• Guiné-Bissau: Jovens homenageiam Exército

    20 Novembro 2019 >A Rede Nacional das Associações Juvenis da Guiné-Bissau homenageou, esta quarta-feira, o chefe de Estado Maior das Forças Armadas, Biaguê Na Ntan, pelo seu “espírito de promover a paz e a estabilidade”, justificou à RFI a vice-presidente da rede Rosa Adama Baldé. >Na Guiné-Bissau, a quatro dias das eleições presidenciais, a Rede Nacional das Associações Juvenis homenageou, esta quarta-feira, o chefe de Estado Maior das Forças Armadas, Biaguê Na Ntan, pelo seu “espírito de promover a paz e a estabilidade”, justificou à RFI a vice-presidente da rede Rosa Adama Baldé.>“Nós, sendo uma estrutura da juventude no país, que congrega a maior parte das associações juvenis do país, decidimos homenageá-lo por ter este espírito de promover a paz e a estabilidade a nível nacional e internacional e por ter contribuído na emancipação da juventude guineense, sobretudo da classe castrense. Isto passando necessariamente pela autoformação de jovens que se encontrem dentro da classe, mas de uma forma muito mais lúcida por ter ganhado uma consciência e uma visão de como uma força de Estado e de segurança pode normalmente funcionar num país”, explicou Rosa Adama Baldé, vice-presidente da Rede Nacional das Associações Juvenis.>No sábado, dia das Forças Armadas na Guiné-Bissau, o chefe das Forças Armadas , Biague Na Ntan, pediu ao Governo para confiar nos soldados e garantiu que os militares estão submetidos à Constituição, pelo que nunca mais irão realizar golpes de Estado.>“Vamos respeitar a Constituição da República, submetermo-nos ao poder político. Posso-vos garantir, tranquilizem ao povo da Guiné-Bissau. A partir de hoje nenhum militar vai sair à rua para fazer golpe de Estado”, disse o general Na Ntan.>O responsável militar acrescentou que as suas palavras também se dirigem à comunidade internacional, nomeadamente aos elementos das Nações Unidas e da força de manutenção de paz da África Ocidental (Ecomib), estacionada na Guiné-Bissau desde 2012, na sequência de um golpe de militar.>A força de interposição da CEDEAO, a ECOMIB, deveria ser reforçada com cerca de 1.800 militares mas o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas afirmou que "tropas estrangeiras não entrarão na Guiné-Bissau", admitindo no entanto "a entrada de forças policiais, oriundas dos países da CEDEAO". RFI »

  • ESPANHA GOVERNO - Pedro Sánchez pede aos militantes que apoiem acordo de Governo com Podemos

    17 Novembro 2019 EFE »

  • Guiné-Bissau: Chefe das Forças Armadas exclui golpe de Estado

    16 Novembro 2019 >O ministro guineense da Defesa, Luís de Melo, pediu, este sábado, aos militares para não se deixarem aliciar por políticos nesta recta final da campanha eleitoral. O chefe das Forças Armadas , Biague Na Ntan garantiu que “nenhum militar vai sair à rua para fazer golpe de Estado”. >Na Guiné-Bissau, a visita de seis Presidentes de alguns países da CEDEAO, que estava prevista para este sábado, vai acontecer numa nova data, de acordo com fonte do Governo guineense ouvida pela agência Lusa.>Os Presidentes da Costa de Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Níger e Nigéria deveriam chegar este sábado a Bissau, mas aguardam pelo relatório da missão dos líderes militares de quatro países da CEDEAO que se encontram desde quarta-feira no país.>A CEDEAO decidiu, há uma semana, reforçar o contingente de soldados da ECOMIB na Guiné-Bissau - que realiza eleições presidenciais a 24 de Novembro - e advertiu o Presidente José Mário Vaz que qualquer tentativa de usar as forças armadas para impor um acto ilegal será “considerada um golpe de Estado”.>Este sábado, dia das Forças Armadas na Guiné-Bissau, o ministro da Defesa, Luís de Melo, pediu aos militares que não se deixem aliciar por políticos nesta recta final da campanha eleitoral.>“Quero, aqui, em nome do governo, apelar às Forças Armadas a prosseguirem o cumprimento das suas atribuições constitucionais, não cedendo a nenhuma tentativa de distracção ou aliciamento, mas mantendo-se firmes e fiéis aos seus desígnios”.>Oiça aqui o som registado pelo nosso correspondente, Mussá Baldé.> >Por sua vez, o chefe das Forças Armadas , Biague Na Ntan, pediu ao Governo para confiar nos soldados e garantiu que os militares estão submetidos à Constituição, pelo que nunca mais irão realizar golpes de Estado.>“Vamos respeitar a Constituição da República, submetermo-nos ao poder político. Posso-vos garantir, tranquilizem ao povo da Guiné-Bissau. A partir de hoje nenhum militar vai sair à rua para fazer golpe de Estado”, disse o general Na Ntan.>O responsável militar acrescentou que as suas palavras também se dirigem à comunidade internacional, nomeadamente aos elementos das Nações Unidas e da força de manutenção de paz da África Ocidental (Ecomib), estacionada na Guiné-Bissau desde 2012, na sequência de um golpe de militar.>O eventual reforço do contingente da Ecomib está a gerar controvérsia, com vários líderes políticos e candidatos às presidenciais a falarem em invasão. RFI »

  • Críticas ao reforço militar da CEDEAO na Guiné-Bissau

    14 Novembro 2019 >A CEDEAO quer mandar para a Guiné-Bissau mais soldados da força da Ecomib com vista às eleições presidenciais de 24 de novembro, mas os líderes guineenses torcem o nariz. >A dez dias das presidenciais, o debate está centrado em torno do reforço de soldados da Ecomib na Guiné-Bissau. Dos partidos da oposição ao Governo, passando por alguns candidatos às presidenciais do próximo dia 24, há um certo temor daquilo a que chamam uma tentativa de subjugação, de humilhação às forças armadas e de voltar a colonizar os guineenses, desta vez por parte de países da CEDEAO.>O Partido da Renovação Social (PRS) avisa que qualquer entrada dos 1.800 soldados da Ecomib no território guineense será vista como “ato de guerra que terá uma resposta adequada das forças armadas”. >Face a este cenário, os chefes das forças armadas do Senegal, Togo, Níger e Nigéria reuniram-se, esta quinta-feira, em Bissau, com o chefe do Governo, Aristides Gomes, para falar em que moldes é que haverá esse reforço de soldados da Ecomib. Ainda assim, no final do encontro não prestaram qualquer declarações aos jornalistas.>Ao contrário, Aristides Gomes abordou as críticas e suspeitas da oposição ao seu Governo, bem como de alguns candidatos à Presidência do país, que considera não terem razão de ser uma vez que o reforço de soldados da Ecomib acontece apenas como necessidade de prestar apoio às entidades de segurança da Guiné-Bissau neste período eleitoral. >O Chefe de Governo lembrou ainda que Aristides Gomes sublinhou que a Ecomib está na Guiné-Bissau como força dissuasora e não de invasão.>Para além dos Chefes das Forças Armadas de quatro países da CEDEAO, que estão em Bissau, no sábado devem chegar os Presidentes de seis países da Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental. Todos revelam preocupação com o aproximar do dia das eleições presidenciais, a 24 deste mês.>> RFI »

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