• Trump acena com "guerra" aos Democratas se estes começarem uma investigação contra si

    8 Novembro 2018 O Partido Democrata controla agora a Câmara dos Representantes e, por isso, pode iniciar investigações ou iniciar um processo de 'impeachment'. Renascença »

  • "Os meus avós não iam acreditar que a neta é a primeira lusodescendente eleita para o Congresso"

    8 Novembro 2018 A democrata Lori Loureiro Trahan venceu as eleições para a Câmara dos Representantes do Congresso americano pelo 3.º Distrito do Massachusetts, tornando-se na primeira luso-americana eleita por aquele estado e também na primeira mulher luso-americana Representante no Congresso./> Diário de Notícias »

  • Trump diz que republicanos "desafiaram a história" ao ampliar maioria no Senado

    7 Novembro 2018 O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou hoje que os republicanos tiveram "um grande dia" nas eleições intercalares realizadas na terça-feira, frisando que o partido "desafiou a história" ao ter conseguido ampliar a maioria no Senado. RTP »

  • Estados Unidos elegem Congresso dividido

    7 Novembro 2018 >O Presidente norte-americano afirmou querer "trabalhar junto" dos democratas depois das eleições intercalares. Os Estados Unidos elegeram um Congresso dividido: a oposição democrata recuperou a Câmara de Representantes, mas o Partido Republicano manteve o Senado numas eleições consideradas como um referendo ao Presidente norte-americano, que reivindicou uma vitória pessoal. >Nas bipolarizadas eleições de meio de mandato, o partido do antigo Presidente Barack Obama cumpriu o objectivo de dominar a Câmara de Representantes, algo que não acontecia desde 2010, mas não conseguiu completar a "onda azul" anti-Trump, ao perder no Senado. >"Tremendo sucesso", escreveu o Presidente norte-americano num tweet. Donald Trump acompanhou os resultados na Casa Branca, onde passou o dia com amigos e familiares. >O Presidente telefonou ao líder do Senado, Mitch McConnell, para lhe dar os parabéns pelas "conquistas históricas" depois de os republicanos aumentaram para 52, num total de 100, o número de assentos na Câmara de Representantes, informou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders. >Para Donald Trump, porém, perder o controlo do Congresso, depois da sua surpreendente vitória há dois anos, é um golpe apesar dos resultados económicos positivos na economia norte-americana. Resultados que podem complicar as perspectivas para os próximos dois anos de mandato. > >Com esta vitória, os democratas podem não apenas bloquear iniciativas do Presidente, como investigar os orçamentos e aprofundar a investigação sobre a suspeita de conluio entre a equipa de campanha e a Rússia em 2016, aumentando a possibilidade de que se inicie um processo de destituição. >Nancy Pelosi, a actual líder da minoria democrata na Câmara de Representantes, deve voltar a presidi-la, anunciou a "restauração dos poderes e contra poderes constitucionais", mas prometeu trabalhar com os republicanos. >"Um Congresso democrata vai trabalhar em soluções que nos unam, porque todos tivemos divisões", afirmou. >Os democratas registaram importantes e simbólicas vitórias. Um desses casos é a ascensão de Alexandria Ocasio-Cortez, de origem porto-riquenha e nascida no Bronx, que fez história ao tornar-se, aos 29 anos, a mulher mais jovem a chegar ao Congresso. >Sharice Davids e Deb Haaland também se destacaram como as primeiras indígenas americanas a chegarem à Câmara. >Na Flórida, Donna Shalala ficou com a cadeira da veterana republicana Ileana Ros-Lehtinen, primeira cubano-americana eleita para o Congresso e que se aposenta. No Senado, Bob Menéndez foi reeleito em Nova Jersey, para alívio dos democratas, que temiam que as acusações de corrupção lhe custassem o cargo. >Em todo país, os eleitores formaram filas para se expressar depois de uma tensa campanha, marcada por actos de violência: o envio de pacotes-bomba a opositores de Donald Trump e o massacre numa sinagoga em Pittsburgh, que tirou a vida a 11 pessoas. >Donald Trump inflamou a campanha com sua retórica anti-imigrante e nacionalista, parece ter estimulado a participação nas urnas. O Presidente norte-americano continua a juntar apoios através de um discurso racista destaca o politólogo português Álvaro Vasconcelos. >> Nestas eleições estavam em jogo 435 assentos da Câmara de Representantes, 35 cadeiras do Senado, 36 governos de estados americanos, além de vários cargos locais, como prefeitos, juízes e xerifes. RFI »

  • EUA : Senado republicano, Câmara dos Representantes democrata

    7 Novembro 2018 >Numa das mais participadas eleições intercalares norte-americanas confirmaram-se previsões : o Partido Democrata recuperou a Câmara dos Representantes e o Partido Republicano manteve controlo no Senado e reforça a oposição de Donald Trump. >Este escrutínio conta com mais mulheres eleitas do que nunca e com representantes de minorias étnicas e sexuais. >Estas eleições de meio mandato são vistas como um barómetro da popularidade do Presidente e revelam um combate político para os próximos dois anos com este pontapé de saída para as eleições presidenciais de 2020, como aponta o politólogo português Álvaro Vasconcelos. RFI »

  • Foi a noite das mulheres. Eleições históricas deixam Trump em alerta

    7 Novembro 2018 As eleições intercalares dos EUA ficam marcadas por um empate entre Republicanos e Democratas, com os primeiros a manterem o... ZAP »

  • Duas Américas opõem-se nos Estados Unidos

    7 Novembro 2018 >Os jornais desta quarta-feira dão destaque às eleições nos Estados Unidos. "Eleições de meio mandato, duas Américas opõem-se", eis o título no vespertino "Le Monde". O diário afirma que houve uma vitória clara dos Democratas na câmara dos representantes, no entanto os Republicanos consolidaram a posição no Senado. O destaque para o jornal é que várias mulheres democratas entraram na câmara dos representantes, e são oriundas de origens diversas, hispânicas, africanas e muçulmanas. >"Donald Trump com os olhos postos nas Presidenciais de 2020", eis o título do jornal "Le Figaro", no que diz respeito ainda às eleições nos Estados Unidos. >Nos jornais desta quarta-feira, o outro assunto em destaque é a cidade de Marselha que está a cair aos bocados: "Marselha entre desabamentos e perguntas", eis o título no jornal "Libération", enquanto no diário católico "La Croix", o título é "100 000 marselheses vivem em habitações indignas". RFI »

  • Maioria democrata na Câmara de Representantes será uma dor de cabeça para Trump

    7 Novembro 2018 Um Congresso dividido entre uma câmara baixa democrata e um Senado republicano promete escrutinar o Presidente durante os próximos dois anos. A nova Câmara de Representantes pode obrigar Trump a revelar os impostos e pode avançar com um impeachment. Vêm aí tempos ainda mais tumultuosos na América. Renascença »

  • EUA ELEIÇÕES - Democratas já têm maioria de 218 cadeiras na Câmara dos Representantes

    7 Novembro 2018 EFE »

  • Eleições intercalares. Mudanças no Capitólio

    7 Novembro 2018 /> Os primeiros números das eleições intercalares norte-americanas dão a maioria aos democratas na Câmara dos Representantes. Os republicanos conservam a maioria no Senado. RTP »

  • Estados Unidos. Democratas e republicanos repartem Congresso

    7 Novembro 2018 /> Os democratas recuperaram a maioria na Câmara dos Representantes. Os republicanos conservam a maioria no senado. É o que indicam os primeiros números do escrutínio das eleições intercalares norte-americanas, realizadas na terça-feira. RTP »

  • Partido Democrata vence Câmara dos Representantes

    7 Novembro 2018 i Online »

  • Democratas e republicanos repartem maioria nos EUA

    7 Novembro 2018 /> Os democratas recuperaram a maioria na câmara dos representantes, os republicanos vão manter a maioria no senado. É o que dizem nesta altura as projeções sobre as eleições intercalares norte-americanas. RTP »

  • EUA. Trump perde Câmara dos Representantes, mas mantém Senado

    7 Novembro 2018 Não há a "onda azul" esperada pelos Democratas norte-americanos. Os resultados das eleições intercalares dão a vitória aos Democratas na Câmara dos Representantes, mas os Republicanos mantêm a maioria no Senado. Renascença »

  • Republicanos perdem a Câmara. E agora, Trump?

    7 Novembro 2018 Desta vez as sondagens acertaram: nas intercalares desta terça-feira, os republicanos mantiveram - e até reforçaram - a maioria no Senado e os democratas conseguiram recuperar o controlo da Câmara dos Representantes./> Diário de Notícias »

  • Longa noite de contagem dos votos nas eleições intercalares dos EUA

    7 Novembro 2018 Cenário aponta para que Democratas recuperam a Câmara dos Representantes e os Republicanos segurem Senado. Correio da Manhã »

  • Eleições de meio mandato nos Estados Unidos

    6 Novembro 2018 >Os eleitores americanos são hoje chamados às urnas no âmbito das eleições de meio mandato, um escrutínio em que alguns estados elegem novos governadores e outros representantes locais e renova-se a totalidade da câmara dos representantes assim como um terço do senado. Até agora os republicanos têm estado em vantagem tanto na câmara dos representantes como no senado, mas o equilíbrio de forças poderia modificar-se depois destas eleições. >No que diz respeito ao Senado que hoje vê um terço dos seus eleitos serem renovados, ou seja um pouco mais de 30 senadores, os republicanos que têm 51 senadores face a 49 para os democratas, estão numa situação mais confortável, uma vez que no referido terço, estão hoje em jogo 26 assentos para os democratas e 9 para os republicanos, o que matematicamente significa que os democratas têm mais a perder. >Por outro lado, sobre a totalidade dos 435 assentos que contabiliza a câmara dos representantes, os democratas até agora em desvantagem, precisam de conservar os seus assentos e conquistar no mínimo mais 23 assentos para alcançar a maioria. >Segundo projecções eleitorais, este é um cenário plausível e, a confirmar-se uma vitória dos democratas, isto significa que Trump poderia encontrar mais obstáculos na implementação das suas políticas. Uma maioria democrata na câmara dos representantes significaria a possibilidade de chefiar comissões parlamentares que poderiam, por exemplo, investigar as suspeitas de conluio entre o presidente e a Rússia e fica também aberta a eventualidade -muito remota segundo observadores- de os democratas lançarem um processo de "impeachment". >Na hipótese de os democratas conseguirem tomar o controlo do senado, também terão a possibilidade de vetar eventuais nomeações de Trump no Supremo Tribunal, no sistema judiciário federal e até postos executivos no seio da administração. >Cada campo tem, por conseguinte, muito em jogo nestas eleições que habitualmente não suscitam grande interesse mas que poderiam, desta vez, ser marcadas por uma maior mobilização dos eleitores. O forte empenho de Trump nesta campanha, com uma dezena de comícios em menos de uma semana em oito estados nestes últimos dias, dá a esta eleição contornos de referendo sobre a política de Trump, o presidente em exercício não escondendo a ambição de brigar um segundo mandato em 2020, como observa José Palmeira, professor de Ciência Política na Universidade do Minho, em Portugal. RFI »