• A Primavera que (ainda) não se cumpriu

    27 Janeiro 2021 /> Público » Aberto até de Madrugada »

  • Xiaomi Redmi Note 10 pode seguir os piores passos da Apple

    25 Janeiro 2021 Um dos momentos mais marcantes na indústria mobile em 2020 foi quando a Apple decidiu deixar de incluir o carregador na caixa de todos os seus iPhone. E as duas fabricantes que troçaram desse facto, Xiaomi e Samsung, já seguiram os mesmos passos nos seus mais recentes topos de gama (embora com estratégias diferentes). E se parece inevitável que mais smartphones topo de gama sigam este caminho em 2020, não seria de esperar tal movimento em segmentos como o intermediário. Mas a última publicação do diretor-geral da agora marca independente da Xiaomi, a Redmi, deixa esse caminho em aberto. Xiaomi Redmi Note 10 pode chegar sem carregador incluído na caixa Através de uma publicação na rede social Weibo, Lu Weibing pediu sugestões aos seguidores sobre o que mais desejam para os vindouros Redmi Note 10. E o comentário mais destacado é de um utilizador que escreveu “sem carregador”. A resposta do diretor-geral da Redmi, Lu Weibing, sobre a inclusão de carregador na caixa dos Redmi Note 10 A resposta do executivo, embora vaga, deixa a possibilidade em aberto. “Mensagem recebida”, respondeu Lu Weibing. Fica assim a ideia de que os Redmi Note 10 também poderão chegar numa versão com caixa mais “amiga do ambiente”. Caso se venha a confirmar a imagem que publicamos esta manhã, o Redmi K40 vai seguir a mesma estratégia do Mi 11. Isto porque foi revelado que o utilizador poderá escolher entre ter, ou não ter carregador. Se a Xiaomi usar esta estratégia globalmente, os utilizadores não ficarão certamente aborrecidos. A Apple ou a Samsung usam o argumento do “ambiente”, mesmo há que ter em conta que muitos utilizadores podem não ter em casa um carregador compatível ou capaz de fazer o carregamento rápido suportado pelos novos equipamentos. O que a Xiaomi fez no Mi 11 na China e pode fazer nos Redmi Note 10, é dar assim a oportunidade de escolha ao consumidor. Quem quer ajudar o ambiente, não recebe o carregador. Mas quem dele necessite, pode comprar a versão com este sem que exista um custo adicional. Editores 4gnews recomendam: Redmi K40 vai seguir a mesma estratégia do Xiaomi Mi 11 e chega sem (ou com) carregador Xiaomi Mi Band 6 tem detalhes revelados: maiores desejos são cumpridos Mi Smart Kettle Pro: chegou a nova cafeteira elétrica Xiaomi 4gnews »

  • Redmi K40 vai seguir a mesma estratégia do Xiaomi Mi 11 e chega sem (ou com) carregador

    25 Janeiro 2021 O Xiaomi Mi 11 foi apresentado sensivelmente há um mês e, numa altura em que ainda aguardamos o seu lançamento global, surgem novas informações sobre a série Redmi K40. A subsidiária da Xiaomi deverá apresentar os seus novos smartphones durante o Festival da Primavera na China, sendo esperados dois modelos: Redmi K40 e Redmi K40 Pro. Destes dois modelos, apenas a variante Pro chegará equipada com o processador Qualcomm Snapdragon 888, mas parece que ambas seguirão a estratégia do Xiaomi Mi 11. Através da rede social chinesa Weibo, foi publicada uma imagem que nos revela a alegada caixa de retalho dos novos smartphones. Como se pode ver na imagem, irão existir duas caixas distintas, onde a diferença é marcada apenas pela sua altura. Assim, tal como aconteceu no início do ano com o Mi 11, também o Redmi K40 deverá colocar nas mãos dos utilizadores a escolha de receberem, ou não, o carregador. Xiaomi Redmi K40 Pro poderá ser o mais aliciante topo de gama com o Snapdragon 888 Infelizmente, grande parte das especificações do Redmi K40 Pro são ainda um verdadeiro mistério, sendo esperado que mais confirmações comecem a surgir durante as próximas semanas. No entanto, o diretor-geral da Redmi - Lu Weibing - já deixou várias indicações do que podemos esperar, dando a entender que este será um smartphone que vai dar que falar. Até agora, ficou confirmado que pelo menos um dos modelos apresentados será equipado com o processador Qualcomm Snapdragon 888 e terá um dos mais avançados (e caros) ecrãs alguma vez utilizado num dos seus smartphones. Além disso, a sua bateria terá uma capacidade superior a 4,000mAh e o seu preço de venda (na China) será equivalente a 379 euros. Obviamente que esse será um preço irrealista para o mercado português, onde será improvável que o vejamos chegar às lojas por menos de €500. Ainda assim, caso o Redmi K40 Pro consiga apresentar capacidades fotográficas acima da média, é possível que se torne num dos smartphones mais procurados da primeira metade de 2021. Editores 4gnews recomendam: Xiaomi Mi Band 6 tem detalhes revelados: maiores desejos são cumpridos Mi Smart Kettle Pro: chegou a nova cafeteira elétrica Xiaomi Xiaomi Mi 10T: o melhor smartphone para comprar até 400 € 4gnews »

  • Xiaomi Mi Band 6 tem detalhes revelados: maiores desejos são cumpridos

    25 Janeiro 2021 Caso se cumpra o calendário dos anos anteriores, a Xiaomi Mi Band 6 só será lançada no mercado entre junho e julho deste ano. Mas com meses de antecedência, o site francês Logger divulgou aqueles que dizem ser os primeiros segredos da smartband. GPS, Sensor SpO2 e Amazon Alexa podem estar a caminho da Xiaomi Mi Band 6 Esta descoberta surge através da análise ao código da aplicação Zepp, que conta com várias referências ao código da Mi Band 6. Segundo esta fonte, confirma-se que o nome de código da smarband é “Pangu”, e novamente existirão duas versões. Os detalhes não são concretos, mas existe a possibilidade de que a inclusão de GPS seja uma a grande novidade. Tal como no ano anterior, a Xiaomi deve lançar duas versões: uma com NFC e outra sem essa funcionalidade. Esta segunda deve ser a que teremos globalmente. Desta vez, os dados revelados confirmam a existência de sensor SpO2 para monitorização de oxigénio no sangue, e ainda suporte para a assistente virtual Amazon Alexa. Alexa e sensor SpO2 entre os menus da Xiaomi Mi Band 6. Crédito: Logger As watchfaces da alegada Xiaomi Mi Band 6 divulgadas mostram uma resolução mais alta, o que significa que podemos ter um ecrã maior. E se antes existiam 11 modos desportivos, agora é feita referência a 30 atividades. Watch faces da Xiaomi Mi Band 6. Crédito: Logger Outro pormenor aqui divulgado é o suporte para 308 ícones. Isto significa que na hora de receberes notificações na smartband, serão muitas as apps suportadas. Referência às várias atividades da Xiaomi Mi Band 6. Crédito: Logger É importante realçar que a app Zepp é pertença da Huami, empresa parceira da Xiaomi que produz a Mi Band 6. Esta é a app atualmente usada para acompanhar os smartwatches e smartbands desta fabricante, onde se inclui a Amazfit Band 5. Editores 4gnews recomendam: Mi Smart Kettle Pro: chegou a nova cafeteira elétrica Xiaomi Xiaomi tem uma ideia para um smartphone como nunca viste POCO X3 acumula queixas devido à bateria nos fóruns Xiaomi 4gnews »

  • Apple alerta que o iPhone 12 pode desligar um pacemaker!

    25 Janeiro 2021 Os iPhone 12 chegaram com uma novidade que deixou muitos utilizadores em êxtase, com a inclusão de suporte para carregamento magnético através de uma nova implementação da tecnologia MagSafe. No entanto, através de um artigo publicado pela Apple recentemente, é preciso ter certos cuidados com os ímanes mais fortes utilizados para que esta tecnologia funcione. A empresa confirmou que o novo modelo tem mais ímanes que os seus antecessores, no entanto isso não deverá representar riscos aumentados no que respeita a possíveis interferências magnéticas com dispositivos médicos. Mas, a Apple acabou por alertar de seguida que dispositivos como pacemakers e desfibrilhadores poderão ter sensores que reagem à presença de ímanes na proximidade. Tendo isso em consideração, a fabricante recomenda manter o iPhone e acessórios MagSafe a uma distância de segurança de pelo menos 15cm do dispositivo médico. Estudo revela que o iPhone 12 foi capaz de desligar um pacemaker ao se aproximar De acordo com um estudo publicado pelo jornal Heart Rhythm, um dos pacemakers da Medtronic deixou de funcionar quando um iPhone 12 foi colocado na sua proximidade. As possíveis interferências com dispositivos médicos em geral são obviamente um cenário a evitar. No entanto, neste caso específico falamos de produtos que representam cenários de vida ou morte, não podendo ser considerados de ânimo leve. A Apple tem noção disso, aconselhando os seus utilizadores a deixarem de utilizar o seu iPhone caso suspeitem que possa existir alguma interferência com o seu dispositivo médico. Estas interferências, de acordo com a Medical Xpress, poderiam ser facilmente resolvidas caso as empresas como a Medtronic decidissem finalmente evoluir as tecnologias utilizadas nos seus dispositivos. O facto de que um íman poderá interferir de forma séria com equipamentos médicos não é novidade. No entanto, poderá ser fácil "esquecer" que a tecnologia MagSafe utiliza ímanes bastante fortes para funcionar, não sendo instintivo olhar para um smartphone e pensar de imediato que está equipado com uma série de ímanes. Editores 4gnews recomendam: TOP 30: as aplicações mais populares em Portugal para Android e iOS Apple Watch ajuda polícia a salvar mulher raptada Apple: MacBook Air de próxima geração será ainda mais elegante 4gnews »

  • Xiaomi RedmiBook Pro: inspiração nos MacBook da Apple revelada em imagem oficial

    22 Janeiro 2021 Os MacBook da Apple são uma referência na indústria de computadores portáteis, e já não é novidade que algumas marcas se inspiram no seu design. A agora marca independente da Xiaomi, Redmi, vai fazê-lo no modelo que se prepara para lançar. O próximo RedmiBook Pro começou a ser promovido pela fabricante nos últimos dias. Através da rede social Weibo, foi agora partilhada a primeira imagem oficial, e tornam-se indesmentíveis as semelhanças com os concorrentes da Apple. Primeira imagem oficial do Xiaomi RedmiBook Pro A imagem em questão dá-nos o primeiro vislumbre do portátil que será fabricado em alumínio. Invariavelmente é vista uma porta USB-C, um microfone e uma porta HDMI (que os MacBook já não possuem desde 2015). RedmiBook Pro terão processadores Intel de 11ª geração Segundo as várias fugas de informação, serão apresentados dois modelos: o RedmiBook Pro 15 e RedmiBook Pro 15S. Uma das grandes novidades será a estreia dos processador Intel Tiger Lake de 11ª geração. Outro pormenor já confirmado nestes modelos é o teclado retroiluminado. À semelhança do que tem feito com o Redmi K40, a marca independente da Xiaomi promove em força estes futuros portáteis. O que faz acreditar que devam ser apresentados na mesma altura dos referidos smartphones, durante o mês de fevereiro. É importante referir que a tanto a Xiaomi como a Redmi já têm várias soluções no mercado chinês e indiano no que diz respeito a computadores portáteis. Veja-se o exemplo lançado na última semana, destinado ao mercado de gama de entrada. Esperamos que no futuro a gigante chinesa possa seguir os passos da Huawei e trazer os seus computadores portáteis oficialmente para a Europa. Caso lhes mantenha o preço-qualidade, teremos os braços abertos para os receber. Editores 4gnews recomendam: Apple: já podes correr Linux nos Mac com processador M1 Apple AirPods Max foram desmontados: a escolha vencedora Próxima grande novidade da Apple poderá ser uns óculos de Realidade Virtual 4gnews »

  • Este novo smartphone vai fazer tremer Samsung Galaxy S21 Ultra!

    22 Janeiro 2021 Nos últimos dias de 2020 a Vivo apresentou dois novos smartphones topo de gama, os Vivo X60 e X60 Pro, sendo os primeiros a chegar com o processador Exynos 1080. Agora, a fabricante apresentou oficialmente o modelo pelo qual todos esperávamos, o Vivo X60 Pro+. Este modelo chega equipado com o processador Qualcomm Snapdragon 888 e tem um módulo fotográfico ainda mais impressionante que o X60 Pro, tendo sido desenvolvido em parceria com a lendária Carl Zeiss. Ainda não tivemos confirmação oficial do seu lançamento global, mas quando isso acontecer, este poderá ser um sério rival do Samsung Galaxy S21 Ultra. Especialmente no segmento fotográfico, o Vivo X60 Pro+ garante uma relação preço/qualidade bem mais aliciante. Especificações do Vivo X60 Pro+ Ecrã OLED de 6,56" polegadas com resolução Full HD+ e punch hole ao centro Taxa de atualização de 120Hz Processador Qualcomm Snapdragon 888 8GB / 12GB de memória RAM 128GB / 256GB de armazenamento Quatro câmaras traseiras: 50MP (Samsung GN1) + 48MP (ultrawide) + 32MP (telefoto, 2x zoom ótico) + 8MP (periscópio, 5x zoom ótico) Câmara frontal de 32 megapixels Leitor de impressão digital no ecrã Bateria de 4,200mAh com suporte para carregamento rápido a 55W Android 11, Origin OS Ao olhar para a lista de especificações apresentadas pelo Vivo X60 Pro+, é impossível não ficar impressionado. Este smartphone tem tudo para se tornar num dos melhores topos de gama da atualidade, especialmente no segmento fotográfico. Contrariamente ao que aconteceu no modelo Pro, o X60 Pro+ não tem estabilização "micro-gimbal" no seu sensor principal de 50MP. Este chega equipado com OIS (estabilização ótica de imagem), enquanto o "micro-gimbal" passa a estar presente na lente ultrawide. Preço e disponibilidade Uma vez que a sua apresentação foi feita apenas na China, as informações reveladas são exclusivas desse mercado. Ainda não foi confirmado quando será realizado um lançamento global, mas parece garantido que isso irá acontecer em breve. Na China, o Vivo X60 Pro+ chega com um preço base de sensivelmente €635 e a sua versão com 12GB de RAM aproximadamente €761. Obviamente que estes não serão os preços para os mercados europeus, mas deixa-nos já uma boa ideia de que este smartphone vai garantir uma excelente relação preço/qualidade. Editores 4gnews recomendam: Motorola Edge S aparece no AnTuTu e revela nível de performance do Snapdragon 870 POCO X3 NFC: smartphone Xiaomi ao melhor preço de sempre! Xiaomi Mi 11 atinge número de vendas impressionante nos primeiros 21 dias 4gnews »

  • 3 motivos para comprar o Apple iPhone SE e não um Android

    22 Janeiro 2021 O Apple iPhone SE (2020) foi apresentado em abrir do ano passado com o preço a começar nos 499 € em Portugal. Há pelo menos três boas razões para justificar a sua compra face a qualquer smartphone Android neste mesmo segmento de preços. Para quem está à procura de um novo smartphone pequeno, fluído, com atualizações garantidas, produzido por uma marca de confiança e imediatamente reconhecível ao público, há vários motivos para comprar o iPhone SE (2020) e não um Android. 1. Atualizações garantidas do iOS até 5 anos O iPhone SE (2020) está disponível em preto, branco e vermelho (Product RED). A Apple é a fabricante que melhor suporte dá aos seus utilizadores. As atualizações de software trazem novas funções ao iPhone, reforçam a sua segurança e estabilidade de operação. São um quesito extremamente importante na hora da compra. Ao comprar um iPhone SE (2020) terás, muito provavelmente, atualizações do sistema iOS até 2025. Atualmente as fabricantes Android fornecem, em média, atualizações de sistema durante dois anos, ou três no caso da líder de mercado, Samsung. Por outro lado, as atualizações do Android tendem a chegar em primeiro lugar aos smartphones topo de gama de cada fabricante, com os demais dispositivos a serem, por vezes, esquecidos ou a tardar vários meses a serem atualizados. Em síntese, ao comprar um Apple iPhone SE (2020) verão o respetivo investimento a ser protegido pela marca como nenhuma fabricante Android o é capaz de fazer. Mais ainda, quando chegar a hora de vender o iPhone, nenhuma fabricante Android retém tão bem o valor como a Apple. Portanto, parara quem costuma vender o telefone usado no mercado de segunda mão, esta é outra razão de peso. 2. O gratificante ecossistema Apple A transição para iPhone é um processo simples. Aliás, o iOS pode irritar de tão simples que é, mas assim que o utilizador se habitua à navegação fluída, aos atalhos orgânicos, pensados para facilitar a vida a quem usa iPhone, rapidamente se adapta ao iOS. Caso já utilize um dispositivo Apple e esteja na hora de fazer o upgrade ao telefone este problema nem se coloca. O ecossistema de produtos e serviços Apple é extremamente gratificante no funcionamento do software e a sua harmonização como hardware. Isto é o mesmo que dizer - tudo funciona exatamente como devia e como seria de esperar. Os iPhone são o smartphone ideal para quem não se quer chatear com a tecnologia, com possíveis birras do seu telefone. Algo simples, mas que funcione. A premissa referida no parágrafo anterior é uma frase feita, mas continua verídica. Sobretudo para quem procura agora um telefone compacto, relativamente potente, fácil de usar com uma mão e com autonomia para um dia. Esse é o iPhone SE (2020). É o iPhone mais barato que lhe dá acesso ao ecossistema de serviços Apple. É a porta de entrada para o Apple TV, Música, iMessage, FaceTime, Apple Watch e uma miríade de outros serviços em que a fabricante aposta cada vez mais. 3. Desempenho que faz justiça ao preço do iPhone O Apple iPhone SE (2020) está equipado com o processador Apple A13 Bionic ( 7 nm+), um SoC hexa-core com 2 núcleos a 2,65 GHz Lightning e mais 4 núcleos a 1,8 GHz Thunder. Entretanto, deve ser dito que já existe o 14 Bionic a 5 nm- Até 500 euros é provavelmente a melhor compra para quem procura um telefone iOS. Mais ainda, o desempenho do processador A13 Bionic foi equiparado ao Snapdragon 865 da Qualcomm, um dos melhores processadores para telefones em 2020. A quem procura um telefone rápido, leve e fluído, recomendamos assim o Apple iPhone SE (2020), uma aposta isenta de riscos. O telefone está disponível em preto, branco e vermelho (Product RED) em que cada compra contribui diretamente para o Fundo Mundial para combater a COVID?19. Atualmente encontramos excelentes alternativa Android no mercado como o POCO X3 NFC da Xiaomi, ou o Nord da OnePlus, com desempenho similar, não necessariamente superior, ou inferior. Algo que se deve à excelente otimização do sistema iOS. As especificações do iPhone SE (2020): Ecrã de 4.7? polegadas IPS LCD Resolução HD 750 × 1334 pixeis Processador Apple A13 Bionic 3 GB de memória RAM 64 GB/128 GB/256 GB de armazenamento interno Câmara traseira de 12MP Câmara frontal de 7MP Dual-SIM (com e-SIM) Resistência ao pó e à água - certificação IP67 Bateria de 1821 mAh Carregamento rápido a 18W (carregador rápido não incluído na caixa) Carregamento sem fios Peso: 228 gramas Dimensões: 160,8 x 78,1 x 7,4 mm Preço: desde 499 € em Portugal A caixa do produto inclui o iPhone e o cabo USB-C para Lightning, portanto sem o carregador / adaptador USB. O iPhone SE (2020) está longe de ser perfeito! Apple iPhone SE (2020) Review: LONGE da PERFEIÇÃO... Como todo e qualquer produto o iPhone SE (2020) não é desprovido dos seus compromissos. A autonomia de bateria é o maior "contra" deste telefone Apple, mas há mais detalhes a apontar como, por exemplo, o design antiquado e as margens grandes. É, para todos os efeitos, um telemóvel iOS barato, ou o mais barato que a fabricante norte-americana coloca no mercado agora e para os consumidores mais exigentes existem melhores opções. Recomendamos, de qualquer modo, a consulta da sua análise. Antes de ires, vê os melhores telemóveis Xiaomi, com produtos para vários orçamentos. Além disso, descobre os melhores telefones para fotografia, seguindo a classificação da DxOMark. 4gnews »

  • Xiaomi Mi 11 atinge número de vendas impressionante nos primeiros 21 dias

    22 Janeiro 2021 É preciso recuarmos até ao dia 28 de dezembro para a data de apresentação do Xiaomi Mi 11. O primeiro smartphone topo de gama da Xiaomi chegou ao mercado no país na natal da marca dias depois, e os números dos primeiros 21 dias no mercado já impressionam. Segundo revela agora a Xiaomi, o Mi 11 é um equipamento bastante popular entre os consumidores. Isto porque em apenas 21 dias, contou com mais de um milhão de unidades vendidas. Xiaomi Mi 11 atingiu 1 milhão de vendas em 21 dias na China Estes são números de vendas que mostram que a qualidade-preço que a Xiaomi conseguiu colocar neste equipamento compensou. Recorde-se que o Mi 11 tem um preço inicial de 501 € na China na sua versão de 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno. Por este preço, a Xiaomi oferece aos consumidores tudo o que podem desejar na qualidade de ecrã. Falamos de um painel AMOLED de 6.81” polegadas, que combina a resolução 2K com a taxa de atualização de 120Hz. Além disso, tem ainda brilho máximo de 1500 nits e taxa de resposta ao toque de 480Hz. A Xiaomi não poupou esforços em oferecer qualidade sonora aos consumidores. Por isso, colocou no equipamento altifalantes estéreo, tendo celebrizado uma parceria com a Harman Kardon para a sua produção. Na sua génese, o Xiaomi Mi 11 é comandado pelo processador Snapdragon 888. Conta com uma bateria de 4600mAh, com carregamento rápido de 55W (com fios) e 50W (sem fios). O lançamento global está previsto para breve, mas a marca ainda não anunciou uma data concreta. Editores 4gnews recomendam: A Xiaomi como a conhecemos vai desaparecer e isso é bom! Xiaomi Mi 11 pode ter direito a edição especial com "cara de vaca" Xiaomi Redmi Note 10 chegam em fevereiro: preço será agressivo 4gnews »

  • A Xiaomi como a conhecemos vai desaparecer e isso é bom!

    21 Janeiro 2021 A Xiaomi atravessa uma fase de alterações profundas no portefólio de produtos e ecossistema de marcas que nos deixa antever o rumo da marca. De forma sucinta e fazendo cumprir o desejo expresso por Lei Jun, a Xiaomi pode deixar de ser a Xiaomi. Entenda-se a Xiaomi como fabricante associada a telefones baratos e bons, mas sobretudo, baratos. Há, contudo, uma alteração maior a ser feita nos bastidores da Xiaomi e visível, por exemplo, com a independência da Redmi e Pocophone. A Xiaomi deixa gradualmente de ser..."a Xiaomi" Lei Jun, atual CEO da Xiaomi. A Xiaomi cresceu na Europa com os smartphones baratos e bons. É indissociável da relação preço / qualidade e isto deve-se sobretudo à linha de produtos Redmi, entretanto, marca independente. O mesmo se aplica à Pocophone e dos POCO. As mudanças na Xiaomi são notórias, afastando-se definitivamente da sombra lançada pela "Apple chinesa". Ainda assim, mesmo à medida que caminha em direção ao mercado premium, a Xiaomi não desilude os utilizadores que procuravam soluções competitivas. Fique registada a nota positiva à fabricante chinesa enquanto catalisadora de inovação e parte incansável na democratização da tecnologia ao fazer chegar aos consumidores produtos extremamente competentes, a preços relativamente baixos. A "Xiaomi" é composta por diversas empresas como a Redmi Dito isto, acredito que a Redmi - marca independente desde janeiro de 2019 - possa substituir-se à Xiaomi que associamos a smartphones baratos. Aliás, algo que já o faz, mas sem ousar perigar a estabilidade e reputação da casa-mãe. Recuando a 2017, ao olhar para o portefólio de telefones Xiaomi - sem empresas satélites independentes - existia um produto para cada segmento de mercado. Do Xiaomi Redmi mais barato, ao Xiaomi Mi mais caro. Em 2020 o smartphone Xiaomi mais barato era o Mi 10 Lite 5G uma vez que os Redmi, tecnicamente pertencem à Redmi, empresa independente. Mas, se até agora a fragmentação da empresa de Lei Jun passa despercebida ao consumidor, em 2021 as fendas serão tão mais notórias, sobretudo após o "divórcio unilateral" da Amazfit que se subtraiu ao ecossistema Xiaomi. A fragmentação da marca Xiaomi e respetivo modelo de negócios. Crédito: Counterpoint Acima vemos a estratificação do mercado mobile dividido por escalões que se fazem corresponder às marcas do ecossistema Xiaomi que neles atuam. Assim, vemos a Redmi a operar até à barreira dos 400 dólares, a POCO a operar entre os 400 a 600 dólares e, por fim, a Xiaomi propriamente dita a partir dos 600 dólares. Os dados foram colhidos pela agência Counterpoint Research. Serve isto para ilustrar o expectável e palpável desprendimento da Xiaomi dos segmentos baratos e menos lucrativos, caminhando em direção ao segmento premium (a partir dos 600 dólares) e ultra premium (a partir dos 800 dólares). Valores que podemos fazer corresponder diretamente a euros. Temos visto a Xiaomi a subir gradualmente o preço dos seus smartphones da gama Mi - sobretudo fora da China. É uma tendência que pode ser apontada a virtualmente todas as fabricantes, mas restringirei a análise aos desígnios da Xiaomi. A Redmi e a POCO manterão os smartphones baratos Lei Jun, aquando da reafirmação da limitação das margens de lucro a 5% Perante a evolução da Redmi e da POCO não há dúvidas que ambas as marcas manterão os preços em conta nos respetivos smartphones. São instrumentais na democratização da tecnologia, quais águias bicéfalas no trono da relação preço qualidade. Ao passo que o preço dos smartphones "Mi" pode (e deve) subir, não acredito que a Redmi deixe de colocar smartphones baratos e com bom valor acrescentado no mercado. Caso o faça, uma miríade de outras fabricantes chinesas supririam esta necessidade. A Redmi afirmar-se-á como "A" marca de smartphones baratos e bons, dominado o segmento de entrada. Olhando para a Pocophone, antecipo uma maturação da marca no segmento de gama média, com soluções como o atual POCO X3 a serem muito bem recebidos e outras apostas como o POCO F2 Pro, mais ousadas a fazerem recuar alguns consumidores. A Pocophone deverá cimentar a sua posição como "A" marca de smartphones de gama média, continuando a destacar-se pelos smartphones POCO. Os smartphones "Mi" da Xiaomi rumarão ao segmento premium O Mi MIX Alpha foi apresentado em setembro de 2019. A separação entre as marcas que compõem o ecossistema Xiaomi, sobretudo ao nível de marketing, dará destaque à linha "Mi", com os melhores smartphones da marca. Afinal, esta é a fabricante que nos deixou a sonhar com o Mi MIX Alpha, ainda que o produto tenha sido cancelado desde então, não tendo passado de uma experiência. Mas, em simultâneo, foi uma afirmação de poder. Esta é a mesma Xiaomi que nos surpreendeu com um formato inédito. Esta é a mesma Xiaomi que nos surpreenderá com smartphones dobráveis num futuro próximo. É a Xiaomi que tem que abandonar a conotação de "smartphone barato". Mas, porquê abandonar precisamente o que a fez crescer? Justa questão, e expressão do indelével papel que os "smartphones baratos" tiveram no crescimento da marca. Todavia, é esta mesma conotação que agora a asfixia no segmento mais lucrativo. Para continuar a crescer, há que arriscar e se necessário, aumentar o preço! O mercado global "ultra-premium" no último trimestre de 2019. O gráfico da agência Counterpoint mostra-nos a esmagadora dominância no segmento ultra-premium - apurando as vendas de smartphones que custam mais de 600 dólares. No gráfico não estão incluídas as vendas e quota da Samsung e Apple. Posto isto, vemos uma mísera presença da Xiaomi com 0,24% deste segmento de mercado. Isto mostra-nos que os consumidores aderem em massa aos produtos baratos da Xiaomi - justificando a sua posição no mercado global de smartphones - mas não procuram produtos Xiaomi nos segmentos mais caros. A transição de mentalidades e associação de ideais, não ocorreu. Por outras palavras, a Xiaomi não consegue penetrar no segmento de mercado em que os consumidores mais gastam. O mesmo segmento que lhe permitirá, por exemplo, alargar a margem de lucro auto-imposta abaixo de 5%. Ao pensar num smartphone caro materializam-se nomes como Apple e Samsung, não Xiaomi O ecossistema de produtos Xiaomi é vasto e rico em produtos. Como pode a Xiaomi libertar-se da associação a smartphone barato? Rodeando-se de serviços, criando um ecossistema estável, desejável e alvo de cobiça, o primeiro vetor. Trazendo smartphones realmente inovadores e que nos façam perder a razão perante a vontade de os comprar, aqui referindo-me ao mercado dos dobráveis - o novo "Wild West" a explorar pelas fabricantes, o segundo vetor. Afirmando-se como marca internacional, de influência global, nem que para tal tenha que cortar alguns laços culturais com a China, o seu país natal. Aqui aponto-lhe o benefício do ecossistema de produtos para o lar, sobretudo as soluções IoT. Em 2021 será ousado dizer que o Xiaomi Mi 11 é a alternativa ao iPhone 12, mas já o encaro como alternativa ao Galaxy S21, sendo pelo menos um deles construído integralmente em metal (alumínio) e vidro. É provável que daqui a quatro ou cinco anos associemos imediatamente a Xiaomi a smartphones acima dos 1000 euros. Trata-se de processo em andamento, acelerado pela retração da Huawei, mas seguido de perto por outra rival chinesa, a OPPO. Editores 4gnews recomendam: 5 dicas Zoom: melhora as videoconferências em Teletrabalho Robô de cozinha do Lidl violou patentes da Bimby e foi condenado em tribunal Carros elétricos: bateria revolucionária carrega-se em apenas 5 minutos 4gnews »

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