• WhatsApp Web e Desktop vão ter direito às videochamadas

    24 Janeiro 2021 A versão mobile do WhatsApp já permite fazer videochamadas há bastante tempo, sendo uma função apreciada pelos utilizadores. No entanto, a versão WhatsApp Web e Desktop continuam sem ter acesso às mesmas funções. Em breve, isso mudará! Para quem usa esta plataforma a partir do computador a ausência continua a ser uma frustração. Algo que mudará num futuro próximo, tal como aponta publicação WABetaInfo que encontrou os primeiros indícios de videochamadas em ambas as versões. O WhatsApp Web e Desktop vão poder fazer videochamadas Os novos botões presentes na versão Web e Desktop. Crédito: WABetaInfo A empresa do grupo Facebook está a desenvolver esta opção, atualmente reservada para a versão beta da plataforma Web e Desktop, tal como mostram as imagens presentes no artigo. É uma novidade em teste, mas que chegará ao grande público. De acordo com a WABetaInfo as videochamadas já estão a ser testadas por vários utilizadores com acesso às versões prévias para computador. As capturas de ecrã mostram-nos os novos botões e atalhos para efetuar chamadas de voz e vídeo via WhatsApp. Caso sejam o destinatário da chamada de voz e vídeo, verão um pequeno menu contextual pop-up a aparecer no respetivo computador, tal como mostra a imagem em seguida. A partir desse novo ecrã podemos atender, rejeitar ou ignorar a chamada. A nova janela de videochamada recebida. Crédito: WABetaInfo A pequena janela também apresenta as informações de quem nos liga, com o nome e imagem de perfil. O seu aspeto é similar na versão Desktop e Web. Trata-se de uma interface simples, de entendimento e uso universal. Para fazer e receber chamadas de voz e vídeo no WhatsApp Caso estejam a fazer a chamada, o ecrã apresentado é distinto e mais simples. Temos um botão para ativar ou desativar o vídeo, ativar ou desativar o microfone (botão mute ), além da possibilidade de desligar a chamada, ou aceder às opções. Ecrã de início de chamada de voz e vídeo. Crédito: WABetaInfo Em síntese, este é o aspeto da nova função a caminho da versão Web e Desktop do WhatsApp. Note-se que de momento tal opção não está disponível para o grande público, mas como ilustram estas imagens, são funções atualmente em desenvolvimento. A WABetaInfo não forneceu uma data para o início da sua distribuição pelo que nos resta aguardar pelo término dos trabalho e pelo anúncio oficial por parte da plataforma. Algo que pode vir a demorar tendo em conta os problemas emergentes da empresa. Assim que tal opção estiver disponível a 4gnews também o noticiará. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp: a razão válida para desinstalar esta app do Facebook Este é o novo aspeto da pesquisa Google nos smartphones Smartphones Huawei vão perder outro importante serviço Google 4gnews »

  • Beeper unifica 15 serviços de chat num só

    24 Janeiro 2021 >/>O fundador da Pebble está a lançar um novo serviço chamado Beeper que tenta resolver a multiplicidade dos serviços de mensagens, unificando 15 das mais populares plataformas, incluindo o WhatsApp, Signal e iMessages, num único interface.>Por repetidas vezes temos referido o problema da fragmentação e multiplicação das plataformas de mensagens, que recentemente voltou a ser relembrada com a >fuga de utilizadores do WhatsApp para o Signal. Noutros tempos, tínhamos um ecossistema de plataformas de mensagens interoperáveis através do >XMPP/Jabber, que permitia que pessoas com diferentes serviços comunicassem entre si. Pessoas no ICQ podiam mandar mensagens para pessoas no Google Talk ou Yahoo Messenger - e apesar dos avanços da tecnologia, o que temos hoje em dia é precisamente o oposto, com cada plataforma a manter os utilizadores fechados nela própria.Eric Migicovsky está a tentar resolver isso com o curioso >Beeper, um serviços que quer unificar plataformas como o WhatsApp, Signal, Telegram, Slack, Twitter, Discord, Instagram, Facebook Messenger e outros, incluindo o iMessage da Apple. E, uma vez que a pergunta que se segue é: "mas vou ter que ceder as passwords de acesso a estes serviços?" - a resposta torna-o mais interessante. Não, não será preciso fornecer passwords, já que o serviço correrá numa máquina do utilizador, desde que tenha um Mac sempre ligado e com acesso à internet. O computador funcionará como gateway para acesso a todos os serviços de mensagens e, no caso do utilizador não ter um Mac ou não quiser deixar um sempre ligado, o serviço propõe uma solução ainda mais curiosa, fornecendo um iPhone 4S com jailbreak e a app Beeper instalada, cumprindo a mesma função.>New app alert: I've been working on Beeper for a while and today we're launching! It's a single app to chat on iMessage, WhatsApp, and 13 other networks. Been using it as my default chat client for the last 2 years and there is NO going back. Check it out >https://t.co/vjAtnYvdhS >pic.twitter.com/rJ39rPFixb— Eric Migicovsky (@ericmigi) >January 20, 2021 >/>A parte menos boa de tudo isto é que o Beeper será um serviço de subscrição, com pagamento menal de $10 - mas não deixa de dar resposta a uma necessidade criada pela multiplicação dos serviços de chat; e para muitos, a possibilidade de terem acesso ao iMessages quase justifica essa mensalidade.Eis a lista de serviços de mensagens que o Beeper suporta actualmente, sendo simples adicionar o suporte para novos serviços no futuro (essa parte da integração é open-source).WhatsappFacebook MessengeriMessageAndroid Messages (SMS)TelegramTwitterSlackHangoutsInstagramSkypeIRCMatrixDiscordSignalBeeper networkEra inevitável que algo assim aparecesse, só não esperava é que nos chegasse do fundador da Pebble. >> >> >> Aberto até de Madrugada » Leak »

  • Facebook regressa aos jornais para defender a 'honra' do WhatsApp

    21 Janeiro 2021 Desde que anunciou os seus novos termos de serviço que o WhatsApp está envolvido numa tempestade que parece não ter fim. As alterações à forma como o serviço partilha dados com o Facebook conduziu a um êxodo da plataforma e migração para as ofertas rivais, como o Telegram ou Signal. A companhia de Mark Zuckerberg parece ter acusado o toque e está a promover uma campanha para defender a privacidade do WhatsApp e convencer os utilizadores a não desinstalarem a aplicação. Facebook tenta impedir abandono do WhatsApp Exemplos de publicidade ao WhatsApp em jornais indianos A plataforma de mensagens instantâneas tem recorrido a atualizações de estado onde desmistifica algumas das questões que têm sido levantadas nas últimas semanas. Através destas mensagens a companhia tenta fazer compreender que as alterações, entretanto adiadas, não lhes vão conferir o direito de vasculhar as conversas ou escutar as chamadas dos seus utilizadores. O Facebook vai até mais longe e está a recorrer a publicidade em jornais indianos onde promove a "honra" do WhatsApp, explicando que a privacidade de cada um está devidamente protegida. Convém recordar que a Índia é o maior mercado do WhatsApp em termos de número de utilizadores. Com esta iniciativa a companhia mãe procura convencer o público de que as conversas pessoais e mesmo atividades profissionais não estão em risco com as novas políticas de utilização da plataforma. Persistem as dúvidas sobre os dados recolhidos pelo Facebook Apesar disso o Facebook continua sem esclarecer de forma cabal quais os dados que passará a recolher do WhatsApp e esse facto continua a deixar muita gente de pé atrás. Pelas informações que têm sido tornadas públicas parece mesmo que o WhatsApp passará a recolher mais dados pessoais do que qualquer outro serviço do mesmo género. Mesmo que a implementação das novas medidas tenha sido adiada não foi feita qualquer referência a alterações que possam mitigar as dúvidas levantadas e sossegar as pessoas. Tendo em consideração o aumento de número de utilizadores do Telegram e Signal nos últimos dias, talvez o Facebook precise de algo mais do que campanhas em jornais para impedir a migração de utilizadores. A estratégia ideal podia passar por esclarecer quais os dados que recolhe efetivamente através do WhatsApp, em vez de insistir em falar sobre os dados que não recolhe. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp Web expõe números de telefone na pesquisa Google Covid-19: União Europeia avança para passaporte sanitário eletrónico Farto das notificações de novos utilizadores no Signal e Telegram? Vê como as podes parar! 4gnews »

  • WhatsApp: como pedir (e ver) os dados da conta do utilizador

    19 Janeiro 2021 O WhatsApp é a plataforma de comunicações instantâneas mais popular no mundo, com mais de dois mil milhões de utilizadores ativos de acordo com a Statista. É um serviço útil e gratuito, mas recolhe um número considerável de dados do utilizador. Informações que usa para operar, melhorar e rentabilizar a sua plataforma, partilhando alguns destes indicadores com as empresas do grupo Facebook. Por outro lado, há um atalho que podes usar par obter um relatório completo dos teus dados no WhatsApp. Como obter o relatório das informações de conta no WhatsApp Figura 1: menu das Definições na aplicação WhatsApp É possível ver os dados que o WhatsApp tem sobre ti, sobre cada utilizador. Trata-se de uma função presente nas Definições de conta, disponível para qualquer interessado e disponível a qualquer momento para consulta, o relatório de informações. Começa por abrir a app WhatsApp - válido para Android e iOS Este procedimento é válido para utilizadores da aplicação Android e iOS deste serviço. Adicionalmente, recomendamos que mantenham as respetivas aplicações atualizadas através da Google Play Store e App Store, respetivamente. Abre a aplicação WhatsApp no teu dispositivo Android ou iOS Localiza o menu das opções (três pontos verticais no canto superior direito), toca aí. Terás agora uma janela igual (ou idêntica) à apresentada na figura 1 Toca em " Conta " - Verás uma janela similar à figura 2 Figura 2: opções exibidas no menu "Conta" na app WhatsApp Seleciona a opção " Pedir dados da conta " - penúltima opção apresentada Ser-te-á apresentada uma janela similar na qual figurará a opção " Pedir relatório " Feito o pedido, o mesmo demorará até três dias a estar completo O ficheiro gerado pode ser descarregado, exportado, ou consultado através de qualquer browser O relatório de informações demora até 3 dias O relatório ficará disponível dentro de 3 dias após o pedido de criação. Em seguida o utilizador poderá descarregá-lo a qualquer momento no decurso das semanas subsequentes para análise das informações recolhidas pela plataforma. O WhatsApp adverte que, na eventualidade de o utilizador fazer alterações significativas à conta - como a alteração do número ou a eliminação da mesma - durante o período de três dias, o pedido de criação do relatório será automaticamente cancelado. Assim que o ficheiro estiver compilado poderás ver tudo a que o WhatsApp teve acesso sobre ti. Todas as informações que esta plataforma colheu sobre o utilizador em questão. Por fim, encontrarás uma opção similar no Facebook onde também é possível descarregar todos os dados do utilizador. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp: como apagar a memória e libertar espaço no smartphone WhatsApp: estes são os dados armazenados pela app na Europa As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 4gnews »

  • India pede ao WhatsApp a retirada da nova política de privacidade

    19 Janeiro 2021 >O WhatsApp tem sido criticado por impor a sua nova Política de privacidade do Facebook ou morra. A crítica a esta decisão não só forçou o WhatsApp a atrasar o prazo de implementação mas também causou um êxodo de utilizadores  para o Telegram and Signal. >Publicado primeiro em >AndroidGeek - O maior site de Android em Português escrito por >Joao Bonell Android Geek »

  • WhatsApp: estes são os dados armazenados pela app na Europa

    19 Janeiro 2021 O WhatsApp pertence ao grupo de empresas do Facebook desde 2014, mas nunca como agora os utilizadores da plataforma demonstraram tamanha e legítima preocupação com os seus dados pessoais. Tudo após a empresa ter expressado a sua vontade em aplicar a nova política de privacidade, alterações que adiou de fevereiro para 15 de maio de 2015. Há uma parcial redefinição do escopo de dados que o WhatsApp partilhará com o Facebook, com a empresa a tentar estabilizar e acalmar os seus utilizadores face ao que considera ser "desinformação", ou meros tabloides, sobretudo na Europa. Note-se que na União Europeia, fruto do RGPD, as informações dos utilizadores estão seriamente protegidas, Os dados do WhatsApp partilhados com o Facebook A todo e qualquer interessado em saber quais são as informações que o WhatsApp partilha com o Facebook - na União Europeia - note-se que a Política de Privacidade da plataforma diverge consideravelmente dentro e fora do espaço europeu, fica assim a saber. O nickname ou nome do utilizador O número de telefone do utilizador Endereços de IP utilizados Diversos dados relativos aos dispositivos móveis do utilizador Ao mesmo tempo, a plataforma desdobra-se em garantias aos utilizadores referindo os dados pessoais que não recolhe. We want to address some rumors and be 100% clear we continue to protect your private messages with end-to-end encryption. pic.twitter.com/6qDnzQ98MP — WhatsApp (@WhatsApp) 12 de janeiro de 2021 Estes são os principais dados - agregados nos quatro pontos supracitados - que o WhatsApp partilha com as "entidades do Facebook". Na publicação de Twitter acima vemos as informações que o WhatsApp afirma não partilhar com o grupo de empresas de Mark Zuckerberg - âmbito global (dentro e fora da União Europeia). "O WhatsApp tem de receber ou recolher algumas informações para que possa funcionar, fornecer, melhorar, compreender, personalizar, apoiar e publicitar os nossos Serviços, inclusive no momento em que instala, acede ou utiliza os mesmos", pode ler-se na versão europeia da Política de Privacidade do WhatsApp. O GDPR impede a desativação da conta de WhatsApp Contrariamente ao que foi falsamente propagado em alguns tabloides, na Região Europeia o utilizador que recusar os novos Termos de Serviço do WhatsApp não verá a sua conta eliminada, nem desativada. Fora da União Europeia, contudo, tal é verídico. Pode ainda ser dito que desde 2016 que esta troca de dados com o Facebook era praticada, tal como demos a conhecer na 4gnews. Por outro lado, nessa ocasião era possível rejeitar essa partilha de dados a partir das Opções da aplicação WhatsApp. O que muda a partir de 15 de maio? Para utilizadores fora da UE essa partilha que ocorria desde 2016 deixa de ser opcional. Passa a ser obrigatória se querem continuar a usar os serviços do WhatsApp. Em caso de recusa, a conta será desativada. Para o utilizador europeu, para quem usa o WhatsApp em Portugal, graças ao RGPD nada muda. A sua conta não será desativa quer aceite, ou não, os termos que entrarão em vigor a 15 de maio de 2021. Farto do WhatsApp? Há boas alternativas como o Signal e a Telegram O pânico semeado por vários meios de comunicação serviu também para acordar o utilizador. Nunca como agora nos questionamos tanto sobre o que é feito com as nossas informações, para onde é que estas vão e quem é que a elas tem acesso. De imediato, o escândalo do WhatsApp catapultou as principais alternativas como a Signal e Telegram para o topo das tabelas na Google Play Store e App Store. A Signal acolhe a preferência da Comissão Europeia e já reforçou consideravelmente os seus servidores. Ademais, é também esta a plataforma como aval de Edward Snowden, colocando-a ligeiramente acima da Telegram no que à privacidade diz respeito. O WhatsApp continua a ser a plataforma de comunicações mais utilizada no mundo, de acordo com os dados fornecidos pela Statista, mais de dois mil milhões de utilizadores usam a plataforma do Facebook (dados de março de 2020). Editores 4gnews recomendam: WhatsApp: como apagar a memória e libertar espaço no smartphone As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 As 7 melhores alternativas ao WhatsApp em 2021 4gnews »

  • Apple é processada por não remover a Telegram da App Store

    18 Janeiro 2021 A Apple foi processada pela Coalition for a Safer Web por não ter removido a Telegram na mesma altura em que a Parler foi bloqueada pela gigante de Cupertino. A queixosa afirma que também esta alternativa ao WhatsApp devia ter sido retirada da App Store. Lê-se ainda na petição inicia,l submetida a um tribunal distrital da Califórnia, que os serviços da Telegram são utilizadas por extremistas e agitadores sociais, sendo outro dos motivos alegados para a sua remoção da App Store, a loja de apps para iOS. Violência no Capitólio alegadamente orquestrada através da Telegram e Parler Apple sued by group insisting it curb Telegram after Capitol attack https://t.co/16WuyYjdpm — The Washington Post (@washingtonpost) 18 de janeiro de 2021 O caso que coloca a Apple no banco dos réus nasceu ainda no rescaldo da recente violência no Capitólio, o coração da política e nação norte-americana em que a Parler terá sido instrumental. Agora, a queixosa aponta também o dedo acusatório à Telegram. A Coalition for a Safer Web, organização que luta por uma Internet mais salutar, condena a Apple por permitir que a Telegram continuasse disponível na App Store. Isto " apesar de a Apple saber que a Telegram é usada para intimidar, ameaçar e coagir membros do público ". O caso foi avançado em primeiro lugar pelo The Washington Post que também publica o documento - formato Scribd - com a íntegra da petição inicial. Aí podemos aferir as partes, as causas alegadas, entre outros detalhes jurídicos. Quem é a Coalition for a Safer Web (CSW)? Afirma-se como entidade não governamental, que não visa a obtenção do lucro. Quer criar uma Internet mais tolerante e sem extremismos ou conteúdo terrorista. Dito isto, perante a incapacidade da Apple fazer cumprir os Termos de Uso da App Store, processa agora a empresa de Tim Cook ao permitir que esta plataforma seja usada para promover a violência organizada. O processo chega sensivelmente na mesma semana em que a Apple, Google e Amazon cortaram todos os laços com a Parler. A rede social não moderava os utilizadores e conteúdo partilhado, levando a que não só fosse removida da App Store e Play Store, como também os seus servidores fossem desativados pela Amazon Web Services. Tal como a Parler, a Telegram devia ter sido removida da App Store O processo pressiona a Apple a vigiar de perto a Telegram, a plataforma de comunicações instantâneas com encriptação de ponta a ponta. Segundo a queixosa, os seus serviços são igualmente usados para promover e organizar atividades criminosas. Colhendo o testemunho de um porta-voz da CSW, a Telegram será usada como " canal de comunicação para o governo da Rússia e outros grupos neo-nazis, de supremacia branca e grupos afiliados, espalhando desinformação e promovendo a separação racional dos Estados Unidos da América e na Europa". A mesma fonte terá pedido à Apple, em julho último, que removesse a Telegram da sua plataforma, ainda que temporariamente. A fundamentação, tal como agora, era o "o papel da Telegram no incentivo ao ódio e extremismo". Por fim, na petição inicial vemos ainda a acusação que a Telegram estará a ser usada para planear novos motins durante a tomada de posso do Presidente-eleito, Joe Biden a 20 de janeiro de 2021. O caso segue agora os trâmites judiciais do estado da Califórnia nos Estados Unidos da América. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp: como apagar a memória e libertar espaço no smartphone As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 As 7 melhores alternativas ao WhatsApp em 2021 4gnews »

  • Android 12 poderá ajudar-te a poupar imenso espaço no teu smartphone

    18 Janeiro 2021 Diretamente do Android Open Source Project, chega-nos a indicação de uma novidade para o Android que os utilizadores irão adorar. A ideia passa por libertar espaço na memória do smartphone daquelas aplicações que já não usas com frequência. A funcionalidade está a ser apelidada de "hibernação" e ainda se encontra numa fase inicial de desenvolvimento. Segundo o que é agora indicado, a compressão de dados irá além da habitual eliminação dos dados de cache da aplicação hibernada. So the first details of Android's app hibernation feature are here. If an app is hibernated for a single user, the system will clear cache. Google will add more for package-level hibernation (app is hibernated for all users).Source: https://t.co/q16Md5dKNu H/T @luca020400 https://t.co/UC4JEoJI7f pic.twitter.com/9bqq1RjeBr — Mishaal Rahman (@MishaalRahman) 15 de janeiro de 2021 Uma app hibernada "por todos" deixará de ocupar tanto espaço no smartphone Quando um utilizador decide hibernar uma aplicação, os dados em cache da mesma são automaticamente eliminados da memória do smartphone. No entanto, caso todos os utilizadores desse dispositivo tomarem a mesma decisão, o espaço poupado será bem maior. As linhas de código partilhadas dão a entender que a compressão da aplicação poderá ocorrer ao nível do pacote, ou seja, na sua totalidade. Todavia, este nível de compressão mais alargado apenas se verificará quando todos os utilizadores do equipamento decidirem hibernar essa aplicação. É aqui que começam a surgir algumas dúvidas relativamente a esta nova funcionalidade. Visto que um smartphone Android é habitualmente usado por apenas um utilizador, questiona-se o que a Google quererá dizer com "todos os utilizadores". Enquanto se espera por mais dados para percebermos esse ponto, o que mais se destaca é o nível de compressão que a Google prepara para implementar. Pelo que se conhece, tudo aponta para uma drástica redução no espaço ocupado pela app no armazenamento do dispositivo, ainda que ela não seja desinstalada. Assim, quando o utilizador tiver novamente interesse em usar essa aplicação, ela estará pronta para ser reativada, sem necessidade de ser reinstalada no dispositivo. Isso é o que se depreende do que foi divulgado, mas importa aguardar por mais detalhes. Quando será disponibilizada esta funcionalidade? Estando ela ainda numa fase precoce de desenvolvimento, ainda é cedo para sabermos quando é que esta funcionalidade será libertada. Ainda assim, não se coloca de parte o cenário de ela fazer parte da versão final do Android 12, a próxima versão do sistema operativo da Google. O Android 12 será libertado oficialmente para todos os modelos compatíveis algures no verão de 2021. Até lá, aguardam-se ainda as primeiras versões de teste - que devem chegar em breve - e que nos permitirão conhecer algumas das suas principais novidades. Editores 4gnews recomendam: Google Play Store começa a apresentar ainda mais detalhes nas listas TOP Honor V40 poderá impressionar ao apresentar-se ideal para jogos com nova tecnologia Samsung Galaxy S21: eis os novos acessórios baratos e bons 4gnews »

  • DuckDuckGo supera 100M de pesquisas diárias

    18 Janeiro 2021 >/>O ano de 2021 começa bem para o DuckDuckGo, que atingiu 100 milhões de pesquisas diárias pela primeira vez.>As preocupações crescentes com a privacidade têm feito com que haja cada vez mais pessoas a quererem afastar dos actuais gigantes da indústria (Google, Facebook, etc.) e isso é algo que finalmente está a fazer as coisas mexerem a níveis que causam impactos visíveis. No WhatsApp, o descontentamento com as novas regras já levou o Facebook a >adiar a sua entrada em vigor por três meses, numa altura em que o Telegram e o Signal vão acumulando utilizadores em número recorde. E nas pesquisas, embora ainda esteja longe dos números da Google, não deixa de ser interessante ver que o DuckDuckGo superou >100 milhões de pesquisas diárias pela primeira vez.>Signal is blowing all records, and DuckDuckGo just passed 100,000,000 searches in a day. Privacy is cool ???? ???? >https://t.co/o3Oa9Pxe3m— DHH (@dhh) >January 16, 2021 Quanto ao Singal, o afluxo de utilizadores causou até alguns problemas no seu funcionamento ao longo dos últimos dias, mas que a empresa diz já estarem resolvidos.>We have been adding new servers and extra capacity at a record pace every single day this week nonstop, but today exceeded even our most optimistic projections. Millions upon millions of new users are sending a message that privacy matters. We appreciate your patience.— Signal (@signalapp) >January 15, 2021 O número de 100 milhões de pesquisas diárias é significativo, mas é precis ter em conta que continua a ser uma "gota de água" face aos 5 mil milhões de pesquisas diárias que o Google tem. No entanto, e tal como para muitas outras coisas, é importante relembrar que esta é uma decisão que depende de cada um. Se cada pessoa optar por começar a usar o >DuckDuckGo como motor de pesquisa principal, que não está interessado em acumular o máximo de informação sobre cada utilizador - mesmo que ocasionalmente tenha que recorrer ao Google para algo em que o DuckDuckGo não nos ajude - estaremos a demonstrar que afinal há quem se preocupe com a recolha (excessiva) de dados que é feita actualmente, e que está a fazer a sua parte para que as coisas mudem. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Signal volta a funcionar a 100% e está preparado para receber milhões de utilizadores!

    17 Janeiro 2021 A aplicação de mensagens Signal vive os mais loucos dias desde a sua criação, sendo inundada com largos milhões de novos utilizadores após rebentar o escândalo de privacidade do WhatsApp e Facebook. Após apresentar os primeiros sinais de dificuldade ao receber mais de 25 milhões de utilizadores durante um fim de semana, os servidores acabaram por não aguentar. Na passada sexta-feira o serviço do Signal deixou de funcionar para muito, tornando-se impossível o envio de mensagens. A empresa assumiu rapidamente os problemas, indicando que se devia a sobrecarga dos servidores e que estavam a trabalhar arduamente para resolver todas as dificuldades. Hoje, revelaram que todos os problemas foram resolvidos e que estão prontos para receber muitos mais utilizadores. Problemas com os servidores do Signal eram impossíveis de evitar Para qualquer plataforma, a capacidade dos seus servidores evoluí de acordo com as tendências apresentadas pela sua base de utilizadores. É impossível uma empresa conseguir manter uma capacidade de servidores exponencialmente superior ao número de utilizadores ativos do serviço, pois os custos de manutenção seriam simplesmente impossíveis de suportar. Sem que nada pudesse prever as novas medidas do WhatsApp/Facebook e a consequente debandada para o Signal, era impossível que a empresa pudesse ter evitado estes problemas. Signal is back! Like an underdog going through a training montage, we’ve learned a lot since yesterday — and we did it together. Thanks to the millions of new Signal users around the world for your patience. Your capacity for understanding inspired us while we expanded capacity. pic.twitter.com/cRNV8kVtdF — Signal (@signalapp) 17 de janeiro de 2021 A chegada de muitos milhões de utilizadores ao serviço durante a última semana acabou por se apresentar quase como um ataque DDoS aos seus servidores, ultrapassando claramente a sua capacidade de responder a pedidos. Não há dúvida que o Signal conseguiu responder de forma muito positiva a estas dificuldades, resolvendo as limitações dos seus servidores em menos de 48 horas. Certamente que agora irão manter-se consideravelmente mais atentos à evolução do seu número de utilizadores, de forma a garantirem que os seus servidores têm capacidade suficiente para aguentar novos picos de utilizadores. Editores 4gnews recomendam: Influenciadores do Instagram são prioridade na vacinação contra a COVID-19 Signal e Telegram 'sofrem' com o êxodo do WhatsApp WhatsApp será instrumental no combate à desinformação em Espanha 4gnews »

  • WhatsApp: como apagar a memória e libertar espaço no smartphone

    16 Janeiro 2021 O WhatsApp é uma plataforma incrível para mandar mensagens, clips de áudio, ficheiros, fotografias, autocolantes e figurinhas, ou simplesmente falar nos grupos. Por outro lado, com o acumular destes arquivos é aconselhável libertar espaço no smartphone. Isto pode ser feito de diversas maneiras para desocupar o armazenamento do telefone, algo que também melhorará o desempenho do smartphone caso já pouco espaço livre reste. Portanto, segue os nossos conselhos com esta dica para WhatsApp. 1. Podes limpar a memória cache do WhatsApp para Android Definições e espaço ocupado pela aplicação WhatsApp Abre as Definições no dispositivo Android Navega - encontra e seleciona - o menu Aplicações (gestão de aplicações) Procura pela aplicação WhatsApp - podes usar a lupa na lista de aplicações Acede aos detalhes na Utilização do Armazenamento Toca na opção - Limpar cache A "cache" é uma memória de acesso extremamente rápido, sendo usada para armazenar detalhes e informações da aplicação para agilizar a sua utilização. Serve, portanto, para que o WhatsApp abra mais rápido no teu smartphone. Ao limpar a cache não perdes nenhum ficheiro, arquivo, foto ou vídeo do WhatsApp. Esta operação pode ser feita periodicamente quando precisamos mesmo de espaço extra no armazenamento interno do smartphone Android. É uma memória usada para teres acesso mais rápido às aplicações e apaga-la libertará de imediato algum espaço. 2. A limpeza dos dados do WhatsApp libertará mais espaço na memória A limpeza dos dados da aplicação libertará memória no armazenamento interno. Abre as Definições no dispositivo Android Navega - encontra e seleciona - o menu Aplicações Procura pela aplicação WhatsApp Acede aos detalhes na Utilização do Armazenamento Toca na opção - Limpar dados A limpeza destes dados libertará consideravelmente mais memória do telefone ou dispositivo móvel, contudo, é uma operação mais invasiva. Ao abrir novamente o WhatsApp terás que inserir as credenciais como se estivesses a configurar um novo telefone. Vale ainda ressalvar que este procedimento apagará todos os ficheiros e mensagens recebidas nos grupos e chats privados da plataforma. Este passo não apaga as imagens e vídeos do WhatsApp presentes, por exemplo, na Galeria do smartphone. É um procedimento que te permite recuperar mais memória rápido, mas perderás as mensagens e chats recentes, além de ter que voltar a fazer o procedimento de login na plataforma. É conveniente ter um backup atual das conversas. 3. Apaga as fotos, vídeos e álbuns do WhatsApp Abre as Galeria no dispositivo Android Na vista de grelha localiza as pastas WhatsApp Video e WhatsApp Images Podes apagar as pastas e todo o seu conteúdo Alternativamente podes abrir cada pasta e apagar o conteúdo que não interessa Este mesmo procedimento pode ser feito através de outras etapas, ou usando outras aplicações de terceiros como a Files do Google, a nossa recomendação para gerir o armazenamento e libertar memória do smartphone. De qualquer modo, é aqui que o WhatsApp ocupa mais espaço no smartphone, à medida que recebes imagens, vídeos e outros conteúdos multimédia, os mesmos preenchem o armazenamento interno. Posto isto, para liberar espaço na memória interna do Android podes ainda apagar estes ficheiros diretamente na aplicação do WhatsApp. Para tal, a partir de um chat, clica no menu das opções (3 pontos verticais), acede aos " Ficheiros do Grupo ", e a partir daí também podes fazer a sua gestão. Adicionalmente, podes clicar na opção " Mais - Limpar conversa ". Antes de ires, descobre as melhores apps de mensagens privadas, com opções que respeitam a tua privacidade. Além disso, vê as melhores soluções de segurança online, com diversas VPN eficazes com bons planos de preços. 4gnews »

  • Facebook adia partilha de informação do WhatsApp por 3 meses

    16 Janeiro 2021 >/>O Facebook ficou mesmo preocupado com a reacção dos utilizadores à >partilha de dados do WhatsApp, ao ponto de agora anunciar o adiamento da sua entrada em vigor.>O FB tem estado sob forte pressão desde que anunciou que iria exigir que os utilizadores do WhatsApp aceitassem partilhar alguns dados com o Facebook, coisa que originalmente tinha dito que nunca seria feita - mas que não se deverá aplicar aos utilizadores europeus devido às protecções do RGPD. Em resultado disso, muitos utilizadores demonstraram o seu descontentamento mudando-se para apps >alternativas como o Signal e Telegram, que registaram um forte crescimento na última semana.Tentando estancar a fuga de utilizadores (sem nos esquecermos que muitos utilizadores poderão estar a experimentar estas apps, mas acabarão por regressar ao WhatsApp em poucos dias), o Facebook tem tentado >clarificar o que essa partilha de dados significa, e é precisamente essa a justificação que dá para o >adiamento da entrada em vigor da partilha de dados do WhatsApp com o FB por 3 meses.O WhatsApp promete ser mais transparente e claro no que irá ser partilhado com o FB, para evitar mal-entendidos e esclarecer os utilizadores de modo a que continuem a ter confiança na utilização do serviço.Veremos como corre, já que não deixará de parecer suspeito que uma alteração "simples" e que não põe em risco a privacidade dos utilizadores agora vá precisar de 3 meses de esclarecimentos. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • A atualização da política de privacidade do WhatsApp está suspensa por que vocês não gostaram

    16 Janeiro 2021 >Numa publicação no blog oficial, O WhatsApp anunciou que irá  dar uma “pausa” nas polémicas atualizações das suas políticas de privacidade. A empresa aponta que quer mais tempo para “esclarecer a desinformação sobre como a privacidade e a segurança funcionam no WhatsApp”. >Publicado primeiro em >AndroidGeek - O maior site de Android em Português escrito por >Joao Bonell Android Geek »

  • Signal e Telegram 'sofrem' com o êxodo do WhatsApp

    16 Janeiro 2021 O Signal e Telegram registaram um imprevisto afluxo de novos utilizadores "fartos" da plataforma dominante, o WhatsApp. Apesar de a empresa do grupo Facebook já ter feito saber que não aplicará as mudanças anunciadas até maio próximo, o estrago está feito. Por outro lado, as plataformas rivais usufruem assim de uma vaga redobrada de bonança que, tal como a 4gnews noticiou ontem, superou a capacidade dos servidores do Signal, deixando o serviço inoperacional durante várias horas até à madrugada de hoje (16). A Signal continua a debater-se com o êxodo do WhatsApp We are still working as quickly as possible to bring additional capacity online to handle peak traffic levels. — Signal (@signalapp) 16 de janeiro de 2021 Caso estejam a tentar usar os serviços da Signal e não consigam não há nada de errado com o vosso dispositivo móvel. A plataforma continua a debater-se com dificuldades em acomodar o êxodo de utilizadores do WhatsApp que migraram para este serviço. Após a primeira exposição na 4gnews, a problemática manteve-se até à madrugada de hoje (16), com a empresa a recorrer ao Twitter para assegurar os utilizadores. " Continuamos a trabalhar o mais depressa possível para trazer mais capacidade aos servidores e gerir os picos de tráfego ", assim se lê numa das mais recentes publicações na rede social. Perante o exposto vários utilizadores da plataforma expressaram a sua gratitude perante os serviços da empresa. Alguns, como evidencia o seguinte tweet, foram mais longe ao apoiar financeiramente a Signal. My donation pic.twitter.com/y8Lf8WMP62 — ?aghunath (@TheRaghunathD) 16 de janeiro de 2021 O apoio espontâneo que se fez sentir junto da Signal indica que um número crescente de utilizadores descontentes com as práticas de outras plataformas, nomeadamente o WhatsApp. O serviço dominante, apesar de ter recuado na implementação dos novos Termos, debate-se com dificuldades ao tentar reconquistar a confiança do público. A Telegram congratula-se com o fiasco do WhatsApp Telegram surpassed 500 million active users. 25 million new users joined in the last 72 hours: 38% came from Asia, 27% from Europe, 21% from Latin America and 8% from MENA. https://t.co/1LptHZb9PQ — Telegram Messenger (@telegram) 12 de janeiro de 2021 Com mais de 500 milhões de utilizadores ativos, mais de 25 milhões de novos utilizadores agregados em três dias e mais a cada hora que passa, a Telegram é uma das melhores alternativas ao WhatsApp. No entanto, também a Telegram sente a pressão "extra" com o súbito afluxo de novos utilizadores descontentes com a plataforma dominante e decididos a encontrar uma nova solução. Adicionalmente, a Telegram recebeu uma forte migração de antigos utilizadores da plataforma Parler. A rede social sem moderação que acolhia grupos de extrema-direita, recentemente removida da Play Store, App Store, tendo inclusive os seus servidores desativados pela Amazon Web Services. Há novos desafios para as plataformas de comunicação online Como resultado, também a Telegram se debate agora com novos canais e sobretudo utilizadores que podem tirar proveito dos seus serviços para prosseguir fins opostos aos princípios democráticos de um Estado de Direito. NEW: Telegram - the messaging app that's exploded in popularity in the wake of the Parler shutdown - began shutting down public domestic extremist/white supremacist groups for the first time yesterday, according to researchersStory w/ @SVR13 https://t.co/KiWtVKHiR2 — Hannah Murphy (@MsHannahMurphy) 14 de janeiro de 2021 Há, portanto, novos desafios a serem enfrentados por ambas as alternativas ao WhatsApp. O primeiro, de fácil solução, consiste no reforço dos servidores para evitar que o serviço fique indisponível durante os picos de utilização. O segundo, mais sensível, apelará ao bom-senso e boa-fé dos utilizadores, e principalmente aos mecanismos de moderação das plataformas online. Esta temática tem despertado críticas junto da Comissão Europeia. Editores 4gnews recomendam: Apple já começou a desenvolver o seu iPhone dobrável Xiaomi é a única capaz de ameaçar a Apple no mercado dos auriculares sem fios Samsung Galaxy S21 vai chegar com carregador na caixa! Mas não será em Portugal 4gnews »

  • WHATSAPP TECNOLOGIA - WhatsApp atrasa atualização de política de privacidade após dúvidas

    16 Janeiro 2021 EFE »

  • WhatsApp será instrumental no combate à desinformação em Espanha

    16 Janeiro 2021 O ministério da saúde espanhol lançará em breve um grupo no WhatsApp para combater a desinformação em torno das vacinas para a COVID-19. A iniciativa digital pretende clarificar as dúvidas dos cidadãos e desmistificar as vacinas, de acordo com o El País. Através do WhatsApp, o governo de Espanha pretende assim diminuir a percentagem de cidadãos que recusam a inoculação. A escolha do WhatsApp terá ocorrido após o estudo de várias soluções, sendo esta a que mais interação natural poderá gerar. O WhatsApp ao serviço da informação em Espanha Salvador Illa, Ministro da Saúde, Em Espanha as autoridades de saúde registarão os utentes que se recusem a ser vacinados contra o novo coronavírus, com o intuito de partilhar esses indicadores com outros Estados Membros da União Europeia, sem revelar dados pessoais dos cidadãos. A campanha de vacinação, que também já teve início no nosso país vizinho, é de cariz opcional, mas quem se recusar à mesmo será registado, anonimamente, numa base de dados específica. Em princípio este acervo de informações só estará acessível a um número reduzido de pessoas e responsáveis do Ministério da Saúde espanhol. É aqui que entra o novo canal, ou grupo de WhatsApp com vista à clarificação de dúvidas e combate à desinformação. Segundo uma pesquisa em Espanha, cerca de 30% da população recusa-se a tomar a vacina contra o COVID-19, preferindo que outros a experimentem primeiro. 30% dos espanhóis mostram-se relutantes quanto à vacina O estudo em causa foi levado a cabo pelo Centro de Pesquisa Social (CIS), entidade detida pelo regime. É, portanto, o órgão homólogo ao nosso INE (Instituto Nacional de Estatística), fornecendo vários indicadores às autoridades. Com a criação do novo grupo de WhatsApp, o governo de Espanha espera assim criar um meio interativo de diálogo com os cidadãos no sentido de os informar. Será, para todos os efeitos, um novo vetor promotor de transparência do Estado junto da população. " A criação de um chatbot através do WhatsApp, ou outras aplicações em que os cidadãos possam colocar as suas questões junto da Administração". Note-se que esta é apenas uma das várias ferramentas utilizadas na campanha nacional de vacinação em Espanha, de acordo com o relato da Euractiv. O WhatsApp será usado para fornecer informação clara, mas rigorosa Spain’s health ministry will soon launch a WhatsApp interactive channel to fight against disinformation on #COVID -19 vaccines. The aim is to reduce the percentage of Spaniards who still refuse to get vaccinated, EURACTIV's partner @euroefe reports. https://t.co/4Xgj8KTtmv — EURACTIV (@EURACTIV) 13 de janeiro de 2021 A autoridade central espera que este novo meio seja o mais rápido e próximo dos cidadãos. Para que qualquer interessado possa colocar perguntas práticas sobre as vacinas e obter respostas simples, compreensíveis e rápidas. Por outras palavras, será através do WhatsApp que o governo desmistificará a linguagem técnica usada por muitos especialistas na área. Os responsáveis espanhóis colocam ênfase na necessidade de não estigmatizar os cidadãos relutantes em tomar a vacina. Por outro lado, esperam que o novo meio de comunicação, com informação de fácil compreensão, venha a diminuir esta percentagem. Por fim, além do novo canal dedicado à população geral, as autoridades também estão a planear um segundo canal dedicado ao pessoal médico e trabalhadores na área da saúde. O propósito será a resolução rápida, ou pelo menos mais ágil das dificuldades técnicas enfrentadas por quem está na linha da frente no combate à COVID-19. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp troca dados do utilizador com o Facebook desde 2016 STAYAWAY COVID: 60% dos utilizadores já apagou a app Android e iOS WhatsApp: É oficial, a empresa do Facebook adia alterações aos Termos de Serviço 4gnews »

  • WhatsApp: É oficial, a empresa do Facebook adia alterações aos Termos de Serviço

    15 Janeiro 2021 É oficial! A plataforma de comunicações instantâneas do Facebook fez saber que a aplicação dos novos Termos de Serviço - relativamente aos utilizadores fora da União Europeia - foi adiada. Sem especificar datas, o WhatsApp esclarece a questão. 8 de fevereiro de 2021 era a data limite para os utilizadores aceitarem os novos termos de serviço e política de privacidade. Alterações que davam respaldo interno à troca de informações com as empresas do grupo Facebook, além da colheita de dados. O WhatsApp recua perante o acumular de queixas nas redes sociais Thank you to everyone who’s reached out. We're still working to counter any confusion by communicating directly with @WhatsApp users. No one will have their account suspended or deleted on Feb 8 and we’ll be moving back our business plans until after May - https://t.co/H3DeSS0QfO — WhatsApp (@WhatsApp) 15 de janeiro de 2021 Apesar de ter vindo a público em diversas ocasiões refutar os tabloides que vibravam com premissas sensacionalistas e "Ultimatos do Facebook", os danos à reputação da plataforma WhatsApp foram severos. Agora, o WhatsApp tomou uma posição. Reconhecendo que a desinformação em torno das possíveis alterações era massiva, a plataforma afirma o seguinte. " Ninguém terá a sua conta suspensa, ou eliminada no dia 8 de fevereiro e adiaremos os planos empresariais para depois de maio.", pode ler-se na publicação de Twitter colocada mais acima. A explicação alonga-se em dois tweets nesta rede social. We will make sure users have plenty of time to review and understand the terms. Rest assured we never planned to delete any accounts based on this and will not do so in the future. — WhatsApp (@WhatsApp) 15 de janeiro de 2021 " Faremos todos os possíveis para que os utilizadores tenham tempo suficiente para rever e perceber os termos. Garantimos que nunca planeamos eliminar contas de utilizador, nem o faremos no futuro", pode ler-se no segundo tweet. O "ultimato do Facebook", a fake news que abalou o WhatsApp A plataforma de comunicações instantâneas, através do seu blog oficial, vai mais além na refutação das notícias falsas que circularam profusamente nos últimos dias. Algo que deixou a empresa em pânico e modo de contenção, e que polarizou muitos utilizadores. Entretanto, as plataformas rivais como a Telegram somaram milhões de utilizadores perante a desconfiança gerada em torno do WhatsApp. Tal como a Telegram, também a Signal voou para o topo das tabelas na Play Store e App Store em Portugal. pic.twitter.com/ARzNTrekvQ — Telegram Messenger (@telegram) 8 de janeiro de 2021 O WhatsApp volta a frisar que as alterações - agora adiadas indeterminadamente - visavam dar novas opções aos utilizadores e promover a transparência na plataforma no mais recente esforço de integração na infraestrutura do Facebook. Ao mesmo tempo, queriam dar mais ferramentas às empresas que quisessem usar o WhatsApp para interagir com os clientes. Para estes propósitos, existiriam dados a serem trocados com o grupo de empresas do Facebook. Por outro lado, como demos hoje a conhecer na 4gnews, essa troca e colheita de informações dos utilizadores já aconteceria desde 2016. Agora, teria respaldo nos Termos de Serviço e Política de Privacidade - não aplicável de qualquer forma aos utilizadores na União Europeia. A publicação no blog do WhatsApp é clara quando afirma que " Esta atualização não expande a nossa capacidade de partilha de informações com o Facebook". Ninguém terá a sua conta de WhatsApp eliminada - a garantia A publicação vinca várias vezes este ponto. Ninguém terá a sua conta de WhatsApp suspensa ou eliminada a 8 de fevereiro. Esta é a resposta da empresa às queixas e pressão popular que se fez sentir com particular ênfase nos últimos dias. Mais ainda, a plataforma promete dar mais tempo a todos os utilizadores para esclarecerem toda e qualquer dúvida em torno dos Termos de Serviço do WhatsApp. Para que saibam exatamente no que consiste a privacidade no WhatsApp. Já em tom mais perentório - para que não restem dúvidas quanto à sua posição - o WhatsApp vai combater a desinformação lançada em torno da decisão estratégia agora adiada indeterminadamente. Promete também ser mais clara em qualquer alteração futura. Por fim, as novas opções para empresas continuam nos planos do WhatsApp e deverão ser implementadas a 15 de maio. As demais alterações na Política de Privacidade não têm data definida. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp troca dados do utilizador com o Facebook desde 2016 WhatsApp sem ultimato do Facebook? Agradeçam à União Europeia Comissão Europeia considera inaceitável o poder dos GAFA sobre a liberdade de expressão 4gnews »

  • Telegram já tem 500 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo

    15 Janeiro 2021 >>Echo Boomer >Telegram já tem 500 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo >E até o Echo Boomer já tem um canal na plataforma. >O artigo %>Telegram já tem 500 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo% apareceu primeiro aqui %>Echo Boomer% Echo Boomer »

  • WhatsApp troca dados do utilizador com o Facebook desde 2016

    15 Janeiro 2021 Os utilizadores do WhatsApp fora da União Europeia estão preocupados com a sua privacidade perante a atualização da Política de Privacidade da maior plataforma mundial de comunicações instantâneas. A partir de 8 de fevereiro o WhatsApp fará chegar às Empresas do Facebook mais dados do utilizador para diversos fins, alteração que teve sérias repercussões. As redes sociais fervilham com alertas sobre o caso, mas segundo aponta a Wired, a prática que só teria início a 8 de fevereiro de 2021 - fora da Europa - já estaria a ser aplicada desde 2016. Isto sem que a maioria dos utilizadores soubesse. Afinal, onde repousa a privacidade, se é que tal termo pode ser aplicado no contexto das redes sociais, sobretudo no grupo Facebook. A notificação que lançou o caos no WhatsApp Excerto do aviso a ser apresentado aos utilizadores do WhatsApp na União Europeia. Segundo a publicação supracitada, a notificação que chegou nas últimas semanas aos utilizadores mais não foi que um toque de alvorada para algo que já era feito desde 2016. Um simples artifício do grupo empresarial do Facebook. O cerne da notificação apresenta novos termos de uso e da política de privacidade, visando expandir as práticas e opções para os utilizadores empresariais do WhatsApp que poderão armazenar as suas conversações na plataforma do Facebook. Para o utilizador comum - fora da UE - foram então apresentadas duas opções - aceitar os novos termos ou deixar de usar os serviços do WhatsApp. Para os desatentos, isto era ultimato na verdadeira aceção da palavra, sem hipótese de escolha. O WhatsApp havia "ultrapassado a linha" desde 2016 A pedra de toque reside, contudo, num breve trecho onde é dada a possibilidade de o utilizador optar por não ter os dados do seu perfil de WhatsApp partilhados com o Facebook. Partilha esta que seria feita para melhorar a publicidade dirigida (os target ads ) bem como os "produtos e experiências do Facebook", nas palavras da própria rede social. Como aponta (e bem) a Wired, isto causou a confusão nos utilizadores e em várias publicações que não resistiram ao espírito sensacionalista. A assunção geral indicava que o WhatsApp tinha finalmente cruzado a linha não cruzável, obrigando o utilizador a partilhar dados com o Facebook, sem alternativa a não ser apagar a conta. Contudo, a nova política de privacidade - fora da UE - reflete apenas as práticas que vinham a ser aplicadas desde 2016, afetando a maioria dos mais de dois mil milhões de utilizadores em todo o Mundo. A partilha de dados com o Facebook começou em 2016 Agora o mundo acordou, mas as práticas datam de 2016 - fora da UE. Como refere a Wired, a primeira alteração à política de privacidade do WhatsApp - após a sua aquisição pelo Facebook em 2014 - viria a ocorrer em agosto de 2016. A partir daí começou a partilha de informação do utilizador e metadados com as empresas do grupo Facebook. A plataforma deu então a opção aos utilizadores para não participarem na partilha de pelo menos alguns dados, algo que estava presente - bem visível - nas definições da aplicação. Entretanto, os milhões de novos utilizadores acabariam por ter as suas informações cruzadas com o Facebook em todas as ocasiões. Em declarações à Wired, o WhatsApp enfatizou que as alterações recentes à política de privacidade não afetam as práticas que já estavam em vigor, nem o comportamento da plataforma em torno da partilha de dados com o Facebook. Por outras palavras, o que já era feito desde 2016 continuará a ser posto em prática. Se estavam preocupados com a privacidade do WhatsApp perante a recente alteração, mas já o usam desde 2016, não se iludam. Desde 2016 que "privacidade" ganhou o significado que melhor aprouver às Empresas do grupo Facebook. A encriptação de ponta a ponta está para ficar WhatsApp end-to-end encryption Importa clarificar ao utilizador do WhatsApp - dentro e fora da UE - que a encriptação de ponta a ponta não é afetada. Não há alterações neste que é o requisito mais importante em qualquer aplicação e serviço de comunicações instantâneas. As mensagens, fotos, imagens, música e todos os conteúdos partilhados entre A e B - ou nos grupos de WhatsApp - é apenas acessível e do conhecimento exclusivo dos participantes na conversa. Isto é, apenas o remetente e o destinatário da mensagem - com todos os conteúdos da mesma - têm acesso ao que nela versa. O teor das comunicações continua privado. O WhatsApp e o Facebook não têm acesso às tuas comunicações. Estas passam pelos servidores da empresa num formato protegido por uma chave de encriptação - vão codificadas - sem que o tecido empresarial tenha essa chave de acesso. Cumpre ser dito que o CEO do grupo Facebook, Mark Zuckerberg já expressou em várias ocasiões o seu desejo em aplicar a encriptação de ponta a ponta a vários dos seus serviços. Algo que reforçaria a privacidade do utilizador comum. Algo que também obrigaria todas as plataformas do grupo Facebook a operarem de forma coordenada, requerendo uma ainda maior integração entre Facebook, WhatsApp, Instagram, Messenger e outros serviços. As conversas são privadas, mas há outras informações valiosas O que é dito e enviado pelo utilizador apenas a este pertence. Mas, existem outras informações mais valiosas ainda para empresas como o Facebook e a que o WhatsApp pode ter acesso de acordo com a sua Política de Privacidade. A empresa afirma que procede à recolha de dados para "operar, fornecer, melhorar, perceber, personalizar, dar suporte, e comercializar os seus Serviços". Isto significa - em termos latos - que o WhatsApp partilha um belo acervo de informação com o Facebook e respetivas empresas. São dados que incluem os detalhes do utilizador como, por exemplo: Número de telefone Identificadores do dispositivo móvel utilizador Endereço de IP Sistema operativo Versão da aplicação WhatsApp Como interagem com outros utilizadores Registos de quanto tempo e com que frequência usam o WhatsApp Detalhes do browser ou navegador - no WhatsApp Web Informações sobre o estado de saúde da bateria - em dispositivos móveis Operadora utilizada Idioma e Fuso Horário Dados de pagamentos e transferências Informações da localização Cookies Estes são os principais dados colhidos pelo WhatsApp - informação que podem consultar - e partilhados com as empresas do grupo Facebook. Não há, como referem vários colegas na área, "almoços grátis". Editores 4gnews recomendam: As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 As 7 melhores alternativas ao WhatsApp em 2021 WhatsApp sem ultimato do Facebook? Agradeçam à União Europeia 4gnews »

  • Procuradoras pagam milhares de euros para perseguir jornalistas

    15 Janeiro 2021 MP pagou a privados para aceder a mensagens apagadas do WhatsApp de coordenador superior da PJ, mas usou diferente estratégia no caso E-Toupeira. Correio da Manhã »

  • Skype tenta aproveitar polémica com WhatsApp e acaba a 'ouvir' o que não queria

    14 Janeiro 2021 O WhatsApp tem estado envolvido em grade polémica nas últimas semanas graças a uma alteração nas suas políticas de privacidade que permitem maior ingerência do Facebook nos dados da aplicação fora da União Europeia. Várias companhias rivais têm beneficiado destas notícias, com plataformas como o Telegram ou Signal a registarem aumentos significativos no seu número de utilizadores. Quem tentou também aproveitar a onda de contestação ao WhatsApp foi o Skype, que numa tentativa de se manter relevante no meio de toda esta discussão recorreu às redes sociais para vincar as diferenças entre o seu produto e a oferta concorrente. Crítica do Skype ao WhatsApp não teve o efeito desejado Skype respects your privacy. We are committed to keeping your personal data private and do not sell to 3rd parties: https://t.co/FLGwMmSNHv pic.twitter.com/dupbfejr7m — Skype (@Skype) 8 de janeiro de 2021 Para mal dos seus pecados as coisas não correram conforme desejado, com inúmeros utilizadores a criticarem o serviço oferecido pela aplicação da Microsoft. As respostas ao tweet são das mais variadas possíveis, com muitos a destacar as limitações do Skype ou até a apelidarem a aplicação de "fóssil." Obviamente houve também quem aproveitasse para discutir os prós e contras de outras companhias que oferecem serviços semelhantes, remetendo o Skype para um segundo plano onde já se encontra há vários anos. Uma das questões levantadas prende-se mesmo com a própria existência do Skype, sendo recorrente a questão se o Microsoft Teams não é aquilo que o Skype sempre tentou ser e nunca conseguiu. Um caso sério de tiro pela culatra Mais curioso e talvez imprudente é o facto dos responsáveis pela equipa terem incluído na publicação um link para a declaração de privacidade da Microsoft, onde é referido que o Skype utiliza dados recolhidos por terceiros. Caso não se recordem, a privacidade e recolha de dados é um dos motivos que tem colocado o WhatsApp e Facebook debaixo de fogo e levado tanta gente a procurar alternativas. Existe sempre o argumento de que ao menos o Skype não vende dados a terceiros, mas a verdade é que a publicidade não faz parte do seu modelo de negócio. Neste momento parecem existir alternativas mais válidas e capazes de oferecer um serviço mais completo e adaptado às exigências modernas, pelo que esta iniciativa foi simplesmente mais um tiro no pé do Skype. Editores 4gnews recomendam: Elon Musk e WhatsApp levam mais gente para o Signal WhatsApp não excluirá contas que se oponham à partilha de dados com o Facebook WhatsApp vai obrigar-te a partilhar mais dados com o Facebook! 4gnews »

  • Usas as figurinhas do WhatsApp? Vais adorar esta novidade nos stickers

    14 Janeiro 2021 O WhatsApp é a plataforma de comunicações instantâneas mais popular do mundo e agora prepara-se para receber novidades para as figurinhas, os adesivos ou stickers que podes adicionar às conversas. Se usas esta função, vais gostar da próxima atualização. A plataforma de comunicação receberá a possibilidade de definir vários autocolantes ou figurinhas como favoritas. Algo que até agora só estava disponível nas aplicações para Android e iOS, mas não na versão Web, sendo algo que ajudará os utilizadores. Mais opções de personalização com os stickers ou figurinhas do WhatsApp O novo menu e opção de guardar nos favoritos os stickers mais usados no WhatsApp. Segundo a WABetaInfo, publicação dedicada às novidades implementadas e testadas pela plataforma de comunicações, as melhorias não tardarão em chegar aos utilizadores. Aliás, a atualização estará a chegar aos utilizadores a partir de hoje, de forma gradual. Chegou em primeiro lugar ao sistema operativo iOS, com o Android a seguir-se, possivelmente ainda hoje. Esta implementação permitirá guardar as figurinhas favoritas dos utilizadores no menu em destaque "ícone da estrela", para uso futuro. As novidades chegam agora ao WhatsApp Web ?? WhatsApp Web 2.2100.4: what’s new?WhatsApp is rolling out the possibility to view starred stickers within WhatsApp Web/Desktop, if the latest WhatsApp for Android/iOS updates are installed! https://t.co/rp3cE2gTgk — WABetaInfo (@WABetaInfo) 14 de janeiro de 2021 Esta possibilidade chega também à versão desktop do WhatsApp, o WhatsApp Web / Desktop, bem como às respetivas aplicações para computadores. A partir de agora fica atento à "estrela" apresentada no serviço. Caso a função ainda não esteja disponível para todos os utilizadores a partir de hoje, certifiquem-se que a aplicação está atualizada. Este conselho é válido para todas as plataformas em que o serviço de comunicações do grupo Facebook está disponível. A funcionalidade representa assim um esforço de uniformização, com as mesmas opções a estarem assim disponíveis nas apps para Android e iOS, além do formato Web / Desktop. Editores 4gnews recomendam: Netflix e YouTube podem ser suspensos durante o confinamento Xiaomi Mi 11 transforma-se em dragão em vídeo impressionante Autoridades apertam cerco à Dark Web! Maior mercado negro da rede foi desativado 4gnews »

  • Uso das aplicações da Signal e da Telegram sobe após Whatsapp mudar de política

    14 Janeiro 2021 Entre 06 e 10 de janeiro, a Signal acumulou 7,5 milhões de 'downloads' para os sistemas operativos móveis Android e iOS. Correio da Manhã »

  • Telegram soma mais de 25 milhões de utilizadores em 3 dias

    13 Janeiro 2021 A Telegram, uma das melhores alternativas ao WhatsApp, ultrapassou a fasquia dos 500 milhões de utilizadores ativos na plataforma de comunicações instantâneas. Além disso, em apenas 3 dias granjeou mais de 25 mil novos utilizadores registados. O afluxo de novos utilizadores deve-se, sobretudo, à perda de confiança na plataforma popular, o WhatsApp. A empresa do grupo Facebook viu a sua credibilidade posta em causa, tal como a confiança dos utilizadores que temem pela sua privacidade. O Telegram já tem mais de 500 milhões de utilizadores no Mundo pic.twitter.com/6eGm2emsYx — Telegram Messenger (@telegram) 10 de janeiro de 2021 A par deste recorde, a plataforma de comunicações instantâneas também se pode orgulhar de conseguir agregar mais de 25 milhões de utilizadores em cerca de 72 horas, ou 3 dias. A desconfiança perante a nova Política de Privacidade do WhatsApp foi o catalisador. Esta alternativa ao WhatsApp continua assim a crescer, em grande parte graças aos utilizadores descontentes com a atitude da plataforma rival que colocou um ultimato aos utilizadores. Ou passam a partilhar mais dados com o Facebook, ou podem ver a sua conta eliminada. Na União Europeia este ultimato não se aplica, nem os utilizadores terão que ceder mais dados. Vale ainda frisar que a nova Política de Privacidade do WhatsApp entre em vigor a 8 de fevereiro. Até lá, espera-se que tanto o Telegram como a Signal continuem a receber novos registos de utilizadores que encontraram alternativas funcionais. O respeito pela privacidade foi posta em causa pelo WhatsApp Now's the chance to say 'I told you so' to all your friends as they join - but I think they'd appreciate if you showed them some cool features first. Maybe some of these: https://t.co/VA7IxwDry3 — Telegram Messenger (@telegram) 12 de janeiro de 2021 Os responsáveis pelo perfil de Twitter da Telegram não perderam tempo, nem a oportunidade de satirizar a maior rival. Algo que também não passou despercebido aos utilizadores e seguidores que ajudam a espalhar o nome desta plataforma. Agora com mais de 500 milhões de utilizadores ativos e em franco crescimento, a Telegram afigura-se como o principal refúgio para os utilizadores descontentes com o WhatsApp. Entretanto, a empresa do grupo Facebook tenta, com alguma urgência, reconquistar a confiança dos utilizadores. A Telegram continua a professar um forte respeito pela privacidade de quem usa os seus serviços desde que foi lançada em agosto de 2013. Editores 4gnews recomendam: Comissão Europeia trocou o WhatsApp pela Signal As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 WhatsApp sem ultimato do Facebook? Agradeçam à União Europeia 4gnews »

  • WhatsApp foca-se no que não partilha com o Facebook

    13 Janeiro 2021 >/>O Facebook está preocupado com o crescimento súbito de apps como o Signal no seguimento da partilha de informações do WhatsApp com o FB, e tenta minimizar a questão junto dos utilizadores.>O WhatsApp vai passar a >exigir que os utilizadores aceitem partilhar informação com o Facebook; uma exigência que tem deixado muitos utilizadores descontentes e a explorarem >alternativas como o Signal e Telegram, que têm tido um aumento substancial no número de downloads.A situação parece ter sido suficiente para preocupar o Facebook, que lançou uma >campanha pública de esclarecimento, onde clarifica que coisas como as mensagens (que contam com encriptação end-to-end) não serão partilhadas com o Facebook e continuarão privadas.>/>E diz que o mesmo se aplica aos contactos, grupos, localização, e outras coisas - o que está correcto e é inteiramente válido, mas peca pelo facto de apenas se estar a focar naquilo que não será partilhado com o Facebook, em vez de dizer o que será, e que inclui coisas como informação de interacção com a app, endereços IP, e um nada esclarecedor "outra informação" que nada faz para conquistar a confiança dos utilizadores.Infelizmente, o processo de mudar de app de mensagens é algo que acaba por ser um pouco problemático, pois nem sempre depende apenas de nós, mas sim de convencer todo um grupo de pessoas com que se fala, a mudar. Também em nada ajuda se umas pessoas optarem pelo Signal, outras pelo Telegram, outras pelo Discord, e outras pelo Slack - por este andar, ainda começa a ser mais prático regressar aos SMS (ou RCS, quando finalmente forem adoptados universalmente) do que tentar recordar que pessoas usam cada serviço de mensagens. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Comissão Europeia trocou o WhatsApp pela Signal

    12 Janeiro 2021 A Comissão Europeia optou por deixar de utilizar o WhatsApp como plataforma recorrente para troca de mensagens e comunicações instantâneas, optando ao invés pela Signal. O anúncio foi noticiado em primeiro lugar pelo portal Político. Segundo o portal atento às novidades da Europa, a Comissão terá pedido à generalidade dos seus membros para migrarem definitivamente para a Signal. A plataforma também já seria usada, mas não como principal opção de comunicações. Aumento de segurança justifica a troca do WhatsApp pela Signal O mais recente contratempo da plataforma integrante do grupo de Empresas do Facebook chega sob a forma de um "Adeus" pela Comissão Europeia. Sustentando a decisão com a necessidade de manter as conversas em segurança, a Signal torna-se a nova plataforma preferida para as suas comunicações resguardadas. De acordo com a fonte, foi através de uma mensagem bastante tradicional, publicada nos quadros da Comissão e solicitando a todos os integrantes que façam a gradual transição. "O Signal é a plataforma escolhida como aplicação recomendada para a troca de mensagens instantâneas públicas", assim versa no aviso feito pelo órgão da União Europeia. O órgão executivo da União Europeia dá a sua preferência à Signal Será uma mudança gradual com a Signal a ser a plataforma escolhida para agilizar as conversas entre funcionários e pessoas externas a esta entidade. Importa ainda frisar que nenhuma menção foi feita à plataforma WhatsApp. Esta transição ocorre durante um reforço institucional da privacidade e segurança das suas comunicações, após o ataque informático sofrido em 2018. Desde então, a Comissão tem procurado alternativas viáveis para agilizar a comunicação interna. Note-se que nesse mesmo ataque também a embaixada da UE em Moscovo sofreu ataques à rede interna, com os piratas a conseguir penetrar nas defesas. Aliás, de acordo com o The New York Times vir-se-ia a descobrir que a rede de comunicações diplomáticas da União Europeia foi invadida e constantemente exposta durante um período de três anos. Editores 4gnews recomendam: Signal e Telegram voam para o Top das apps mais populares em Portugal WhatsApp em pânico após alterações na Política de Privacidade As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 4gnews »

  • Signal e Telegram voam para o Top das apps mais populares em Portugal

    12 Janeiro 2021 O WhatsApp começou 2021 da pior forma ao aplicar algumas alterações à sua Política de Privacidade e, apesar de na União Europeia continuarmos protegidos, a gradual integração com o Facebook fez disparar a procura pelo Signal e pela Telegram. Estas são duas das melhores alternativas à plataforma de comunicações instantâneas detida pelo grupo empresarial de Mark Zuckerberg. Aliás, são já duas das aplicações que lideram o Top 10 na Google Play Store e a App Store, da Apple. A integração gradual do WhatsApp no grupo Facebook Perante a conotação imediatamente negativa à alteração da Política de Privacidade do WhatsApp, vários tabloides fizeram chover títulos sensacionalistas sem fundamentação de verdade para o utilizador português e europeu. A rede social, entretanto, desmentiu várias publicações ao afirmar que na Europa não seriam pedidos mais dados, nem cruzados com o Facebook. Muito menos seria a conta do utilizador excluída caso este não aceitasse os novos termos de serviço. Fora da União Europeia existirão, sim, mais dados do utilizador a serem cruzados com as Empresas do Facebook. A plataforma tentou amenizar a situação e acalmar os utilizadores, mas o mal já estava feito e as suas garantias são dúbias. Signal e Telegram, as melhores alternativas ao WhatsApp Apps mais populares na Google Play Store - janeiro de 2021. O descontentamento geral dos utilizadores dentro e fora da União Europeia é notório. Em Portugal, à data de redação deste artigo temos a Signal, bem como a Telegram no Top 5 das aplicações mais populares da Google Play Store. Com efeito, a loja oficial de apps e conteúdo Android recebeu um grande afluxo de utilizadores procurando estas plataformas alternativas para comunicações instantâneas. Note-se ainda que até Elon Musk incitou à migração para a Signal. Os efeitos combinados das alterações ligeiras na Europa e mais gravosas fora desta, trouxeram assim uma nova vaga de utilizadores para a Signal e Telegram. Até ao momento nenhuma das plataformas divulgou dados concretos. Líder de tabelas na Google Play Store e App Store Apps mais populares na App Store da Apple - janeiro de 2021. Cenário idêntico entre a Google Play Store e a App Store, a loja de aplicações para iOS. Aliás, nesta última temos uma clara dominância do Signal e da Telegram, duas plataformas que atraem novos utilizadores ao destacar a privacidade das suas apps. Nos últimos dias o título de aplicação mais descarregada para Android e iOS pertence assim à Signal. Segundo os rumores, a plataforma terá agregado mais de 100 mil utilizadores no espaço de dois dias, números que carecem de confirmação. Aproveitando o súbito afluxo de utilizadores, a Signal deu a saber que está a implementar novas funções na plataforma. Há novos fundos para as conversas para maior personalização, bem como a possibilidade de adicionar uma pequena Bio ao nosso perfil. Há ainda novos stickers animados, os autocolantes muito populares na Telegram e WhatsApp. Estas novidades chegarão à plataforma no decurso dos próximos dias. O desaire do WhatsApp alegrou as concorrentes como o Telegram pic.twitter.com/6eGm2emsYx — Telegram Messenger (@telegram) 10 de janeiro de 2021 Perante o descontentamento de vários utilizadores do WhatsApp, as plataformas rivais não perderam tempo em satirizar o sucedido. Acima podemos ver uma das mais recentes publicações do Telegram onde não sugere um futuro auspicioso para a rival. No que lhe concerne, a Signal tem sido mais cautelosa relativamente às sátiras às suas concorrentes. Não que isso a impeça de tirar proveito da exposição positiva dada por Elon Musk, homem forte da Tesla. The Signal shout-out always hits harder with a Tesla. https://t.co/rDj9kM1X0u @elonmusk @mosestsali — Signal (@signalapp) 12 de janeiro de 2021 Por fim, recordamos que o co-fundador do WhatsApp, Brian Acton apoiou o desenvolvimento da Signal com um donativo de 50 milhões de euros, além de entrar nos quadros da empresa como presidente executivo da Signal Foundation. O WhatsApp continua a ser a aplicação de mensagens instantâneas mais utilizadas no mundo. No entanto, são alterações como esta recente que podem perigar o seu status. Editores 4gnews recomendam: As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021 WhatsApp em pânico após alterações na Política de Privacidade WhatsApp sem ultimato do Facebook? Agradeçam à União Europeia 4gnews »

  • As 5 melhores apps de mensagens privadas em 2021

    12 Janeiro 2021 A privacidade do utilizador é uma preocupação justa, sobretudo quando trocamos mensagens entre familiares e amigos. A pensar nisso agregamos os melhores serviços de mensagens privadas, com soluções pagas e grátis para Android e iOS. São plataformas de comunicações instantâneas que permite comunicar com os nossos contactos através da Internet, destacando-se pela encriptação de ponta, significando que só o remetente e o destinatário(s) têm acesso ao conteúdo que é enviado. 1. Signal - Mensagens Privadas Descarrega o Signal - Mensagens Privadas O Signal foi recomendado por Elon Musk como alternativa ao WhatsApp, destacando-se pela encriptação de ponta a ponta como principal garante da privacidade do utilizador. Não sendo uma plataforma perfeita, tem-se destacado positivamente. Oferece suporte para chamadas de voz e vídeo, mensagens de texto e até SMS. Para usufruir da maior proteção da privacidade, a outra pessoa também deve utilizar o Signal, aplicação que se pauta pelo Material Design criado pela Google. É uma aplicação grátis para Android, sem publicidade apresentada, nem compras na app. 2. Telegram Descarrega o Telegram O Telegram é outra das boas alternativas ao WhatsApp, oferecendo encriptação de ponta a ponta. Destacou-se por ser o primeiro serviço de comunicações instantâneas a oferecer as mensagens que desapareciam passado determinado tempo. Conta com as mesmas funções do Signal e outras plataformas similares, destacando-se sobretudo pelos canais ou chats de grupo no Telegram. São salas de discussão temática que podem acomodar até 100 mil utilizadores. Podes enviar mensagens de voz, ou mensagens de texto, com grande suporte para GIFs e uma boa plataforma Web. É uma app de mensagens grátis para Android, sem publicidade nem compras na app. 3. Viber WoF LK app store for Google Play 11sec Descarrega o Viber O Viber é outra das plataformas de comunicações instantâneas que podem ligar família e amigos através da ligação à Internet, ou dados móveis. É também uma das mais populares com encriptação das comunicações de ponta a ponta, em todos os formatos. Suporta chamadas de voz, mensagens de texto, chats de grupo, além de grande diversidade de autocolantes para animar as conversas. Caso o utilizador queira, pode comprar mais autocolantes e adições divertidas para personalizar as conversas. É um serviço gratuito, com app grátis para Android, colocando-se como boa alternativa ao Telegram e Signal. 4. Threema. Mensageiro seguro e privado Threema: Your private life is valuable. Don’t pay with your data Descarrega a Threema A Threema vai mais além na proteção da privacidade do utilizador. A encriptação de ponta a ponta cobre também as chamadas telefónicas, as comunicações por voz. É isto que destaca a plataforma paga das demais alternativas de comunicação grátis. A proteção da privacidade estende-se a virtualmente todas as ações que o utilizador faça no seu dispositivo móvel, são processadas localmente. É a gestão local dos dados do utilizador que o torna numa melhor solução para garantir que nada "escapa". A Threema é uma solução paga para Android, prometendo ao utilizador que este não tem que "pagar pelo serviço com os seus dados". 5. WhatsApp WhatsApp end-to-end encryption Descarrega o WhatsApp O WhatsApp é a plataforma de comunicações instantâneas mais popular no mundo. É aí que se encontram a maioria dos utilizadores, num serviço grátis que providencia encriptação de ponta a ponta para as mensagens e salas de grupo. Destaca-se pelos grupos do WhatsApp, muito popular pelas salas de chat onde é fácil manter o contacto com familiares e amigos. É talvez a mais controversa em tempos recentes ao pertencer ao grupo de Empresas do Facebook. É a solução grátis mais popular e simples de usar, destacando-se pela boa plataforma Web e aplicações para Mac, Windows e outros sistemas. 3 pontos que definem a encriptação de ponta a ponta 1. O conteúdo só é acessível ao remetente (quem envia) e ao destinatário (quem recebe). Esta é a premissa base da encriptação de ponta a ponta, ou de A a B. Para tal, são utilizadas chaves de encriptação que blindam o conteúdo. 2. Os servidores das plataformas não têm acesso ao conteúdo (por norma). As mensagens enviadas através dos servidores de determinada empresa e lá armazenadas temporariamente, mas estão protegidas por uma chave única, acessível apenas ao destinatário e remetente na maioria das plataformas de comunicações. 3. Não é uma proteção infalível. Por norma, as mensagens e respetivo conteúdo são criptografados durante o envio - enquanto estão em movimento. Em alguns casos, o provedor de serviço pode ter a "chave" para aceder a esses mesmos conteúdos. Antes de ires, vê as melhores soluções de segurança online, com as VPN que valem realmente a pena. Aproveita também e descobre as melhores alternativas ao WhatsApp, com mais sugestões além das aqui presentes. 4gnews »

  • Receios levam pessoas a deixar WhatsApp. Mas as “novas regras” não são de agora

    11 Janeiro 2021 Desde 2016 que a política de privacidade do WhatsApp detalha a parceria com o Facebook. A equipa do Facebook diz que a nova mensagem se deve apenas a questões de transmissão de informação./> Público »

  • Democratas oficializam novo pedido de destituição de Donald Trump

    11 Janeiro 2021 A resolução conta com apenas um artigo: acusa Trump de "incitamento à insurreição" pela sua intervenção nos acontecimentos que levaram à invasão do Capitólio pelos seus apoiantes, na semana passada. Renascença »

  • TURQUIA REDES SOCIAIS - Governo turco pede que cidadãos abandonem o Whatsapp

    11 Janeiro 2021 EFE »

  • WhatsApp sem ultimato do Facebook? Agradeçam à União Europeia

    10 Janeiro 2021 O WhatsApp não excluirá a sua conta se não aceitar os novos Termos e Condições até 8 de fevereiro, na Europa. Lá fora, sim, o ultimato é real e pode resultar na eliminação da conta caso o utilizador não aceite a partilha de dados com o Facebook. A partir do dia 8 de fevereiro os utilizadores do WhatsApp fora da União Europeia serão forçados a partilhar alguns dados com o Facebook, empresa que detém a plataforma de comunicações instantâneas. Portugal está protegido pelo RGPD. Em Portugal (e na Europa) não há ultimato do Facebook A integração do WhatsApp na estrutura do Facebook, quase sete anos após a sua aquisição, motivou as recentes alterações. Para os utilizadores fora da União Europeia é um autêntico ultimato, mas felizmente estamos protegidos pelos órgãos europeus. Para os demais, há a obrigação de partilha de mais dados e informações pessoais com o Facebook. No entanto, chega a todos os utilizadores a seguinte mensagem (imagem infra). As alterações para o utilizador português consistem no seguinte: Excerto do aviso a ser apresentado aos utilizadores do WhatsApp na UE. A mensagem acima chega gradualmente aos utilizadores na União Europeia, incentivando à aceitação das novas condições. Fora desta, a exigência de partilha de mais dados pessoais com a infraestrutura do Facebook é real. Zuckerberg encolhe as garras na UE graças ao RGPD Pode ser dito que Mark Zuckerberg está ciente da importância da União Europeia, não prescindindo desta enquanto mercado. De igual modo, na Europa os Órgão da UE levam a Proteção de Dados a sério, motivo pelo qual não nos foi imposto o ultimato. Dentro da União Europeia a mensagem informativa é bem mais amena. Os termos gerais da mesma podem ser assimilados pela imagem acima, versando sobretudo sobre a forma como os dados são tratados pelo WhatsApp. A segunda parte da mensagem versa sobre a metodologia de acesso por parte das empresas que usem a plataforma do Facebook às conversas do WhatsApp. Por outras palavras, a forma como as lojas podem utilizar as conversas para chegar aos clientes. Não há menção a novos, ou mais dados a serem partilhados com o Facebook. Os utilizadores do WhatsApp estão protegidos na Europa O Facebook já veio a público afirmar, em resposta ao francês Le Monde, que dará às empresas a possibilidade de usar a infraestrutura de hospedagem segura do Facebook para alojar as suas conversas no WhatsApp, isto caso não pretendam utilizar as suas próprias mensagens. Em síntese, um recurso opcional para as empresas. Mais ainda, os utilizadores do WhatsApp serão notificados numa conversa caso a empresa com quem estejam a falar tenha decidido utilizar esses serviços de alojamento do Facebook. Para os países fora da União Europeia, o ultimato do Facebook é real #WhatsApp updated its Privacy Policy and Terms of Services, making data-sharing with Facebook mandatory for all.IMPORTANT — You must accept it before February 8; otherwise, your account will be DELETED. #facebook #datasecurity pic.twitter.com/xnE5rFDliG — palak (@impalaklive) 6 de janeiro de 2021 Fora da UE, para as nações que não estejam abrangidas pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), a atualização dos termos de utilização do WhatsApp é um ultimato. Há uma mudança profunda com mais dados a serem cruzados com o Facebook. A estas nações, o aviso a circular no WhatsApp pode ser visto acima. Preste-se particular atenção ao terceiro ponto que faz menção da parceria entre o WhatsApp e Facebook. " Como organizamos a parceria com o Facebook para oferecer integrações transversais aos produtos do grupo Facebook". É este terceiro ponto que prevê o cruzamento de mais dados entre as plataformas. Na Europa não seremos obrigados a ter que escolher entre - pelo menos parte da nossa privacidade - e o uso do WhatsApp. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp vai obrigar-te a partilhar mais dados com o Facebook fora da UE WhatsApp e Telegram são alvo cada vez mais apetecível para hackers WhatsApp não excluirá contas que se oponham à partilha de dados com o Facebook 4gnews »

  • Elon Musk e WhatsApp levam mais gente para o Signal

    10 Janeiro 2021 A aplicação de mensagens instantâneas Signal está a beneficiar de um aumento considerável de utilizadores e popularidade graças à polémica com as novas políticas de privacidade do WhatsApp. O facto do WhatsApp partilhar cada vez mais informações do seus utilizadores com o Facebook levou muita gente a estudar alternativas, com serviços rivais a crescerem em procura. Outro factor que tem contribuído para este aumento de popularidade do Signal é Elon Musk, já que o homem mais rico do planeta tem recorrido às redes sociais para apelar à troca do WhatsApp pela aplicação menos conhecida. Signal está a crescer graças à polémica que envolve o WhatsApp Em apenas dois dias o Signal registou mais de 100 mil instalações. O fluxo de novos utilizadores está a ser de tal ordem que as mensagens de verificação necessárias para a validação de números e utilização do serviço estão a chegar com várias horas de atraso. O Telegram é já uma aplicação mais popular que o Signal e durante estes mesmos dois dias assinalou mais de 2 milhões de instalações em todo o mundo. Em sentido contrário está obviamente o WhatsApp, com menos 11% de instalações num curto período de tempo. Relativamente desconhecido até há bem pouco tempo, o Signal começa agora a apresentar-se como uma alternativa de peso para os que desejam manter a maior privacidade possível num ambiente online cada vez mais exposto ao risco. Elon Musk apela à troca do WhatsApp pelo Signal Use Signal — Elon Musk (@elonmusk) 7 de janeiro de 2021 Quem também tem ajudado bastante o Signal a crescer nestes últimos tempos é Elon Musk, que tem recorrido às redes sociais para criticar as políticas do Facebook e incentivar as pessoas a instalar o Signal. Nos últimos anos o CEO da Tesla e SpaceX tem criticado publicamente a companhia de Mark Zuckerberg. Recentemente, acusou o Facebook de ajudar a organizar a invasão ao Capitólio americano que aconteceu na semana passada. Apesar de toda a polémica com o WhatsApp, as novas regras não se vão aplicar na Europa. No entanto, caso estejas a considerar abandonar a plataforma e trocar para uma alternativa temos um artigo que te pode ajudar nesse processo. Editores 4gnews recomendam: Telefone Google vai colocar-te um passo à frente de pessoas mal intencionadas Trump volta a atacar. WeChat Pay, Alipay e outras aplicações chinesas foram banidas! WhatsApp vai obrigar-te a partilhar mais dados com o Facebook! 4gnews »