• Quatro candidatos na corrida aos Estaleiros de Viana do Castelo

    30 Agosto 2012 Dos seis candidatos que manifestaram interesse em concorrer à privatização dos Estaleiros Navais e Viana do Castelo, o Governo seleccionou quatro que irão ser convidados a apresentar propostas. Público »

  • Quatro investidores estão na corrida aos Estaleiros de Viana do Castelo

    30 Agosto 2012 O Conselho de Ministros definiu hoje quatro potenciais investidores finais de Portugal, Brasil, Noruega e Rússia para a alienação dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), empresas que devem apresentar as propostas vinculativas até fim de setembro. OJE »

  • Estaleiros Navais de Viana do Castelo serão negociados por “venda direta de referência”

    30 Agosto 2012 A privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo será feita por “venda direta de referência”, sendo o preço por ação um dos critérios de seleção. Dado a conhecer o modelo de negócio, o Governo alertou que vai exigir um “adequado projeto estratégico”. Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vão ser privatizados, com 95 por cento do capital a ser negociado por “venda direta de referência” e os restantes cinco por cento a serem colocados preferencialmente aos trabalhadores. Este modelo de negócio foi ontem divulgado, com a publicação em Diário da República da resolução do Conselho de Ministros. No mesmo documento, o Governo salienta que “o preço vinculativo apresentado para a aquisição das ações representativas do capital social” será um dos critérios de seleção. A “idoneidade, capacidade financeira, técnica e de execução” dos candidatos e a “salvaguarda dos interesses patrimoniais do Estado”, no que concerne aos “fluxos financeiros” da privatização, o “adequado projeto estratégico” que sustente um “desenvolvimento das suas atividades nos mercados nacional e internacional” e que “maximize a manutenção dos atuais recursos humanos”, mantendo a “identidade empresarial e do atual património da empresa” e a “sustentabilidade económico-financeira” dos ENVC são as restantes condições definidas no caderno de encargos. Até ao momento, a Empoderf recebeu seis propostas – de Portugal (duas), Brasil, Rússia, Estados Unidos, Alemanha e Noruega –, tendo já entregue a avaliação de cada ao Governo. A privatização dos 5,950 milhões de ações será feita a um preço nominal mínimo de cinco euros, o que irá permitir ao Estado arrecadar mais de 30 milhões de euros. PT Jornal »