• Mercado do arrendamento vai ser a grande aposta do país

    20 Outubro 2020 i Online »

  • App Science Journal passa para a Arduino

    19 Outubro 2020 >/>A app >Science Journal da Google que transforma os >smartphones em sensores está em processo de transição para a Arduino, e será necessário mudar para uma nova app.>Com esta app é possível usar a panóplia de sensores existentes nos smartphones para realizar todo o tipo de experiências, incluindo a utilização de sensores externos, tendo até já havido parcerias entre a Google e Arduino no sentido de potenciar essa ligação. Uma ligação que fica reforçada com o anúncio de que este >projecto da Google será transferido para a Arduino, que dará continuidade com a sua app >Arduino Science Journal?(também >para iOS).>/>A app Science Journal da Google continuará disponível na Play Store até 11 de Dezembro, sendo que a partir dessa data também deixará de funcionar a sincronização de dados recolhidos. No entanto, será possível >exportar os projectos da app da Google para a nova app da Arduino; estando também prometido para breve mais melhorias na app, incluindo a sincronização com o Google Drive, que está em falta.Com a app a estar agora sob a direcção da Arduino, podemos esperar uma integração cada vez mais forte da app com diversos módulos Arduino; podendo tornar-se num excelente ponto de partida para a entrada no mundo da electrónica e dos micro-controladores. >> >> A Minha Alegre Casinha »

  • Android 11 compromete a sincronização no Google Photos

    18 Outubro 2020 >/>A maior protecção de acesso a ficheiros no Android 11 está a resultar em trabalho adicional que a maioria dos utilizadores não irá apreciar.>>Quem tiver um smartphone com Android 11 arrisca-se a enfrentar um trabalho inglório caso tenha por hábito fazer alterações em fotos noutros equipamentos e ter tudo sincronizado via Google Photos, já que o dispositivo Android 11 irá >chateá-lo constantemente com pedidos de autorização para fazer essas alterações.>/>Na origem do problema está o novo Scoped Storage estreado no Android 11, que visa limitar o acesso das apps aos conteúdos. O problema é que a Google parece não ter contemplado a necessidade de se querer dar acesso permanente a certas apps, pelo menos, não com a versatilidade desejada. O Android 11 permite que a app de galeria de fotos do sistema tenha acesso permanente às fotos, mas não dá qualquer opção para que o utilizador possa querer que essa gestão seja feita por outra app - ou melhor dizendo, todas os fabricantes que pré-instalarem as suas próprias apps de galeria de fotos estarão a impedir que o Google Photos possa ter acesso (como acontece nos Pixel).O resultado poderá passar despercebido a quem só der uso ao Google Photos para manter um backup das suas fotos, mas revela-se incrivelmente irritante para quem fizer coisas como editar as fotos e albuns do Google Photos num tablet e depois as queira ver no smartphone.Será preciso que a Google contemple esta necessidade de que certas apps, como as de galerias de fotos, precisarão de ter acesso especial, para que a experiência de utilização de um dispositivo Android 11 não seja um retrocesso face às versões anteriores. >> >> >> Apps do Android » Renascença »

  • Wiko 61 chega com um ecrã de 6" por 99€

    18 Outubro 2020 >/>WIKO Y61apresenta-se com um ecrã de 6” e uma bateria de 3000 mAh, que segundo a marca, promete ser capaz de disponibilizar carga para um dia de utilização sem preocupações.>Se procuras um smartphone com um?ecrã panorâmico XL,?velocidade 4G?e energia para?um dia inteiro de utilização, o novo?Y61?da?WIKO, empresa europeia de smartphones, é a opção certa! Este novo equipamento oferece ainda?16GB de memória,?Assistente do Google?e o?Simple Mode.?ECRÃ PANORÂMICO XL DE 6” E BATERIA GRANDEGraças ao grande?ecrã panorâmico XL de 6”, podes ver todos os teus conteúdos de forma mais clara e ampla – embora grande, este smartphone adapta-se na perfeição à tua mão graças às suas?bordas estreitas e compactas. Quer queiras visualizar?feeds?de notícias ou vídeos, a?tecnologia IPS?integrada torna a leitura de texto e a visualização de imagens mais nítida a partir de qualquer ângulo.A sua?bateria de 3000 mAh?dá-te a energia de que precisas e acompanhar-te-á durante todo o dia enquanto publicas, envias mensagens, assistes a vídeos e jogas. Graças à tecnologia de processador de 12 nm é possível reduzir o consumo de energia em até 30% (vs 28 nm).?EXCELENTE PERFORMANCE, ARMAZENAMENTO E VELOCIDADE 4GO?processador Quad-Core?permite-te mudar de forma suave de aplicação em aplicação, oferecendo assim uma experiência perfeita, impulsionada por?1GB de RAM?para facilitar a multitarefa. Graças à?velocidade 4G?é muito rápido navegar na Internet, passar tempo nas redes sociais ou fazer o download/upload de conteúdos em alta velocidade.Os?16GB de memória?–?expansíveis a 256GB adicionais via cartão MicroSD?– permitem-te armazenar todas as tuas lembranças, faixas de música e aplicações.O novo Y61 possui muitos recursos fáceis de usar, como o botão?Assistente do Google?e o?Simple Mode, que permite incluir no ecrã principal as tuas aplicações favoritas, contactos principais, configurações e muito mais, adicionando e ordenando como desejares. Conta com o?AndroidTM?10 Go Edition,?Dual SIM?e?função de Desbloqueio Facial?para que possas aceder ao teu equipamento com apenas um olhar.?CÂMARA ESSENCIAL PARA QUALQUER MOMENTOCom todos os elementos essenciais, tanto a?câmara traseira de 8MP?como a?frontal de 5MP?estão configuradas para capturar grandes momentos. A integração perfeita com a?Galeria Go?e o?Lens Go?facilita a?gestão de imagens e a tradução de texto. Adiciona o teu próprio toque especial com os modos?Bokeh?e?Embelezamento. Graças à função?Storage Smart?nunca ficarás com pouco espaço de armazenamento: sempre que tirares uma fotografia ou filmares um vídeo, esta função faz um cálculo da memória que te resta no smartphone e deixa-te uma indicação no ecrã de até onde podes ir ou se tens espaço suficiente.?Com um?design moderno e acabamento brilhante, o novo Y61 está já disponível em Portugal por um preço recomendado de 99,90€ na cor?Deep Grey.?Este equipamento inclui uma capa de proteção e vidro de cristal temperado para proteger contra quedas e riscos.? >> >> >> Apps do Android »

  • Análise ao TCL 10 5G

    16 Outubro 2020 >/>O trio de smartphones apresentado pela TCL em Abril ficou completo com o TCL 10 5G, smartphone que chegou recentemente ao nosso país através de uma parceria com um operador nacional. Com o 5G ainda a ser miragem na maior parte do território, o grande atractivo deste TCL 10 5G está no seu processador Snapdragon 765G, que tem sido opção recorrente entre os fabricantes para os equipamentos de gama média alta.>>>Unboxing>/>Não há grandes inovações em termos de apresentação, com o TCL 10 5G a seguir a mesma linha dos seus "irmãos" >TCL 10L e >TCL 10 Pro que recentemente tivemos oportunidade de ter em análise. >/>A caixa apresenta uma sempre útil lista de especificações numa das laterais, algo que poderá ser uma mais valia para os consumidores menos informados. >/>Dentro da caixa temos o smartphone em primeiro, mais uma vez com a marca a dar destaque à tecnologia NXTVISION utilizada para melhoria da imagem no ecrã LCD (não confundir com o >NXTPAPER que promete reduzir substancialmente os consumos e melhorar a legibilidade no exterior). >/>Num segundo plano, a documentação de referência, o carregador e um cabo USB-C, com a TCL a dispensar a presença de uns auriculares. >/>De referir que o TCL 10 5G vem com uma sempre útil capa de silicone, que apesar de retirar o feeling quando se segura o smartphone na mão, acaba por ser um seguro extra para evitar danos quando o equipamento faz um voo picado até ao chão.>O TCL 10 5G>/>Os leitores mais atentos deverão estar a par das críticas de que foram alvo o TCL 10 Pro e o TCL 10 L, com a marca a pecar na escolha dos processadores. Pois bem, neste TCL 10 5G acaba por apresentar o processador que deveria ter sido utilizado no modelo Pro, potenciando o equipamento para outros níveis: um Snapdragon 765G octa-Core com um núcleo Gold Prime a 2.4GHz, outro Gold a 2.2GHz e 6 núcleos Silver a 1.8GHz, com GPU Adreno 620. O ecrã LCD de 6,53" apresenta uma resolução FHD+ (1080 x 2340 pixels) numa relação 19.5:9, com 395ppi, 450 nits de brilho, onde o ecrã cobre 91% do corpo do smartphone. Tem 6GB RAM e 128GB armazenamento dos quais 103GB estão disponíveis para o utilizador. A bateria apresenta-se com 4500mAh e cumpre os serviços mínimos em termos de carregamento rápido com uma relação de 9V/2A, compatível com carregadores Quick Charger 3.0. Em termos de conectividade, além do já referido suporte para as redes 5G, suporta ligações Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac 2x2 MIMO, Bluetooth 5.0 e NFC. >/>A fotografia e vídeo foram mais uma vez alvo de atenção pela marca, com o smartphone a apresentar um quarteto de câmaras traseiras com 64MP + 8MP + 5MP + 2MP e uma câmara 16MP. Mede 163.65x76.56x9.05mm, pesa 210g, tem uma traseira de vidro e corre Android 10. >/>O design deste TCL 10 5G está em linha com o apresentado pelos seus dois "irmãos", com uma traseira curva e que do lado oposto recebe um ecrã com curvatura 2.5D, sendo este último protegido por uma junta de plástico. >/>>/>As margens são relativamente reduzidas, sendo a inferior a maior com ~6mm. As laterais e superior, ficam-se por apenas ~2mm.>/>A simplicidade da frente, acaba apenas por ser perturbada pelo furo no canto superior esquerdo, onde se encontra a câmara frontal. Nota ainda para a coluna para as chamadas de voz, que aparece inserida no anel que protege o ecrã >/>A traseira em vidro 3D está disponível em duas cores, cinza e azul, com as duas cores a apresentarem efeitos muito bonitos com a incidência da luz. Na zona superior, o quarteto de câmaras, ladeado por dois flash. Um pouco abaixo, um grafismo com referência ao 5G e sob este, o sensor de impressões digitais com formato rectangular e cantos arredondados. >/>Na lateral superior, uma ficha de 3,5mm para os headphones e um microfone. >/>Na lateral oposta, duas grelhas para saída de som ladeiam a porta USB-C. >/>Do lado direito, os botões de power e volume. >/>À esquerda, a "smart" key e o slot para o adaptador de cartões SIM e SD.>Em utilização>/>Estamos mais uma vez na presença de um smartphone grande com uma espessura considerável, algo que não passa despercebido quando o seguramos na mão. Os 210g fazem-se sentir, tal como a robustez que o conjunto transmite. Contudo, não se devem esquecer que há muito vidro envolvido na questão, pelo que a capa de silicone deverá ser uma constante. Os botões estão muito bem posicionados, ficando todos ao alcance dos dedos, algo que contribuir para o conforto de utilização, não obrigando o utilizador a alterar a posição do equipamento. Na maioria das vezes, esta dimensão do corpo não permite uma utilização com apenas uma mão, pelo que terão de recorrer à segunda para navegar no ecrã, algo que acaba por ser cada vez mais comum nos dias que correm. >/>>/>>/>>/>A interface é a mesma utilizada nos outros modelos da série 10, não havendo lugar a grandes modificações, algo que já tivemos oportunidade de referir e elogiar nas análises anteriormente publicadas. O design é ainda algo antiquado, com um esquema de cores algo deslavado, mas que poderá ser facilmente revisto com a disponibilização de novos temas ou recurso a um launcher diferente. >/>As actualizações do Android continuam a ser um dos pontos menos positivos desta nova série de smartphones da TCL. Sendo certo que a grande maioria dos utilizadores não vai estar minimamente preocupada com esta questão, não deixa de ser preocupante o facto de um equipamento ainda agora lançado, apresentar um patch de segurança com data de Maio! >/>>/>>/>O processador Snapdragon 765G é o grande destaque em termos de hardware, com a TCL a apostar naquela que deveria ter sido a opção para o seu actual topo de gama. Este CPU pode não apresentar o poder de processamento dos 865 mas é capaz de disponibilizar um desempenho mais que suficiente para todas as actividades, sendo que no dia a dia não se detectam diferenças no tempo de reposta. >/>>/>O armazenamento também está em bom nível, com o TCL 10 5G a ter uma prestação em leitura (~800MB/s) bastante interessante para o segmento de mercado em que se insere. O ecrã LCD, com a ajuda da tecnologia NXTVISION, consegue apresentar cores vibrantes, se bem que com uma qualidade de imagem inferior ao que um bom ecrã AMOLED consegue oferecer. Este acaba por ser o calcanhar de Aquiles deste smartphone quando comparado com a oferta disponível no mercado, onde a concorrência consegue associar o mesmo processador a um ecrã AMOLED com taxa de actualização de 90Hz. >/>O carregamento com uma relação de 9V/2A está longe de entusiasmar, com a marca a anunciar duas horas para uma carga completa da bateria com 4500mAh. Ao longo do período de testes tivemos oportunidade de confirmar este desempenho, com o TCL 10 5G a levar 2 horas e 3 minutos a chegar aos 100%. De salientar que a primeira fase do carregamento é bem mais rápida, com a percentagem de carga a chegar aos 76% em apenas 1 hora e 5 minutos. A partir dos 80%, a relação de carregamento baixa consideravelmente (8,93V/0,93A), levando a que os restantes 20% de carga demorem cerca de mais uma hora a efectuar. >/>>/>~A autonomia, por seu lado, entusiasma, com o TCL 10 5G a disponibilizar inúmeras horas de utilização, sem lugar a preocupações. Nos resultados nos testes de benchmark, com particular destaque para o PCMark, este smartphone aguenta-se por umas impressionantes 20 horas e 7 minutos.>As câmaras>/>Não há dúvidas que a TCL elaborou um plano estruturado para o lançamento dos seus três primeiros smartphones em 2020, sendo as câmaras um excelente exemplo disso mesmo, com a marca a jogar com o quarteto de câmaras em diferentes configurações, tendo por base o mesmo grupo de sensores. O TCL 10 5G apresenta quatro câmaras traseiras com 64MP + 8MP + 5MP + 2MP. Um olhar mais atento, permite constatar que este conjunto de câmaras resulta de uma união entre o trio que vem do TCL 10 Pro (64MP + 5MP + 2MP), com o sensor ultrawide de 8MP a ser o mesmo que é disponibilizado no TCL 10L. >/>Esta acaba por ser uma gestão de recursos muito interessante, tanto em termos logísticos, como no que ao desenvolvimento de software diz respeito, com a marca a poder centrar as suas atenções no set de câmaras escolhido para equipar os modelos de 2020, optimizando os resultados do conjunto. >/> Assim sendo, não temos novidades em termos de qualidade de imagem, com o quarteto a portar-se bastante bem na grande maioria das vezes, sobretudo se acompanhado de boa iluminação. O modo Super Night consegue captar bastante mais luz, mas perde um pouco em termos de detalhe, tendo também tendência a distorcer as cores, ao puxar pelo branco. A câmara frontal cumpre, apresentando um bom detalhe de imagem, ficando apenas algo desejar no contorno de pessoas e objectos, com a definição a baixar nestas zonas.>Apreciação final>/>Aquando da apresentação dos novos modelos da série TCL 10, este TCL 10 5G foi aquele que mais atenções despertou, muito graças ao seu processador. O Snapdragon 765G é uma das mais recentes propostas da Qualcomm, sendo que além do suporte para as redes 5G (questionável nesta altura), apresenta um incremento de desempenho e consumo energético, sobretudo quando comparado com os modelos modelos da série 7XX e sobretudo 6XX, com a parte gráfica a sair altamente beneficiada. A autonomia é um dos elementos em destaque, com o TCL 10 5G a conseguir gerir muito bem o consumo da bateria, disponibilizando carga para uma utilização totalmente despreocupada. Em sentido contrário, o ecrã, que pedia a presença de um AMOLED no lugar do ecrã LCD. Não que a tecnologia não ajude a tornar a visualização de conteúdos mais agradável, mas basta colocar o TCL 10 5G ao lado do recentemente lançado TCL 10 SE, para se notarem as diferenças em termos de tonalidades das cores.>/>O desempenho é bastante interessante, com o conjunto a não apresentar limitações. As câmaras disponibilizam uma utilização diversificada, sobretudo em ambientes bem iluminados. Quando a luz é mais escassa, o modo Super Noite será a alternativa a ter em conta, conseguindo apresentar resultados equilibrados para a gama de preços em que este smartphone se insere.O corpo é algo grande e pesado, o que no entanto parece estar a ser uma tendência transversal a diferentes marcas, pelo que este facto até não será um problema para uma grande franja dos consumidores. Com um preço na casa dos 390€, este TCL 10 5G não vai ter a vida facilitada; isto porque demorou demasiado tempo a chegar ao mercado, dando tempo a que outras marcas apresentassem os seus produtos com o mesmo processador. O recurso a um ecrã LCD (e apenas a 60Hz) enquanto a concorrência adopta ecrãs AMOLED é também um dos motivos pelo qual este TCL se fica por um sustentado "QUENTE".De salientar que o TCL 10 5G apenas está disponível em Portugal através da Vodafone, com a operadora a disponibilizar o smartphone através do sistema de pontos com o preço a baixar para uns simpáticos 266€, oferta verdadeiramente tentadora.>/>TCL 10 5G>/>QuentePrósProcessador Snapdragon 765GAutonomiaContrasEcrã apenas LCDActualizações do AndroidSaliência das câmaras traseirasTCL 10 5GAberto até de MadrugadaQuente (4/5) >> >> >> Apps do Android »

  • OnePlus surpreende com o preço do OnePlus 8T (619€)

    16 Outubro 2020 >/>A >OnePlus revelou o OnePlus 8T, que chega com ecrã de 120Hz e carregamento rápido de 65W, por 619 euros.>>O novo OnePlus 8T aproxima-se do 8 Pro, oferecendo algumas das suas vantagens a preço bastante mais acessível. O 8T vem com ecrã AMOLED de 6.55" a 120Hz (2400x1080) e Always On Display, Snapdragon 865, 8GB ou 12GB de RAM e 128GB/256GB UFS 3.1. Nas câmaras temos 48MP + 16MP ultrawide + 5MP macro + 2MP monocromática (será interessante se for usada em combinação com as demais para melhorar a luminosidade).>/>O grande destaque, a par do ecrã de 120Hz, vai para a bateria de 4500mAh com carregamento rápido Warp Charge de 65W. Isto permite recarregar o smartphone em apenas 39 minutos, ou bastando 15 minutos para que se tenha energia para um dia de utilização.Para evitar problemas, tanto o carregador como os cabos contam com chips de autenticação, para que o sistema não ganhe má reputção por conta de cabos falsificados de baixa qualidade. Além disso, é bom ver que a OnePlus não esqueceu os standards, e o 8T pode carregar via USB Power Delivery a 27W, e o carregador Warp fornecido também pode fornecer 45W via USB PD - em contraste com certas marcas que optam por >deixar de os incluir na caixa.O >OnePlus 8T tem preço a começar nos 619 euros para a versão de 8GB+128GB, com disponibilidade a 20 de Outubro.Por: Carlos Martins >> >> >> Apps do Android »

  • Análise ao Huawei Y6s

    15 Outubro 2020 Enquanto se aguarda com ansiedade para ver a receptividade do mercado aos novos smartphones Huawei sem Play Store da Google, a marca chinesa vai relançando versões como este Y6s, que ainda mantêm o acesso às apps e serviços da Google.>/>>Com a novela EUA-Huawei ainda sem fim à vista, a marca chinesa vai tirando partido de um vazio legal para lançar smartphones no mercado, apelidando os mesmos de novas versões dos equipamentos já disponíveis no mercado. Esta janela de oportunidade acaba no entanto por ser limitada, com a Huawei a não poder apresentar grandes alterações para conseguir lançar o smartphone como uma nova versão e não um novo modelo.>O Huawei Y6s>/>O Huawei Y6S é o mais recente exemplo desta política, com a Huawei a fazer chegar ao mercado um smartphone a correr aplicações e serviços da Google, algo que o seu Mate 30 Pro ainda não apresenta, pelo menos de forma oficial (e sem riscos de segurança envolvidos).>/>O design apresenta apenas uma alteração, com a traseira a exibir duas tonalidades à imagem dos topo de gama da marca, se bem que neste caso, em plástico em vez de vidro. Ao centro, no terço superior, o sensor de impressão digital. À sua esquerda, a câmara traseira e o flash, com o contorno da câmara a apresentar um formato diferente do utilizado no Y6.>/>Em cima, ao centro, um notch "gota de água", sobre o qual se encontra uma coluna para as chamadas de voz.>/>As margens do ecrã são relativamente reduzidas (com excepção da inferior), mas o formato arredondado das laterais acaba por dar a ideia que estas são maiores do que efectivamente são na realidade.>/>>/>Nas laterais, em cima, temos um microfone e uma ficha de 3,5mm para headphones. Em baixo, duas grelhas para saída de som e uma já arcaica porta micro USB.>/>Na lateral direita, botões de volume e power. Na lateral esquerda, o slot para os cartões SIM e microSD, o qual tem a particularidade de permitir a instalação em simultâneo de dois cartões SIM e um micro SD, algo que poderá ser interessante, para colmatar o reduzido espaço de armazenamento (32GB).>/>Este Huawei Y6s mede 156.3 x 73.5 x 8 mm e pesa 150g. O ecrã IPS de 6,09" tem uma resolução 720 x 1560 pixels com 282ppp. A câmara traseira apresenta um sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8, capaz de gravar vídeo a 1080p@30fps. A câmara frontal apresenta a mesma capacidade para gravação de vídeo, com um sensor de 8 MP f/2.0. Tem uma bateria de 3020mAh, a já referida porta microUSB, rádio FM, Wi-Fi 802.11 b/g/n e Bluetooth 4.2.>/>Duplo SIM e microSD em simultâneoAs diferenças de hardware face ao Y6 estão no CPU e RAM. O Huawei Y6s apresenta um processador Mediatek MT6765 Helio P35 Octa-core (4x2.3 GHz Cortex-A53 + 4x1.8 GHz Cortex-A53) e 3GB de RAM. De referir que a GPU se mantém inalterada (PowerVR GE8320), assim como o processo de fabrico (12nm).>Em utilização>/>Ponto prévio. Convém não esquecer que estamos na presença de um equipamento de gama de entrada, logo haverá que ajustar os requisitos para níveis bem inferiores aos que se exige a um topo de gama.>/>Carregador limitado a uns pouco expressivos 5V/1ANuma altura em que se arrasta o diferendo com os EUA, é inevitável que a questão software não ganhe uma dimensão acrescida. A interface EMUI, transversal a todos os equipamentos da Huawei, acaba por ter um peso excessivo no comportamento do smartphone. É certo que a marca disponibiliza um conjunto alargado de funcionalidades, mas o seu impacto no desempenho do Y6s acaba por ser algo penalizador.Sendo certo que o desempenho terá sempre de ser comedido, hoje em dia, não é admissível que um smartphone apresente atrasos no tempo de resposta. No caso deste Huawei Y6s, facilmente se denota alguma falta de rapidez na execução das tarefas mais simples. Para colmatar esta situação, o utilizador pode activar as opções de programador e desligar as animações e com esta alteração, o comportamento do smartphone passa a ser bastante mais agradável.>/>A EMUI apresenta-se na versão 9.1, assente no Android 9 Pie. Tendo em conta que já passaram 8 meses do lançamento do Android 10 e a EMUI 10 foi apresentada igualmente há vários meses, colocar um smartphone no mercado com uma versão desactualizada do Android, nunca poderá ser um bom cartão de visita, independentemente do segmento de mercado em que o equipamento se insira. Contactada a marca, não há nesta altura informações sobre uma possível actualização para Android 10, ficando este cenário em aberto, mas sem garantia que possa vir a acontecer.>/>Outra situação difícil de perceber, prende-se com a data do patch de segurança, que há altura desta análise, era datado de Outubro de 2019. A marca assegura que o mesmo será alvo de actualização, não avançando contudo com datas para este efeito.>/>Falar de EMUI leva a que se enalteça alguns dos pontos fortes desta interface da Huawei. Com o sistema de navegação por gestos a estar reservado para o Android 10, a EMUI 9.1 já disponibiliza uma opção muito bem conseguida para este fim, com o utilizador a poder esconder a barra de navegação na zona inferior do ecrã sem que o desempenho do smartphone seja afectado. A gestão das aplicações a correr em segundo plano e gestão do armazenamento, são outros exemplos da utilidade da interface EMUI, com o utilizador a ter acesso às mesmas funcionalidades disponibilizadas nos topo de gama da marca chinesa.>/>>/>>/>>/>Há contudo aspectos que podem ser melhorados. O feed da Google está inexplicavelmente omisso e o facto de não se poder utilizar uma interface escura acaba por ser algo decepcionante, isto independentemente de o ecrã não ser AMOLED (não tirando por isso partido da poupança energética). Como alternativa, surge a possibilidade de se instalar o Huawei Assistant de forma manual. Este assistente da marca chinesa está ainda em fase beta, mas podem desde já experimentar as potencialidades disponíveis, sendo esta a alternativa mais simples em termos de assistente.>/>Outra possibilidade passa por instalar manualmente um launcher com suporte para esta tecnologia, havendo diversas opções (pagas e >grátis) para este fim.>/>A aplicação temas é a porta de entrada num mundo cheio de variedade, com o utilizador a poder optar pelos fundos de ecrã, bloqueio e ícones que mais lhe interessar. Há contudo um aspecto a ter em conta, pois para o poderem fazer, é necessário criar uma conta Huawei, algo que não acontecia anteriormente. Esta mesma conta permitirá gerir o equipamento e aceder aos serviços que a marca disponibiliza para o nosso país.A bateria de 3020mAh poderia apresentar uma capacidade mais generosa, mas não o fazendo, acaba por ser suficiente para um dia de utilização sem preocupações de maior. Os processadores MediaTek eram acompanhados de um elevado consumo energético, mas hoje em dia, como no caso deste MT6765 são já capazes de apresentar um comportamento que não penaliza a autonomia (com os núcleos Cortex-A53 a darem uma boa contribuição neste sentido).>/>>/>>/>>/>>/>>/>O processador cumpre o mínimos aceitáveis para uma experiência de utilização que se possa considerar agradável. Quem pretender melhorar a mesma, pode sempre optar por desligar as animações no menu de opções de programador, que se encontra oculto nas definições.>As câmaras>/>O Huawei Y6s, como de resto seria expectável, está longe de apresentar um conjunto de câmaras que possa impressionar só pelos números. O sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8 na câmara traseira e uma câmara frontal com um sensor de 8 MP f/2.0, têm por objectivo cumprir os serviços mínimos.>/>Para ajudar a cumprir esta missão, a Huawei apresenta uma interface na aplicação da câmara, que está em linha com os equipamentos de gama média e premium, com três zonas de interacção. À esquerda, apenas dois ícones, dando acesso ao controlo do flash e às definições, não disponibilizando funções mais refinadas, como são o caso da detecção automática de cenários (AI), o AI Lens com múltiplas utilidades e aplicação de filtros em tempo real. Do lado direito, duas secções, uma com os modos (limitados...) de fotografia e vídeo e outra com o botão de disparo, ladeado do acesso à galeria e à alternância de câmara.>/>Em cenários com boa iluminação, os resultados são satisfatórios, com o software a conseguir inclusivamente uma boa definição de contornos, nas imagens com fundo desfocado. O tempo de focagem está longe de ser ultra rápido e as zonas com média luz já obrigam à utilização do flash, limitações que são compreensíveis, num equipamento low cost.>Apreciação final>/>Ainda limitada pelas restrições impostas pelo governo americano, a Huawei faz uso das ferramentas que tem ao seu dispor, para continuar a servir os consumidores. A reedição de smartphones com pequenos retoques no hardware é uma das opções que actualmente está a ser posta em prática.Este Huawei Y6s poderia facilmente receber uma melhor classificação, não fosse o facto de ser um equipamento que, quando colocado lado a lado com os seus concorrentes directos, acabe por ver o peso do hardware com um ano de mercado a ter um impacto negativo na sua avaliação.O software é também um dos pontos afectados, se bem que neste caso em menor escala. Apesar da EMUI 9.1 já desactualizada, apresenta um leque alargado de funcionalidades, muitas delas bastante úteis, como é o caso do sistema de navegação por gestos que agora é a opção preferencial no Android 10. Um patch de segurança já com alguns meses e a indefinição na actualização para uma versão do Android mais recente, são pontos que poderão desapontar os utilizadores que dão especial atenção a estas áreas.Pelas razões acima expostas, o Huawei Y6s fica-se por um equilibrado "MORNO", havendo contudo a garantia que é um equipamento com alguns argumentos para se bater no segmento de mercado em que se insere, estado disponível com um PVP recomendado a começar nos 149,99€, para a versão de 3GB/32GB.>/>Huawei Y6s>/>MornoPrósQualidade de construçãoFuncionalidades da EMUIContrasPorta microUSBCarregamento lentoActualizações do AndroidHuawei Y6sAberto até de MadrugadaMorno (3/5) >> >> >> Apps do Android »

  • Preço da luz no mercado regulado deve ficar sem alterações em 2021

    15 Outubro 2020 i Online »

  • Não ficou tudo bem

    15 Outubro 2020 A impressão que fica é que o governo foi o único a acreditar na frase "vai ficar tudo bem". Correio da Manhã »

  • LG Velvet chega ao mercado nacional com PVP de 549,99€

    14 Outubro 2020 >/>A LG mostra estar a procurar recuperar o lugar ao sol que ainda há poucos anos detinha no mercado mobile. O LG Velvet é mostra disso mesmo, com a marca Sul-Coreana a apostar num design renovado, para garantir a escolha dos consumidores.>>O dia de hoje marca, finalmente, a chegada ao mercado português de um dos mais esperados smartphones. O LG VELVET representa uma mudança de rumo no design de telemóveis e agora encontra-se disponível para que os consumidores portugueses possam comprovar a excelência da utilização e dos detalhes sublimes de um equipamento centrado no utilizador. >? >Inaugurando uma nova era de design elegante e focado nas tendências e necessidades do mercado, o novo LG VELVET integra os recursos multimédia mais inovadores da marca, apresentando uma nova linguagem gráfica inspirada na natureza e nas suas superfícies polidas e suaves. >? >Quebrando completamente com o bump quadrado na traseira com várias lentes juntas neste segmento, a câmara Raindrop do LG VELVET chama imediatamente a atenção pela harmonia do seu alinhamento vertical. Composta por três lentes e um flash, dispostas em formato de pingo da chuva, a câmara do dispositivo possui uma lente principal de 48MP, uma câmara grande angular de 8MP e um sensor de profundidade de 5MP, que garantem uma qualidade surpreendente. Por sua vez, a câmara frontal de 16MP promete selfies inspiradoras. >? >O design delicado do LG VELVET estende-se também ao 3D Arc Design, o novo modelo de construção da LG que oferece margens incrivelmente simétricas e cantos suavemente curvados, gerando um formato elegante e fluido, totalmente adaptado à mão e agradável ao toque. Assim, o LG VELVET apresenta uma personalidade única e uma sensação de estilo individual. >? >A par com o design, também as suas funcionalidades e características se elevaram a um novo patamar de excelência. O ecrã 20,5:9 P-OLED Cinematic FullVision de 6,8 polegadas oferece um elevado nível de detalhes e realismo, seja qual for o conteúdo visionado. A experiência é elevada graças ao áudio superior a que a LG já habituou nos seus smartphones: as poderosas colunas stereo fornecem um som envolvente, sendo que, por sua vez, o LG 3D Sound Engine utiliza inteligência artificial para analisar e otimizar automaticamente todo o conteúdo de áudio. >? >Na senda do legado de qualidade inerente aos equipamentos da LG, o LG VELVET herdará alguns dos mais populares recursos criados pela marca. Permite também gravar com nitidez graças à gravação ASMR e a dois microfones de alta sensibilidade. >? >“É com um enorme entusiasmo que vemos o LG VELVET chegar às lojas portuguesas. Este é o primeiro passo da estratégia focada no mercado nacional, após o reforço da operação de Mobile em Portugal, com uma gestão totalmente focada nos consumidores portugueses”, afirma Ruy Conde, Diretor-Geral da LG Portugal. “Sabemos que os nossos clientes procuram equipamentos de excelência, com uma grande atenção ao detalhe e às possibilidades de utilização, e o LG VELVET vem responder exatamente a essas necessidades, desempenhando um importante papel no objetivo por nós traçado.” >? >O LG VELVET encontra-se disponível nos distribuidores habituais, sendo que o PVP recomendado é de 549,99€. >? >? >Especificações: >LG VELVET >·?????? Chipset: Qualcomm® Snapdragon™ 845 >·?????? Ecrã: FHD+ P-OLED Cinematic FullVision de 6.8 polegadas, 20.5:9 (2460 x 1080 / 395ppi) >·?????? Memória: 6GB RAM / 128GB ROM / microSD (até 2TB) >·?????? Camera: >-????????????? Traseira: Standard de 48MP (F1.8 / 0.8?m / 79?) / Grande Angular de 8MP (F2.2 / 1.12?m / 120?) / Profundidade de 5MP (F2.4 / 1. 12?m / 81?) >-????????????? Frontal: Standard de 16MP (F1.9 / 1.0?m / 73?) >·?????? Bateria: 4300mAh >·?????? Sistema Operativo: Android 10 >·?????? Dimensões: 167.2 x 74.1 x 7.9mm >·?????? Peso: 179g >·?????? Biométrica: Sensor de Impressões Digitais In-Display >·?????? Outros: Coluna Stereo / AI CAM / Google Lens / Google Assistant / LG 3D Sound Engine / IP68-Resistência à Água e ao pó / HDR10 / Tecnologia Qualcomm Quick Charge™ 4+ / Certificação Militar MIL-STD 810G / LG Pay / FM Radio / Gravação ASMR ?? >> >> >> Apps do Android »

  • Análise aos auriculares EP-T20

    13 Outubro 2020 >/>A Aukey tem um alargado conjunto de opções de auriculares, como é caso dos >EP-T21 que recentemente tivemos a oportunidade de analisar. Chega agora a vez dos EP-T20, auriculares que representam uma evolução face ao modelo anteriormente analisado, tanto em design como na caixa de transporte.>>>Unboxing>/>No segmento low-cost, a Aukey tem apostado em caixas produzidas com material reciclado, revelando uma preocupação com o meio ambiente, algo que naturalmente se saúda.>/>Dentro da caixa encontramos o habitual conjunto de acessórios, bem acondicionados e protegidos. A acompanhar os auriculares, a caixa de transporte, cabo USB, três pares de borrachas suplentes (S, M e L), a documentação de referência e o icónico cartão de boas vindas.>/>A caixa de transporte apresenta uma fita numa das laterais que facilita a vida ao utilizador, bastando puxar a fita ao invés de ter de pegar na caixa, algo que nem sempre será prático quando esta está no meio de outros acessórios.>/>Na traseira, a porta de carregamento da bateria interna da caixa de transporte, com a Aukey a apresentar uma já ultrapassada ficha microUSB. Ao lado desta, 4 LEDs que indicam o nível de carga da bateria da caixa.>Em utilização>/>A caixa tem dois orifícios para alojar os auriculares, com cada um apresentar igualmente dois pinos para fazer o contacto com os auriculares.>/>>/>O posicionamento na caixa apresenta uma particularidade muito interessante. Ao contrário de outros produtos neste segmento, não há necessidade de estar com malabarismos para inserir o auricular no orifício destinado ao seu alojamento. É tirar da orelha e por no sítio. Parece simples, mas infelizmente é algo que muitos outros produtos (inclusivamente noutros modelos da Aukey) não apresentam, vá-se lá perceber porquê.>/>Outro pormenor interessante prende-se com as borrachas, que se inserem na cavidade auricular. Além dos três pares já referidos, os Aukey vêm de origem com um par de espuma com memória com tamanho médio. Esta espuma com memória consegue disponibilizar uma melhor adaptação ao ouvido, permitindo igualmente um isolamento mais eficaz de ruídos exteriores. Infelizmente é tamanho único, pelo que se preferirem utilizar as borrachas tamanho S, será necessário esperar que a espuma ceda e se adapte ou, em alternativa, passar directamente para as alternativas de borracha.>/>Os auriculares Aukey EP-T20 suportam ligações Bluetooth 5 e são compatíveis com as especificações A2DP, AVRCP, HFP e HSP, ficando ausente mais uma vez o AptX, capaz de fornecer uma melhor qualidade de áudio.Cada carga dos auriculares demora duas horas a completar e, segundo a Aukey, garante até 4 horas de utilização. A nossa experiência não andou muito longe, com os auriculares a garantirem entre três horas e meia e as prometidas quatro horas de utilização contínua.Antes da primeira utilização será recomendável garantir uma carga completa da caixa, que por sua vez carrega os auriculares. A caixa demora cerca de duas horas a carregar a bateria de 400mAh que, segundo a marca, dá para carregar os auriculares até quatro vezes, permitindo estender o tempo total de utilização até perto das 16 horas.>/>Ao retirarem os auriculares da caixa, estes ligam-se de imediato ao último equipamento a que estiveram emparelhados.Para fazerem o emparelhamento inicial basta que retirem os dois ao mesmo tempo da caixa, com estes a ligarem-se um ao outro em menos de cinco segundos. Nesta altura, o LED dos earbuds estará a piscar alternadamente vermelho/branco, pelo que poderão iniciar o processo de emparelhamento no equipamento pretendido. Caso desejem limpar a lista de equipamentos emparelhados, será necessário pegar nos dois auriculares em simultâneo e pressionar o painel multi-funções durante 10 segundos.O painel reconhece três tipos de gesto: toque curto, duplo e triplo. Na reprodução de conteúdos, um toque inicia / pára a reprodução, servindo também para atender/desligar chamadas. O duplo toque avança uma faixa (auricular direito) ou volta à anterior (auricular esquerdo). O triplo toque permite chamar o assistente de voz.Em termos de especificações, curiosamente, não há grandes diferenças face ao apresentado pelos EP-T21. Na verdade, só muda a especificação do microfone, com estes EP-T20 a apresentarem um microfone menos sensível, com -42dB. Apesar disto, os interlocutores nas chamadas efectuadas não fizeram referência a qualquer dificuldade em ouvir aquilo que estava a ser dito.Não existindo diferenças em termos de especificações, não seria de esperar grandes diferenças em termos de desempenho sonoro face aos EP-T21, mas a utilização dos EP-T20 veio mostrar uma realidade diferente.A espuma permite uma melhor adaptação à cavidade auricular, o que acaba resultar numa melhoria na experiência sonora. A apontar um aspecto menos conseguido, terá de ser a excessiva tendência em puxar pelos agudos, algo que se poderá rectificar usando uma app que permita a equalização de som.>Apreciação final>/>De forma algo inesperada, estes Aukey EP-T20 acabaram por ser uma boa surpresa face aos EP-T21. À partida, estaríamos apenas na presença de uma melhoria na qualidade dos materiais utilizados assim como um design mais compacto, mas uma inesperada substituição das borrachas por espuma com memória acabaram por revelar uma experiência bem mais interessante em termos sonoros.O ajustamento disponibilizado pela espuma, além de melhorar a estabilização dos auriculares, permite que as interferências do som exterior sejam minimizadas, melhorando a qualidade de som destes Aukey EP-T20 face ao disponibilizado pelos EP-T21 que recentemente tivemos em análise. O facto de ficarem mais estáveis, aliado à especificação IPX5, fazem destes auriculares uma boa opção para quem gosta de ouvir música enquanto praticam desporto. Já o aumento de preço, para perto 40€ acaba por colocar estes >Aukey EP-T20 numa posição mais delicada face à oferta disponível no mercado, razão pela qual a sua avaliação fica limitada a um honroso "Morno".>/>Aukey EP-T20>/>MornoPrósEspuma com memóriaPosicionamento dos auriculares na bolsa de transporteContrasPorta microUSBEspuma com memória em apenas um tamanhoAuriculares Aukey TP-T20Aberto até de MadrugadaMorno (3/5) >> >> >> Apps do Android »

  • O número de corais na Grande Barreira de Coral caiu para metade

    13 Outubro 2020 “Costumávamos pensar que a Grande Barreira de Coral estava protegida devido ao seu tamanho, mas os resultados mostram que mesmo o maior e relativamente bem protegido sistema de corais do mundo está comprometido e em declínio”, avisa um dos principais especialistas em corais do mundo./> Público »

  • Pandemia não alterou preço das casas em Lisboa e Porto

    13 Outubro 2020 i Online »

  • Análise ao TCL 10L

    12 Outubro 2020 >/>Falar do TCL 10 L implica obrigatoriamente que se fale do >TCL 10 Pro também lançado este ano e ainda no >TCL Plex, com os três smartphones a partilharem entre si algumas das suas características; algo que, como já tivemos oportunidade de referir na análise do TCL 10 Pro, acaba por dificultar a vida à própria marca e também aos consumidores. Mas aqui está ele.>>/>>Unboxing>/>O smartphone surge em primeiro plano, havendo mais uma vez a referência ao "Display Greatness", slogan que acompanha esta nova série de terminais da TCL.>/>Por baixo do smartphone, os acessórios, devidamente arrumados em caixas individuais.>/>Dentro da caixa, além do smartphone, uma sempre útil capa de silicone, documentação de referência, cabo UBS-C e um carregador. De notar, a ausência dos auriculares, com as marcas a optarem por reduzir custos neste departamento dos acessórios que acompanham o produto.>/>O carregador segue a linha em que este smartphone se insere, apresentando uma potência de carregamento de apenas 10W, com uma relação de 5V/2A.>O TCL 10 L>/>A TCL aposta na continuidade, com o TCL 10 L a seguir as linhas do TCL Plex apresentado no ano passado, com um corpo alongado onde o policarbonato domina em toda a linha. Este facto contudo, não tem influência no design do equipamento, sobretudo no que à traseira diz respeito, com os efeitos de luz a acrescentarem um toque requinte.O ecrã apresenta um anel de plástico a toda a volta, para ligação deste com o corpo do smartphone. Não sendo a opção mais bem conseguida em termos estéticos, adiciona um grau extra de protecção ao equipamento. De referir que este anel tem uma altura suficientemente reduzida, para não se tornar incómodo quando seguramos o smartphone na mão, mas não consegue igualar o conforto transmitido pela curvatura da traseira.>/>>/>No canto superior esquerdo, um furo para a câmara frontal. As margens não sendo reduzidas, conseguem manter-se dentro de níveis aceitáveis, com a inferior a ser a que apresenta a maiores dimensões.>/>Na lateral superior, uma entrada para um jack de 3,5mm, um microfone e a grelha para a coluna destinada às chamadas de voz, a qual surge incluída no anel que protege o ecrã.>/>Na lateral oposta, a porta USB-C, ladeada por duas grelhas para saída de som.>/>Do lado esquerdo, o adaptador para os cartões SIM e SD e a Smart Key que entretanto acabou por se tornar uma Dumb Key...>/>À direita, botões de volume e power.>/>A traseira, mais uma vez com efeitos de luz bem conseguidos, apresenta duas zonas distintas.>/>A ilha de câmaras surge agora numa sempre inconveniente protuberância. Um pouco mais abaixo, ao centro, o sensor de impressões digitais que repete o formato quadrado do Plex, sendo por isso menos confortável que os os sensores com formato circular.>/>Em termos de hardware, o TCL 10 L apresenta um processador Snapdragon 665, um octa-core com núcleos Kryo 260 (4 x Gold a 2.0 GHz e 4 x Silver a 1.8 GHz, GPU Adreno 610, ecrã de 6,53" com resolução 1080 x 2340, 395 PPP, numa relação 19.5:9, a ocupar 91% do corpo, 6GB de RAM e 128GB para armazenamento, com 107GB a ficarem disponíveis para o utilizador. A bateria tem 4000mAh e em termos de conectividade, suporta WiFi ac, Bluetooth 5.0 e NFC. Tem quarteto de câmaras na traseira (48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP), um sensor de 16MP na câmara frontal, mede 162,2 x 75,6 x 8,4 mm e pesa 180 g.>Em utilização>/>Esta nova linha de smartphones da TCL, pese embora seja interessante, sofre de um erro de casting, com a marca a reutilizar o processador do TCL Plex no smartphone errado. Esta escolha, já criticada na análise do TCL 10 Pro, é mais uma vez referência nesta análise, pois o Snadragon 675 deveria ter sido o processador escolhido para este TCL 10 L, ao invés do Snapdragon 665.>/>>/>>/>>/>>/>>/>>/>O processador acaba por cumprir a sua missão, mas com tudo a acontecer a um ritmo devidamente ritmado, sem lugar a grandes acelerações. Não à pausas ou bloqueios, apenas tudo se processa de uma forma um pouco mais lenta do que o desejável, algo que para um gama média-baixa pode ser considerado aceitável.>/>>/>>/>A autonomia esteve em linha com o esperado, com o TCL 10 L a permitir um dia de utilização intensiva sem qualquer tipo de preocupação, chegando ainda com carga ao final da noite. O teste no Geekbench 4 Pro mostra uma situação interessante, com carga no CPU a diminuir substancialmente quando a bateria fica com pouca carga, algo que permitiu ampliar o tempo de execução do teste.>/>O sensor de impressão digital, embora com formato quadrado, acaba por ser eficaz no reconhecimento do dedo do utilizador. O desbloqueio só não é mais rápido porque o ecrã demora algumas fracções de segundo a ligar-se.>/>A interface deste TCL 10 L segue a linha dos equipamentos lançados no último ano, com a marca a não apresentar grandes alterações em termos gráficos, opção que naturalmente se saúda. O sistema de navegação por gestos segue as orientações definidas pela Google, mas caso não sejam fãs deste último, podem sempre optar por uma proposta semelhante à apresentada pela Samsung, com três áreas na zona inferior no ecrã, ou em alternativa, podem optar pelos tradicionais botões virtuais.>/>>/>>/>>/>O Android 10 seria o mínimo exigido e neste campo a TCL cumpriu o que se lhe poderia exegir. Já no que às actualizações de segurança diz respeito, não podemos dizer os mesmo, com o smartphone a chegar com um patch de Janeiro 2020, que só foi alvo de actualização, no final de Julho, com o patch a passar para o mês de J?u?l?h?o? , perdão Maio! Quinze dias passados, chegou uma nova actualização, agora sim com o patch de Julho, algo bem mais em linha com o que se deve exigir a todas as marcas. Não é uma boa prestação neste campo que em nada sai beneficiado com a ausência de uma confirmação da actualização para Android 11.>/>O notch gota de água surge numa posição idêntica à apresenta no Plex, mas TCL soube corrigir a mão, com horas a já não ficarem ficarem cortadas, sendo apresentados os quatro dígitos. Caso assim pretenda, o utilizador pode optar por utilizar a da barra de notificações, estendendo a área disponível para as apps.>/>Tal como no caso do TCL 10 Pro, a Smart Key continua a marcar presença. Infelizmente, tal como aconteceu no caso do 10 Pro, o último update veio tornar esta Smart Key numa Dumb Key, que passa apenas a servir para uma única função, ao invés de rês funcionalidades, com o assistente da Google a ser a única opção disponível. O mais caricato no meio desta situação, é que a tecla acaba por se tornar redundante, pois basta um gesto na diagonal na zona inferior do ecrã, para chamar o assistente da Google.Segundo a TCL, esta opção visa fortalecer a ligação com a Google. Não questionando esta decisão, lançar um smartphone com uma funcionalidade, publicitar a mesma de forma abrangente e vir semanas mais tarde reduzir de forma drástica a utilidade da Smart Key, acaba por prejudicar os consumidores, que em nada saem beneficiados com esta decisão.>As câmaras>/>Resolução: 48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MPSensor de imagem: S5KGM1 + GC8034 + GC2385 + GC2385 Abertura: F1.8 + F2.2 + F2.4 + F2.4 Tamanho do sensor: 1/2.25" + 1/4" + 1/5" + 1/5" Tamanho do píxel: 0.8 ?m + 1.12 ?m + 1.65 ?m + 1.65 ?mEste conjunto de câmaras acaba por ser bastante versátil, com as imagens de 12MP do sensor principal a combinarem a informação de 4 pixels em um os 8MP do sensor ultra wide a serem opção para enquadrar imagens de paisagens. A opção de um sensor macro, no lugar de um telephoto é questionável, sobretudo quando o primeiro não acrescenta muito em termos de qualidade de imagem.>/>A interface da câmara segue a linha do que vem sendo apresentado pela TCL. À esquerda temos uma fila de ícones com os filtros (em tempo real), controlo do flash, temporizador, HDR, formato da imagem e definições. À direita, ou na zona inferior do ecrã, consoante a sua orientação, uma fila de modos de fotografia / vídeo, e uma segunda fila com um ícone para alterar a câmara traseira e frontal, o botão de disparo, atalho para o Google Lens e o acesso à galeria. São apresentados ainda dois ícones na zona inferior do ecrã, para acesso ao zoom e modo ultra wide.Além do modo automático, vídeo, retrato, Super Macro e Pro, estão ainda disponíveis mais algumas opções, que permitem obter efeitos interessantes, tanto em fotografia como em vídeo.>/>Em modo automático, as cores são intensas, aparecendo por vezes com elevada saturação, lago que contudo acaba por ser agradável à vista, sobretudo nas fotografias em zonas bem iluminadas. É algo que no entanto falta nas imagens com o sensor ultra wide, com as cores a surgirem mais esbatidas e o detalhe a ser inferior, sobretudo quando a luz solar é mais reduzida.>Apreciação final>/>A gama média está a ser cada vez mais disputada, com as diferentes marcas a procurarem garantir uma posição de destaque neste segmento de mercado. 2020 foi o ano em que TCL apostou forte na gama média, lançando numa primeira fase três equipamentos, com este TCL 10 L a ser a proposta para a gama média-baixa. Olhando para o desempenho global deste smartphone, temos aquilo que se deve exigir para uma prestação sem grandes compromissos, havendo apenas a lamentar a opção pelo processador Snapdragon 665, isto quando a sua concorrência directa apresenta equipamentos com processadores Snapdragon 7XX. Esta diferença no processador não terá um elevado impacto no desempenho, mas um conjunto de núcleos e GPU mais modernos e sobretudo um processo de fabrico mais avançado (8nm), acabam por penalizar a escolha da TCL, razão pela qual este TCL 10 L se fica por um "Morno", com a política de atualizações do Android a também contribuir decisivamente para esta avaliação.Com um preço a começar na casa dos 220€, o >TCL 10 L deverá ser uma opção a ter em conta pelos consumidores, sobretudo aqueles que dão maior importância ao desgin do smartphone e procuram um ecrã de boa qualidade.>/>TCL 10 L>/>MornoPrósQualidade de construçãoAndroid sem grandes modificaçõesContrasProcessadorSaliência do módulo de câmarasActualizações do AndroidTCL 10LAberto até de MadrugadaMorno (3/5) >> >> >> Apps do Android »

  • Debit & Credit

    12 Outubro 2020 Já tentei usar várias vezes algumas apps que me ajudassem a controlar as despesas e demais contas do banco. Agora decidi voltar a tentar apenas para ter um widget bem prático no primeiro ecrã do iPhone. Chama-se Debit & Credit de Ivan Pavlov, e deixa-nos ter um widget com alguma informação bem importante sobre os nossos orçamentos do dia a dia.Esta é uma app bem completa para nos ajudar a >> >> /> Apps do iPhone »

  • WIKO Y81 é mais uma opção para a gama de entrada

    12 Outubro 2020 >/>O?WIKO Y81 é a mais recente proposta da Wiko para o segmento de gama de entrada, com a marca a destacar os 32GB para armazenamento e o preço de 119,90€.>A?WIKO, empresa europeia de smartphones, lançou o novo WIKO Y81 com tudo aquilo que procuras, aliado a um preço bastante simpático. Este smartphone tem uma?autonomia de 2 dias?e oferece-te mais do que um ecrã grande: um?ecrã XL HD! A melhor parte é que graças à?memória de 32GB?nunca mais terás de optar entre fotografias ou quais as músicas a colocar no smartphone.?Mais do que um ecrã, uma porta para o teu mundoSe os olhos são a janela da alma, o ecrã de um smartphone é uma porta para o mundo que guardas lá dentro. Neste caso, quanto maior, melhor! O?ecrã total de 6,22”?do Y81 é de?tamanho XL?e permite-te ver as cores brilhantes e os mais profundos detalhes de todos os teus conteúdos. E como o teu mundo é feito de tudo aquilo que amas, o que não te falta é espaço para guardares até 4000 fotos, 50 episódios dos teus programas preferidos ou 300 álbuns de música! Se os?32GB de memória interna?não chegarem, podes sempre recorrer a um cartão?MicroSD de até 256GB.?Diversão por 2 dias e tudo à tua maneiraAborrece-te ter de carregar o smartphone todos os dias? Isso acabou, o Y81 garante uma utilização de?2 dias seguidos com uma carga?graças à bateria de?4000mAh! Além disso, se procuras um smartphone que reflita 100% os teus desejos, graças ao?Simple Mode?podes incluir as tuas aplicações favoritas, contactos principais, configurações e muito mais no ecrã inicial, organizando como melhor te parecer. O?Dual SIM?permitir-te-á separar a vida pessoal e profissional e graças ao?desbloqueio facial?podes aceder a tudo com apenas um olhar. Conta com?velocidade 4G?e o?Android ™ 10 Go Edition.?Câmara bokeh e estilo interminávelSe gostas de tirar fotografias, podes contar com uma?câmara principal de 13 MP?e o sensor da câmara?frontal de 5 MP?permite-te obter um?perfeito?efeito desfocado. O Gallery Go otimiza o Google Fotos, que também pode ser adicionado para economizar memória interna e aproveitar o backup ilimitado de fotos de alta qualidade. ?Além disso, o guia de tradução dedicada oferece uma tradução instantânea com voz para o idioma traduzido e uma função de pesquisa.Como a aparência também importa, o novo Y81 é feito à tua medida com um design que se destaca por um acabamento fosco no tom chique de?Deep Blue.?Tudo isto por um?preço recomendado de 119,90€.? >> >> >> Apps do Android »

  • Análise ao Wiko View 4

    11 Outubro 2020 >/>A Wiko é uma das marcas com maior presença no segmento de smartphones de baixo custo, apresentando anualmente uma gama renovado de modelos que consegue cobrir uma alargada faixa de preços. As novas linhas apresentadas com a série View 3 continuam a marcar presença nos modelos de 2020, mas será o design motivo suficiente para garantir a escolha dos consumidores? É precisamente o que vamos abordar nesta análise ao mais recente View 4.>>Unboxing>/>A traseira da caixa apresenta uma particularidade muito interessante, com um grafismo que mostra as principais especificações do smartphone. Para os consumidores menos informados, este é um aspecto que se poderá revelar bastante útil aquando da compra.>/>>/>Dentro da caixa, em primeiro plano, o smartphone, o qual apresenta um autocolante que mais uma vez dá destaque às especificações, em particular à bateria, câmaras e memória RAM/armazenamento, aspectos que muitas vezes estão na lista de requisitos fundamentais do consumidor.>/>Por baixo da documentação de referência, o carregador, cabo usb e auriculares.>/>Estamos em 2020, mas em alguns aspectos a Wiko mantém-se presa ao passado, com o carregador a apresentar uma potência de carregamento de apenas 10W (5V/2A) e o smartphone continua a usar uma ficha micro-USB.>O Wiko View 4>/>Em termos de dimensões, este é um smartphone que se pode considerar grande, com dimensões de 8,85 x 165.7 x 75.8mm.>/>O corpo com as laterais arredondadas, que já por si não é propriamente fino devido à espessura do vidro traseiro e anel de protecção do ecrã, acaba por tornar o smartphone menos confortável na mão do utilizador. Apesar de apresentar um desgin interessante, estes dois aspectos acabam por comprometer o conforto em utilização, algo que não deveria acontecer.>/>Na frente (em cima ao centro) um furo no ecrã para a câmara frontal. Por cima desta, um pequeno recorte no ecrã revela a saída de som para as chamadas de voz.>/>As margens não são exageradamente grandes, com excepção da inferior, sendo que mesmo esta última acaba por estar dentro daquilo que actualmente é apresentado por muitas marcas.>/>A traseira apresenta um gradiente em tons verde e azul, o que proporciona efeitos bastante bonitos. Em cima, à esquerda, uma saliência com a ilha de câmaras, por baixo desta o flash e à sua esquerda o logótipo da marca.>/>Na lateral inferior, uma grelha para saída de som, a porta microUSB e um microfone.>/>Na lateral oposta, mais um microfone e ficha de 3,5mm. Se a porta micro-USB merece a nossa crítica, já esta ficha de som, mesmo em desuso, poderá ser interessantes para os consumidores que preferem utilizar auscultadores com fio.>/>Na lateral direita, temos ainda os habituais botões de power e volume.>/>Do lado esquerdo, o slot para os cartões SIM e SD e um botão para chamar o assistente da Google.Em termos de hardware, não há lugar a luxos, com a Wiko a manter-se fiel à sua política de serviços mínimos. O processador continua a cargo da MediaTek, desta vez com um octa-core 6762D A25. O ecrã de 6,52" apresenta uma resolução HD+ (1600 x 720 pixels) com 269ppp e 450nits de brilho, algo que mesmo para um equipamento de gama média-baixa já é curto. Conta com 3GB e RAM e 64GB para armazenamento, bateria de 5000mAh, tripla câmara traseira com 13MP (principal) + 2MP(profundidade) + 5MP (114° super grande angular), câmara frontal com 8MP, WiFi apenas b/g/n, e Bluetooth 4.2.>Em utilizaçãoOnde está o sensor de impressões digitais? Sob o ecrã? Embutido no botão de power? Então? Feitas as configurações iniciais, foi este o primeiro impacto. Surpresa das surpresas, um dos elementos mais úteis na utilização do smartphone, foi simplesmente descartado. Por certo que a marca não contaria com a pandemia e a obrigação da utilização de máscaras, mas mesmo sem este infeliz evento, deixar o desbloqueio do smartphone exclusivamente a cargo da câmara frontal foi uma péssima decisão. A câmara necessita de boas condições de iluminação para ser eficaz e, tendo em conta a segurança que oferece, está longe de ser a opção mais indicada, com diversas marcas a fazerem alusão a isso mesmo aquando da configuração do reconhecimento facial.>/>>/>>/>>/>>/>>/>Na verdade, após algum tempo de utilização e esquecendo temporariamente o desbloqueio do smartphone, este Wiko View 4 foi uma agradável surpresa. Com um hardware modesto acaba por se mexer muito bem, com a baixa resolução do ecrã a contribuir decisivamente para este agradável desempenho. Um ecrã tão alongado merecia desde logo uma resolução FullHD+, mas ainda não foi desta que o modelo intermédio da Wiko viu chegar esta melhoria no ecrã. O armazenamento não encanta mas também não desilude, acabando por cumprir com velocidades de 230MB/s em leitura e 130MB/s em escrita, permitindo a instalação de apps sem grandes demoras.Uma palavra positiva também para a autonomia, com os 5000mAh a renderem facilmente mais de um dia de utilização intensiva, podendo inclusivamente prolongar-se muito para além disso com um padrão de uso menos intensivo.>/>>/>>/>>/>Em termos de interface, a Wiko cedo percebeu qual o caminho a seguir, não entrando por devaneios que em nada contribuiriam para a melhoria da experiência de utilização. Optou por pegar no trabalho da Google para lhe adicionar um conjunto de funcionalidades que poderão ajudar o utilizador no dia a dia. O melhor de tudo é que a Wiko concentrou estas funcionalidades extra numa única entrada no menu das definições, contribuindo assim decisivamente para manter este menu devidamente organizado.>/>O bloatware está cada vez menos presente, contando-se pelos dedos de uma mão as apps que vêm instaladas de origem.>/>>/>A marca apresenta algumas sugestões, mas sem que o utilizador seja obrigado a instalar as mesmas, opção que acaba por ser a mais interessante para ambas as partes.>/>>/>>/>Como de resto se esperaria, apresenta-se com Android 10, com um patch de segurança de Julho que demorou bastante a chegar, com o de Janeiro a ser o disponível durante largas semanas. É sem dúvida um aspecto a rever, com o facto de ser um equipamento low cost a não poder servir de justificação para esta situação.>As câmaras>/>A interface da câmara apresenta quatro zonas, da esquerda para a direita, em modo paisagem:Modos de fotografia e definições, Inteligência artificial, filtros, HDR, formato da imagem e controlo do flashSelecção da câmara principal ou ultra wide (e respectivo controlo do zoom) e acesso ao Google LensEfeitos para a face, fundo desfocado, fotografia, vídeo e modo noiteSelecção da câmara traseira/frontal, botão de disparo e acesso à galeriaCaso optem por um formato de imagem com ecrã completo, a interface vai cobrir cerca de 1/3 da área a fotografar, ficando o utilizador sem saber o que efectivamente está a fotografar. Uma redução desta área e sobretudo, um maior nível transparência, já permitira ver o que se está a fotografar.>/>Tendo em conta que estamos na presença de um smartphone que se encontra no mercado por 170€, as expectativas nunca podem ser muito elevadas. O equipamento tem apenas de cumprir os mínimos exigidos, sendo fácil de utilizar, garantindo igualmente imagens com uma qualidade minimamente aceitável.>/>Foi precisamente isso que este Wiko View 4 conseguiu disponibilizar, sendo que em condições de boa iluminação, é capaz de resultados bastante interessantes, com cores vibrantes. O efeito de fundo desfocado é bem conseguido, mas o elemento focado acaba por ficar com os limites pouco definidos.A câmara frontal surge com um conjunto alargado de efeitos, ideais para quem gosta de brincar com as selfies. Os resultados não apresentando elevado detalhe, têm o condão de fugir ao alisamento da pele, algo que naturalmente se saúda.>Apreciação final>/>Embora este Wiko View 4 seja apenas uma revisão do modelo lançado no ano anterior, acaba por ser um smartphone com argumentos interessantes, sobretudo se tivermos em atenção o facto de custar menos de 200€. A questão é que, nesta altura, a concorrência está cada vez mais feroz e os modelos disponíveis neste segmento de preço já apresentam características superiores às deste Wiko, mantendo o mesmo nível de preço.>/>Se a este facto juntarmos a infeliz ausência do sensor de impressões digitais (segundo a marca, para garantir a bateria de 5000mAh), o Wiko View 4 acaba por perder algum fulgor, razão pela qual se fica por um sempre simpático "Morno", sendo por isso garante de um desempenho equilibrado sem contudo se destacar da concorrência.>/>Wiko View 4>/>MornoPrósDesignDesempenho equilibradoContrasEcrã apenas HDSem sensor de impressões digitaisAinda com micro-USBDemora na actualização do patch de segurançaWiko View 4Aberto até de MadrugadaMorno (3/5) >> >> >> Apps do Android »

  • GMail Go já está disponível para todos

    11 Outubro 2020 >/>Quem não apreciar o tamanho crescente da app Gmail, poderá agora recorrer ao mais compacto Android Go no seu smartphone Android.>>Não se percebe muito bem porque é que a Google continua a limitar a disponibilidade de algumas das suas apps "Go" mais poupadas, restringindo a sua instalação apenas a equipamentos com Android Go; mas pelo menos no caso do Gmail Go isso fica resolvido.O >Gmail Go passa a estar >disponível para todos os Android, independentemente de serem um smartphone de entrada de gama com capacidades mais reduzidas, e onde mais sentido fará usar uma app que exija menos recursos, como um modelo topo de gama em que o utilizador também prefira apostar na eficiência.>/>Ao contrário da app oficial do Gmail, que ocupa cerca de 250MB, a app Gmail Go fica-se pelo 9.9MB. E como se a diferença substancial de tamanho não fosse desde já um factor bastante apelativo, temos também a vantagem adicional de não nos estar a ser >impingido o Google Meet integrado no Gmail - algo que por si só poderá ser suficiente para convencer alguns utilizadores.Resta agora esperar que a Google aplique a mesma lógica às demais apps "Go", incluindo a app Camera Go, que recentemente >ganhou o modo Night Mode e HDR. >> >> >> Apps do Android »

  • Análise ao Lenovo Smart Tab

    10 Outubro 2020 >/>>Os tablets nunca conseguiram atingir níveis de grande popularidade e nos últimos tempos, várias marcas chegaram até a abandonar este segmento de mercado, tendo a própria Google apontado nessa direcção. Mas há marcas que continuam a manter a sua presença, e a tentar adicionar-lhes argumentos que acrescentam valor ao produto.>O Yoga Smart Tab é disso exemplo, com a Lenovo a mostrar que a capacidade de inovação que se lhe reconhece chega também ao parente pobre dos dispositivos móveis, com este tablet a mostrar-se uma proposta muito interessante.>O Yoga Smart Tab>/>Dentro da embalagem encontramos em primeiro plano o tablet, com uma caixa que aloja os acessórios ao seu lado.>/>Não há lugar a grandes luxos ou extras, com a Lenovo a limitar-se ao essencial, disponibilizando a documentação de referência, cabo USB-C e carregador. Este último está limitado a 5V/2A, pelo que não deverão contar com um tempo de carregamento ultra rápido.>/>O Yoga Smart Tab apresenta um design peculiar. Ao contrário do que é habitual nesta tipologia de equipamentos, o tablet não tem um formato plano em forma rectangular com cantos arredondados. O corpo em alumínio apresenta uma boa qualidade de acabamentos e o material suave utilizado na traseira, contribuiu decisivamente para o conforto em utilização.A zona inferior alarga até chegar a uma zona tubular que cobre toda a extensão do corpo, dando a origem a um formato incomum. À primeira vista poderá parecer estranho, mas uma análise mais atenta revelará as razões que terão levado a marca a apostar neste formato.>/>As margens laterais do ecrã têm cerca de 1cm, sendo bastante mais largas que as margens inferior e superior, que ficam pela ordem dos 5mm.>/>Do lado direito, temos uma ficha de 3,5mm, um microfone, botões de power e volume.>/>Do lado oposto, outro microfone e uma porta USB-C para carregamento da bateria e transferência de dados.>/>A extremidade superior conta com um terceiro microfone, o que contribui para uma correcta captação do som em diferentes cenários de utilização.>/>Na traseira, está alojado um dos destaques deste tablet, com o seu sistema de dobradiça a revelar-se muito útil e prático de utilizar.>Em utilização>/>Comecemos pela dobradiça traseira, visto este elemento ter um papel de destaque na utilização do equipamento. Um toque no botão circular, vai libertar o mecanismo de bloqueio da dobradiça.>/>Para que o botão seja identificável, a marca utilizou uma textura rugosa, o que permite que este seja facilmente distinguido da câmara, que se encontra junto ao mesmo.>/>A dobradiça possibilita dois tipos de utilização, permitindo que o tablet esteja num plano vertical, ligeiramente inclinado para trás. Este cenário será o ideal para a visualização de conteúdos multimédia.>/>Quando totalmente aberta, o orifício na zona do botão e câmara permite que o tablet seja facimente pendurado, havendo apenas que garantir a estabilidade do ponto de apoio para que o equipamento não se arrisque a um rápido voo até ao chão, algo que garantidamente não terá bons resultados.>/>Com a dobradiça fechada, o tablet pode ser colocado sobre uma superfície, permitindo que se utilize o teclado digital sem oscilações do corpo, algo que não acontece quando apoiado sobre a dobradiça, onde os toques nas secções laterais do ecrã fazem oscilar o equipamento, tornando o processo de escrita pouco agradável.É ainda possível utilizar o Yoga Smart Tab como se de um leitor de ebooks se tratasse, com a zona tubular a permitir que se segure no equipamento com maior conforto e segurança do que nos tablets "normais" com o habitual formato plano.>/>No que diz respeito a hardware, o Yoga Smart Tab da Lenovo conta com um processador Qualcomm Snapdragon 439 octa-core com 4 núcleos A53 a 2 GHz + 4 núcleos A53 a 1,45 GHz. Tem 3/4GB de memória RAM e 32/64GB para armazenamento?, um ecrã de 10,1" Full HD com resolução 1920x1200?, 2 colunas JBL com 2W cada e uma simpática bateria de 7000mAh, que segundo a marca garante navegação na web até 11 horas e reprodução de vídeo até 10 horas. A versão testada, apresentava 4GB de RAM e 64GB de armazenamento.Os 7757 pontos no teste de bateria do Geekbenck 4 Pro batem o resultado obtido pelo Galaxy Tab S6, mas conseguem-no à custa de uma redução de desempenho, com a carga do CPU a ficar-se pelos 80%. Tendo em conta a tipologia de utilização do equipamento, esta questão não será preocupante, pelo que está garantida uma autonomia estendida.>/>>/>>/>>/>>/>>/>As especificações estão longe de ser de topo, mas esse também não é o posicionamento que a Lenovo pretende para este seu tablet, um equipamento virado para consulta das redes sociais e visualização de conteúdos. Será nestes dois cenários de utilização que o conjunto irá revelar toda o seu potencial, com um ecrã com cores fortes e vibrantes e umas colunas que disponibilizam um som equilibrado, não podendo contudo o utilizador puxar pelo volume máximo, devido aos níveis de distorção que ocorrem.>/>>/>Os resultados dos testes de benchmark estão em linha com o esperado, com o processador a ficar longe daquilo que os gama média alta e segmento premium conseguem obter. O armazenamento também não deslumbra, com 294MB/s em leitura, o que leva a que a execução de jogos e apps acabe por demorar mais algum tempo do que o desejado. Curiosamente, os 241MB/s em escrita acabam por ser bastante mais interessantes, o que acaba por contrabalançar o desempenho em leitura. O conjunto acaba por ser suficiente para jogar a maioria dos jogos sem grandes problemas de fluidez, pelo que estão garantidas as condições para muita hora de diversão.>/>Apresenta alguns aspectos interessantes em termos de software, com um menu de acesso rápido ao YouTube e um modo para as crianças poderem utilizar o equipamento sem colocar em risco os dados do progenitor. Corre ainda Android 9 Pie, estando no entanto prevista uma grande actualização do Android (para o Android 10). O patch de segurança tem data de Novembro, o que não será o mais adequado para um equipamento que está a chegar ao mercado em Março.>/>Outro aspecto interessante a ter em conta é o "modo ambiente" que permite dar uma nova vida ao tablet quando não o estamos a utilizar nas tarefas mais comuns, como consultar as notícias ou ver um vídeo. Além de um modo simplista com relógio, notificações e acesso ao Assistente da Google, o Yoga Smart Tab pode ainda apresentar um layout bem mais rico, com informação variada, onde se pode encontrar a previsão do tempo, alarmes e até mesmo atalhos para o controlo de equipamentos IoT que tenham associados à vossa conta do Google Home (ver botões para desligar luzes no canto inferior direito).>/>Quando está a carregar, é ainda possível apresentar imagens de álbuns de fotografias seleccionados de entre as imagens disponíveis na conta do Google Photos associada ao equipamento. Este acaba por ser o modo mais indicado para utilização do modo ambiente, pois se não tiverem o cabo de alimentação ligado, o Yoga Smart Tab não irá aguentar dois dias neste tipo de utilização, o que poderá significar que estará sem bateria quando o quiserem utilizar.>CâmarasTratando-se de um tablet, não é de esperar um desempenho de qualidade superior. As câmaras deste Yoga Smart Tab estão longe de encantar e caso a iluminação seja reduzida, a qualidade das imagens vai descer vertiginosamente. O reconhecimento facial sai também afectado, não sendo capaz de reconhecer a face do utilizador em ambientes com pouca luz.>Apreciação final>/>A Lenovo tem vindo a apostar na área dos equipamentos inteligentes e este Yoga Smart Tab é mais uma tentativa de juntar dois mundos, trazendo o Assistente da Google ao ecrã do tablet, beneficiando da dimensão do mesmo. O hardware é algo limitado, mas suficiente para o tipo de utilização que se pode esperar de um tablet. As colunas de som são um excelente complemento do ecrã, possibilitando uma agradável visualização de conteúdos multimédia.>/>O design está muito bem conseguido, contribuindo decisivamente para uma boa experiência de utilização, a qual sai fortemente beneficiada com a versatilidade que a dobradiça traseira oferece. Este elemento permite apoiar o tablet em diferentes posições, dando ao utilizador várias hipóteses, o que permite escolher a mais adequada para cada cenário de utilização.Com um preço recomendado a >começar nos 299€, este Yoga Smart Tab não tem a vida muito facilitada, ficando a meio caminho entre a gama de entrada e o segmento de gama alta. Tem contudo argumentos que facilmente poderão conquistar o consumidor, sendo uma opção sólida para o consumo de conteúdos e navegação nas redes sociais, havendo contudo de ajustar as expectativas ao hardware apresentado pelo equipamento.>/>Lenovo Yoga Smart Tab>/>QuentePrósVersatilidade de utilizaçãoEcrã com cores vibrantesSistema de somContrasAinda com Android 9 PiePatch de segurança de NovembroCâmarasLenovo Yoga Smart TabAberto até de MadrugadaQuente (4/5) >> >> >> Apps do Android »

  • Covid-19. Portugal bate recorde e regista 1.646 novos casos em 24 horas

    10 Outubro 2020 Último registo mais alto tinha sido obtido a 10 de abril, com 1516 casos. Há ainda a lamentar cinco mortes. Renascença »

  • O fantasma do Novo Banco a pairar sobre o OE

    9 Outubro 2020 O Novo Banco, pois claro. Entre o que o Bloco de Esquerda quer e o que o Governo parece disposto a dar vai uma distância que se mede não apenas em tácticas políticas de ocasião, mas implica igualmente ideologia, programas e acima de tudo fidelidade aos compromissos com os eleitores./> Público »

  • Análise ao P40 lite e

    9 Outubro 2020 >/>O Moto G foi uma verdadeira bomba no mercado mobile tendo, por si só, dado origem a uma nova gama de produto, com a Motorola a conseguir dominar a nova gama média a seu belo prazer. Foram dois anos de grande sucesso, que acabaram por não ter a esperada continuidade, com a Motorola a dormir à sombra da bananeira.>Quem acabou por aproveitar esta janela de oportunidade foi a Huawei, lançando uma linha de produto lite, a qual acompanhava o modelo topo de gama da série P. O P8 lite acabou por ter um grande sucesso no mercado, dando mote a uma família que se estende actualmente ao P40 lite. Curiosamente (ou não...) o preço do P lite foi sofrendo incremento ao longo dos anos, aproximando-se vertiginosamente dos 400€, deixando o segmento de origem (200-300) sem uma representatividade, a qual acabou por surgir com outra linha de produto, o P Smart, tendo o modelo mais recente sido alvo de análise, passando no teste com distinção.>/>O lançamento do P40 lite E, hoje em análise, acaba assim por ser difícil de encaixar, com a marca chinesa a sobrepor-se a si própria, no mesmo segmento de mercado.>Unboxing>/>A caixa segue o design utilizado na série P, com a particularidade deste P40 lite E, tal como acontece com o modelo topo de gama, se apresentar sem as aplicações e serviços da Google, facto que fica bem patente no grafismo impresso na zona inferior.>/>Dentro da caixa, carregador, cabo USB, clip para instalação dos cartões e a documentação de referência. De? salientar a ausência de auriculares e uma sempre útil capa de? protecção, se bem que neste caso o plástico seja mais resistente a quedas que o vidro que tenta (e bem) imitar, com um gradiente de cor.>/>O carregador está limitado a uma potência de 10W, numa relação de carregamento de 5V/2A. O cabo microUSB é ainda uma constante, com a Huawei a tardar em fazer acompanhar a gama de entrada com uma ligação USB-C.>O P40 lite E>/>O plástico é o elemento dominante, mas este facto não tem qualquer impacto negativo nos acabamentos do smartphone, com o P40 lite E a apresentar-se com um corpo único que transmite solidez quando se segura o terminal com apenas uma mão.>/>>/>O bloco do corpo apresenta uma curvatura que termina em dois anéis, um que protege o vidro frontal, outro o plástico da traseira. A protecção extra acaba por ter repercussões na espessura do terminal, com este a apresentar uma espessura de 8,13mm. Não sendo um valor muito superior à média, acaba por dar essa impressão, divido às arestas laterais do acabamento traseiro.>/>A frente do smartphone é dominada pela simplicidade, com o furo em cima à esquerda a ser o único elemento a destacar-se.>/>Igualmente nesta zona, mas numa posição mais central, uma coluna para as chamadas de voz.>/>>/>Na lateral direita, os botões de volume e power. Na lateral oposta, o adaptador para instalação dos cartões SIM e microSD, sendo que o equipamento permite a instalação dos três em simultâneo.>/>A traseira, prima igualmente pela simplicidade. Em cima, à esquerda, o módulo de câmaras e flash. Numa zona mais central, o sensor de impressões digitais, para um desbloqueio rápido e seguro do smartphone.Para um equipamento de gama baixa, este P40 lite E apresenta um conjunto de hardware que à primeira vista é verdadeiramente generoso, mas uma análise mais atenta revela um detalhe que poderá colocar este smartphone fora das opções dos consumidores.O processador é o já "velhinho" e bem conhecido Kirin 710F, unidade que se ajusta na perfeição ao segmento de mercado em que este P40 lite E se insere. Já os 64GB e sobretudo os 4GB de RAM, são um excelente cartão de visita, que é complementado por um ilustre trio de câmaras, que já deu mostras da sua valia, numa análise por nós publicada. A completar o ramalhete, uma generosa bateria de?4000 mAh e um actualizado Android 10 com EMUI 10, como se exige a um equipamento agora lançado no mercado.Relativamente a câmaras, o P40 lite E?conta com uma tripla câmara na traseira com 48 MP (Grande Angular, f/1.8) + 8 MP (Ultra Grande Angular)?f/2.4+ 2 MP (Bokeh)?f/2.4. Na frente, um sensor de 8 MP, com abertura f/2.0O ecrã é o elemento que fica a destoar deste interessante conjunto de especificações, pois acaba por ser relativamente grande em tamanho, com 6.39", mas com uma resolução HD+ com apenas 720x1560 pixels, numa relação de 19.5:9? com 269 ppp. Pese embora seja um gama média baixa, esperava-se outra opção por parte da Huawei.>Em utilização>/>As expectativas não eram, naturalmente, elevadas pois para um equipamento abaixo dos 200€, não se podem pedir mundos e fundos. As marcas têm de cortar em múltiplos aspectos, por forma a garantir que o produto final cumpre em termos de custo, sem contudo beliscar o nível de desempenho, o qual terá obrigatoriamente de ser minimamente satisfatório.>/>Em termos de utilização, o anel de protecção na traseira acaba por introduzir uma quebra na curvatura do corpo, o que provoca uma diminuição do conforto quando se segura o smartphone com apenas uma mão. Esteticamente, este elemento está bastante bem conseguido, mas o seu bom aspecto visual, acaba infelizmente por não ter continuidade em termos de utilização do equipamento.>/>>/>>/>>/>>/>Com um processador HiSilicon Kirin 710F, acompanhado de 4GB de RAM, não há lugar a preocupações, com este conjunto a ser capaz de garantir uma experiência de utilização sem lugar a atrasos.O ecrã com apenas 720x1560 pixels, acaba por ficar aquém do esperado. Esta opção por parte da Huawei não é propriamente novidade, tendo já sido utilizada por parte de outras marcas, com destaque para a Xiaomi, com o Mi A3. Por muito que tenham tentado defender esta opção com a qualidade do ecrã AMOLED, a diferença para o FullHD a faz-se facilmente notar, sobretudo no texto, mais esbatido. Pela positiva, o facto de a resolução acabar por puxar menos pelo processador, contribuindo para uma uma fluidez da interface.>/>A Huawei aposta forte em termos de software, repetindo a fórmula utilizada nos outros smartphones da série P40, com a App Gallery a ser a alternativa disponível, em face da ausência das aplicações e serviços da Google. Para ficarem a conhecer o impacto desta decisão, convida-se à leitura da análise do Huawei P40 Pro, havendo apenas uma alteração face ao apresentado anteriormente.Uma das lacunas apresentadas na nossa análise, prendia-se com a limitada oferta disponível na App Gallery, não existindo uma forma simples e rápida de aceder a conteúdos de outras lojas. A aplicação Petal Search vem colmatar esta lacuna, apresentando ao utilizador opções para as apps e jogos que pretenda instalar, servindo igualmente para gerir as actualizações das aplicações instaladas.Não sendo ainda uma solução à altura daquilo que a Google disponibiliza com os seus serviços e aplicações, a App Gallery em conjunto com a Petal Search, resolve a questão da variedade de aplicações disponíveis, assim como a sua actualização, ficando apenas a faltar mais e melhores opções, capazes de estar à altura das apps Google, como o GMail, Youtube e afins.>As Câmaras>/>Ao apostar numa tripla câmara traseira herdada do P30 lite, o P40 lite E acaba assim por receber um upgrade de alguma forma inesperado, com um sensor de 48 MP (Grande Angular, f/1.8) + 8 MP (Ultra Grande Angular) + 2 MP (Bokeh). Este trio é capaz de produzir resultados de qualidade em diferentes cenários, graças à interligação do hardware com os múltiplos modos de fotografia disponibilizados: Abertura, Noite, Retrato, Pro, Câmara Lenta, Panorama, Pintura de Luz, HDR, Time Lapse, Imagem em movimento, Autocolantes e Alta resolução. O vídeo está limitado a uma resolução FullHD, algo que não surpreende num equipamento de gama média-baixa..A câmara frontal com um sensor de 8MP, apresenta uma abertura f/2.0. Em termos de funcionalidades, este sensor está bem mais limitado, com apenas o modo beleza e um conjunto diversificado de filtros.>/>>/>>/>>/>O modo automático, assistido pela AI, consegue responder adequadamente na grande maioria das situações, se bem que limitado a uma relação 4:3. Quem assim preferir, pode optar pelo modo de fotografia Pro, ficando com a possibilidade de configurar manualmente os diferentes parâmetros.>/>Em termos de qualidade de imagem, a câmara frontal não consegue acompanhar a prestação do trio traseiro, com este último a sair bastante bem na fotografia. Este facto não será? propriamente novidade, pois o mesmo trio já tinha dado boa conta de si, aquando da análise do P30 lite. O modo noite foi uma boa surpresa, pois não é habitual conseguir-se um resultado deste nível, no segmento do 200€.>Apreciação final>/>Com o avanço da tecnologia, os smartphones de gama média começam a apresentar cada vez mais funcionalidades. Os atrasos na resposta são já coisa do passado, com os terminais a disponibilizarem uma fluidez assinalável, não comprometendo a experiência de utilização.Este P40 lite E é disso exemplo, com o hardware a não comprometer, havendo apenas que contar com um ecrã que apresenta uma resolução inferior ao que seria recomendável para acompanhar o conjunto. Para contrabalançar este facto, as câmaras traseiras dão boa conta do recado, disponibilizando imagens com qualidade bastante interessante para este segmento de preço.>/>Já o software, fruto das limitações impostas pela Google, acaba por sair penalizado. É certo que a App Gallery está cada vez mais preenchida e a app Petal Search vem preencher algumas das lacunas que as soluções da Huawei apresentavam, mas para quem vive e respira sobre os serviços da Google, vai acabar por saber sempre a pouco.>/>Em termos de design e qualidade de construção, o smartphone apresenta linha interessantes, sobretudo nos efeitos que a traseira disponibiliza com a incidência da luz. O anel de protecção do plástico traseiro acaba, no entanto, por quebrar a curva do corpo, tornando o smartphone menos confortável de utilizar com apenas uma mão.O P40 lite E acaba por ser vítima do veto imposto pelo EUA e curiosamente pela concorrência que outros equipamentos da marca lhe oferecem (ver análise ao P smart 2020), ficando-se por isso por um sustentado "Morno", que deverá ser visto com bons olhos por parte de quem procura um conjunto equilibrado de câmaras, por um preço simpático para a carteira (na casa dos 170€).>/>>Huawei P40 lite E?>/>>Morno>PrósCâmaras traseirasDesempenho vs €€€>ContrasSem apps e serviços GoogleDesign da lateralEcrã apenas HD+ >> >> >> Apps do Android »

  • Window Swap deixa-nos ver as janelas de outras pessoas

    9 Outubro 2020 >/>Não há falta de webcams públicas que nos deixam espreitar diferentes partes do mundo, mas o site Windows Swap destina-se a quem quer colocar-se literalmente à janela de outras pessoas.>Ideal para quem estiver farto com a vista que tem da sua janela e queira variar um pouco, o >Windows Swap deixa-nos ver a vista da janela de outras pessoas espalhadas pelo mundo. E a parte curiosa é que qualquer pessoa pode também contribuir com a vista da sua própria janela, bastando para isso gravar um vídeo em HD com pelo menos 10 minutos de duração.Há alguns aspectos que poderiam ser melhorado, já que neste momento a escolha das janelas é completamente aleatória e não permite qualquer tipo de pesquisa ou filtragem por país ou estilo de vista - pelo que quem desejar algo como uma vista para o mar, montanha, campo ou cidade, terá que ir clicando até que lhe apareça uma que ache interessante. Mas é de imaginar que isso venha a ser implementado algures no futuro.>/>... Será também uma opção curiosa para quem quiser criar uma janela virtual numa divisão sem janelas, utilizando um televisor com moldura a imitar uma janela... :) >> >> A Minha Alegre Casinha »

  • Novos casos em Itália superam os 5.000 pela primeira vez desde março

    9 Outubro 2020 O aumento pode ser justificado pelo facto de se estarem a fazer muito mais testes agora do que em março, diz o Governo. Renascença »

  • Hama Surveillance Camera é mais uma opção para a segurança da sua casa

    9 Outubro 2020 >/>A?Hama Surveillance Camera é uma opção para quem procura montar um sistema de segurança para a sua casa, disponibilizando visão noturna, assim como detecção de movimento e som.>?A IFA deste ano pode ter sido virtual, mas os produtos anunciados pela Hama no evento são bem reais: apresentamos a Hama?Surveillance?Camera, uma câmara de vigilância extremamente versátil que permite manter qualquer parte da casa segura, desde o interior ao exterior, a partir de um smartphone.A Hama?Surveillance?Camera?vigia qualquer parte da casa, seja um quarto, a entrada, a garagem, o jardim ou outro sítio qualquer, em?Full?HD, revelando nitidamente intrusos ou acidentes, e liga-se sem fios diretamente à rede doméstica através do router preexistente, o que significa que não é preciso comprar nem instalar nenhum dispositivo adicional.Esta ligação, e posterior configuração, são feitas a partir da app gratuita Hama?Smart?Solution, para que a câmara possa ser controlada facilmente com um smartphone em qualquer lugar. Parte do vasto leque de soluções Hama?Smart?Home, este dispositivo pode ser usado sozinho ou em combinação com outros produtos Hama?Smart?Home: em ambos os casos, só é necessário a app Hama?Smart?Solution?para controlar tudo.A conveniência não tem de se traduzir num compromisso em termos de funcionalidades, e a Hama?Surveillance?Camera?é prova disso, apresentando visão noturna, para garantir a segurança a qualquer hora do dia, ranhura de cartão microSD, para guardar vídeo sem depender de serviços na nuvem, e suporte para Amazon Alexa e Google?Assistant, para que possa ser controlada com comandos de voz a partir de qualquer dispositivo compatível, incluindo de outros fabricantes. A versatilidade da câmara não acaba aqui, integrando também um altifalante para permitir, por exemplo, comunicar com o carteiro mesmo se não estiver ninguém em casa, e possui certificação IP65, o que significa que é resistente contra poeira e água, de forma a que possa ser montada em segurança ao ar livre, continuando a funcionar nas condições mais adversas.No que toca à deteção, a Hama?Surveillance?Camera?cobre todas as bases: deteta tanto movimento como som, e permite que seja enviada uma notificação para o smartphone caso seja ativada. No caso do som, é até possível definir a sensibilidade, evitando falsos alarmes. A câmara pode também ser acedida por vários utilizadores simultaneamente, e em alternativa ou adição ao cartão microSD, pode opcionalmente guardar vídeo para a nuvem, com a garantia de que os dados serão exclusivamente armazenados em servidores alemães.Repleta de funcionalidades e com uma construção resistente, a Hama?Surveillance?Camera?pode ser montada em qualquer lugar e usada tanto para prevenir roubos e vandalismo como para vigiar crianças e animais domésticos. A Hama?Smart?Home?nunca foi tão segura.Disponibilidade e preçoA Hama?Surveillance?Camera?ficará disponível em Portugal até ao final do ano, com um PVP sugerido de 69,99 euros.Mais informação:?>http://www.hama.pt >> >> >> Apps do Android »

  • Governo aprova linhas gerais do Orçamento do Estado para 2021

    8 Outubro 2020 /> De acordo com as informações apuradas pela RTP há ainda alguns temas por fechar. Por isso vai ser marcada uma nova reunião. Nos últimos dias houve negociações intensas. Os partidos à esquerda estão à espera de conhecer o documento para saber se o as propostas que apresentaram foram acolhidas. RTP »

  • Como conseguir uma boa cobertura da rede WiFi

    8 Outubro 2020 >/>Uma boa cobertura da rede WiFi, pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Esta não é uma ciência exacta, mas há determinados aspectos a ter em conta, para conseguir um bom resultado, pelo que partilhamos algumas dicas para conseguirem atingir este objectivo.>Já sentiu o sinal Wi-Fi fraco ou até quase inexistente em certas zonas do seu apartamento? Chega a ficar sem cobertura nalguns cantos da sua casa? Cuidado: poderá ter encontrado uma zona Wi-Fi morta.Estas zonas sem cobertura Wi-Fi são áreas onde embora até possa ter algum sinal wireless, nenhum dos seus dispositivos conseguirá ligar-se à Internet. Isto pode acontecer facilmente – é muito comum haver zonas Wi-Fi mortas. Vejamos algumas das causas mais habituais:Interferência de sinal. Os sinais Wi-Fi são transmitidos através de ondas de rádio, e há muitos elementos que podem interferir ou mesmo bloqueá-las.Áreas sem cobertura de sinal. Um router dificilmente é capaz de cobrir todos os cantos, e é por isso que essas áreas inacessíveis se tornam zonas mortas.Clientes de acesso com baixa sensibilidade. Os dispositivos que buscam o sinal podem não ser sensíveis o suficiente para receber sinais sem fio.Nos dois primeiros casos, pode tentar resolver o problema do seu router seguindo as dicas que apresentamos de seguida. Se o problema persistir, pode tentar usar novos dispositivos para expandir a cobertura do sinal.Dicas TP-Link para eliminar zonas mortas com o seu router:Atualize o firmware. Vamos começar de uma forma básica, mas útil. Verifique se há alguma atualização da versão do firmware para o seu router. Se houver, transfira a mais recente a partir do centro de downloads e atualize o equipamento com a ajuda do manual de utilização. O firmware mais recente irá ajudar a melhorar a estabilidade, a funcionalidade e o desempenho do seu router.Ajuste as antenas. Se o seu router já tem a versão de firmware mais recente, ajuste a direção das antenas e verifique se estão a apontar verticalmente para cima. A cobertura wireless pode atingir um sinal máximo quando as antenas apontam nesta direção vertical.Identifique obstáculos e reposicione o router. Há elementos que podem atrapalhar a transmissão das ondas de rádio. Para evitar interferências e eliminar zonas mortas, reorganize essas obstruções ou reposicione o próprio router. O que são obstruções? Podem ser desde grandes objetos de metal até móveis de grande dimensão, passando por dispositivos que também usam ondas de rádio para funcionar (micro-ondas, etc.)Use uma ligação por cabo. Ainda existem zonas mortas? Poderá tentar usar um cabo Ethernet – algo que só será possível em dispositivos com portas de rede Ethernet.??Outras soluções para expandir a cobertura Wi-FiNão consegue resolver o problema com o router que tem em casa? Nesse caso, as zonas mortas são muito provavelmente causadas precisamente por haver um só dispositivo a emitir o sinal. Nesse caso, considere introduzir novos dispositivos para expandir a sua cobertura Wi-Fi. Há muito por onde escolher: Pontos de acesso, extensores de sinal e adaptadores Powerline são opções sólidas e eficazes.O que é um ponto de acesso??O ponto de acesso foi desenhado para estabelecer ou expandir a rede sem fios ou interligar vários dispositivos compatíveis com Ethernet a uma rede sem fios. Os AP oferecem uma experiência de rede wireless flexível, permitindo vários modos de operação.O que é um extensor de sinal??O extensor de alcance (também conhecido como repetidor) é um pequeno hub que expande a cobertura Wi-Fi, recebendo sinais do router principal e estendendo-os para cobrir mais áreas. Quando colocado no sítio certo, o extensor emite sinais para os pontos mais difíceis de modo a cobrir essas zonas mortas.O que é um adaptador Powerline??Os adaptadores Powerline podem transformar a instalação elétrica numa rede Wi-Fi, recorrendo aos cabos de eletricidade já instalados nas paredes. Sendo um tipo de dispositivo bastante utilizado para eliminar zonas mortas, fornece taxas de transferência estáveis numa linha de até 300 metros de comprimento – isto em teoria. Os adaptadores Powerline são normalmente usados em par, mas também pode adicionar mais dispositivos à rede elétrica conforme necessário.Qual a solução certa para si??Sejam AP, repetidores ou adaptadores Powerline, qualquer uma destas opções permite expandir a cobertura Wi-Fi e ajudar a eliminar as zonas mortas. Não existe, portanto, uma melhor escolha em absoluto – tudo depende de circunstâncias particulares. A tabela abaixo resume a questão e ajuda a dar uma resposta para casa caso.Quer isto dizer que, quando encontrar zonas Wi-Fi mortas em sua casa, considere lidar com o problema começando pelo router que tem instalado. Se continuar a registar essas zonas sem cobertura, escolha uma forma de expandir a cobertura Wi-Fi com equipamento adicional capaz de melhorar a sua situação real. Opções tecnológicas como as que a TP-Link apresenta podem ser determinantes para melhorar o desempenho da rede e a cobertura em sua casa. Um?>Ponto de Acesso, um?>repetidor?ou um?>adaptador Powerline?são dispositivos fiáveis para devolver a vida às zonas mortas. Em alternativa,?>kits Mesh?premiados como o?>P9?o?>X20?são opções abrangentes que oferecem estas capacidades e uma ímpar facilidade de gestão da rede. >> >> >> Apps do Android »

  • OE: já é outra vez altura de nos preocuparmos com o valor do défice?

    8 Outubro 2020 Com a opção de não recorrer aos empréstimos do fundo de recuperação, Governo dá sinal de estar a novamente a dar prioridade à contenção na dívida. Mas o nível em que ainda se encontra a economia pode exigir ainda a manutenção de estímulos para reforçar a recuperação/> Público »

  • Covid-19. Não param de aumentar os casos na Europa e já há sistemas de saúde que ameaçam quebrar

    8 Outubro 2020 /> Tem sido uma tendência deste últimos dias. Um pouco por toda a Europa, os registos diários de novos casos de Covid-19 apontam para valores recorde. Ainda na manhã desta quinta-feira o ministro ucraniano da Saúde alertou que o sistema de saúde no país pode em breve colapsar se nada for feito. RTP »

  • Mais de 11 500 vagas na segunda fase do concurso de acesso ao ensino superior

    7 Outubro 2020 Primeira fase colocou quase 51 mil estudantes nas universidades e politécnicos. Este foi o maior número de sempre. Correio da Manhã »

  • Análise ao P smart 2020

    7 Outubro 2020 >/>O P smart 2020 é uma evolução do modelo lançado em 2019, apresentando mais memória e armazenamento, com os 128GB disponíveis a serem um ponto em destaque para este equipamento de gama média-baixa.>>/>Numa altura em que o diferendo EUA-China parece cada vez mais longe de ter uma resolução, a Huawei vai multiplicando os seus esforços, no sentido de continuar a servir os consumidores da melhor forma que lhe é possível. Para esse efeito, aposta em novos equipamentos a correr os seus Huawei Mobile Services e para quem não dispensa os serviços da Google, apresenta smartphones como este P smart 2020, que não é mais do que uma versão melhorada do equipamento lançado no ano anterior.>Unboxing>/>Dentro da caixa, o smartphone e sobre este, o habitual conjunto de acessórios, com o cabo microUSB, auriculares e um carregador.>/>Este último está longe de permitir atingir um estonteante desempenho, fruto das especificações que apresenta, limitando a potência de carregamento a 10W, numa relação de carregamento? com 5V/2A.>O P smart 2020>/>>/>A frente fica marcada por margens relativamente reduzidas, com as laterais e superior?a terem cerca de?2mm?e a inferior, sendo a maior, não é propriamente grande, ficando-se nos 5mm. Haverá contudo de contar com a forma arredondada do corpo, que acrescenta mais alguns milímetros à margem.>/>Na parte superior do ecrã, apenas um furo, para a câmara frontal, com o ecrã a apresentar um recorte nesta área. No limite do ecrã, entre este e o corpo do smartphone, uma reduzida grelha para a coluna destinada às chamadas de voz.>/>Na zona inferior do ecrã, encontra-se um led de notificações, algo que traz à memória o led de notificações do saudoso Nexus 5.>/>Lateralmente, à direita, os botões de power e volume.>/>Na lateral superior, um microfone e o slot para os cartões SIM e microSD.>/>A grelha para saída de som, um segundo microfone, a porta microUSB e uma entrada para um jack de 3,5mm, surgem localizados na lateral inferior. Sendo esta uma reedição do modelo lançado no ano anterior, a presença de uma porta microUSB não se pode considerar propriamente inesperada, contudo, continua a ser algo que à data já não é propriamente compreensível.>/>O primeiro toque não engana. Pese embora se trate de um equipamento onde o plástico é dominante, o P smart 2020 apresenta um toque muito interessante, sendo confortável em utilização, inclusivamente com apenas uma mão. As dimensões com 155.2 x 73.4 x 8 mm e apenas 160g, contribuem decisivamente para este bom comportamento do smartphone, fazendo rapidamente esquecer que temos um corpo de plástico na mão.Os botões de volume e power estão bem posicionados, não exigindo um reposicionamento da mão para a sua utilização. Apenas a destoar, o módulo de câmaras traseiro que, com o seu rebordo, acaba muitas vezes por fazer esbarrar o dedo indicador.Em termos de hardware, as novidades surgem na memória, agora com 4GB de memória RAM e no armazenamento, que passa para uns sempre interessantes 128GB, UFS 2.1, o que neste segmento de produto não choca.O ecrã de 6,21", apresenta uma resolução?1080x2340 pixels, numa relação 19.5:9 com 415 ppp, especificações que felizmente já começam a ser habituais neste segmento de mercado. O processador ficou a cargo da HiSilicon, sendo um já nosso velho conhecido, tendo sido utilizado pela primeira vez pela marca em 2018, aquando do lançamento do >Mate 20 Lite. O Kirin 710 é um processador octa-core com 4 núcleos Cortex-A73 a 2.2 GHz , mais outros 4 (núcleos) Cortex-A53 a 1.7 GHz, que são acompanhados por uma GPU Mali-G51 MP4.Em termos de câmaras, o P smart 2020 conta com uma dupla na traseira (13MP??f/1.8 +2MP) e uma câmara frontal com 8MP??f/2.0, para as video-chamadas e selfies da ordem.Tem uma bateria de?3400mAh, sensor de impressão digital na traseira e suporta ligações WiFi ac e Bluetooth 4.2, havendo ainda lugar para um sensor NFC, algo pouco visto neste segmento de preço.>Em utilização>/>O grande destaque vai para o conforto em utilização, com a reduzida largura do smartphone e a curvatura da traseira, a permitirem um encaixe perfeito na mão, podendo inclusivamente o equipamento ser maioritariamente utilizado com apenas uma mão, algo que hoje em dia é cada vez menos usual.>/>Ao contrário de muitos dos novos modelos, este P smart 2020 surge com os serviços e aplicações da Google, visto ser apenas uma revisão do modelo de 2019. Não há por isso qualquer limitação no acesso a jogos e aplicações (tirando a excepção de algumas aplicações de benchmark), situação que curiosamente também ocorreu aquando da análise ao Mate 20 Lite>/>O processador Kirin 710 está ao nível do esperado, adequando-se perfeitamente ao segmento de mercado em que este P smart 2020 se insere.? Caso pretendam consultar os resultados de benchmark, poderão consultar a >análise ao P30 Lite, smartphone que também apresenta o mesmo processador deste P smart 2020.>/>>/>O desempenho não apresenta compromissos, sendo um bom equipamento para consultar as redes sociais e jogar de forma casual. Os jogos mais intensivos não foram propriamente pensados para rodar neste tipo de hardware, pelo que o consumidor deverá contar com alguma demora nos carregamentos e uma resolução/frame rate mais conservadoras.O P smart 2020 apresenta-se ainda a correr Android 9 com EMUI 9.1 e patch de segurança de Abril, algo que nesta altura não seria propriamente expectável num smartphone que está a chegar ao mercado. A actualização do modelo de 2019 para EMUI 10/Android 10 está garantida, mas não há ainda datas definidas para esse efeito, pelo que haverá de esperar mais algum tempo pela actualização.>/>Em termos de funcionalidades, temos tudo o que a EMUI 9.1 já disponibilizava, com destaque para o sistema de navegação por gestos. Pela negativa, o facto de a interface escura não estar disponível, com a marca a manter a mesma limitada aos smartphones com ecrã AMOLED. Esta será uma situação que iremos acompanhar com curiosidade, pois a interface escura vem de origem no Android 10, ficando assim no ar a dúvida relativamente à opção que a Huawei irá tomar neste âmbito.>Câmaras>/>Tal como a restante interface, a aplicação da câmara ainda apresenta o layout utilizado na EMUI 9.1, se bem que neste caso, a diferença entre as duas versões é bastante mais limitada, com a estrutura a manter-se sem alterações.>/>Em cima temos uma linha de ícones para activar o flash, AI e definições. De referir que este ícone do AI é o que vai permitir desligar estas funcionalidades, ficando o utilizador com a configuração manual dos parâmetros da fotografia.Na zona inferior a app apresenta duas áreas, uma primeira com os modos de fotografia e vídeo e por baixo destes, o acesso à última imagem captada, botão de disparo e um botão para alternar entre as câmaras frontais e traseiras.>/>>/>O tempo de focagem é surpreendentemente rápido para este segmento de preço, já a qualidade de imagem está em linha com o esperado, necessitando de boa iluminação para que se possa obter uma boa qualidade de imagem, ainda que sem grande detalhe.>/>O modo noite, consegue resultados interessantes, mas não faz milagres, algo que também não era esperado para um equipamento de gama média baixa. Já o efeito bokeh funciona bastante bem, conseguindo desfocar o fundo, mantendo o contorno dos elementos a fotografar.>Apreciação final>/>Para quem pretenda um smartphone Huawei com o braço armado da Google, este será (por agora) o caminho a seguir. A marca chinesa vai aproveitando um vazio legal, para colocar no mercado novas versões de alguns equipamento lançados no ano anterior, como é o caso deste P smart 2020 (ou do P30 Pro New Edtion, recentemente lançado por cá).Num segmento altamente concorrido, este P smart 2020 surge muito bem guarnecido, fruto do upgrade na memória RAM e armazenamento, que com 4GB/128GB, acaba por ficar numa posição confortável face à oferta no mercado. O ecrã, com uma resolução de?1080 x 2340 pixels, algo na zona do FullHD+, é mais um argumento que pesa a favor deste P smart 2020, que tem no design mais uma área bem conseguida.As câmaras não fazem milagres, mas cumprem o mínimo exigido, sendo que o modo noite e sobretudo o efeito bokeh, disponibilizam resultados interessantes. Com 128GB para armazenamento, haverá sempre espaço para fotografias e vídeo, sem estar a pensar em ter de apagar conteúdos mais antigos.Com um preço na casa dos 220€, pode nesta altura ser encontrado a 182€ no mercado nacional, facto que ajuda a amenizar o atraso na chegada do Android 10/EMUI 10, garantindo igualmente uma forte contribuição para um robusto "QUENTE".>/>>Huawei P smart 2020>/>>Quente>PrósConforto em utilizaçãoHardware com boas especificaçõesNFC>ContrasAinda com Android 9/EMUI 9.1Poucas novidades face ao modelo de 2019Porta microUSB >> >> >> Apps do Android »

  • Olauncher - um launcher minimalista

    7 Outubro 2020 />Quem quiser escapar à confusão habitual de apps e mais apps no ecrã do seu smartphone e procurar algo um pouco mais relaxante, poderá experimentar este Olauncher.>>O >Olauncher é um launcher minimalista para Android, que se destaca dos demais por se libertar da utilização dos icons e de se focar apenas nas apps que cada um achar essenciais. O ecrã do smartphone passa assim a dar destaque à imagem de fundo (que poderá ir mudando a cada dia), com os únicos elementos adicionais a serem a data e hora, e uma lista com o nome das apps que se desejar.Podemos escolher o alinhamento da lista de apps (esquerda, centro, direita), assim como as funções a dar ao deslizar para a esquerda (câmara) e direita (telefone).>/>Este >Olauncher é open-source, pelo que também poderão contribuir para melhorar e adicionar funcionalidades; mas sem perder de vista que o seu objectivo é manter-se minimalista e ultra-eficiente. >> >> >> Apps do Android »

  • Covid-19: mais oito mortes e 944 novos casos. Número de internados perto dos valores de Maio

    7 Outubro 2020 Portugal registou 944 novos casos (o quarto valor mais alto de sempre) e nunca teve tantos casos activos como neste momento. Nas últimas 24 horas foi registada a morte de um homem entre os 30 e os 39 anos. O número de internados está numa tendência crescente desde o início de Setembro./> Público »

  • Migrante que fugiu do quartel do Exército continua a ser procurado

    7 Outubro 2020 Restantes ilegais capturados acabaram por ser transportados para as mesmas instalações militares. Correio da Manhã »

  •  Objetivo comum é obter maior número de câmaras possível

    7 Outubro 2020 /> A um ano das autárquicas, os partidos no poder afirmam estar a trabalhar para conseguirem o maior número possível de autarquias, num contexto de pandemia em que é sublinhado o importante papel dos autarcas no relançamento da economia local. RTP »

  • Análise ao TCL 10 Pro

    6 Outubro 2020 >/>Depois de no final de 2019 testar o mercado Ocidental com o Plex, a TCL regressa ao mercado de gama média com duas novas propostas, o TCL 10 L e o TCL 10 Pro, sendo que é sobre este último que versa esta análise.>>Unboxing>/>O smartphone surge em primeiro plano, envolto num plástico onde a marca dá destaque ao slogan "Display Greatness", que acompanha os novos modelos, com a tecnologia?NXTVISION a prometer uma experiência multimédia melhorada.>/>Dentro da caixa, a documentação de referência, uma sempre útil capa de silicone, cabo USB-C e carregador, havendo a salientar a ausência de uns auriculares, algo pouco comum num equipamento no segmento de preço em que este TCL 10 Pro se insere.>/>O carregador repete as especificações do Plex, apresentando três relações de carregamento, 5V/3A, 9V/2A e 12V/1,5A, permitindo por isso carregamento rápido a 18W. Mais uma vez, acaba por não ser nada de transcendente, mas é suficiente para evitar demoras prolongadas, como tivemos oportunidade de comprovar nos testes que levámos a cabo.>O TCL 10 ProA TCL apostou forte no 10 Pro, colocando-o num segmento de preço muito aliciante, o que acaba por também colocar o smartphone em comparação directa com opções igualmente interessantes de outras marcas.O design foi uma das grandes apostas, com a TCL a apresentar um smartphone com linhas que habitualmente são encontradas nos equipamentos de gama alta. A semelhança com os novos Galaxy é prova disso mesmo, com o TCL 10 Pro a ficar muito bem na fotografia.>/>Os 9,2mm de espessura poderiam apontar para um smartphone robusto, mas na verdade, o TCL 10 Pro acaba por ser esbelto. Como curiosidade o facto de as laterais superior e inferior apresentarem um acabamento plano, que chega mesmo a permitir colocar o smartphone na vertical sobre uma mesa, algo que contudo não se aconselha, pois o vidro poderá não gostar de um inesperado desequilíbrio.>/>A lateral tem apenas cerca de 3mm, com curvatura do vidro traseiro e frontal a permitirem um encaixe muito conformável na mão, que também beneficia dos 72,4mm de largura, valor bastante simpático para os tempos que correm.>/>A frente prima pela simplicidade, com o notch gota de água na zona superior central a ser a única excepção. Por cima deste, uma grelha para a saída de som da coluna para as chamadas de voz, não sendo esta coluna utilizada na reprodução de conteúdos multimédia.>/>Na zona inferior, um sensor de impressão digital sob o ecrã.>/>>/>As margens não sendo ultra finas, são contudo reduzidas, com 3mm na zona superior e ~4mm na zona inferior. Nas laterais, o ecrã acompanha curvatura do vidro frontal, cobrindo cerca de metade desta, ficando a margem com ~2mm de cada lado.>/>A traseira apresenta um design muito bem conseguido, que mais uma vez prima pela simplicidade. A unidade de teste apresenta um gradiente cinza que varia com a incidência da luz. Tem ainda a grande vantagem de disfarçar as dedadas, algo que contribui para manter o smartphone sempre bem apresentado.>/>Esta zona apresenta duas inscrição, uma com o nome da marca? e outra zona zona inferior, com o modelo, mas o destaque vai para o bloco de quatro câmaras, que surge enquadrado pelo duplo flash.>/>Na lateral inferior, saída de som, um microfone, porta USB-C e o slot para os cartões, o qual permite a instalação de dois micro SIM ou em alternativa, um micro SIM e um cartão microSD.>/>Na lateral oposta , um segundo microfone, um sensor de infra-vermelhos e uma entrada para um jack de 3,5mm, algo já pouco visto nos dias que correm. Tendo em conta que a TCL aposta neste tipo de ligação, torna-se ainda mas estranha a ausência dos auriculares na caixa.>/>No lado direito, botão de power e volume.>/>Do lado esquerdo, uma sempre útil "smart key", para acesso rápido ao assistente da Google.>HardwareNo que diz respeito a hardware, a TCL acabou por ser bastante mais conservadora do que no caso do design e qualidade de construção, acabando mesmo por deixar a sensação que poderia/deveria ter ido mais além, nomeadamente no que ao processador diz respeito. Ao apostar exactamente no mesmo Snapdragon 675 (Octa-core Qualcomm Kryo 460 2x Gold 2.0 GHz, 6x Silver 1.7GHz com GPU Adren 612) que equipa o TCL Plex, a marca coloca-se numa situação ingrata, pois a memória RAM e o armazenamento repetem igualmente a fórmula do Plex, com 6GB + 128GB UFS 2.1.>/>O ecrã, esse sim, recebeu um upgrade, passando de um IPS para um AMOLED, com margens laterais curvas. As 6,47" apresentam uma resolução de 1080 x 2340 pixels, numa relação 19.5:9 com 398 ppp. A bateria também foi alvo de melhoria, apresentado maior capacidade com 4500mAh.As câmaras passam a contar com mais uma unidade, apresentando-se agora num versátil quarteto com:64 MP, f/1.8, 26mm (wide), 1/1.72", 0.8µm, PDAF16 MP, f/2.4, 13mm (ultrawide), 1/3.1", 1.0µm5 MP, f/2.2, (macro)2 MP, f/2.4, (profundidade)Na frente, um sensor de?24 MP, f/2.0, 26mm (wide), 1/2.8", 0.9?m.Um sensor de infravermelhos e a passagem do sensor de impressões digitais para baixo do ecrã, são outras das novidades apresentadas no TCL 10 Pro, que surge a correr Android 10 com um patch de segurança de Março (Janeiro na imagem), tendo a marca garantido a actualização para o Android 11.>Em utilização>/>O TCL Plex já tinha deixado uma impressão bastante positiva, com a marca chinesa a não inventar no que diz respeito à interface. O TCL 10 Pro segue o mesmo caminho, apresentando algumas das já esperadas melhorias, com o sistema de navegação por gestos a passar a seguir as orientações definidas pela Google. Curiosamente, caso não sejam fãs deste sistema de navegação por gestos, podem sempre optar por uma proposta na linha do apresentado pela Samsung, com três áreas na zona inferior no ecrã. Os mais conservadores continuam a ter nos botões virtuais uma opção para quem não gostar da navegação por gestos.>/>O bloatware é reduzido e passível de ser desinstalado, pelo que se não pretenderem utilizar o Microsoft News, Netflix, Facebook, Booking ou jogar o Modern Combat Rebel Guns, já sabem o que têm de fazer.Outra boa notícia está no Feed da Google, que tomou o lugar do Smart Panel, não havendo por isso necessidade de estar a instalar um laucher alternativo, para ter acesso a esta funcionalidade.>/>Do lado direito do ecrã, encontra-se uma área sombreado que dá acesso à Edge Bar, mais uma funcionalidade inspirada nas propostas da Samsung. Esta barra pode ser colocada em qualquer zona das duas laterais e permite chamar aplicações, contactos ou utilizar a lateral como uma pequena régua. Caso não vejam interesse nesta Edge Bar, podem simplesmente desactivar a mesmas nas definições.A Smart Key continua a marcar presença, mas por razões que até ao momento não foi possível esclarecer, passa a estar limitada na sua utilização, deixando de dar acesso a três funcionalidades, passando apenas a chamar o assistente da Google.>/>A tecnologia?NXTVISION? e o suporte para HDR10, potenciam o ecrã AMOLED, apresentando cores fortes e vibrantes, mesmo sobre forte luz solar. Não que as 6,47" sejam o formato ideal para consumo de vídeo, mas sempre que tal seja necessário, o TCL 10 Pro garante uma boa qualidade de imagem, que só não atinge níveis superiores devido ao som estar limitado à zona inferior do ecrã. Não que a qualidade sonora desiluda, bem pelo contrário, mas num ecrã destes justificaria um sistema estéreo, para uma experiência mais imersiva.?O reconhecimento facial apresenta-se muito mais eficiente, sendo agora bastante mais eficaz em zonas com pouca iluminação. O sensor de impressão digital é eficiente na leitura, estando ao nível dos sensores de primeira geração, apresentando algum atraso no tempo de resposta, tanto no início da leitura, como no seu reconhecimento. Há que primeiro colocar o dedo sobre a zona do ecrã onde se encontra o sensor para o activar e só 1 ou dois segundos depois, é que o reconhecimento é efectuado. Esta situação é facilmente detectada se depois de ligarem o smartphone, desligarem o ecrã e voltarem a tocar no sensor, com o reconhecimento a ser feito de imediato, devido a facto de o sensor estar activo.>/>Os efeitos de luz nas notificações e carregamento vão ser um facto de destaque, garantindo aquele inesperado "uauuu!!!" quando são apresentados no ecrã. A sua utilização parece no entanto estar limitada a algumas apps, não tendo sido identificada uma forma de configurar a utilização deste sistema de efeitos de luz>/>>/>Com uma relação de carregamento de 9V/~2A, o TCL Plex chega aos 35% de carga em 30 minutos. Com uma hora de carregamento atinge uma percentagem de carga perto dos 72%. A partir dos ~80%, a tensão baixa para os 7V e a intensidade para 1,25A, sendo que aos 90% cai para 0,48A. A carga completa leva duas horas e seis minutos, pelo que já sabem que o melhor será deixar o smartphone a carregar e "ir dar uma volta".>Desempenho>/>Neste campo, não eram esperadas grandes novidades, pois as únicas alterações a registar são a utilização do ecrã AMOLED e um aumento de ~700mAh na bateria, com o restante hardware a ser herdado do TCL Plex.?>/>Este facto tem implicação directa na autonomia do smartphone, com o TCL 10 Pro a conseguir mais 1000 pontos no teste de autonomia do Geekbenck 4 Pro, garantindo um dia de utilização sem preocupações.>/>>/>O generoso armazenamento com 128GB não é propriamente ultra rápido, registando ~500MB/s em leitura e 190MB/s em escrita, valores que estão em linha com os obtidos no modelo lançado no ano anterior.>/>>/>>/>>/>>/>>/>No caso do CPU, o Snapdragon 675 apresenta um comportamento curioso, com o Geekbench 5 a registar um desempenho muito superior no teste multi-core. Acaba no entanto por saber a pouco, pois o processador é claramente o parente pobre no que ao hardware diz respeito, com o conjunto a merecer uma aposta capaz de um desempenho superior, algo que no entanto ficou reservado para o modelo 5G.>As câmaras>/>A TCL procurou maximizar o trabalho já desenvolvido, apresentando neste TCL 10 Pro um quarteto de câmaras que tem por base o trio disponibilizado no Plex. Mantém-se o sensor de 16MP ultra wide e 2MP profundidade, o sensor wide passou para 64MP (Samsung), com o quarteto a ficar completo com um sensor de 5MP para captura de imagens macro.>/>?A interface da câmara não apresenta novidades. À esquerda uma fila de ícones, com os filtros (em tempo real), controlo do flash, temporizador, HDR, formato da imagem e definições.À direita, ou na zona inferior do ecrã, consoante a sua orientação, uma fila de modos de fotografia/vídeo e uma segunda fila, com um ícone para alterar a câmara traseira e frontal, o botão de disparo, atalho para o Google Lens e o acesso à galeria. São apresentados ainda três ícones na zona superior do ecrã, para acesso ao zoom, modo ultra wide e um preview, com as três câmaras em simultâneo.>/>Além do modo automático, Pro, Super Noite, retrato e vídeo, estão ainda disponíveis mais algumas opções, que permitem obter efeitos interessantes, tanto em fotografia como em vídeo.>/>Em modo automático, as cores são fortes e vivas, um pouco acima do desejado diria, aparecendo com elevada saturação. Não deixa contudo de ser um efeito muito agradável à vista, com as fotografias em zonas bem iluminadas a saírem muito vibrantes, algo que fica a faltar nas imagens com a lente ultra wide. O campo de visão aumenta, permitindo englobar um maior número de elementos na imagem, mas as cores são bastante mais esbatidas e o detalhe também é inferior, sobre tudo quando a luz solar é mais reduzida.A lente macro permite obter imagens interessantes a curta distância, mas mais uma vez necessita de boa luz para conseguir um bom nível de detalhe. O zoom vai até às 10x, mas tudo o que passe as 2x já é pura perda de tempo, com os resultados a ficarem aquém do desejado. Já o modo "Super Night" revelou-se bastante interessante, embora tenha tendência para puxar em demasia pelos brancos, alterando a tonalidade da imagem, para compensar o nível de detalhe disponibilizado. Este efeito fica bem visível em duas das imagens em cima, com o banco e radiador no centro da imagem, a aparecem muito mais bem definidos, à custa da já referida alteração de tons das cores.>Apreciação final>/>A TCL quase que duplica o preço do smartphone, mantendo o processador, memória RAM e armazenamento. Não que estes sejam os únicos elementos a ter em conta, mas são garantidamente os pilares do desempenho global do equipamento. Numa análise fria às especificações, este TCL 10 Pro seria um smartphone claramente fora de tempo.O consumidor irá por certo ver a questão de outra forma, havendo uma larga franja a ficar rapidamente enamorada pelo bem conseguido design deste smartphone, onde até o módulo de câmaras surge sem qualquer protuberância, algo que hoje em dia é cada vez menos visto. E não há nada como um amor à primeira vista, não é verdade?O software não apresenta grandes modificações, com a TCL a optar por concentrar a sua atenção no desenvolvimento de funcionalidades que acrescentam valor ao produto. Com o Android 11 garantido pela marca, as actualizações serão um problema menor, sendo que esta é uma das áreas onde a marca chinesa tem forçosamente de melhorar, como demonstra o patch de segurança, que nesta altura ainda data de Março!Em termos globais, trata-se de um equipamento muito bem conseguido, que vai tocar em alguns dos principais aspectos que os consumidores procuram num smartphone, com o design, bateria e câmaras a estarem em primeiro plano. O facto de ficarem com um processador já com algum tempo de mercado, vai acabar por pesar pouco na balança, não podendo contudo ser ignorado na nossa avaliação final, razão pela qual este TCL 10 Pro se fica por um prestigiante "QUENTE".>/>>TCL 10 Pro>/>>Quente>PrósDesignConforto em utilização>ContrasProcessador merecia um upgradeVelocidade do armazenamentoSmartKey só tem uma função >> >> >> Apps do Android »

  • França regista mais 66 óbitos e mais de 10 mil novos casos

    6 Outubro 2020 i Online »

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