• Samsung promete resolver ecrã avermelhado do S8 via actualização

    24 Abril 2017 >/>Parece não haver nenhum lançamento que escape a alguns imprevistos de última hora, e o mais recente Galaxy S8 da Samsung não é excepção, com relato de alguns modelos a apresentarem os ecrãs avermelhados.>Os especialistas já vieram dizer que o >Galaxy S8 vem equipado com o melhor ecrã de sempre, mas parece que o ajuste de cor não terá sido feito da forma correcta para todos os equipamentos, já que alguns apresentam uma tonalidade de cor avermelhada no ecrã.O grande receio era o de que o problema fosse de hardware e pudesse obrigar os clientes a devolverem os seus S8 para serem trocados por outras unidades, mas a Samsung está confiante de que se trata apenas dos perfis de cor e de que isso será >rectificado já esta semana através de uma actualização de software.No entanto, é um problema que faz surgir algumas dúvidas quanto à capacidade da Samsung de produzir ecrãs OLED com a uniformidade desejada, já que há quem aponte que esta diferença de tonalidade se poderá dever a problemas na produção e que a correcção por software será apenas uma forma cosmética de disfarçar o real problema.... Sem dúvida que será algo que, se for mesmo um problema, certamente voltará para assombrar a Samsung daqui por alguns meses, se se vier a traduzir por um desgaste anormal dos subpixeis vermelhos do ecrã. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Huawei P10 usa memórias com diferenças de desempenho de 10x

    21 Abril 2017 >/>O >Huawei P10 é um excelente smartphone - mesmo >não tendo ecrã oleofóbico - mas agora vê-se envolvido em polémica quanto ao desempenho das memórias flash utilizadas e que resultam em diferenças substanciais entre lotes diferentes.>O desempenho da memória flash tem tido, cada vez mais, um peso fundamental para o bom desempenho global de um smartphone - ao estilo do que um disco SSD pode fazer num computador convencional - e nesse aspecto o P10 que analisamos obteve resultados espectaculares, com valores de leitura superiores a 727MB/s e escrita de 185MB/s.O problema é que alguns utilizadores têm descoberto que os seus P10 obtêm resultados bem diferentes nos benchmarks, com valores que que se reduzem para metade, ou menos, e que se tornam ainda mais díspares no caso das leituras e escritas aleatórias. Na imagem seguinte podemos ver um P10 cuja velocidade de leitura e escrita sequencial se fica pelos 282MB/s e 97MB/s (face aos 727MB/s e 185MB/s), e nas leituras e escritas aleatórias se fica por 29MB/s e 14MB/s (face aos 172MB/s e 147MB/s obtidos por outro P10).>/>>/>[à esquerda o "nosso" P10 - à direita "outro" P10]São valores que parecem comprovar a suspeita de que a Huawei estará a utilizar uma >ampla gama de memórias flash no P10, que vão das mais rápidas que usam UFS 2.1 (mais de 700MB/s), a outras que usam UFS 2.0, mas também memórias eMMC 5.1 que se ficam por valores abaixo dos 300MB/s. A >resposta oficial da Huawei é a de que o desempenho global de um smartphone não pode ser reduzido apenas à velocidade da memória flash, e que a marca recorre a diversos fornecedores para os seus componentes, sendo que todos eles garantem um nível adequado à experiência de utilização que a Huawei estabelece para os seus equipamentos.Ora, o recurso a diferentes fornecedores é algo perfeitamente natural, e é frequente que o mesmo modelo de um smartphone possa ter componentes diferentes (o recente Galaxy S8 tanto pode vir com uma câmara com sensor Samsung como com sensor Sony - e até nos iPhones tivemos o episódio do >iPhone 6S com CPU feito pela TSMC ser melhor que o equipado com CPU fabricado da Samsung).Neste caso, mesmo aceitando-se que no global o desempenho do smartphone continue a ser excelente, vão haver diferenças notórias em coisas como a instalação e actualização de apps, o carregamento de apps maiores (como jogos), sendo que nos casos das escritas aleatórias, estamos a falar de diferenças bastante significativas de 14MB/s para 140MB/s (10x).Teria sido melhor opção se a Huawei definisse o patamar desejado para as memórias Flash e não permitisse que houvesse variações deste nível num mesmo equipamento; sob pena de gerar uma sensação de desconfiança entre os consumidores e?manchar a boa reputação que tem vindo a conquistar nos últimos anos.Actualização: afinal na questão da >falta do tratamento oleofóbico do ecrã, as novas unidades já vêm com um novo tratamento aplicado. Sendo que na China a marca diz que os clientes poderão dirigir-se às lojas para aplicar esse tratamento nos P10 já vendidos. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Windows 10 vai limitar apps em background para poupar bateria

    19 Abril 2017 >/>A Microsoft está prestes a adicionar ao Windows 10 uma funcionalidade que permitirá limitar a utilização do CPU aos processos em background, conseguindo uma poupança da bateria que poderá ser superior a 10%.>Tradicionalmente o Windows (a par da maioria dos sistemas operativos nascidos nos desktops) é um sistema que não se preocupa demasiado com o que está a ser executado, tentando apenas gerir da melhor forma os recursos do CPU disponíveis pelos processos que estão a ser executados. Mas em breve o Windows 10 vai aprender mais alguns truques inspirados em técnicas utilizadas nos equipamentos mobile - e?>até nos browsers?- e que passam pela >limitação da utilização do CPU em tarefas em segundo plano que não sejam consideradas críticas.A funcionalidade está disponível no último Windows 10 preview e nos sistemas que utilizem CPUs Intel Skylake ou Kaby Lake, e não se esquece de disponibilizar várias formas para evitar potenciais efeitos adversos inesperados. O Windows 10 tentará reconhecer o tipo de processos em execução, para não limitar tarefas que realmente precisam de processamento constante (como serviços de streaming de música, etc.), mas se estiver a interferir negativamente com alguma app, o utilizador poderá indicar que a app não deverá ficar sujeita a esta limitação de recursos. Em casos mais extremos, bastará ao utilizador seleccionar o modo de máximo desempenho, que também desactivará este novo modo de poupança.De certa forma é um modo que faz todo o sentido de existir, pois acaba por ir ao encontro do novo "gaming mode" que também atribui maior prioridade ao jogo que se estiver a jogar e também tenta limitar o processamento que seria desperdiçado em processos em background sem importância crítica. Só que neste caso, orientado para a poupança da bateria em vez de disponibilizar o máximo desempenho para um programa específico. >> >> >> Aberto até de Madrugada »

  • Windows 10 vai limitar utilização de bateria por aplicações em segundo plano

    19 Abril 2017 A versão preview mais recente do Windows 10 traz uma funcionalidade que limita a utilização de bateria por parte das aplicações que estejam em segundo plano. O objetivo é que os aparelhos possam estar mais tempo ligados, longe das tomadas elétricas./> Exame Informática »

  • Análise ao portátil HP OMEN

    18 Abril 2017 A HP tem apostado em força no segmento de gaming, e hoje o nosso Luis Costa fala-nos de um dos seus portáteis OMEN.>/>>O mercado do gaming é nesta altura um dos sectores que vai escapando à estagnação dos "PCs", movimentando milhões por esse mundo fora. Não é por isso de estranhar que também as grande marcas apostem este segmento, procurando garantir uma fatia deste negócio milionário. A HP, um dos gigantes mundiais, regressou recentemente ao mercado do gaming tendo para isso recuperado a marca OMEN, que actualmente se estende a desktops, portáteis e respectivos acessórios. >Os HP Omen>/>No que diz respeito aos portáteis, a HP optou por colocar no mercado versões com duas dimensões de ecrã, 15.6" e 17.3" com resolução FHD (1920x1080) ou UHD 4K (3840x2160), equipados com processadores Intel Core i3/i5/i7 de 6ª geração, memória entre os 4GB e os 16GB DDR4 e gráfica GeForce GTX 950M/960M/965M com até 4GB de memória dedicada.O armazenamento tem diversas opções, com discos rígidos de 5400/7200rpm, SSD M2, discos rígidos híbridos ou armazenamento duplo, com um disco e um SSD. Fica assim garantida uma elevada flexibilidade, podendo o utilizador escolher a que melhor servir o seu tipo de utilização. A bateria de iões de lítio de 3 células tem uma capacidade de 61.5 Wh e suporta carregamento rápido, conseguindo atingir os 90% em 90 minutos. Em termos de autonomia, nos testes de desempenho Windows 10 / MobileMark 2014 consegue até 11 horas autonomia.A versão por nós testada tinha um processador Intel Core i7-6700HQ, gráfica GeForce GTX 965M com 4GB, disco SATA com 1TB 7200 rpm e SSD M.2 com 128GB e ecrã de 15,6" com resolução Full HD. As colunas Bang & Olufsen têm um desempenho interessante para jogar, mas o melhor mesmo será utilizarem uns headphones.>/>>/>>/>Em termos de conectividade, este portátil tem duas portas USB 3.0, uma USB 2.0, porta ethernet RJ45, HDMI, jack de 3,5mm, Wi-Fi Intel 802.11ac e Bluetooth 4.2.>Em funcionamento>/>Esta é uma máquina pensada para jogar, pelo que só poderia ser testada com um jogo que estivesse à altura da exigência deste hardware. Para isso, resolvi recorre ao mais recente dos Call of Duty, um dos meus jogo de eleição.>/>>/>>/>>/>>/>Estas foram as definições utilizadas durante o teste com o Call of Duty: Infinite Warfare. Para registar o desempenho no jogo, utilizei o velhinho mas sempre útil FRAPS.>/>A média nos dois registos ficou próximo das 60 frames por segundo, com o mínimo sempre acima das 30fps, valores que não batem recordes, mas são suficientes para jogar sem sobressaltos.>/>No 3DMARK, teste Time Spy, este HP obteve 1870 pontos, valor que fica distante do obtido por um desktop.>/>O SSD de 128GB demonstrou ter uma boa velocidade de leitura, mas em escrita está longe de ser uma opção interessante, razão pelo que a nossa sugestão passa pela escolha de um SSD M.2.>/>Não poderia deixar de referir o teclado retro-iluminado, onde o tom vermelho rapidamente conquista a nossa atenção. É inegável que cria logo um ambiente propício para umas boas jogatanas.>Apreciação final>/>Escolher um portátil para jogar obriga naturalmente a algumas concessões, logo a começar no desempenho, que (quase) nunca poderá ser semelhante ao que se poderá obter com um desktop. Este HP Omen não é excepção, pelo que não é de admirar o nível de desempenho que apresenta. É um equipamento que permite jogar os jogos mais exigentes, mas obriga a algumas concessões no domínio gráfico, por forma a que a jogabilidade não seja afectada. No caso do Call of Duty: Infinite Warfare, um título recente, não tive grandes problemas ao jogar, havendo apenas alguma "lentidão" numa ou outra zona com maior exigência em termos gráficos.Se tivermos em conta que se trata de um portátil, e que por isso mesmo permite jogar onde bem entendermos, as limitações acima referidas acabam por ser facilmente compensadas, devendo no entanto o utilizador fazer-se acompanhar do carregador, pois a jogar este tipo de jogos mais intensivos, a bateria não vai dar para mais que 3 horas de autonomia. Uma palavra ainda para o peso, que surpreendeu pela positiva.A nossa sugestão passa por adquirirem um modelo com armazenamento duplo (SSD M.2 e disco rígido) e a gráfica mais recente. Estas opções irão pesar na carteira (a versão testada custa 999€, mínimo) mas verão isso reflectir-se directamente no desempenho do equipamento de toda e cada vez que o utilizarem.Este HP Omen é um portátil interessante para quem procura uma máquina que permita jogar em mobilidade. Consegue um desempenho sem muitos compromissos, sendo por isso merecedor de um prestigiado "Quente">/>HP Omen>/>Quente>PrósMobilidadeDesignPeso>ContrasPreço/desempenhoAutonomiaNão permite puxar pelas definições gráficasPor: Luis Costa >> >> >> Aberto até de Madrugada »