• Tribunal angolano trava pagamentos da SODIAM ao banco BIC e evita falência de estatal de diamantes

    4 Julho 2020 Em causa está um negócio fraudulento que envolve Isabel dos Santos e Sindika Dokolo, que terá lesado o Estado angolano em quase cinco mil milhões de dólares. Correio da Manhã »

  • PGR angolano admite emitir mandado de captura sobre Isabel dos Santos

    3 Julho 2020 Helder Pitta Grós assume que tem sido difícil notificar a empresária./> TSF »

  • PGR angolano assume dificuldades em notificar Isabel dos Santos

    3 Julho 2020 Procurador admite a possibilidade de emitir um mandado de captura. Correio da Manhã »

  • Isabel dos Santos tem de reconhecer ilícitos para negociar com Angola

    3 Julho 2020 Helder Pitta Grós rejeitou estar a decorrer qualquer negociação no âmbito do processo cível em que foram arrestadas contas e participações sociais da empresária. Correio da Manhã »

  • Interesses do Estado angolano foram salvaguardados na nacionalização - PGR

    3 Julho 2020 /> Os interesses do Estado angolano foram salvaguardados na nacionalização da participação da empresária angolana Isabel dos Santos na Efacec, disse hoje o procurador-geral da República (PGR) de Angola. RTP »

  • PGR angolano assume dificuldades em notificar Isabel dos Santos

    3 Julho 2020 />   RTP »

  • Reféns de Isabel

    3 Julho 2020 O Caso Luanda Leaks e o arresto de bens paralisam a Efacec. Correio da Manhã »

  • Angola: defesa de Sindika Dokolo interpôs recurso para impedir arresto de património

    1 Julho 2020 >Tribunal Provincial de Luanda rejeitou pedido de embargo dos bens e contas bancárias de Sindika Dokolo, marido da empresária angolana Isabel dos Santos, defesa interpôs recurso, considerando que esta "decisão é ilegal, inconstitucional  e ofensiva à justiça angolana".  >Sindika Dokolo remeteu a 25 de junho ao Tribunal Provincial de Luanda "um embargo e um incidente de falsidade" alegando que os documentos que sustentaram o arresto dos seus bens e da sua esposa Isabel dos Santos em dezembro de 2019 “foram forjados e enganaram o tribunal”, numa alusão ao passaporte falso da empreária Isabel dos Santos, que a justiça afirma não ter sido utilizado para o arresto preventivo dos bens e contas bancárias do casal.>O Tribunal Provincial de Luanda, Sala do Cível e Administrativo, recusou no domingo (28/06) o pedido de embargo dos bens de Sindika Dokolo apresentado pela defesa, porém, Walter Tondela, um dos advogados do empresário, contesta e garante que já interpôs recurso, para impedir arresto do património do marido de Isabel dos Santos pela justiça angolana.>Walter Tondela ressalta que a rejeição sobre a solicitação de embargo do património e das contas bancárias de Sindika Dokolo por um tribunal de Luanda, é uma decisão ofensiva à justiça angolana.>O indeferimento consta da decisão da juíza Henrizilda do Nascimento, fundamentando que Sindika Dokolo tomou conhecimento da decisão cinco meses antes de ter reagido.> No acórdão, o Tribunal Provincial de Luanda esclarece que a decisão contra o embargo foi proferida em dezembro de 2019, e reconhece que por razões alheias à sua vontade não foi possível notificar pessoalmente a decisão ao empresário.>“O fundamento do acordão é inconstitucional, ilegal e ofensivo à própria justiça angolana, pois não acredita, a menos que esteja errado, que a juíza do processo não conhece o conceito de notificação”, disse o causídico.>Segundo Walter Tondela, a equipa de advogados apresentou o processo de embargo em maio deste ano, mas o tribunal fundamenta a sua decisão numa entrevista que Sindika Dokolo concedeu à imprensa a 16 de janeiro de 2020 a falar sobre a decisão.>A 23 de dezembro de 2019, a justiça angolana congelou todas as contas bancárias e bens da empresária  Isabel dos Santos, do seu marido Sindika Dokolo e do presidente do Banco de Fomento de Angola, Mário Leite da Silva.>De recordar que a 25 de junho o procurador geral da República de Angola, Helder Pitta Grós admitiu a possibilidade de avançar com um mandado de captura contra Isabel dos Santos, investigada em Angola no âmbito de processos de natureza cível e criminal, por alegado branqueamento de capitais, em que o Estado angolano reivindica valores superiores a 5 mil milhões de dólares.>Com a colaboração de Francisco Paulo, correspondente em Luanda RFI »