• Huawei toma novas medidas para contornar as sanções dos Estados Unidos da América

    2 Novembro 2020 A Huawei continua uma luta ingrata para conseguir contornar os prejuízos das sanções dos Estados Unidos da América. Não tem sido tarefa fácil e temos de dar o valor à fabricante por continuar uma luta que será fácil vencer. Assim sendo, é bom ver que a Huawei decidiu implementar novas medidas que farão da fabricante menos dependente de outras empresas. Huawei fabricará os seus processadores Ao que parece, a Huawei está prestes a abrir uma nova fábrica para fabricar os seus processadores. Lembro que a Huawei pode desenhar os seus chips, porém, a principal responsável pela construção é a TSMC. A mesma empresa que fabrica os processadores da Apple. Visto que é um processo complexo, é normal que existam poucas empresas a trabalhar neste segmento. Depois das sanções dos EUA, a Huawei ficou retida do fabrico de processadores da Qualcomm, Samsung e TSMC. Isto porque o governo norte-americano referiu que todas as empresas (não americanas) que se atrevessem a negociar com a Huawei poderiam sofrer o mesmo caminho. Ou seja, vimos empresas como a TSMC, Samsung ou até MediaTek a baixar as armas. A nova fábrica não será capaz de fabricar processadores para smartphones. Em vez disso, começarão o seu fabrico com processadores de 48nm e só depois de 20nm. Este tipo de processadores deverá incorporar gadgets IoT (internet das coisas) e ajudar no desenvolvimento da sua tecnologia 5G. Lembro que os smartphones neste momento começam a receber processadores de 5nm e não será fácil para a Huawei competir com este mercado. Assim sendo, é normal que continue dependente de outras empresas. Pelo menos para já. Felizmente já temos uma luz ao fundo do túnel. Isto porque a Qualcomm tem agora a possibilidade de renegociar com a Huawei. Algo que não se esperava que acontecesse enquanto o Presidente dos EUA, Donald Trump, ainda estivesse no poder. As eleições dos próximos dias para Presidente dos Estados Unidos da América é mais importante que nunca para a Huawei. Se o Donald Trump voltar a ganhar, é possível que estejamos perante mais 4 anos de sofrimento para a Huawei. Editores 4gnews recomendam: WhatsApp: esperada funcionalidade não será tão boa quanto previsto! OnePlus 8T recebe edição limitada do Cyberpunk 2077: preço e especificações Xiaomi mentiu em relação ao Mi 10 Ultra? Estudo diz que sim 4gnews »

  • Uma luz ao fundo do túnel para os smartphones da Huawei

    31 Outubro 2020 Como é de conhecimento geral, a situação da Huawei (principalmente dos seus smartphones) não é propriamente famosa. A empresa chinesa não pode utilizar aplicações da Google devido às sanções dos Estados Unidos da América. Além disso, nos últimos tempos ficou mesmo proibida de negociar com outras empresas para conseguir componentes para os seus smartphones. Huawei estava em maus lençóis De forma simples, o governo dos EUA referiram às empresas que quem se atrevesse a negociar com a Huawei poderia seguir o mesmo caminho. Ou seja, foram muitas as empresas que se distanciaram. Porém, parece que ainda há uma luz ao fundo do túnel para a fabricante de smartphones Android. Isto porque o governo norte-americano voltou a dar indicações e autorizações às empresas para negociar com a Huawei. A única clausula é que não os negócios não podem incluir partes para as suas infraestruturas 5G. Ainda assim, os smartphones são uma história diferente. Assim sendo, fabricantes como a Qualcomm, MediaTek e TSMC podem voltar a fabricar os processadores da Huawei em grande volume. A Samsung também já ficou permitida de fornecer ecrãs para os smartphones da Huawei. Uma esperança para os smartphones da Huawei Até esta situação escalar a Huawei estava perto a dominar o mercado de smartphones no mundo. A empresa asiática abordou o mercado de uma forma incrível e conseguiu em poucos anos ser uma das mais relevantes no setor. Esta autorização é certamente um alívio para o fabrico de smartphones, todavia, não resolve um dos maiores problemas da Huawei. Falamos obviamente da implementação dos serviços Google nos equipamentos da marca. Algo que continua sem autorizações para o fazer. Editores 4gnews recomendam: Google lança VPN grátis para proteger a privacidade dos seus utilizadores "Xiaomi" Yeelight chega a Portugal de forma oficial! Conhece a sua loja online Facebook para Android começa a receber funcionalidade muito pedida 4gnews »

  • AMD Smart Access Memory, a sinergia entre CPU e GPU herdada da aquisição da ATi

    29 Outubro 2020 >A casa de Sunnyvale decidiu alavancar a sinergia entre as suas propriedades intelectuais para fazer os utilizadores perceberem como é um sistema inteiramente feito de hardware AMD. Memória de acesso inteligente, que requer uma Placa-mãe da série 500, uma CPU Ryzen 5000 e uma GPU Radeon RX 6000, um recurso que melhora o desempenho do jogo (até 11% de acordo com os testes internos que podem ver abaixo) intervindo nos dados que são transferidos entre a CPU e a GPU, dando ao microprocessador acesso total aos 16 GB de VRAM das novas placas de vídeo, onde até agora acedia a apenas uma fração. >Publicado primeiro em >AndroidGeek - O maior site de Android em Português escrito por >Joao Bonell Android Geek »

  • Huawei apresenta smartphone mais “verde”

    28 Outubro 2020 O novo smartphone da Huawei reduz a utilização de plástico e cartão, numa luta pela sustentabilidade. Bit »

  • Banco de Portugal admite ser necessário promover rede de caixas automáticas pelo país

    28 Outubro 2020 /> O Banco de Portugal considera que pode ser necessário uma estratégia para promover a rede de caixas automáticas, que se reduziu de forma significativa nos últimos anos, sobretudo para responder às populações vulneráveis, segundo o Boletim Notas e Moedas. RTP »

  • Análise ao Huawei MateBook 14

    28 Outubro 2020 >/>A Huawei já mostrou que sabe produzir portáteis e este MateBook 14 é mais uma confirmação deste facto, com a marca chinesa a apostar na base que lhe tem garantido um já considerável sucesso junto dos consumidores.>>Unboxing>/>O Huawei MateBook 14 apresenta-se numa caixa de cartão, organizada em duas zonas. Uma principal com o portátil e uma secundária, na lateral direita, com o carregador e cabo USB-C, sendo que este é removível, podendo ser utilizado para transferência de dados.>/>O carregador, com uma potência máxima de 65W, numa relação de 20V/3,25A , consegue carregar a totalidade da bateria de 56Wh em cerca de 90 minutos. Segundo a marca, bastam 15 minutos para garantir 3 horas de "utilização em escritório".>O MateBook 14>/>Comparativamente ao MateBook 13 analisado anteriormente, este MateBook 14 segue as mesmas orientações em termos de design, se bem que com algumas alterações significativas em termos de portas.O chassis metálico consegue ser extremamente elegante, graças a umas linhas bastante simples, ao mesmo tempo que transmite uma sensação de robustez. O logótipo da marca já não marca presença na traseira do ecrã, a qual apresenta apenas o nome, mais um vez com o minimalismo a marcar posição.>/>A base apresenta uma tampa, também ela em metal, com duas fitas em borracha para melhor aderência. Uma grelha a quase toda a largura garante a circulação do ar, duas grelhas nas laterais servem para a saída de som.Curiosamente, nem tudo é metal no corpo deste portátil, com a Huawei a utilizar plástico para as placas laterais que cobrem as portas e para a dobradiça que serve o ecrã. Uma queda, com impacto nesta zona lateral não deixa antever um resultado muito agradável, sendo muito provável que o plástico quebre na zona de impacto.>/> A tampa traseira é removível, mas infelizmente apenas para alteração do SSD e placa WiFi, com a memória RAM a estar soldada e a não permitir a sua expansão.>/>Na parte frontal temos uma reentrância que facilita o levantar do ecrã, se bem que seja sempre necessário utilizar uma segunda mão, para que a base não vá atrás do ecrã.>/>Do lado esquerdo, a porta USB-C para carregamento, uma entrada para um jack de 3,5mm e uma porta HDMI.>/>À direita, duas portas USB, uma 2.0 e outra 3.0.>/>O Matebook 14 mede 307.5 x 223.8 x 15.9 mm e pesa 1,53Kg. O teclado ocupa a quase totalidade da largura do portátil, ficando com uma margem na ordem de 1cm de cada lado. O TouchPad aparece numa zona central, enquadrado pelo teclado. Tem dimensões generosas, sobretudo em termos de largura.O ecrã de 14" ocupa 90% da área disponível, com as margens a terem cerca de 5mm, com a inferior a ter cerca de 1cm. Tem uma resolução de 2160x1440 pixels com 185 PPP e relação 3:2. Em termos de cor, suporta 100% sRGB, tem um contraste de 1000:1 e um brilho de 300nits. Tal como tem vindo a ser norma nos equipamentos do segmento premium da Huawei, este é um ecrã touch com detecção de toque até 10 dedos em simultâneo.No que diz respeito ao processador, há duas opções: o Intel i5-10210U ou o i7-10510U, ambos de 10ª geração. A memória vem soldada, não sendo possível o upgrade, havendo por isso que optar logo de início por 8GB ou 16GB LPDDR3 2133 MHz. Curiosamente, o SSD PCIe só tem uma opção, 512GB. A completar o conjunto, temos uma gráfica dedicada GeForce MX350 com 2GB GDDR5, WiFi 802.11a/b/g/n/ac e Bluetooth 5.0.A câmara passou para o teclado, sendo activada pela pressão de uma tecla. Esta localização, permitiu encurtar a margem superior do ecrã para os 5mm acima referidos.A versão em análise, tem um processador Intel i7-10510U e 16GB de RAM.>Em utilização>/>>/>>/>>/>O processador intel i7 10510U, com uma frequência máxima de 4,3GHz para os quatro núcleos, não consegue operar mais do que uns breves segundos a esta velocidade, baixando rapidamente para menos de metade quando a temperatura do CPU chega aos 90ºC. As ventoinhas fazem-se ouvir, se bem que de forma relativamente modesta. A base aquece em conformidade, mas apenas do meio para a esquerda, algo que irá ser um problema nos dias mais quentes.>/>A gráfica integrada, como é habitual neste tipo de equipamento, acaba por não acrescentar grande valor. É suficiente para jogos em baixa resolução, mas este é um equipamento para produtividade, nomeadamente para edição de texto e navegação nas redes sociais. Vídeo ou jogos não são o terreno em que se sente mais confortável, motivo pelo qual a Huawei poderia ter optado por usar apenas o GPU integrado e dispensar esta Nvidia modesta, baixando o preço final do produto.O ecrã apresenta um nível de brilho suficiente para ser operado em zonas com forte luz solar, se bem que dependente da orientação. Os reflexos podem tornar-se demasiado incomodativos, dificultando a visualização dos conteúdos.>/>O teclado segue a linha que a Huawei tem vindo a apresentar nos seus portáteis. As teclas têm uma dimensão dentro do que é o padrão habitual num teclado "full size", retroiluminado, se bem que o brilho máximo poderia ser mais forte. As teclas de função, disponíveis quando a tecla Fn estiver activa, são partilhadas com um leque alargado de funcionalidades. A tecla de Fn, quando combinada com as teclas de cursor, dá igualmente acesso às funções de "Início", "Fim", "Página acima", "Página abaixo", sendo que estas acções não aparecem inscritas nas teclas.>/>No canto superior direito da base temos o botão de power, com sensor de impressões digitais que permite o desbloqueio do MateBook 14. De referir que basta um toque para que as duas funções deste botão sejam executadas (ligar e reconhecer a impressão digital), não sendo por isso necessário um segundo toque para identificar o utilizador perante a máquina. O touchpad, com uma largura generosa, reconhece os gestos do Windows 10, pelo que a navegação fica facilitada. É preciso na detecção do movimento do dedo, permitindo um correcto ajustamento da posição do cursor.A câmara segue uma opção já anteriormente apresentada pela marca em outros equipamentos, com este periférico a estar oculto por baixo de uma tecla. A câmara apenas surge quando se pressiona a teclad, permitindo mantê-la oculta sempre que não for necessárias e assim dispensando o recurso a "tapa-câmaras" para garantir a privacidade. Como ponto menos positivo, o ângulo de captura de imagem, que deixa de ser frontal para aparecer de baixo para cima, algo que poderá não apresentar a melhor perspectiva de todos os utilizadores./> Tendo em conta as últimas análises efectuadas, a autonomia estava longe de ser um campo onde se aguardavam surpresas, mas a utilização ao longo de algumas semanas acabou por me surpreender. Com o brilho a 60% e a opção "desempenho melhorado" seleccionada, no habitual modo de escrita, acesso às redes sociais, edição simples de imagem e consulta do email, o MateBook 14 conseguiu gastar entre 11% e 12% de bateria por hora de utilização. Este valor pode baixar para os 8-9% no modo de poupança de energia, com os últimos 10 a 20 % de carga a renderem mais de duas horas de utilização, o que permite prolongar a autonomia para lá das 8 horas de utilização. Um valor bastante interessante, sobretudo se tivermos em conta o padrão médio de autonomia das máquinas que temos vindo a analisar. Como extra, o facto de poderem utilizar um powerbank para carregar o portátil, algo sempre útil quando estamos longe de uma tomada eléctrica.No que diz respeito a software, a marca seguiu a política que tem vindo a apresentar, não havendo bloatware pré-instalado, opção que naturalmente se saúda. O Huawei Share é a ponte para os smartphones da marca, permitindo uma interacção cada vez mais rica e fácil de utilizar, transformando o telefone no companheiro ideal para o portátil, com o utilizador a poder passar informação entre os dois equipamentos de uma forma extremamente simples, bastando arrastar os conteúdos para o destino desejado.>Apreciação finalEm equipa que ganha, não se mexe. Este poderia muito bem ter sido o lema seguindo pela Huawei, que apresenta este MateBook 14 como uma evolução sustentada dos seus portáteis. O design não sofre grandes alterações, o número de portas foi revisto para aumentar a flexibilidade de utilização do equipamento e o hardware está ao nível do que se exige a um equipamento de topo, como é o caso deste portátil.>/>Em termos de desempenho, apenas a apontar o underclocking do processador quando sujeito a uma carga mais prolongada no tempo. Numa utilização "dita normal", esta não será uma questão perceptível para o utilizador, que por esta razão até poderá optar uma versão do MateBook 14 com o processador Intel i5 em vez do i7. O ecrã apresenta uma boa qualidade de imagem, mas a luz solar directa poderá dificultar a visualização dos conteúdos no ecrã. O facto de se tratar de um ecrã touch poderá ser um ponto a favor para quem já tenha convertido às vantagens que esta tipologia de ecrã disponibiliza.O teclado permite uma boa cadência de escrita, com o curso das teclas a ser ligeiramente superior ao normal. O touchpad é confortável em utilização, detectando a correcta execução dos gestos, o que facilita a interacção com o Windows. Para o desbloqueio do equipamento, tendo em conta que a câmara vai estar na maioria das vezes oculta, o sensor de impressões digitais torna-se ainda mais prático. É preciso na leitura, bastando apenas um toque para ligar o equipamento, pois a autenticação do utilizador fica desde logo assegurada pelo reconhecimento da impressão digital.>/>A autonomia acabou por ser a grande surpresa, com o MateBook 14 a portar-se muito bem, conseguindo ultrapassar as 7h de utilização, sem que se tenha de reduzir consideravelmente o nível de desempenho ou o brilho do ecrã. Os últimos 10-20%, num modo de utilização mais poupado, acabam por não ter impacto na maioria das tarefas, permitindo cerca de duas horas extra de autonomia. O MateBook 14 passa assim com distinção nesta análise, sendo merecedor de um muito desejado "ESCALDANTE", onde apenas o milhar de euros a pagar no momento da aquisição, poderá fazer o consumidor pensar duas vezes. Se for esse o caso, a unidade com o processador Intel i5, poderá ser uma opção a ter em conta.>/>Huawei MateBook 14>/>Escaldante PrósQualidade de construçãoDesempenho globalFuncionalidades extra para os smartphones da marcaContrasUnderclock do CPU em cargaÂngulo de captura da câmaraHuawei MateBook 14Aberto até de MadrugadaEscaldante (5/5) >> >> >> Aberto até de Madrugada »