• Eleições na Guiné-Bissau: Candidatos apresentam-se ao eleitorado em Lisboa no domingo

    10 Outubro 2019 Três candidatos à presidência da Guiné Bissau apresentam-se ao eleitorado em Lisboa, no próximo domingo. As eleições estão marcadas para 24 de novembro e vão estar no boletim 19 nomes. Observador »

  • Acordo de paz frágil e violência armada ensombram eleições em Moçambique

    10 Outubro 2019 Eleições gerais do país africano realizam-se no próximo dia 15 de outubro. Correio da Manhã »

  • Guiné-Bissau: oposição quer queda de governo "caduco"

    9 Outubro 2019 > Na Guiné-Bissau após o anúncio da continuidade do governo até a realização das eleições presidenciais de 24 de Novembro, os partidos na oposição alegam caducidade do governo por falta de debate e votação do Programa e OGE. >Antes da reunião esta quinta-feira (10/10) da Comissão Permanente do Parlamento, o presidente Cipriano Cassamá, convocou as principais forças políticas no hemiciclo, para uma concertação tendo em vista a sessão extraordinária da plenária do parlamento, agendada para o próximo dia 15 de Outubro, para debater a aprovar o Programa do Governo e o Orçamento Geral do Estado. >PAIGC e a APU-PDGB, dois partidos que suportam o governo no Parlamento já se prontificaram a presença.>Maria Odete Semedo do PAIGC transmitiu ao presidente do parlamento a posição dos libertadores afirmando "a data é marcada em acordo entre o presidente da ANP e o Chefe do Governo, isso já aconteceu, houve uma nota de sua excelência o senhor primeiro-ministro ao presidente da ANP propondo essa data".>Batista Té da Assembleia do Povo Unido, Partido Democrático afirma que APU-PDGB "estará presente em todas as sessões e vai continuar a estar presente, porque cabe à Assembleia a prerrogativa de marcar a data da sessão, não cabe a mais nenhum partido". >A oposição formada pelo Movimento para Alternância Democrática, Madem-G15 e pelo Partido da Renovação Social, PRS dizem que a decisão cabe às direcções superiores.>Marciano Silva Barbeiro do Madem-G15, que considera que o governo de Aristides Gomes está "juridicamente caduco e funciona apenas com duodécimos", promete que a direcção do movimento irá tomar em breve uma decisão.>Jorge Malu do PRS, partido para o qual o governo é "demisssionário" afirma que a data do dia 15 de Outubro não é consensual e "nós enquanto deputados, enquanto partido, não vamos aceitar que o primeiro-ministro nos marque a data das reuniões da Assembleia Nacional Popular".>Partidos na oposição contra o governo, depois da missão conjunta de alto nível da CEDEAO, ONU, União Africana e CPLP ter anunciado esta segunda-feira (7/10), que as eleições devem ter lugar imperativamente a 24 de Novembro, com a continuidade do executivo de Aristides Gomes até à sua realização e durar até uma eventual segunda volta a 29 de Dezembro.>  RFI »

  • Guiné-Bissau: comunidade internacional quer eleições a 24 de Novembro

    7 Outubro 2019 >Chegada ontem no final da tarde a Bissau, uma missão de alto nível abrangendo a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, Nações Unidas, União Africana e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa efectuou hoje contactos com as autoridades guineenses, partidos e candidatos no intuito de avaliar os preparativos para as presidenciais de 24 de Novembro. >Esta missão acontece numa altura em que a realização do escrutínio tem sido posto em questão, designadamente devido a uma polémica em torno dos cadernos eleitorais, cuja manutenção e correcção são rejeitadas por certos partidos políticos que exigem uma actualização ou um recenseamento de raiz, apesar de a CEDEAO, na sua anterior visita a 10 de Setembro, ter considerado que se poderiam manter os cadernos eleitorais utilizados durante as legislativas do passado mês de Março.>Após receber os membros desta delegação, o chefe do governo guineense afirmou que a missão conjunta apoia o Governo para a realização das presidenciais, esta última insistindo para que o escrutínio se realize na data prevista. "A delegação apoia o Governo para que tudo corra bem em torno dos preparativos para a organização das presidenciais. A delegação reafirma a necessidade, a imperatividade, de as eleições se realizarem a 24 de Novembro", declarou Aristides Gomes.>Esta foi também a mensagem sobre a qual a missão conjunta insistiu quando se reuniu com responsáveis dos partidos com assento parlamentar e candidatos às presidenciais, um encontro cujos moldes foram alvo de críticas por parte de alguns dirigentes que se queixaram de não ter tido a possibilidade de se expressarem.>"Não foi reunião. Eles chegaram, falaram o que quiseram falar e foram-se embora", este foi designadamente o relato feito por Gibril Baldé, porta-voz do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), segunda força política do país, ao considerar que o encontro foi apenas uma imposição. "A missão conjunta decidiu apenas anunciar as decisões que foram tomadas pelos chefes de Estado (...) Não tivemos direito à palavra e a reunião acabou", declarou por seu turno Idrissa Djaló, líder do Partido Unidade Nacional e candidato às presidenciais. No mesmo sentido, Nadeem Cabral de Almada, também candidato às eleições de Novembro, consistiu na apresentação de um "roteiro até às eleições e não deu oportunidade às pessoas para falarem". Apesar de ter ficado claro para Mamadu Saliu Lamba, da APU-PDGB, partido que integra a maioria parlamentar, que "a mensagem é que as eleições devem ter lugar sem falta no dia 24 de Novembro próximo", este responsável também considera que "houve reunião, só que houve mais informação do que reunião. A delegação mista acabou só por dar informações." Já Maurício Sanca, do PRS, terceira força política no parlamento, tornou a vincar a posição defendida pelo seu partido "queremos umas eleições livres, justas e transparentes. Só há duas possibilidades no quadro da lei eleitoral: a actualização e o recenseamento de raiz". Mais pormenores com Aliú Candê.>Após esgotar a série de encontros que tinha em agenda hoje com os actores dos partidos políticos mas também com o Presidente da República, o Presidente do Parlamento, o Primeiro-ministro, a missão conjunta prevê emitir ainda hoje o seu comunicado final.>A Guiné-Bissau marcou eleições presidenciais para o dia 24 de Novembro, sendo que no caso de ser necessário realizar uma segunda volta, ela deveria decorrer a 29 de Dezembro. No próximo 15 de Outubro, o Supremo Tribunal de Justiça deverá anunciar quais das 19 candidaturas às presidenciais serão consideradas válidas. RFI »

Títulos da Imprensa nas últimas 24h: