• Sabe qual é o seu nome islandês?

    16 Junho 2018 Já imaginou como seria o seu nome na Islândia? Agora há quem faça o trabalho por si. Correio da Manhã »

  • SEAT inspira-se nas salas de concerto para obter o som perfeito

    15 Junho 2018 >/>A equipa de Car Audio da SEAT utiliza as técnicas e as ferramentas próprias das salas de concerto para obter o melhor som no veículo. Mas sabe como decorre o processo? >/> -Desde as primeiras fases de desenvolvimento: ao contrário do que se fazia há uns anos, a equipa de Acústica Car Audio e de Infotainment da SEAT tem uma palavra a dizer logo que se inicia o desenvolvimento de um novo modelo. “O nosso objetivo é o de distribuir todos os elementos que compõem o sistema de som de tal forma que soe tão bem quanto possível”, explica José Luis Álvarez, engenheiro do departamento de Infotainment. -Até 10 colunas colocadas estrategicamente: a sua colocação e orientação é uma das questões mais importantes para os engenheiros de som. Em função do modelo, podem existir entre seis e dez colunas de som, que reproduzem sons agudos, médios e graves. A posição final deve ter em conta aspetos de design e até de segurança. No entanto, “o desenho das grelhas e a geometria do habitáculo do automóvel”, também influenciam a qualidade do som, sublinha Adrián Mateo, engenheiro de Acústica Car Audio da SEAT. -A sala mais silenciosa: a câmara anecoica é um espaço insonorizado desenhado para absorver qualquer onda sonora. É aqui que se comprova a qualidade do som das colunas. Outros tipos de testes são levados a cabo no laboratório de eletrónica para testar o rádio e os amplificadores. São dois dos muitos testes a todo o sistema de áudio para que nenhum outro elemento, como o pó, a humidade ou as vibrações afetem a qualidade do som. >/> -O ‘efeito palco’: “procuramos que todos os passageiros tenham, por exemplo, a sensação de estarem num concerto”, explica José Luis Álvarez, engenheiro do departamento. Embora nem todas as colunas estejam na parte da frente do carro, o seu trabalho consiste em procurar esse efeito. Para isso, são empregues técnicas e ferramentas próprias das salas de concerto e dos estúdios de gravação. Uma delas é a equalização, que equilibra os tons agudos, médios e graves com um grande nível de detalhe. Estes testes são realizados com diferentes fontes de som: emissão de rádio, mp3 ou o telefone, por exemplo. Também se ouvem diferentes géneros musicais, desde hip-hop a jazz, temas instrumentais e com voz, para assegurar a melhor qualidade em todos os casos. -Os últimos ajustes, em movimento: este tipo de teste é realizado com o automóvel em movimento para que o motor, entre outros fatores, não interfira na qualidade do som. Por isso, os engenheiros fazem os ajustes finais de áudio sentando-se ao volante, voltando a equilibrar novamente os tons que emitem as diferentes colunas. “O nosso objetivo final é o de conseguir um som o mais natural possível”, conclui Adrián Mateo. Automonitor »

  • Ensaio VW T-Roc 1.0 TSI 115 Style: continua divertido!

    14 Junho 2018 >/>>Chegou tarde à festa, mas está a roubar o protagonismo com um estilo divertido, uma qualidade superior e motores a gasolina com muito dinamismo. >/>[quote align="right" color="#999999"]Como fica claro, o T-Roc chegou tarde ao segmento, está a ter sucesso, mas não é o melhor carro do segmento quando falamos de espaço interior, qualidade de alguns materiais ou até de versatilidade. Já no que toca ao comportamento, é dos melhores e no estilo marca muitos pontos. [/quote] Mais não fosse, o T-Roc merece ser defendido porque é feito em Portugal. Sim, na AutoEuropa com todas as convulsões e demais acontecimentos. O T-Roc é português e por isso merece o nosso apoio. E nem sequer quero saber da conversa, habitual e ridícula, do defensor dos alemães e ser pago pela Volkswagen. Bem gostaria que me pagassem milhões – já que peço que seja generoso! – para dizer bem dos carros alemães. Seria o trabalho mais fácil do mundo porque os teutónicos sabem uma ou duas coisas sobre fazer automóveis de qualidade. Sim, também fazem aldrabices, mas isso ficará a cargo da justiça... Dito isto, tenho de recordar que já fiz um ensaio ao T-Roc 1.0 no cambito do Essilor Carro do Ano Troféu Volante de Cristal 2018. Regresso ao T-Roc para perceber se o carro amadureceu e, desta feita, com mais tempo e, sobretudo, com mais informação sobre utilização. Ora, se em termos de fiabilidade não há nada a reportar, na qualidade também não, e a maioria está satisfeita com o seu T-Roc. Há descontentes? Há, certamente, mas não são a maioria. Agora, se está à procura de um crossover compacto e não conhece o T-Roc, aqui fica a minha visão mais recente do modelo feito em Portugal, que não mudou muito, mas conheceu algumas cambiantes. Só porque passei quase uma semana inteira com um T-Roc e olhei para o modelo com outros olhos. >Veja quanto lhe pode custar este VW T-Roc 1.0 TSI >[xyz-ihs snippet="Simulador Cetelem v2"] Primeiro, olhemos para os rivais, que são mais que muitos e todos se acotovelam para conquistar clientes. >Honda HR-V, >Fiat 500X, >Toyota C-HR, >Seat Ateca, >Skoda Karoq e o próprio >Audi Q2, que na prática é o seu irmão, são nomes de respeito aos quais podemos juntar o Mini Countryman. Como vê, a escolha é ampla e o AUTOMONITOR já ensaiou para si todos os rivais do T-Roc (se clicar nos nomes poderá ler os respetivos ensaios), exceto o Mini Countryman. Não, não é embirração minha, é só porque a Mini não empresta o Countryman (ou qualquer Mini) ao nosso sítio de internet porque... não temos expressão. Opiniões, claro! >/>Vamos então situar o Volkswagen T-Roc. Na essência é um Audi Q2 pensado para ser do tamanho do Golf, mas que fique abaixo do Tiguan, porém, acima do próximo T-Cross, o rival do Seat Arona. Ou seja, é uma espécie de Golf com melhor aspeto, mas mais acessível que o Tiguan. Confuso (risos)? Não é um B-SUV mas fica a meio caminho. Os adeptos dos crossover e SUV são seduzidos pelos benefícios que este tipo de veículo oferece, mais espaço e melhor acessibilidade e um aspeto mais robusto e aventureiro que um coupé ou um utilitário ou familiar comum. Enfim, oferece status a quem o conduz. A maioria deles tenta fazer jus ao nome e conjugando características de SUV e MPV com a imagem aventureira. Outros ficam-se apenas pela imagem. Ora, o T-Roc não faz nada disso e apresenta-se, apenas, como alternativa ao Golf ou ao defunto Scirocco. Porque? Porque se é um adepto das características dos monovolumes, mas quer ser visto ao volante de um crossover, ficará desiludido com a falta de versatilidade e funcionalidade do T-Roc. Se, por outro lado, procura um SUV com capacidade de reboque, tração integral e força suficiente para andar fora de estrada, o T-Roc ficará aquém das suas expetativas (existe uma versão 4Motion mas é cara). E se o que deseja é levar toda a família, voltamos a dizer-lhe que o T-Roc não é carro para si. >/>O T-Roc assume-se como um carro para quem tem bom gosto, deseja qualidade e quer ser visto num crossover e não ao volante de mais um Golf dos muitos que já circulam entre nós. Quer ser reconhecido como aventureiro que tem um carro com bom aspeto, com uma posição de condução dominante e lhe confere status. Mesmo que a sua face aventureira e corajosa não vá além do caminho para o turismo de habitação ou ter conta no Tinder. E para que ninguém fique a pensar que não é essa a ideia, o T-Roc tem um pouco mais de altura ao solo e consegue passar onde a carrinha Golf Alltrack não chega porque destruirá o piso do carro. Mas isso não é importante pois como disse acima, o cliente T-Roc o mais que deseja é passar as zonas de areia de acesso ás praia algarvias, os estradões de terra que levam ao turismo de habitação ou o caminho que o separa da estrada de uma encosta sobre o mar. O T-Roc não tem nada a ver com o Golf em termos de formas e desenho, surgindo muito mais arrojado e com proporções interessantes. Largo, musculado, tem as rodas nos quatro cantos da carroçaria e detalhes de estilo que deixam qualquer um embeiçado. Vejam as cavas das rodas muito musculadas, a parte inferior da carroçaria bem vincada e depois, a dupla linha de cintura que exigiu muito trabalho de moldagem da chapa, unindo a frente mergulhante com a traseira vertical. Para oferecer a possibilidade da pintura em duas cores, o T-Roc tem um friso cromado que vai da base do pilar A até ao pilar D, passando por cima das arredondadas portas. Deixa a possibilidade de mudar as cores do Pilar D e conferir ao tejadilho um aspeto flutuante com cor diferente do carro. Bem feito e agradável à vista. Muito diferente é o interior. A Volkswagen tem uma reputação a defender e com o T-Roc coloca em risco essa imagem pois foi por ali que tentou poupar alguma coisa, distraindo o utilizador com um painel personalizável onde as cores garridas fazem perder o foco no resto do habitáculo. >/>Coisa pouco habitual na marca alemã, o T-Roc oferece intermináveis combinações de cores para vários painéis do interior além de propor bancos revestidos a tecido ou pele. Depois, há os ecrãs que fazem a diferença dentro do T-Roc, nomeadamente o de 8 polegadas situado mesmo no meio do tabliê, igual ao usado no Golf e em outros modelos da VW. Pode ter uma série de funções, incluindo sistema de navegação residente ou através do Apple CarPlay e do Android Auto. Há muitas aplicações para usar e no fundo existe para dar alguma classe ao interior (o vidro que cobre o ecrã e os comandos é fantástico) e oferecer a conectividade que hoje todos desejam. Depois é deitar mão á lista de opcionais e comprar o carregador de indução para o smartphone ou até um sistema de som da Beats Audio. As possibilidades são imensas. Entre elas está o Active Info, a versão da VW do “Audi Virtual Cockpit” e que também é opcional. Porém, é um item que merece ser ponderado pois possui várias configurações e confere um aspeto distinto ao interior do T-Roc. A posição de condução elevada é muito boa e graças a este posicionamento dos bancos, o T-Roc parece oferecer mais espaço do que na realidade possui. Mais curto que um Golf e com a distância entre eixos menor, alberga quatro pessoas sem dificuldade, fazendo a vida miserável a um quinto elemento. Há espaço em altura e em largura, mas o banco do meio está sobrelevado devido ao túnel de transmissão, reduzindo o espaço para a cabeça e devido ao rebatimento 60/40, o banco é mais estreito. Logo, como disse, o quinto elemento estará sempre apertado e acabará por incomodar os restantes. A funcionalidade não é palavra forte no T-Roc, pois os bancos não se mexem em calhas, não há muitos espaços de arrumação (há uma gaveta debaixo do banco do condutor o que é uma tradição VW), porta luvas escondidos ou redes para guardar papeis ou revistas. Porém, a bagageira com 445 litros tem fundo falso e há uma escotilha para colocar objetos mais compridos. Estranhamente, quando olhamos para os plásticos e verificamos que estão longe, muito longe do Golf e mais próximo daquilo que fazem outras marcas com menores responsabilidades. >/>Fiquei desiludido desta vez como fiquei da primeira vez com os materiais e a sua qualidade, mas agora que já andei com o Seat Arona, parece ser um padrão. Distrai-se o utilizador com a cor e a personalização para ver se ele não dá pelos plásticos de inferior qualidade que servem o interior. Aposto que tanto num caso como no outro, as próximas gerações serão diferentes... Colocado em andamento, o T-Roc equipado com este motor 1.0 TSI com 115 CV mostra-se vivaço com a caixa de seis velocidades a rimar de forma perfeita com o motor cuja sonoridade, apesar de ser um três cilindros, oferece uma sensação de modelo desportivo. Acredito que nas versões mais potentes essa sensação saia reforçada. Certa é a qualidade do trabalho feito pelos homens da VW no chassis e no comportamento do T-Roc. Ao volante esquecemo-nos que este é um crossover, tal a qualidade do comportamento e da direção deste VW. As rodas dianteiras respondem de forma perfeita àquilo que transmitimos ao volante e a suspensão tem a dureza necessária para evitar movimentos desnecessários da carroçaria, sem comprometer decisivamente o conforto. Nem as jantes de 17 polegadas perturbam este equilíbrio que se mantem quando decidimos atacar uma estrada mais sinuosa e com pior piso. O T-Roc mantem-se imperturbável. Crítica tem de ser feita ao menor isolamento que deixa chegar até o interior o ruído de rolamento e aerodinâmico, sobretudo oriundo dos espalhos exterior de generosas dimensões. >Veredicto Como fica claro, o T-Roc chegou tarde ao segmento, está a ter sucesso, mas não é o melhor carro do segmento quando falamos de espaço interior, qualidade de alguns materiais ou até de versatilidade. No que toca ao comportamento, é dos melhores e no estilo marca muitos pontos. Ou seja, o T-Roc é aquilo que os compradores desejarem até pela forte componente de personalização que a VW incutiu. Mas se formos mais além do estilo e da personalização, o T-Roc é uma versão menos conseguida do Golf, simplesmente o melhor carro do segmento. E isso pode ser suficiente para, como já disse, atirar os clientes para os braços do Golf. >FICHA TÉCNICA >VW T-Roc 1.0 TSI 115 Motor 3 cilindros em linha, injeção direta, turbo; Cilindrada (cm3) 999; Diâmetro x curso (mm) 74,5 x 76,4; Taxa compressão 10,5; Potência máxima (cv/rpm) 115/5000 - 5500; Binário máximo (Nm/rpm) 200/2000 - 3500; Transmissão e direcção Tração dianteira, caixa manual de 6 vel.; direção de pinhão e cremalheira, com assistência elétrica; Suspensão (fr/tr) Independente tipo McPherson; eixo de torção; Dimensões e pesos (mm) Comp./largura/altura 4234/1819/1573; distância entre eixos 2590; largura de vias (fr/tr) 1538/1533; travões fr/tr. Discos vent.; Peso (kg) 1270; Capacidade da bagageira (l) 445/1280; Depósito de combustível (l) 50; Pneus (fr/tr) 205/55 R17; Prestações e consumos aceleração 0-100 km/h (s) 10,1; velocidade máxima (km/h) 187; Consumos Extra-urb./urbano/misto (l/100 km) 4,5/6,1/5,1 (consumo real medido 6,5 l/100 km); emissões de CO2 (g/km) 117; Preço da versão ensaiada (Euros) 26.036 [gallery type="slideshow" size="full" ids="87193,87192,87191,87190,87189,87188,87187,87186,87185,87184,87183,87176,87177,87178,87179,87180,87181,87182,87175,87174,87173,87172,87171,87170,87167,87166,87165"] Automonitor »