• Diáspora guineense denuncia à CPLP violação de direitos de estrangeiros em Angola

    13 Novembro 2018 O Fórum da Diáspora para o Diálogo e o Desenvolvimento da Guiné-Bissau escreveu uma carta onde relata situações de abusos de direitos de cidadãos estrangeiros em Angola. Observador »

  • A semana da "Operação Resgate"

    10 Novembro 2018 >Em Angola, arrancou esta semana a "Operação Resgate". O objectivo, segundo as autoridades, é combater a venda ambulante desordenada. Descontentes estão as vendedoras ambulantes. As zungueiras vêem a sua actividade ameaçada. >A semana da Guine Bissau começou com uma visita de uma delegação da CEDEAO, que legislativas ainda em 2018. >Confira aqui magazine Semana em África, onde fazemos um apanhado das notícias sobre o continente africano que marcaram as nossas antenas. RFI »

  • Operação Transparência continua em Angola

    9 Novembro 2018 >As autoridades angolanas que acabam de lançar esta semana a "Operação Resgate" no intuito de combater o comércio ilícito, as incivilidades e transgressões administrativas, continuam em paralelo a "Operação Transparência", uma iniciativa cujo objectivo é combater a imigração ilegal, a exploração e o tráfico de diamantes no país. >Esta operação lançada em finais do mês de Setembro em algumas províncias de Angola, já levou à saída do país de mais de 400 mil cidadãos estrangeiros, na sua maioria oriundos da República Democrática do Congo. De acordo com os relatos feitos por várias ONGs, esta operação está a ser marcada por violências policiais e até mortes, acusações que são desmentidas pelas autoridades angolanas. >O Alto Comissariado da ONU para os refugiados que tem tentado seguir esta situação, referiu ter recebido denúncias de casos de violência contra cidadãos estrangeiros mas não chegou a confirmar a ocorrência efectiva dessas situações nem das alegadas mortes. No passado dia 29 de Outubro, o alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos não deixou contudo de lançar um apelo ao governo angolano para suspender as expulsões dos congoleses do país, por considerar que as autoridades colocaram em risco dezenas de milhares de famílias da RDC ao expulsá-las num tão curto espaço de tempo. >Entre os relatos de agressões contra migrantes, figuram alguns de cidadãos guineenses. Na semana passada, a RFI ouviu o chefe de redacção da Rádio Sol Mansi na Guine Bissau, Amadi Djuf Djaló, que afirmou ter recebido denúncias de maus tratos, perseguições, detenções arbitrárias e espancamentos de cidadãos guineenses em Angola. Reagindo a esta situação, o executivo guineense indicou há dias que iria enviar a Luanda uma delegação de alto nível para averiguar esta situação. >Ao rejeitar estas acusações, António Bernardo, porta-voz da "Operação Transparência", refere que "se esses cidadãos guineenses foram alvo de alguma sevícia, até agora não há queixa de nenhum guineense". De acordo com este responsável, os estrangeiros estão a sair do país voluntariamente, "não se está a empurrar ninguém para a fronteira" e esta iniciativa "vai durar até que as autoridades achem que já se voltou à normalidade institucional". Ao falar de "invasão silenciosa que põe em perigo a soberania" de Angola, António Bernardo reitera também os seus desmentidos sobre eventuais agressões contra congoleses. RFI »

  • “Operação Resgate” encarece serviços em Luanda e afasta vários taxistas da atividade

    9 Novembro 2018 Vários cidadãos em Luanda queixam-se da falta de táxis em vários pontos da cidade, apontando o dedo à "Operação Resgate", que tem demonstrado que o setor está "minado" com motoristas sem carta Observador »

  • Detenções em operação contra jogo ilegal

    7 Novembro 2018 i Online »

  • Arranque da "Operação Resgate" em Angola

    6 Novembro 2018 >Cerca de duas semanas depois de ter sido anunciada a iminência do seu arranque, foi lançada hoje em todo o país a "Operação Resgate", uma operação que o executivo angolano apresenta como sendo uma iniciativa visando a restabelecer a ordem e combater as incivilidades. Apresentada como tendo uma vertente "repressiva" e ao mesmo tempo "pedagógica", esta operação não tem deixado de suscitar críticas por parte de organizações da sociedade civil e de defesa dos Direitos Humanos que temem situações de abusos. >Apesar dessas reservas e findo o período de sensibilização decorrido na semana passada, a operação arrancou nesta terça-feira com, na sua linha de mira, o comércio informal, a urbanização selvagem e ocupação ilegal de terrenos, a imigração ilegal ou ainda a criminalidade. Ao garantir esta manhã numa comunicação à imprensa que "o país não iria entrar em estado de sítio" e que "não se trata de uma guerra contra os pobres", o comandante-geral da polícia nacional, Paulo de Almeida, informou que esta operação "com carácter permanente" tem por intuito "resgastar os bons costumes, a ética, a disciplina". >Este não é contudo o ponto de vista de muitos, anónimos ou não, que lançam farpas nas redes sociais. José Patrocínio, coordenador da organização de defesa dos Direitos Humanos OMUNGA, nomeadamente aponta o dedo sobre a situação das zungueiras, as vendedoras ambulantes que, devido a este dispositivo, poderão ficar impossibilitadas de exercer a sua actividade."Se as zungueiras estão desorganizadas, é porque o Estado está desorganizado", escreveu nas redes sociais. Questionadas pelo correspondente da RFI, Daniel Frederico, zungueiras de Luanda também expressaram o seu descontentamento. >De referir que esta operação foi lançada um pouco mais de um mês depois de outra iniciativa, "Operação Transparência", ter sido lançada em algumas províncias do país, no intuito de expulsar garimpeiros e imigrantes ilegais. Ao longo do processo, tem havido vários relatos de maus-tratos contra cidadãos estrangeiros, acusações ainda hoje desmentidas pela polícia angolana. De acordo com o Serviço de Migração e Estrangeiros, foram expulsos de Angola na semana passada, 583 cidadãos estrangeiros por "decisão judicial e administrativa". RFI »