integração com o iPhone já que supostamente irá conseguir utilizar a câmara traseira do iPhone como câmara no sistema Android, ficando ligado ao mesmo através da ficha Lightning para transferências de alta velocidade.É um projecto que parece excelente, e que ainda por cima surge com um preço excelente a começar nos $95 - preço que infelizmente me faz colocar este projecto no patamar dos projectos "bons demais para ser verdade". Mesmo considerando que este "smartphone" não tem alguns componentes - como as câmaras - parece-me que está a ser disponibilizado a preço bastante reduzido para as promessas que faz (não é por acaso que ainda não vemos ecrãs AMOLED nos smartphones de baixo custo). Para além disso, não haver qualquer referência ao CPU que será utilizado, nem à memória RAM, é também bastante suspeito - isto quando até é dado honras de destaque a uma placa metálica para permitir o encaixe magnético num automóvel.Espero sinceramente estar errado e que este Eye se torne realidade e seja tudo aquilo que promete, mas infelizmente, por aquilo que é mostrado... tenho sérias dúvidas de que se venha a concretizar (e ainda mais para Agosto deste ano, como é anunciado).> >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Ensaio Hyundai i30 1.0 T-GDI Launch Edition: Equilíbrio

    14 Março 2017 >/>>Na semana em que o novo Hyundai i30 chegou ao mercado nacional, o AUTOMONITOR chegou-se à frente e resolveu testar aquele que é considerado o primeiro degrau da marca sul-coreana rumo ao objetivo de tornar-se o maior construtor asiático na Europa em 2021. >/>Antes de encetarmos viagem, um passo atrás impõe-se. Há que enquadrar o modelo na sua história: o novo i30 foi desenvolvido no Centro de Desenvolvimento Europeu da Hyundai na Europa, em Rüsselheim e é produzido em Nosovice (República Checa). Mercê os seus 25 anos de implantação no Velho Continente, a Hyundai tem apenas um objetivo: dar continuidade ao sucesso das duas gerações anteriores do modelo que, desde 2008, venderam mais de 800.000 unidades na Europa. Mas a tarefa não se avizinha fácil se tivermos em conta os demais concorrentes - o (líder) Volkswagen Golf, o Opel Astra, o Ford Focus ou o Seat Leon, entre outros – que se gladiam neste segmento tão competitivo quer em termos de equipamentos quer termos de preços. >O i30 torna a viagem confortável para todos os ocupantes graças ao espaço interior que é líder no seu segmento. Não é carro para incomodar os engenheiros da VW ou da Ford durante o sono, mas é um carro equilibrado, honesto e uma bela proposta para quem quer um automóvel fiável, agradável e fácil de utilizar. Luis Mota, jornalista Temos a chave na mão, mas ensaiamos um compasso de espera – há que tecer algumas considerações sobre o exterior deste novo i30: não estamos de queixo caído. O que não quer dizer que não gostemos. A palavra certa é discrição: temos diante dos olhos um carro sóbrio e elegante. E com bastante personalidade. A começar pela grelha em cascata que apresenta pontos cromados para gerar um aspeto sofisticado e que inaugura a nova imagem da construtora coreana. A combinação dos três projetores de LED dos faróis (de feixes de Médios e de Máximos) com os faróis verticais de condução de LED (com indicador de mudança de direção integrado), confere-lhe uma forte presença visual que apreciamos. E se nos ativermos à parte traseira, ao seu deflector de ar em negro, ao aspeto tridimensional e esculpido com uma assinatura gráfica de luz que incorpora os refletores e faróis de nevoeiro em posição elevada, podemos colocar um ‘gosto’ sem margem para dúvida. O frio faz-se sentir indicando-nos que está na altura de entrar – não nos atardemos, pois, o caminho ainda é longo. Entramos e uma boa surpresa: deparamo-nos com um interior espaçoso e agradável, cheio de pormenores cromados e materiais interiores de elevada qualidade. >/>O monitor flutuante do sistema de navegação (opcional) de oito polegadas no painel de bordo integra todos os recursos de navegação, multimédia e conetividade (já lá iremos) e o volante multifunções de três raios permite uma utilização fácil e intuitiva graças ao posicionamento ergonómico dos botões de comando. O controlo do clima e da temperatura está posicionado convenientemente na consola central e pode ser facilmente controlado através dos mostradores sem distrair o condutor mais incauto. Cereja no topo: o apoio de braço central pode deslizar para a frente para a posição mais confortável e pode ser aberto para guardar ou aceder a pequenos objetos por baixo. Mais tarde verificámos a mala e ficámos agradados com a capacidade de até 395 litros que se pode transformar, com o rebatimento dos bancos traseiros, em 1.301 litros. A funcionalidade é potenciada com uma prática bandeja de carga que pode ser posicionada em dois níveis e uma abertura no apoio de braços traseiros permite – se estivermos numa de ir até à  Serra da Estrela experimentar a neve à séria - transportar esquis sem rebater os bancos traseiros. Ligamos o i30 e logo constatamos o dinamismo dos três cilindros do motor 1.0 T-GDI que gera 120 CV e 170 Nm. É certo que alguns portugueses continuarão a preferir uma motorização Diesel, mas este motor a gasolina emite pouco -  emissões de CO2 de 103g/km – e consome pouco – a marca indica uns 4,5 l/100 km que no nosso ensaio se aproximou bastante dos 6 l/100km (mea culpa a paixão com que testámos o automóvel). Ao iniciarmos a condução, duas premissas imersas no subconsciente: o novo chassis foi totalmente reformulado (o aço de elevada rigidez quase duplicou para 53% do total que se traduz num peso da estrutura da carroçaria mais leve em 28 kg e uma rigidez maior em 22% em comparação com o modelo antecessor) e o modelo foi testado no circuito mais exigente do mundo (o Nürburgring). >/>Posto isto, podemos dizer que a condução foi bastante agradável e tranquila mercê o comportamento ágil demonstrado pelo i30 que respondeu bem às exigências do nosso ensaio. Preciso e com bom controlo dos movimentos - um importante contributo para esse efeito foi dado pela suspensão traseira multi-link -, o ‘nosso’ carro superou os desafios que lhe colocámos. E que não diferem muito (salvo uma ou outra exceção) da condução citadina diária para o qual foi pensado. De entre os vários equipamentos de segurança que a Hyundai colocou à disposição neste seu i30, temos de destacar o Sistema de Manutenção de Faixa de Rodagem, o Assistente de Luzes de Máximos (que muda o feixe de máximos para o de médios e vice-versa sob baixa luminosidade - ficámos fãs), o sistema de Travagem Autónoma de Emergência com Sistema de Aviso de Colisão Dianteira, o Cruise control inteligente, a Deteção de Ângulo Morto, Alerta de Tráfego Transversal na Traseira, Informação de Limite de velocidade e o Alerta de Atenção do Condutor (em estreia absoluta num automóvel da Hyundai que ajuda a monitorizar os padrões da condução a fim de detetar movimentos imprudentes ou cansaço na condução). O que acaba por tornar o i30 no automóvel mais completo ao nível da segurança e com a maior lista de equipamentos de segurança de série no seu segmento – não nos esqueçamos que há um total de sete airbags instalados, incluindo um airbag de joelho para o condutor. Após uma pausa à beira estrada para apreciação na sua plenitude de um pôr do sol, resolvemos voltarmo-nos para o sistema de infoentretenimento do i30. A expetativa era enorme em experimentarmos o sistema de carregamento sem fios para telemóveis, mas logo nos deparámos com a dura realidade: o sistema só funciona para iPhones e para os últimos Samsung Galaxy – para os restantes smartphones só mesmo com adaptador. A porta USB localizada na consola central fechada com tampa é funcional e a conetividade Bluetooth funcionou na perfeição em muito menos tempo e complicação que outros modelos experimentados. O ecrã tátil LCD de cinco polegadas com imagens da câmara de ajuda ao estacionamento traseiro é bastante intuitivo e fácil de percorrer, e o novo sistema de navegação – gratuita durante sete anos para os Live Services – foi uma agradável surpresa. Rápido, preciso e com várias informações sobre tempo, trânsito, radares de velocidade e pesquisas online para pontos de interesse. Sem esquecer os mapas 3D e a precisão que nos impressionou bastante. >Veredicto O novo i30 oferece muito espaço para passageiros e bagagem, não comprometendo o espaço interior com o seu design exterior desportivo. O i30 torna a viagem confortável para todos os ocupantes graças ao espaço interior que é líder no seu segmento. Não é carro para incomodar os engenheiros da VW ou da Ford durante o sono, mas é um carro equilibrado, honesto e uma bela proposta para quem quer um automóvel fiável, agradável e fácil de utilizar. >FICHA TÉCNICA >Hyundai i30 1.0 T-GDI Launch Edition Motor 3 cilindros em linha, injeção direta, gasolina; Cilindrada (cm3) 998; Diâmetro x curso (mm) 71 x 84; Taxa compressão 10:1; Potência máxima (cv/rpm) 120/6000; Binário máximo (Nm/rpm) 171/1500 - 4000; Transmissão e direcção Tracção dianteira, caixa manual de 6 velocidades; direção de pinhão e cremalheira, com assistência elétrica; Suspensão (fr/tr) Independente McPherson fr/ multibraços tr; Dimensões e pesos (mm) Comp./largura/altura  4340/1795/1450; distância entre eixos 2650; largura de vias (fr/tr) nd/nd; travões fr/tr. Discos ventilados/discos; Peso (kg) 1194; Capacidade da bagageira (l) 395/1301; Depósito de combustível (l) 50; Pneus (fr/tr) 205/55 R16; Prestações e consumos aceleração 0-100 km/h (s) 11,3; velocidade máxima (km/h) 187; Consumos Extra-urb./urbano/misto (l/100 km) nd/nd/5,0; emissões de CO2 (g/km) 103; Preço versão ensaiada (Euros) 24.600 Automonitor »

  • Hyundai prepara nova carroçaria para o i30

    10 Março 2017 >/>>Não é uma absoluta novidade pois os responsáveis da Hyundai já tinham dito que a gama i30 conheceria mais desenvolvimentos para alargar o leque de potenciais clientes alcançados pelo modelo. Assim, depois da variante de cinco portas, da apresentação em Genebra da carrinha, a confirmação da versão N30 desportiva no segundo semestre deste ano, é agora confirmada o modelo com dois volumes e meio e grande portão traseiro. >/>O i30 Fastback, como lhe chama a Hyundai, é exatamente igual ao i30 de cinco portas até ao pilar B. Dai para diante, o tejadilho desce suavemente para a traseira e vai até á linha de cintura, formando uma curvatura quase á imagem de um coupé. O portão traseiro vai, naturalmente, até ao tejadilho e em nenhuma foto aparece uma variante com o óculo traseiro independente do portão, pelo que até notícia em contrário, não haverá modelo de 4 portas. Os farolins traseiros devem ser diferentes e divididos em duas partes, entre a ilharga traseira e o portão. Atrás dasportas traseiras há um terceiro vidro e o resto do pilar é fechado. O novo i30 de cinco portas deverá ser revelado em Frankfurt e chega ao mercado em 2018. Automonitor »