• Futebol e dia dos namorados

    15 Fevereiro 2018 /> Ontem foi dia de futebol mas também dos namorados. A RTP falou com adeptos dos dois clubes e percebeu que foi fácil conciliar o amor com o dia do jogo. RTP »

  • SAÚDE ANIMAL - Cuacos de Yuste vai controlar e proteger as colónias de gatos de rua

    15 Fevereiro 2018 EFE »

  • Weekend Uniform

    15 Fevereiro 2018 >Estes dias que passaram foram sem dúvida dias para descansar, aproveitar para recarregar baterias e também para trabalhar, quis fechar alguns projectos que tenho planeados para este ano e aproveitei os 4 dias de "mini-férias" para o fazer. A verdade é que o blog já caminha para os 8 anos e há muitas coisas que ainda quero fazer, coisas que vou lançar e projectos que estão a nascer e que em breve terei todo o prazer em partilhar convosco.  >  >/> >  >Um dos conteúdos que terei com mais frequencia por aqui serão os looks do dia, com dicas de como conjugar, o que mais gosto de usar em determinados momentos e com formatos diferentes. Para já partilho um dos meus looks favoritos de fim-de-semana: jeans, t-shirt branca e um biker jacket com All Star. Um look super confortável, prático e perfeito para "descontrair" dos looks da semana.  >  >  >/> >  >Este é sem dúvida o meu "ready to go look" de fim-de-semana. Qual é o vosso "uniforme" de fim-de-semana de eleição? Aquele look que sabem que nunca falha?  >/> >Look total ZARA # ténis Converse All Star # mala Zadig et Voltaire >  >  Sketchbook Six » Correio da Manhã »

  • Quatro Cartas de Amor: Primeira

    15 Fevereiro 2018 Como se pode estar cheio de paixão e não conseguir transmiti-la? E não sou má pessoa, palavra. Quer dizer: acho que não sou má pessoa. Depois hoje fiquei sem metade do corpo. A que sobra irá desaparecer por seu turno, é uma questão de tempo. Continuarei sozinho dentro de mim Visão »

  • Petição em França contra expulsão de família para Portugal

    14 Fevereiro 2018 Mãe e dois filhos estão sob ameaça de expulsão porque tinham um visto para Portugal quando deixaram o Brasil vindos do Congo. Correio da Manhã »

  • Milhares de casais namoraram por carta durante o período da guerra colonial

    14 Fevereiro 2018 /> Durante a guerra colonial o desafio era manter o namoro por carta. Um aerograma podia demorar vários meses a chegar às mãos dos militares portugueses. RTP »

  • 365 dias de Petit Trianon

    14 Fevereiro 2018 >Livros, morangos, chá e ... macarons?! Sem dúvida que é o cenário romântico perfeito para uma manhã especial como a de hoje. Não só por ser o dia dos namorados, mas por fazer um ano que dormimos no nosso Petit Trianon pela primeira vez. A verdade é que este último ano passou a correr e tem sido uma verdadeira montanha russa de emoções. >  >/> >  >Tomar a decisão de sair de casa dos pais e ir viver com o namorado não é de todo tarefa fácil. Confesso que é uma sensação bitter sweet, até porque sou demasiado ligada à minha família. No início foi complicado adaptar-me mas aos poucos vamos entrando nesta aventura a dois que acabou por se tornar bem divertida e que nos ajuda a crescer.  >  > >  >/> >/> >/> >  >Claro que o facto de vivermos com o nosso "melhor amigo" ajuda muito e ajuda a superar todas as ansiedades, os medos e as incertezas que este passo implica nas nossas vidas. Começamos a ganhar a nossa indepedência, a ter outra organização e outro pensamento e a verdade é que o facto de ter tomado esta decisão só melhorou a relação com a minha família, acabamos por estar juntos de outra forma e a 100%, a aproveitar cada minuto. Há um ano atrás fui surpreendida com o nosso primeiro jantar aqui em casa e foi desde aí que a nossa viagem começou.  >  >Confesso que estou muito contente, também temos estado mais tempo com os pais do Manel que são absolutamente incríveis, aliás, considero-os como parte da minha família e se assim não fosse, nada disto seria possível. Uma das coisas que adoramos fazer é juntar o pessoal cá em casa e aproveitarmos o tempo juntos, começamos a dar valor a outras coisas e a outros momentos e estar com a nossa família, valorizarmos o tempo a dois e o tempo com a família é uma delas. Por tudo isto, considero que o Dia dos Namorados é dedicado à amor que sentimos pela nossa família, pelos nossos amigos e claro, pela nossa cara metade.  >/> >roupão ZARA HOME # Tabuleiro & loiças ZARA HOME  >macarons blush >Lancôme >  >  >  Sketchbook Six »

  • Bookcast #5 Para o dia dos namorados, 8 romances de cortar os pulsos (no bom sentido)

    14 Fevereiro 2018 >/>Eu adoro romances, não há como fugir nem tenho vergonha de o assumir. Porque a literatura construiu-se a partir deles, tal como a música. É o amor que faz mover o mundo e tudo gira à volta dele. O que seria de nós sem o amor? Seria uma vida como um longo poço vazio. Os melhores livros da história e as melhores músicas que marcaram gerações falam de... pois, amor. Se calhar, afinal, o amor não é tão brega assim.>E claro que eu poderia armar-me numa snob literária e desdenhar deste género de cortar os pulsos que é o romance. Mas, no fundo, não gostamos todos nós de romances mesmo sabendo quão fantasiosos e irreais eles são muitas vezes? Deixem-me dizer-vos uma coisa: é a fantasia que dá brilho à vida. E fantasiarmos um pouco com ela não faz mal. Isto para explicar que fantasiar com um amor de romance de sábado à tarde não é estúpido. É amor.Para este podcast do dia dos namorados reunimos um conjunto de livros de amor de cortar os pulsos. No bom sentido, claro. E para vários gostos - desde clássicos a portugueses a Young Adult. De histórias da vida real a outras mais fantasiosas que nos dão vontade de dar um pontapé mas, ainda assim, gostamos. Todas elas são histórias divertidas por uma razão e é isso que eu - posso auto-definir-me como uma expert literária? hihihi - explico no podcast.Para este quinto BOOKCAST com a >Urbanista, falamos de amor e de livros que, vá lá, vale a pena lerem uma vez na vida. Nem que seja para trazerem um pouquinho de fantasia ao vosso dia a dia.Happy Valentine's Day :)? >Listen to "BOOKCAST nº 5: um episódio apaixonado ?" on Spreaker.>/> The Styland »

  • O amor faz bem ou mal? Há estudos para todos os gostos...

    14 Fevereiro 2018 i Online »

  • Será que teremos de mudar hora depois do Brexit?

    14 Fevereiro 2018 i Online »

  • E debater impostos europeus sem imposturas?

    14 Fevereiro 2018 Deve haver qualquer coisa estranha no tempo frio e enevoado de Bruxelas. Só isso explica que os eurodeputados que votam a favor de impostos europeus lá fora consigam tão rapidamente encontrar forma de se tornarem aguerridamente contra tais impostos quando falam cá para dentro./> Público »

  • Venderam tudo para viver num veleiro que naufragou em dois dias

    13 Fevereiro 2018 Casal apenas conseguiu salvar cão e documentos. Correio da Manhã »

  • Inner beauty

    13 Fevereiro 2018 >Acho que todas nós, mulheres, temos uma paixão por lingerie. Peças em renda, delicadas e que nos fazem sentir ainda mais sensuais e femininas. Longe vão os tempos em que a lingerie era usada apenas em ocasiões especiais, hoje em dia já faz parte do nosso dia-a-dia e algo absolutamente maravilhoso para nos deixar mais confiantes e bonitas. >  >/> >  >Claro que com a chegada do dia dos namorados começamos a ver algumas coleções especiais que são lançadas nesta altura do ano, peças com mais detalhes, mais delicadas e mais sensuais. Confesso que é dificil resistir a este tipo de peças e por isso mesmo seleccionei algumas como sugestão para o dia dos namorados ou como um pequeno mimo para nós mesmas.  >  >  > >  >/> >\ >/> > Com folhos, abas, em renda, de tons claros ou a clássica lingerie preta, há três lojas que valem a pena espreitar nesta altura do ano: >Intimissimi que está com uma colecção linda de morrer (para espreitar aqui), a >Oysho que, para além de ter apostado nas chamadas "modelos reais" está com uma colecção linda, simples e perfeita para quem gosta de lingerie sem demasiados folhos ou rendas e a >Cantê com a colecção My Intimate Cantê que é uma absoluta perdição. Qual delas a nossa favorita? It's hard to tell!! >  >  Sketchbook Six »

  • Nove sinais de que namora com a pessoa certa, segundo especialistas

    13 Fevereiro 2018 Alguma vez pensou se a pessoa com quem está é realmente a melhor para si? Se não o fez, ainda não é tarde. Um grupo de especialistas indica-lhe nove pontos em que pensar para realmente perceber se a sua "cara-metade" é realmente a sua Visão »

  • “Até aos três anos de idade as crianças não devem dormir em casa do pai”

    13 Fevereiro 2018 Que impacto no bem-estar da criança pode ter a ausência de pernoitas com o pai durante os três primeiros de vida?/> Público »

  • Eu não os salvei. Salvaram-me eles a mim. Era uma vez 2 gatos que mudaram a minha vida

    12 Fevereiro 2018 >/>No dia 13 de Fevereiro de 2014 à noite meti-me no carro e fui ver de um gato que o meu irmão tinha visto. E é incrível os pormenores que nos ficam na memória. Não consigo lembrar-me de nada do que fiz nesse dia. Mas lembro-me como se fosse hoje do momento em que o vi. Chovia torrencialmente, estava um frio de fazer doer os ossos e ele ali estava: muito pequenino, muito peludo, muito molhado e muito assustado. Eu, que nunca gostei de gatos, dei por mim com ele no carro a tremelicar por todos os lados. Olhava para ele de lado sem saber muito bem o que fazer. Para mim, era temporário. A minha ideia era levá-lo para casa, tirá-lo da rua, até podia ficar com ele alguns dias mas o objectivo era arranjar um dono para ele. E os meus pais também não faziam grande questão. Nós éramos pessoas de cães, pensávamos nós.Mas, afinal, ele era para nós. Ou nós para ele, nem sei. Depois de andar pela casa a explorar e a tentar conhecer o espaço, escolheu o seu sítio - a minha cama. E por lá ficou. Lembro-me daquela primeira noite. Lembro-me de acordar a minha mãe de madrugada e dizer que aquele gato tinha um problema qualquer de saúde. Lembro-me de perguntar se os gatos tinham tuberculose porque ele fazia barulhos a respirar e estava há horas assim. Lembro-me de pensar que se calhar tinha cometido um erro porque agora era responsável por ele e um gato doente era a última coisa que queria. Lembro-me da minha mãe responder: deve estar a ronronar. E lembro-me de olhar para ele na minha cama, agarrado a um boneco que lá estava e de me apaixonar por ele.>>/>Há uma coisa que só quem adoptou um animal vai entender: os traumas que eles trazem das suas vidas antes de nós. Este gato não foi propriamente abandonado. Ele veio de uma ninhada de Seal Point Lynx Ragdoll (não faço ideia como seja o nome da raça em português) em que ninguém o quis porque tinha os olhos meio tortos e ele para lá foi ficando ao abandono, à espera que alguém o apanhasse. Pensei que tinha durado pouco tempo, mas quando fomos ao nosso veterinário percebemos que, afinal, ele já tinha, pelo menos, sete ou oito meses. E isso implica cinco meses de vida sei lá eu em que condições. Em cima de uma cama, pelo menos, sei que nunca tinha estado. Porque a sua felicidade era tal que, na primeira noite, ronronou durante horas e horas e horas. Maldita tuberculose, pensava eu.Ao longo dos meses fui começando a conhecer realmente a fundo este gato - Eddy, que nós gostamos de nomes cool. Mas claro que não é assim que o chamo. Tal como o meu pai me chamava de Helena Isabéééééél quando eu fazia asneiras em miúda, Eddy é o nome próprio de quando ele está a asneirar. Imaginem as mais parvas variações que se possam lembrar. A minha imaginação para o chamar não tem fim. Dinho de Eddinho, pirilampinho, príncipe das trevas (não me perguntem porquê), meu rei (quando ele está a ser realmente fofinho), Edico pardalico (não sei explicar) e a lista continua. E ele responde a todos. Ou só responde à minha voz porque sou a pessoa dele.Lembro-me da primeira vez que senti o amor dele. Tinha-o deixado no veterinário para ser esterilizado dois ou três meses depois de o ter. E quando cheguei, disseram-me que ele era um gato tão doce e fofinho que tinha andado no colo de toda a gente. Qual orgulho de mãe que vai à escola ouvir elogios do seu filho, fiquei ali de peito inchado a acenar com a cabeça que sim, ele era mesmo um gato dócil. Quando o vi a chegar ao colo do enfermeiro e comecei a chamar pelo meu Dinho, só tive tempo de o apanhar porque ele voou para o meu colo, agarrou-se ao meu pescoço tal e qual um bebé abraçado ao pescoço da mãe e ali ficou, colado a mim sem querer que o largasse para nada. Emocionei-me com isto porque, sei lá, este gato pateta e meio parvo, afinal, gostava mesmo de mim.Conhecê-lo e viver com ele também implicou compreendê-lo. Este gato tem medo de tudo o que possam imaginar. Pessoas novas? Tem medo. Árvore de Natal? Tem medo. Sacos das compras? Tem medo. Sapatos? Tem medo. Banho? Só tentei uma vez. Campainha? Tem medo. Som do telefone? Tem medo. Pessoas na rua? Tem medo. Gosta de as observar à janela. Mas se falam alto tem medo. Brinquedos novos? Tem medo. Aspirador? Tem medo. Esfregona? Tem medo. Se um dia um ladrão entrar por esta casa dentro ele é, sem dúvida, o primeiro a fugir de medo.E o que é que aconteceu quando a Tita apareceu na nossa vida? Claro, ele teve medo.Eu achava que este era um gato único mas apaixonámo-nos os dois pela TitaEu sempre achei que os gatos eram animais parvos, independentes, que bufam, sobem aos cortinados, arranham e têm o diabo no corpo. Quão errada eu estava, eu sei. Mas a minha parca experiência no convívio com felinos fez-me ter esta ideia durante muito tempo. E cheguei a pensar que o Eddy era um caso raro, um gato medricas por natureza, doce, carinhoso, que sobe por mim, deita-se no meu peito, coloca o focinho no meu pescoço e dorme na minha almofada.Mas isto até aparecer a Tita antes do Natal, em 2015. E já há algum tempo que pensava em arranjar uma companhia para o Eddinho porque talvez isso o arrebitasse, o tornasse menos dependente de mim e até menos medricas. Falaram-me numa senhora que tinha comprado uma gata mas precisava de lhe arranjar um dono porque ela não se tinha dado com os seus gatos. Sendo o Eddinho tão pachorrento, pensei que talvez se desse bem com esta gata. E lá fui eu buscá-la sem nunca a ter visto na vida. Posso dizer que não me apaixonei assim à primeira vista, como foi com o Eddy. Ela era minúscula, persa tartaruga - soube quando a vi - e a ideia era fazermos um teste e ver se ela se adaptava a nós. Talvez por isso, eu tenha mantido uma distância emocional. Mas mal a viu, o Eddy escondeu-se no meu quarto e não saiu durante dois dias, não obstante as tentativas da Tita em se aproximar.>/>Há uma coisa engraçada que nunca pensei vir a viver. Não são só os gatos de rua que vêm com traumas. A Tita veio de outra casa e com muitos mais problemas dentro dela que o Eddy. Na altura não sabia mas iria demorar mais de um ano até ela estar verdadeiramente adaptada. Mas já lá vamos.Ao fim de dois dias, a curiosidade ganhou ao medo. E o Eddy começou a sair do quarto para a ver. Não consigo explicar a euforia. Vê-lo ali a rastejar pelo chão em pânico mas a querer conhecê-la foi mágico. Mas a Tita veio com muitos traumas e hoje em dia acredito que a vivência na antiga casa dela talvez não tenha sido a melhor. Não tenho fotografias dos primeiros tempos dela porque ela simplesmente não deixava fotografar. Durante meses não se deitou na minha cama nem sequer se aproximou. Enquanto o Eddy dormia comigo, ela ficava no tapete. Tinha medo quando a agarrávamos, não deixava que lhe dessem festas. Não é que ela fizesse nada, porque é meiga, mas miava, chorava e encolhia-se toda de medo. Cheirava-nos as mãos mas se déssemos um qualquer sinal de que lhe íamos tocar, afastava-se em medo. O meu pai dizia que ela era uma gata carinhosa mas independente, daquelas que não quer saber dos humanos para nada mas, na verdade, eu não acreditava nisso. A primeira vez que ela subiu para a minha cama (provavelmente uns seis meses depois de estar comigo) e veio até mim, eu chorei de alegria. Porque foi, para mim, um sinal que finalmente ela se estava a adaptar.E foi o que aconteceu mas muito gradualmente. A primeira vez que amassou a minha barriga, gritei de felicidade e ela deu um salto e foi embora. Mas depois voltou. A primeira vez que veio dormir a meio da noite para a cama, fiquei ali congelada sem me mexer para não a assustar. A primeira vez que me deixou dar uma festa sem se encolher de medo, quase que chorei. Durante mais de um ano, houve muitas e muitas primeiras vezes e todas elas foram mágicas.Quem a vê hoje em dia não consegue acreditar que nunca foi assim. Talvez o facto ter vindo viver sozinha e os ter trazido comigo fortaleceu ainda mais a relação deles comigo. A gata que ficava horas isolada numa divisão porque não queria estar ao pé de ninguém, agora segue-me por todo o lado. Se estou a trabalhar no sofá, deita-se ao meu lado. Se estou na secretária, deita-se à janela. Dorme na minha cama, já pede carinho, deita-se em cima da minha barriga a dormir e longe vão os dias em que parecia gelatina quando lhe tocava.Viver com um gato com uma doença crónica e fazer tudo pelo seu bem-estarQuem me segue já teve a oportunidade de ler as pequenas coisas que partilhei sobre a doença dela. Quando a trouxe para minha casa, a Tita vinha com os olhos inflamados. Na altura não liguei, li que os persas deitavam muita secreção e fui limpando e desinfectando mas não melhorava. Levei-a, então, ao nosso vet. E foi quando soube que a Tita tem uma doença crónica e estava então explicado porque razão a antiga dona não a queria. Era impossível ela não se dar com os gatos dela - porque esta gata é a coisa mais meiga que vi na vida e, sim, é muito mais carinhosa que o Eddy. Esta tinha sido a desculpa que a antiga dona tinha dado quando eventualmente percebeu que ela tinha um problema de saúde. Foi nessa altura que me apaixonei por ela. E foi nesse dia que soube que de minha casa ela nunca mais ia sair.Basicamente, o organismo dela não consegue combater as bactérias do ambiente o que a deixa vulnerável e frágil. O que acontece é que, em crises, fica com as orelhas, olhos, nariz e queixo em carne viva e parte o coração vê-la assim. Foram longos meses e meses de tratamentos até termos, finalmente, conseguido chegar a um pequeno milagre: uma medicação que, até ver, está a conseguir controlar estas crises. Mas isto também significa que, além de uma medicação diária, tenho de lhe colocar de manhã e à noite um óleo próprio nas zonas mais propensas a infectar. E vamos andado em corda bamba, com alturas melhores e outras piores, com pequenas crises que vamos conseguindo controlar e com uma grande dose de paciência - principalmente dela - para lidar com isto tudo.Quando me dizem: salvaste dois gatos. Não, eles é que me salvaram a mim. Porque me estão a deixar viver com eles, aprender a amar com eles e a ser um bocadinho mais feliz. Vê-los a correr à minha volta quando chego faz-me ter vontade de vir a voar para casa. Acordar com eles a esfregarem-se na minha cabeça faz-me não ficar chateada por não me deixarem dormir. Estar no sofá com os dois em cima de mim, faz-me perceber que não fui eu que os escolhi, foram eles que me escolheram a mim.No dia dos namorados, namorem com os vossos filhos de quatro patas :) Como me estão sempre a perguntar de onde são os brinquedos e acessórios que mostro no Instagram, vai começar a feira Pet no Jumbo onde podem encontrar algumas dessas coisas. Andei a fotografá-los na última semana e mostro-vos a minha casa felina.Convido-vos ainda a fazerem parte do >Pet Club do Jumbo (nós já somos membros) que é um site com promoções exclusivas, curiosidades sobre os animais, uma área de "dating" (para quem quer fazer criação), passatempos e até se pode colocar questões e os veterinários respondem :) Podem inscrever-se >aqui.>/>Claro que num primeiro impacto, o Eddy teve medo deste brinquedo. Mas mal viu a Tita a brincar e percebeu como funcionava, começou também a brincar :) É um estimulante até porque os incentiva a apanhar a bola. É este >aqui mas eu não montei o passarinho porque o Eddy tem tendência a comer penas.>/>Este já é o terceiro "arranhador" que temos. O primeira tinha uma base em cima e era da altura em que só tínhamos o Eddy mas ele é tão grande e pesado que o partiu. Depois tivemos outro que desmontei e fiz um arranhador grande e está aqui no hall de entrada. E este, pelos vistos, como tem um rato pendurado, eles gostaram (é este >aqui?mas podem ver muitos outros >aqui).>/>>/>Esta ovelha tem de um lado um arranhador e, do outro, o buraco. Mas só a Tita lá cabe e, então, esconde-se debaixo da ovelha e, pelo buraco, brinca com o Eddy que fica de fora a olhar para ela.>/>Este é o cestinho dos brinquedos deles. Às vezes, quando acordo de manhã, está todo virado porque durante a noite foram lá buscar brinquedos. Agora tem dois brinquedos novos que ainda não abri (porque gosto de lhes dar coisas novas de forma gradual) e o Eddy anda sempre lá de volta deles super curioso. O que ele estava a cheirar é este >aqui.>/>Este é o armário na cozinha que tem as coisas deles. O Sanicat foi a melhor coisa para limpar o chão que descobri porque é um detergente que elimina todas as bactérias e reduz o efeito das alergias aos gatos. Tem uma fórmula hipoalergénica com pH neutro especialmente indicado para casas onde um dos membros tem alergias. Neste caso, a Tita claro. Podem ver mais >aqui e há também vários aromas.?>/>>/>>/>Tive de comprar um >destes tapetes (nem sabia que existiam) porque eles espalham-me areia por toda a casa. Eu sei que devia ter duas casas-de-banho para eles mas, felizmente, consegui habituá-los a usarem a mesma mas tive de trocar aqueles caixotes pequenos por esta casa-de-banho mansão. A nossa já é velhinha mas comprei também no Jumbo o ano passado e é esta >aqui. E os Catisfaction são os doces favoritos dos dois - podem ver todos os sabores >aqui :) A Tita agora como está a fazer o tratamento a longo prazo e troquei toda a alimentação dela para hiopalergénica, já não pode comer estes doces. O Eddy agradece que fica tudo para ele.>/> The Styland »