• Rebble dá nova vida aos Pebble

    17 Junho 2018 >/>A morte anunciada dos serviços da Pebble no final deste mês poderá afinal ser prolongada através da utilização de um serviço alternativo - o Rebble - que está a ser criado por developers da Pebble que querem manter a funcionalidade destes smartwatches.>O tempo passa e neste momento até já custa relembrar o papel que a Pebble teve na promoção dos smartphones, tendo nascido de um projecto de crowdfunding, lançando várias gerações de smartwatches, e posteriormente acabando por ser comprada pela Fitbit no final de 2016 e anunciando que os serviços que mantêm os Pebble em funcionamento iriam ser encerrados no final de Junho de 2018.A data aproxima-se, preocupando muitos utilizadores que ainda estão felizes com os seus Pebble; mas afinal poderá haver uma luz ao fundo do túnel, sob a forma do >Rebble.Embora os Pebble continuem a funcionar após o final deste mês e os utilizadores continuem a poder correr as apps que já têm instaladas, deixarão de ter a sua app store para instalar novas apps, o reconhecimento de voz deixará de trabalhar, assim como as respostas por email ou SMS, e praticamente todas as funcionalidades que dependam da ligação à internet. Coisas que a Rebble pretende substituir pelos seus próprios serviços, sendo que o aspecto mais crítico neste momento, para utilizadores e developers, é >registarem-se no Rebble antes do final do mês, para que os seus dados possam ser migrados/associados ao novo serviço.Não sei até que ponto haverá futuro num serviço destinado a manter uma linha de smartwatches descontinuada, que inevitavelmente irá tendo cada vez menos utilizadores... mas para quem não quiser abdicar dos seus Pebble, parece ser o único caminho disponível a partir do próximo mês. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • O desolador panorama do USB-C (actualmente)

    16 Junho 2018 >/>?O USB-C foi criado com a promessa de unificar grande parte dos cabos e fichas usados nos computadores e demais equipamentos electrónicos; mas embora se comece finalmente a popularizar, nesta fase ainda poderá ser mais causador de confusões do que resolver problemas.>É certo que com a ficha USB-C se acabou - finalmente - o trauma recorrente de tentar encaixar uma ficha USB (no famoso, tenta, roda, tenta novamente, continua a não dar, volta a rodar e finalmente já dá) mas de resto, a imensa versatilidade e imensas potencialidades do USB-C ainda estão longe de cumprirem o seu objectivo.Com o USB-C podemos encaixar a ficha à primeira, mas temos que lidar com a potencialidade do cabo que estamos a usar não ser adequado para aquilo que queremos fazer; ou que o carregador USB-C também não o seja; ou ainda que afinal a ficha USB-C também tenha Thunderbolt, ou HDMI, ou DisplayLink, e não funcionar também com alguns dos cabos. Algo que não é propriamente novidade, pois em 2015 a >OnePlus descobriu isso da pior forma.A nível dos carregamentos, temos também uma >crescente lotaria de resultados, que variam em função das combinações de carregadores e cabos utilizados:>/>Quem quiser carregar o seu Galaxy Note 8 ou LG V30 usando o carregador da Huawei poderá (não) gostar de saber que o carregamento irá demorar o dobro do tempo; sendo que quem tiver um Huawei P20 poderá desfrutar de carregamento rápido mesmo quando utiliza os carregadores e cabos dos seus rivais (e até mesmo de uma porta de um PC) - mas continuando a ter grande vantagem quando se utiliza o seu carregador e o seu próprio cabo.... E neste caso estamos apenas a falar de smartphones, sem entrar na ainda mais louca variação que se pode ter quando se entra no campo dos carregadores de maior potência para portáteis. Ora, se por um lado se pode considerar lógico que um cabo USB-C para um smartphone não seja capaz de carregar os 75W ou 100W que o USB-C Power Delivery suporta; por outro lado isso adiciona toda uma complexidade acrescida ao sistema que, na teoria, deveria vir simplificar a vida às pessoas. E com isto se explica a facilidade com que cabos ou carregadores que não sigam o standard, podem facilmente "fritar" um equipamento - como acontecia com alguns cabos que mantinham o nível de potência negociado por um equipamento, quando de seguida se ligava outro dispositivo ao mesmo cabo.A parte positiva é que me parece que estes erros de infância têm sido resolvidos e que, aos poucos, se começará a poder confiar no USB-C como sendo algo que nos permite ligar "tudo" a "tudo o resto", sem que seja necessário olhar três vezes para os cabos e quatro vezes para o carregador, e com muito receio ligar a ficha e esperar que um smartphone (ou portátil) não fumegue... Mas em jeito de prevenção, nada como tentarem usar apenas o carregador e cabos de origem de cada equipamento (ou material garantidamente de marcas de confiança) para evitarem ter os 15 segundos de fama na internet de serem alguém a quem o USB-C queimou alguma coisa. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Versão Europeia do Huawei Mate 9 ganha face unlock

    15 Junho 2018 >/>Cumprindo a promessa feita no lançamento do P20 Pro, a Huawei >disponibilizou uma actualização para o Mate 10 Pro que lhe adicionou o desbloqueio através do reconhecimento facial; agora, foi a vez do mais antigo Mate 9.>O Mate 9, apesar de ser um smartphone mais antigo, >teve direito a receber esta actualização em primeiro lugar, se bem que apenas para a versão chinesa. Já se sabia que seria uma questão de tempo até que a versão Europeia também viesse a receber esta funcionalidade, e é precisamente isso que já está a acontecer neste momento.>/>Tal como aconteceu na versão chinesa, o Mate 9 passa a contar com a possibilidade de desbloqueio por reconhecimento facial, além de uma uma aplicação para facilitar a instalação de apps e jogos e ainda um patch de segurança mais actualizado, com data de Maio.Há que recordar que este Mate 9 foi apresentado em Munique, em?>Novembro de 2016 e a Huawei continua a disponibilizar actualizações para o mesmo, tendo inclusivamente este sido um dos primeiros smartphones a receber a >actualização para o Android 8 Oreo. Agora resta esperar que a marca continue a surpreender os seus clientes; talvez... lançando uma actualização para o Android P para este Mate 9? :) >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • O plástico na nossa alimentação

    15 Junho 2018 Existem medidas simples, algumas a nível individual outras a nível do Estado, que poderiam reduzir significativamente a presença dos plásticos nas nossas vidas e nos nossos oceanos Visão »

  • Migrantes vão dividir ainda mais a Europa

    15 Junho 2018 i Online »

  • Apple confirma bloqueio das ferramentas de desbloquear iPhones

    14 Junho 2018 >/>Confirmando os rumores, a Apple vai mesmo fechar a porta aos >dispositivos estilo GrayKey, utilizados pelas autoridades para desbloquear iPhones confiscados, desactivando a porta lightning uma hora após se ter bloqueado o iPhone.>Anteriormente esta capacidade já tinha sido referida numa versão beta do iOS, mas que na altura permitia o >acesso via porta lightning durante 7 dias após o último bloqueio. Esse período rapidamente gerou bastantes críticas, pois parecia que o único motivo para que fosse permitido tanto tempo seria o de facilitar o uso dos tais dispositivos, que podem descobrir códigos PIN numa questão de dias (ou até mesmo minutos, no caso de PINs básicos).Com esse período a ser reduzido para 1 hora, o processo de utilização desses dispositivos torna-se bastante mais complicado para as autoridades; considerando que mesmo no caso de um iPhone ser apreendido, haverá que considerar todo o tempo de o fazer chegar ao laboratório para ser analisado, etc. etc. Pelo que, na prática, fica a "porta fechada" a este tipo de acessos (para os utilizadores não deverá haver diferenças de maior, pois a porta continuará a permitir o carregamento, mesmo depois de ter passado este período de tempo).Como se pode imaginar, >quem não está nada contente com esta medida são as autoridades que investiram neste sistemas de desbloqueio, e que com a chegada do iOS 12 se transformarão em dispendiosos pisa-papéis, para não falar de que deixarão de ter o acesso fácil à informação nos iPhones. Mas o que é certo é que não se deve, nem pode, culpabilizar um sistema de segurança por este ser seguro, independentemente do que - e de quem - protege. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Análise ao Synology DS218

    14 Junho 2018 >/>Numa altura em que os conteúdos digitais são cada vez mais uma constante nas nossas vidas, o armazenamento da informação acaba por ser uma preocupação constante. E os NAS acabam por ser a evolução inevitável para quem manter os seus dados organizados em casa, sem depender da cloud.>A Synology é um dos nomes fortes no sector dos NAS (Network Attached Storage) e tivemos a oportunidade de testar um NAS desta marca, mais precisamente o DS218, um dos modelos mais populares e mais orientados para o uso doméstico.>/>A Synology utiliza uma nomenclatura para os seus produtos que os classifica em termos de desempenho e hardware:se - versão económicaj - opção para o mercado domésticoplay - tem um CPU para transcoding de vídeo+ - com processador Intel.+II - o mesmo que a versão "+" mas com um processador mais potenteEm termos de hardware, o DS218 tem um processador Realtek RTD1296, um quad-core 64 bits a 1.4GHz, capaz de efectuar transcoding dos seguintes formatos:?10-bit H.265 (HEVC), MPEG-4 Part 2, MPEG-2, VC-1; suportando uma resolução máxima: 4K (4096 x 2160) a 60fs. Conta com 2GB de RAM, 3 portas USB, porta Ethernet e capacidade para receber dois discos. O 18 indica o ano de lançamento do produto. Em termos de posicionamento, esta unidade enquadra-se no mesmo segmento da versão Play, se bem que com melhor hardware.>/>>/>O Synology DS218 tem um corpo um plástico rígido, com uma tampa frontal removível que dá acesso à área onde se instalam os discos. Retirada esta cobertura, podemos remover o sistema de apoio para instalação dos discos. Na frente, à direita, encontramos ainda os leds na zona superior (estado, rede, disco 1 e disco 2), uma porta USB 2.0 e os botões de cópia e on/off. A traseira é dominada em grande parte pela ventoinha utilizada para o arrefecimento da unidade; mas com espaço para duas portas USB 3.0, porta Ethernet gigabit, alimentação e uma entrada para o sistema de bloqueio Kensington.>/>O DS218 tem nas laterais uma inscrição com o nome da marca. As letras perfuradas auxiliam?o fluxo do ar. Esteticamente, é um efeito bem conseguido, mas ao fim de algum tempo, esta zona vai começar a acumular pó, o que obrigará à sua limpeza regular.>/>>Instalação dos discos>/>De nada servirá um NAS, se não tiverem discos para utilizar com o mesmo. Estes acabam por ser o maior peso na carteira, podendo custar várias vezes o valor do NAS. Quando pensarem na aquisição de equipamentos destes, será necessário contabilizar o custo do armazenamento pretendido, sabendo-se que será a duplicar no caso de NAS como este, com duas baías; ou a quadruplicar, no caso dos de quatro baías.Para testar o DS218, recorremos aos suspeitos do costume, os nossos velhos conhecidos Toshiba E300.>/>Removida a tampa frontal, basta libertar o sistema de bloqueio do berço onde vão colocar o disco. Para o fixar não são necessários parafusos, pois a Synology disponibiliza um sistema de travamento em plástico para instalar nas laterais do disco. No caso de discos de 2.5" já será necessário utilizar parafusos, pois estes não ocupam a largura do berço, inviabilizando a utilização das peças para travamento do disco.>InstalaçãoFalar de Synology, é falar de DiskStation Manager, vulgarmente conhecido por DSM, que acaba de ver anunciada a versão 6.2. Nos testes realizados neste DS218, utilizámos a versão 6.1, pois a nova versão ainda não estava disponível (os mais curiosos, poderão proceder à >actualização manual).Ligado o NAS à rede, terão de utilizar o browser para efectuar a configuração inicial, usando um PC ou o smartphone para este efeito. No endereço devem colocar o endereço?find.synology.com ou diskstation:5000. Se utilizarem o >Fing??podem utilizar o IP do NAS com a porta 5000 no final do endereço (ex: 192.168.1.123:5000).Se por algum motivo não tiverem sucesso nesta operação, poderão recorrer às aplicações que a Synology disponibiliza para este efeito, >no seu site (ou no >Google Play?/?>App Store, no caso de estarem a utilizar um smartphone).>/>>/>?As imagens em cima são referentes ao setup de um DS216j, sendo que o processo é semelhante para todos os modelos da Synology. Para o iniciar, basta clicar em "Setup" e posteriormente em "Install", para efectuarem a instalação da DiskStation Manager.>/>Antes de avançarmos, o sistema de instalação recorda o utilizador que o conteúdo dos discos vai ser eliminado. Esta é a última oportunidade que vão ter para poder evitar a perda dos dados que estiverem nos discos. Caso não sejam necessários, poderão dar o vosso consentimento e clicar no OK.>/>O processo de instalação demora alguns minutos, sendo que o NAS vai reiniciar durante a execução do mesmo. Não deverão fechar a janela do browser até que o processo esteja concluído.>/>Terminada a instalação da DSM, terão que atribuir um nome à máquina, definir o nome de utilizador e respectiva password - de preferência, uma que não seja repetida noutros serviços!>/>Terminada esta fase, a Synology convida o utilizador a activar algumas funcionalidades, para melhorar a experiência de utilização do NAS.>/>As actualizações da DSM podem ser feitas de três formas: automaticamente, apenas as actualizações importantes (automaticamente) ou manualmente. O utilizador pode ainda activar a execução periódica de testes aos discos, para verificar o seu estado de funcionamento.>/>>/>>/>>/>O QuickConnect é um serviço disponibilizado pela Synology, que permite o acesso remoto ao NAS, sem que o utilizador tenha de estar a efectuar configurações nos seus equipamentos de acesso à internet. Para activarem este serviço, terão de criar/utilizar uma conta Synology.>/>No último passo da instalação, o utilizador pode optar por instalar um pacote de aplicações que dão acesso a uma série de serviços que vulgarmente são utilizados nos NAS. No caso em questão, temos uma gestão de fotografias, vídeo, áudio, servidor de multimédia, backups, sincronização de ficheiros e downloads.O primeiro NAS que testei foi da WD, uma máquina com hardware de topo, mas perdia imenso na questão do software, área onde a Synology sempre deu cartas. Recordo-me de na altura ter ficado fascinado com as opções que estavam disponíveis para download/instalação. Hoje em dia, a oferta é ainda maior. Além das opções que a Synology disponibiliza oficialmente, o utilizador tem a possibilidade de instalar apps para quase todos os fins possíveis e imagináveis.>Em funcionamento - Software>/>Para se ligarem ao NAS, podem utilizar as apps da Synology ou o browser do smartphone o PC. Para o fazerem, devem utilizar o endereço de IP da máquina. Se não estiverem recordados do mesmo, podem utilizar o Synology Assistant, que tratará de pesquisar a vossa rede, apresentando numa janela os dados da máquina, entre os quais poderão encontrar o IP.>/>Com o IP do NAS, já podem aceder ao mesmo, mas para isso terão de efectuar o login com os dados que definiram no processo de instalação. Caso se tenham esquecido do utilizador ou password, podem sempre recorrer ao botão de reset, sendo que os dados guardados nos discos não serão apagados, apenas as configurações do NAS.No primeiro login, é apresentada a janela de ajuda. Para quem não domina a DSM, o melhor mesmo é utilizarem esta funcionalidade. Como este foi o meu primeiro contacto com um NAS da Synology, foi precisamente isso que fiz, com resultados muito satisfatórios. As indicações são simples e fáceis de seguir, pelo que não terão dificuldades em conseguir por o NAS a funcionar.>/>Neste primeiro arranque também é apresentado um pequeno guia, com a explicação do que é apresentado no ecrã. No exemplo em cima, podemos ver a janela com as apps instaladas, a qual é apresentada após clilcarem no ícone no canto superior esquerdo. Para um acesso mais rápido às aplicações, podem arrastar os ícones para o ecrã principal.>/>>/>É neste ecrã que toda a acção se vai passar, sendo que no topo à esquerda temos quatro ícones: Notificações; Dados do utilizador; Pesquisa e Widgets.Os widgets são apresentados inicialmente no canto inferior direito (imagem em cima, à direita), mas podem ser colocados noutra zona do ecrã, bastando para isso que arrastem a barra da janela. Para adicionarem mais widgets, basta clicar no "+" na barra e escolherem as opções que desejarem:Estado do sistemaMonitor de recursosArmazenamentoTarefas agendadasRegisto de alterações de ficheirosRegistos de sistemaBackup>/>O painel de controlo está dividido em quatro áreas: partilha de ficheiros, conectividade, sistema e aplicações. É nestas áreas que vão ter acesso à configuração de todos os parâmetros de funcionamento do NAS. Em caso de dúvida, volto a lembrar que a ajuda é um auxiliar sempre à disposição do utilizador, o que é bem mais prático que andarem à pesca de uma funcionalidade.>/>Durante o processo de instalação, o utilizador pode desde logo instalar algumas das apps mais populares? mas a Synology disponibiliza um conjunto mais alargado de opções organizado por temas. A Microsoft tem o Office 365, a Google o seu Google Docs e restante família. No caso da Synology, temos um... Office. :)>/>Esta aplicação disponibiliza um conjunto de ferramentas semelhante ao das propostas dos dois gigantes acima referidos, embora algo mais limitadas em termos de funcionalidades.>/>Os menus são semelhantes ao que este tipo de aplicações costuma apresentar, pelo que não deverão ter dificuldade em utilizar a ferramenta para edição de texto, ou a folha de cálculo, para análise de dados.>Em funcionamento - desempenho>/>>/>Não deixa de ser surpreendente, o facto de hoje em dia não necessitarmos de um PC super-poderoso para poder tirar partido da largura de banda de uma rede gigabit. É precisamente isso que este DS218 permite, ao saturar a ligação, tanto em escrita como em leitura, obtendo valores de 111 e 112 MB/s, respectivamente (com os discos configurados em RAID 1). Esta velocidade foi registada ao copiar ficheiros ISO de algumas centenas de MB. A velocidade acaba por baixar consideravelmente se utilizarem uma rede WiFi ou ficheiros de poucos KB.De referir ainda que o DS218 tem capacidade para realizar outras tarefas ao mesmo tempo que estiverem a copiar ou ler ficheiros do seu armazenamento. O transcoding de vídeo H265 através da aplicação Video Station funcionou na perfeição, mesmo para ficheiros com elevado bitrate. Caso tenham problemas na reprodução do vídeo, verifiquem como está a ser efectuada descodificação do áudio, pois este pode ser motivo para que a imagem ande aos "soluços". Esta aplicação Video Station acaba por ser a alternativa disponível para os utilizadores do Plex, pois a DS218 não é compatível com este serviço.Uma nota ainda para o ruído. Não é que o NAS seja barulhento, mas se estiver numa sala em silêncio, vão ouvir a ventoinha a funcionar, algo que não acontece no DS216j. Esta última tem hardware inferior, não necessitando de ter um sistema de arrefecimento com o mesmo nível de desempenho da DS218, pelo que acaba por ser mais silenciosa.>Apreciação final>/>Este DS218 da Synology, apesar de apresentar um processado Realtek RTD1296 no lugar de um mais potente Intel Celeron, é capaz de disponibilizar um desempenho de elevada qualidade, com a porta ethernet a ser explorada ao máximo, permitindo velocidades de transferência acima dos 100MB/s.Em termos de software, a Disk Station Manager é uma referência, com aplicações para quase tudo o que possam imaginar, havendo sempre a possibilidade de instalarem apps de terceiros. Quem está a contactar com a DSM pela primeira vez, poderá sentir algumas dificuldades em encontrar o que pretende, mas a função de ajuda rapidamente coloca o utilizador no caminho certo para executar os procedimentos, que por norma, são bastante simples de seguir.Este NAS é uma opção a ter em conta por quem pretende uma máquina capaz de um bom desempenho, a preço "simpático". Pode ser encontrado no mercado nacional por 290€, sendo que terão no modelo DS218 Play uma versão mais económica (250€), perdendo 1GB de RAM e uma porta de rede USB 2.0. E sai daqui com um merecido "Escaldante".>/>Synology DS218>/>EscaldantePrósDesempenho globalBiblioteca de softwareContrasRuído face a um NAS "low cost"Não é compatível com o PlexSynology DS218Aberto até de MadrugadaEscaldante (5/5) >> >> >> Aberto até de Madrugada »