• Facebook levanta bloqueio na Austrália

    23 Fevereiro 2021 /> Uma semana depois da polémica, o CEO da empresa Mark Zuckerberg e o Governo de Camberra chegaram a um acordo em relação à partilha de conteúdos das empresas de comunicação social na plataforma. RTP » Público »

  • App de notícias destrona o Facebook na App Store para iOS

    20 Fevereiro 2021 O Facebook baniu todo o conteúdo classificado como notícia de fontes legitimadas da sua rede social na Austrália. A medida foi aplicada no encalço de uma nova lei que obrigaria ao pagamento aos media locais por exibir os seus conteúdos na rede social. Contudo, ao passo que a Google aquiesceu à imposição legal, a empresa de Mark Zuckerberg seguiu outra via. Em vez de pagar às grandes (e pequenas) agências de notícias australianas, barrou a divulgação destes conteúdos. As reações não se fariam esperar. Alternativas instantâneas às notícias no Facebook Perante o sucedido, às críticas sucederam-se as ações face ao bloqueio imposto pela rede social. Em pouco tempo, uma aplicação criada pelo grupo Australia Broadcasting Company (ABC) chegaria à App Store, exclusivamente para notícias. A homegrown Australian news app is now No. 1 in the App Store. Features include: reverse-chronological feed; less misinformation than the leading brand; and the “stories” here don’t disappear after 24 hours! I think it could have a chance …. pic.twitter.com/JRqqCNC5ax — Casey Newton (@CaseyNewton) 19 de fevereiro de 2021 A app para iOS tornou-se num caso de sucesso instantâneo ao dominar as tabelas de downloads de apps para iPhone na Austrália, remetendo o Facebook para quarto lugar, abaixo também do Instagram e Messenger, ambas do mesmo grupo empresarial. A aplicação em questão funciona de muito similar a um RSS feed, apresentando as notícias na app à medida que as mesmas são publicadas pela fonte. Para os muitos utilizadores de iPhone e iPad na Austrália, a app tornou-se no novo hub para notícias. O momento oportuno para lançar uma app de notícias na Austrália Merece ainda ser dito que parte do sucesso desta app também se deve à publicidade feita à mesma nos conteúdos publicados pela empresa responsável. Sob a forma de banners, a aplicação foi potenciada por uma campanha de marketing bastante sagaz. O pico de popularidade da app ABC para iPhone foi registado pela plataforma App Annie, sendo desde então ultrapassada por outra app gratuita, mas mantendo-se em segundo lugar. Entre as apps do grupo Facebook, a dominância vai para o Instagram. Este é o resultado da rejeição por parte do Facebook em pagar aos meios de comunicação social do país, obrigação legal imposta pelo governo do país e acatada pela Google. Por sua vez, a rede social não concordou com o que considerou ser uma falta de compreensão da relação entre os media e a rede social, tendo justificado a sua decisão no seu blog oficial. Para o primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, o que o Facebook fez foi uma ameaça aos australianos. " O conceito de derrubar os websites como fizeram recentemente, é uma espécie de ameaça. Sei como é que os australianos reagem a este tipo de situações e não foi uma boa jogada por parte deles " apontou Morrison. Tabelas de downloads de aplicações para iPhone (iOS). Crédito: App Annie Olhando assim para as tabelas de downloads, vemos que os utilizadores de iPhone procuraram efetivamente uma nova forma de ter acesso às notícias. A ABC sendo a primeira empresa a disponibilizar tal solução foi, compreensivelmente, bem recebida. No que lhe concerne o Facebook dá agora os primeiros sinais de querer reatar a sua relação com a Austrália. Editores 4gnews recomendam: Crise? Amazon, Google, Apple e Facebook não foram afetadas (muito pelo contrário) Facebook pode estar a seguir-te mesmo quando estás offline. Eis como impedir! Facebook vs Apple. A verdadeira estratégia de Mark Zuckerberg 4gnews »

  • Rumores e desinformação ocupam lugar de notícias no Facebook na Austrália

    19 Fevereiro 2021 Departamentos de saúde oficiais e páginas de apoio à vítima foram afectadas pelas novas restrições do Facebook às notícias australianas. Mas há desinformação que escapa./> Público »

  • Clubhouse, a nova rede social que todos querem

    19 Fevereiro 2021 i Online »

  • Facebook proíbe partilha de notícias na Austrália

    18 Fevereiro 2021 /> A decisão surge depois de a rede social se ter recusado pagar direitos de autor à Comunicação Social do país. A guerra começou quando o Governo exigiu à Google e ao Facebook que pagassem por cada notícia partilhada - algo que não acontece. RTP »

  • Facebook: a rede social soberana mostra o que é capaz de fazer

    18 Fevereiro 2021 O Facebook não cedeu ao ultimato do governo australiano e baniu as notícias da sua plataforma. Como resultado, várias páginas de órgãos governamentais foram apanhadas na meio do fogo cruzado, privando os cidadãos de fontes habituais de informação. Afirmando-se como plataforma soberana, a rede social de Mark Zuckerberg não teve pudores em remover do feed de notícias de milhões de australianos todo o conteúdo noticioso. O clima de tensão é visível nas publicações de alguns utilizadores via Twitter. Os danos colaterais do bloqueio imposto pelo Facebook Facebook's news ban hammer having a lot of collateral damage. pic.twitter.com/mP4pfd3nL5 — Josh Taylor (@joshgnosis) 17 de fevereiro de 2021 Entre as entidades governamentais afetadas temos as páginas dos serviços de incêndio e emergência da Austrália, além do instituto de meteorologia nacional, serviços de saúde, bem como outros braços do aparelho estatal, de acordo com o TheVerge. A escala dos danos colaterais é difícil de apurar, com diversas páginas a verem o seu conteúdo total ou parcialmente removido. Aliás, o próprio Facebook terá bloqueado a sua página na Austrália, deixando bem claro o tom severo das suas medidas. Australianos perdem acesso às notícias na rede social Posts have been removed from the Queensland and SA health department Facebook pages pic.twitter.com/N2K8NlFTSq — casey briggs (@CaseyBriggs) 17 de fevereiro de 2021 A remoção e bloqueio de publicações visou sobretudo os conteúdos classificados como notícias. Este é o resultado da legislação aprovada pelo Senado australiano, cujo âmbito de aplicação é tal que até as publicações do instituto meteorológico do país são classificadas como divulgação de notícias. Por conseguinte, foram removidas da rede social. Trata-se de uma medida radical do Facebook que bloqueou todas as agências de notícias do país de modo a não infringir a nova lei recentemente aprovada. A letra da qual, obrigava a rede social a estabelecer acordos com os diversos publishers do país com vista à compensação monetária por exibir o seu conteúdo noticioso. Fim das partilhas de notícias de fontes estabelecidas no Facebook No que lhe concerne, a rede social afirma que o governo australiano "não entende a relação entre a rede social e as cadeias de notícias". A empresa de Mark Zuckerberg afirma estar preparada para lançar a plataforma Facebook News com o propósito de agregar as notícias na sua plataforma e repartir as receitas de publicidade apresentada com os órgãos jornalísticos. Contudo, como faz saber o Facebook no seu blog, face ao caráter impositivo e penalizador da nova lei, a empresa norte-americana não teve outra hipótese que não a remoção de todo o conteúdo legalmente abrangido. The @BOM_au Facebook page has also disappeared as part of the news ban. @SciNate: "This is incredibly concerning, since the Bureau uses social media to get their warnings out as broadly as possible." pic.twitter.com/8CTHvD2oFW — News Breakfast (@BreakfastNews) 17 de fevereiro de 2021 Para as publicações de notícias australianas isto significa que: Estão restringidos de partilhar ou publicar qualquer conteúdo nas páginas de Facebook Os administradores têm acesso às demais funções nas Páginas de Facebook Para as publicações internacionais: Podem continuar a publicar conteúdo noticioso no Facebook, mas os links e publicações não estarão disponíveis nem serão partilháveis com o público australiano Para a comunidade de utilizadores australianos: Não poderão ver nem partilhar notícias de fontes australianas, nem internacionais no Facebook, ou conteúdo de cadeias de notícias internacionais e australianas. Para a comunidade internacional: Não poderão ver ou partilhar conteúdo noticioso de fontes australianas no Facebook, ou conteúdo de páginas de cadeias de notícias da Austrália O Facebook faz saber que continuará a manter importais centros de informação como o Hub de Informação sobre a COVID-19 na Austrália, entre outros serviços essenciais. A mensagem, no entanto, é clara. O Facebook é uma plataforma soberana, com independência e vontade própria. " Esperamos que no futuro o governo australiano reconheça o valor que acrescentamos e venha trabalhar connosco, ao invés de limitar, as nossas parcerias com as publicações", afirma o Facebook no seu blog, operando uma inversão de culpa. Editores 4gnews recomendam: Facebook proíbe notícias dos 'media' em resposta a nova lei da Austrália NOS começa a vender smartphones Apple iPhone recondicionados WhatsApp insiste nos avisos de privacidade face ao crescimento da Telegram e Signal 4gnews »

  • Austrália acusa Facebook de autoritarismo

    18 Fevereiro 2021 /> Facebook proibiu os utilizadores na Austrália de verem e partilharem notícias nacionais e internacionais. A medida foi tomada na sequência da recusa do pagamento de direitos de autor à Comunicação Social do país. O governo da Austrália acusa a rede social de autoritarismo. RTP »

  • Governo australiano acusa Facebook de autoritarismo após ordem de bloqueio

    18 Fevereiro 2021 /> O Facebook passou a proibir a partir desta quinta-feira a leitura e partilha de notícias por parte dos utilizadores na Austrália. Várias páginas informativas de departamentos governamentais, serviços de emergência e instituições de caridade foram também afetadas. É a resposta da gigante das redes sociais ao Código da Negociação para a Comunicação Social, proposta apresentada pelo Governo federal que obriga Google, Facebook e outras plataformas a chegarem a acordo para o pagamento de conteúdos jornalísticos às empresas que os produzem. O ministro australiano das Finanças acusa a empresa de Mark Zuckerberg de uma ação "autoritária" e o primeiro-ministro garante que o país não será intimidado, numa altura em que ainda falta discutir e aprovar a lei no Senado australiano. RTP »

  • Facebook proíbe notícias dos 'media' em resposta a nova lei da Austrália

    18 Fevereiro 2021 O Facebook mostrou as garras na Austrália. Em jeito de resposta a uma nova lei que obriga plataformas como o Google e o Facebook a compensar monetariamente os meios de comunicação tradicionais, a rede social de Mark Zuckerberg tomou medidas drásticas. Os australianos acordaram hoje sem notícias dos grande ‘media’ nos seus feeds. Trata-se de uma remoção em larga escala de notícias de fontes legítimas e estabelecidas. É um bloqueio de conteúdo sem precedentes e uma mostra de força do Facebook. O Facebook removeu a Austrália da lista de amigos Afinal o que se passa com o Facebook? É algo fácil de compreender. A Austrália criou um quadro legal, recentemente aprovado pelos órgãos competentes, que obriga plataformas como a Google e o Facebook a pagar ao setor estabelecido de comunicação social. Mark Zuckerberg não está disposto a acatar esta obrigação. Posto isto, na sua plataforma deixaram de ser permitidas notícias de fontes legitimadas na sua rede social. É uma prova de força por parte da gigante norte-americana, passando da ameaça para a ação. A medida, noticiada pela agência Reuters, foi rapidamente criticada pelas cadeias de notícias, grande "media" e todo o setor noticioso da Austrália. Todo um setor económico e social contava com uma repartição das receitas geradas pela máquina de publicidade do Facebook com este setor nevrálgico da Austrália. A rede social, contudo, não vergou a esta imposição legal. O Facebook prefere "sair" da Austrália - banindo as notícias da sua plataforma - que pagar ao setor jornalístico como obriga agora o enquadramento legal vigente. A Austrália aprovou uma lei que obriga as plataformas a compensar monetariamente as agências de notícias A rede social foi mais além e removeu todo o conteúdo de fontes oficiais das páginas de serviços de saúde, órgãos do governo, avisos de segurança, publicações dos órgãos de assistência e segurança social, entre outras páginas institucionais. O Facebook diz, efetivamente, que a plataforma é dele, não da Austrália ou de outro governo. Se as regras mudam, especificamente para taxar os seus serviços, à empresa reserva-se o direito de deixar de operar em certo local, ou deixar de exibir determinado conteúdo. Este é o espírito da recente publicação da rede social no blog oficial da empresa. Em resposta à "Media Bargaining law", a rede bloqueou as agências de notícias na Austrália de partilhar ou ver as notícias na sua plataforma. O Facebook removeu as notícias da sua rede social na Austrália A empresa recusa o que entende como um ultimato. Considerando a nova lei um mau entendimento da sua relação com as fontes noticiosas, para não infringir a nova lei vigente no país, o Facebook deixa de permitir tal conteúdo na sua plataforma. Simples. "As ações do Facebook ao remover a Austrália da sua "lista de amigos" corta informação essencial, serviços de saúde e serviços de emergência. É uma ação arrogante e desapontante." aponta o Primeiro-Ministro Scott Morrison no seu perfil de Facebook " Estas ações dão apenas mais fundamento às preocupações de diversos países sobre o comportamento das empresas Big Tech. Gigantes que pensam que as regras não se aplicam a elas e que se acham maiores que os governos". As ações do Facebook são diametralmente opostas às da Google. Esta última tem tentado alcançar um consenso e entendimento com os vários órgãos de comunicação na Austrália, tendo também firmado um acordo similar em França. Também a Google ameaçou tomar uma medida similar, mas rapidamente tomaria um percurso distinto. A propósito, a cadeia de notícias News Corp, detida por Rupert Murdoch, também já fez saber que firmou um acordo com a Google. Daí resultarão "pagamentos significativos" por parte da Google em troca do conteúdo noticioso desta agência na plataforma Google Notícias. Em síntese, a nova legislação australiana obriga plataformas como a Google e o Facebook a criar acordos com as agências de notícias no sentido de pagar a estas últimas pela distribuição do seu conteúdo. Ao passo que a Google anuiu e trabalha já nesse sentido, o Facebook não. Editores 4gnews recomendam: Pesquisa Google poderá ser bloqueada na Austrália! Google aplica dois pesos e duas medidas Google paga aos órgãos de comunicação social na Austrália e acalma disputas Estalou o verniz entre Apple e Facebook! Zuckerberg quer 'infligir dor' na rival 4gnews »

  • Facebook volta a ser multado por enganar utilizadores da rede social

    17 Fevereiro 2021 O Facebook volta a multado em 7 milhões de euros, cerca de 8,4 milhões de dólares. A punição teve lugar em Itália, com a entidade reguladora da concorrência a concluir que a rede social enganou os utilizadores sobre a utilização comercial dos seus dados. A AGCM começou a investigar as práticas comerciais do Facebook em 2018 e apontando agora que a gigante de Mark Zuckerberg não acatou as instruções prévias do órgão italiano que a intimavam a reforçar a transparência para com os seus utilizadores. O Facebook foi multado em 7 milhões de euros pela Itália Mark Zuckerberg, CEO do grupo Facebook Face à inobservância da imposição do regulador italiano, a nova multa foi agora aplicada à rede social. Tal como avança a TechCrunch, a investigação do regulador foi longa e teve em consideração a forma como os dados dos utilizadores eram usados pelo Facebook. Referindo também a impossibilidade do comum utilizador não se submeter à partilha dos seus dados que eram (e continuam a ser) utilizados para fins comerciais. Note-se ainda que já em 2018 o regulador italiano multara o Facebook em 10 milhões de euros por violações ao código do consumidor vigente naquele país. Mais recentemente, em 2020, a AGCM também tomou ações contra o Facebook, afirmando que a gigante mantinha propositadamente os utilizadores na ignorância. Isto para que não se criassem obstáculos à recolha e tratamento dos seus dados e informações. Em causa estão práticas contra a proteção de dados do utilizador Para o regulador, o Facebook era incapaz de informar com clareza e de forma visível o que realmente fazia com os dados recolhidos e de que forma os rentabilizava. Críticas que deram aso a uma nova ronda de investigações em Itália. Agora, através de comunicado à imprensa, a Autoridade da Garantia da Concorrência e do Mercado (AGCM), são explicitadas as práticas do Facebook. É também aí que encontramos os respetivos fundamentos para a aplicação da nova coima. O regulador italiano acusa o Facebook de enganar os utilizadores que se registam na sua plataforma ao não os informar - clara e imediatamente - ao criar conta na rede social sobre as práticas e monetização das informações recolhidas. Ao invés, o Facebook publicita os seus serviços como sendo gratuitos. " A informação apresentada pelo Facebook era genérica e incompleta. Revelando-se incapaz de fazer uma distinção correta entre os dados necessários para a criação de uma experiência personalizada do serviço - para permitir a interação social entre os contactos na rede social - e as informações que colhe com o propósito de entregar publicidade dirigida - o principal meio de rentabilização.", afirma o regulador italiano. Regulador italiano expõe o "verdadeiro custo de utilização" do Facebook Ainda não foram dadas informações rápidas e claras sobre a recolha e o uso dos dados dos utilizadores para fins comerciais", aponta o regulador. Note-se ainda que a AGCM já havia multado o Facebook pela prática aqui descrita em cerca de 5 milhões de euros. Além disso, obrigou a plataforma a tomar medidas que corrigissem essa situação. Na prática, o regulador obrigara o Facebook a tornar essas informações claras para o utilizador, admitindo-o publicamente, algo que a rede social acabou por não fazer. O Facebook, no que lhe concerne, tem recorrido às vias legais na Itália para contrapor as ações da AGCM. Editores 4gnews recomendam: Xiaomi Mi 11 pode chegar a Portugal com estas ofertas irresistíveis MEO, NOS e Vodafone: ANACOM quer facilitar a anulação de contratos em Portugal Xiaomi Redmi Note 10: reveladas várias características e funcionalidades! 4gnews »